sábado, 3 de outubro de 2026

Sim, o presidente Lula merece um quarto mandato e tem o apoio do Brasil 247

A reconstrução foi o primeiro passo. O próximo é transformar o país, com melhores empregos, mais igualdade, mais tecnologia e mais soberania

LulaCrédito: Ricardo Stuckert/PR


Lula assumiu, em 2023, um país devastado: instituições sob ataque, fome de volta, orçamento capturado. Reconstruiu o Estado sem abrir mão da democracia.

Os resultados estão aí. O Brasil saiu do Mapa da Fome, o desemprego chegou aos menores níveis da série histórica, a renda do trabalhador voltou a crescer, a inflação caiu para a meta e o real se fortaleceu.

A reforma tributária, enterrada por décadas, foi aprovada. A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil corrige uma injustiça antiga e passa a conta aos super-ricos.

O desmatamento na Amazônia caiu, e o Brasil sediou a COP30 em Belém como protagonista da agenda climática. Bolsa Família, Pé-de-Meia, Minha Casa Minha Vida e o Novo PAC voltaram ao centro da ação do Estado.

Na frente externa, Lula enfrentou o tarifaço estadunidense com soberania, sem se curvar. Na frente institucional, o STF condenou Jair Bolsonaro pela tentativa de golpe de Estado. Quem tentou derrubar a democracia pela violência responde por isso.

Nada disso se fez sozinho. Geraldo Alckmin trouxe interlocução com o setor produtivo e a política industrial. Marina Silva reergueu a política ambiental, e Simone Tebet deu rumo ao planejamento. Esther Dweck modernizou a gestão pública, e Bernard Appy desenhou a reforma tributária. Aloizio Mercadante recolocou o BNDES a serviço do desenvolvimento, e Magda Chambriard conduziu a Petrobras de volta ao investimento nacional. É um time de peso, e o contraste com o desmonte anterior é enorme.

Lula repete que o Brasil não aceitará ser apenas exportador de matéria-prima e importador de tecnologia. O quarto mandato será o da reindustrialização.

Os minerais críticos são o centro dessa virada. O país detém reservas estratégicas de lítio, nióbio, grafita e terras raras, e o marco da exploração deve condicionar a mineração à transformação local. O minério fica aqui e vira baterias, ímãs, semicondutores e equipamentos de alta tecnologia, fabricados por trabalhadores brasileiros.

A soberania exige também uma indústria de defesa forte, com tecnologia nacional. Exige produzir aqui os fármacos e insumos de que o SUS depende, sem ser refém de cadeias externas. E exige fertilizantes nacionais, dos quais o agronegócio e a segurança alimentar dependem.

Energia: autonomia e transição verde

Lula defende a autonomia em combustíveis, com a Petrobras investindo em refino e em novas fronteiras, como a Margem Equatorial. O Brasil tem sol, vento, água, biomassa e hidrogênio verde para liderar a economia de baixo carbono, gerando emprego industrial e tecnologia próprios. Exige, acima disso, uma gestão econômica ambiciosa e responsável, capaz de fazer a economia atingir de novo o grau de investimento, que possa catapultar o padrão de crescimento para níveis asiáticos.

A meta de desmatamento líquido zero até 2030 integra o programa da coligação. Habitação, saneamento, mobilidade urbana e adaptação das cidades ao clima completam a agenda ambiental.

Lula coloca no centro do próximo mandato a escola em tempo integral como compromisso nacional, a tarifa zero no transporte urbano, a justiça tributária ampliada e o reforço da segurança pública. A tarifa zero ainda depende de um modelo de financiamento, e é aí que o debate precisa avançar.

Poucos governantes reuniram, ao longo da história, o que Lula reúne. É um democrata que enfrentou a perseguição sem romper com as instituições. É um humanista que fez do combate à fome o eixo do Estado.

É um articulador capaz de reunir, na mesma chapa e no mesmo governo, adversários de ontem em torno de um projeto de país. É um agregador político que constrói pontes onde outros erguem muros. É um estadista que fala ao mundo em nome do Brasil, com firmeza e sem subserviência.

A reconstrução foi o primeiro passo. O próximo é transformar o país, com melhores empregos, mais igualdade, mais tecnologia e mais soberania.

A mídia corporativa vai seguir semeando a descrença, mas os números e as obras desmentem o catastrofismo.

Com o primeiro turno marcado para este domingo, a escolha é entre voltar ao abismo fascista ou, superando o tempo dos golpes, desenvolver o país ainda mais.

Para avançar nesta imensa tarefa, sim, este Brasil 247 recomenda o voto em Lula e nos candidatos que, nos diversos níveis, podem confluir para guiar o país — e, indiretamente, o planeta — a libertar-se das tenazes do atraso e a caminhar de vez em direção ao desenvolvimento inclusivo e compartilhado, ao diálogo e à paz. - 247.


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Quaest: Marília Arraes e Humberto Costa lideram disputa pelo Senado; Mendonça Filho em terceiro

 

Os candidatos pontuaram 30%, 27% e 18% dos votos válidos, respectivamente


                 Por Beatriz Santana
Marília Arraes, Humberto Costa e Mendonça Filho aparecem nas primeiras posições na disputa ao Senado em Pernambuco - Foto: Davi de Queiroz/Folha de Pernambuco e Felipe Ribeiro/Folha de Pernambuco

A pesquisa Quaest, encomendada pela Globo e divulgada neste sábado (3), apontou os candidatos ao Senado Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) como líderes na disputa pelas duas vagas à Casa Alta, com 30% e 27% dos votos válidos, respectivamente.

O candidato Mendonça Filho (PL) registrou 18%, permanecendo, em comparação a última pesquisa divulgada na terça-feira (29), na terceira posição do cálculo dos votos válidos, que exclui os votos em branco e nulos. 

Já os candidatos da Coligação Pernambuco de Coração, Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD), apareceram abaixo com 15% e 9%, de forma respectiva.

O candidato ao Senado do Novo, Carlos Sant’Anna, alcançou 1%. Já os demais candidatos não pontuaram.

Votos totais
Considerando os votos totais, que incluem brancos, nulos e eleitores indecisos, Marília e Humberto seguem na liderança. A candidata do PDT pontuou 20%, um ponto percentual a mais desde a última rodada; já o candidato do PT registrou 18% (eram 17%). 

Mendonça Filho pontuava 10%, agora, 12%, permanecendo na terceira posição. Eduardo da Fonte e Túlio Gadêlha alcançaram, respectivamente, 10% e 6% (antes, 7% e 3%). Carlos Sant’Anna manteve os 1%. O candidato do partido Democrata, Pastor Gilvan Costa, apareceu somando 1%. 

Os indecisos chegaram aos 12% (antes, 23%). Os votos brancos, nulos e daqueles que não pretendem votar, um ponto percentual a mais comparado ao último levantamento.

Espontânea
Quando perguntados sobre em quem votariam, sem visualizar a lista de candidatos, 39% dos eleitores não mencionaram um nome. Já entre os que mencionaram, a candidata Marília Arraes seguiu na liderança com 14%, o dobro dos 7% alcançados na última pesquisa. 

Humberto também foi mencionado por 13% dos entrevistados (antes, 8%). Mendonça Filho, a seguir, com 9% (antes, 4%). Eduardo da Fonte com 8% (antes, 3%); Túlio Gadêlha, 5% (antes, 1%). 

Houve uma inversão, dessa vez, dos pontos dos candidatos Pastor Gilvan Costa e Carlos San’Anna. O democrata não foi mencionado na última rodada, dessa vez, registrou 1%; enquanto Carlos Sant’Anna, que pontuava 1%, não foi mencionado por nenhum entrevistado nesta pesquisa.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-09665/2026, e ouviu 2.652 eleitores de 16 anos ou mais da sexta-feira (2) e sábado (3). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.


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Quaest: Raquel Lyra tem 52% dos votos válidos contra 47% de João Campos

Pesquisa foi divulgada neste sábado (3), véspera do primeiro turno


                        Por Blog da Folha
Quaest: Raquel Lyra tem 52% dos votos válidos contra 47% de João Campos - Paullo Allmeida/Arquivo Folha de Pernambuco e Edson Holanda/PCR

A pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3), véspera do primeiro turno das eleições de 2026, apresenta o cenário da disputa pelo governo de Pernambuco. Nos votos válidos, Raquel Lyra (PSD) aparece com 52%, enquanto João Campos (PSB) soma 47%.

Os demais candidatos - Ivan Moraes (PSOL), Guilherme Fonseca (PSTU), Professora Camila (UP), Renan Hallais (Missão) e Victor Assis (PCO) - registram 0%.

Os votos válidos correspondem aos votos destinados diretamente aos candidatos e são a base utilizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a divulgação do resultado oficial. Para esse cálculo, são desconsiderados os votos brancos e nulos. Para conquistar o governo estadual ainda no primeiro turno, é necessário alcançar mais da metade dos votos válidos, o equivalente a 50% mais um voto.

Votos totais
Considerando os votos totais, que incluem brancos, nulos e eleitores indecisos, Raquel Lyra aparece com 47%, ante 42% no levantamento anterior. João Campos soma 43%, contra 42% anteriormente. Ivan Moraes tem 1%, mesmo percentual registrado antes. Victor Assis, Professora Camila, Renan Hallais e Guilherme Fonseca aparecem com 0%.

O percentual de eleitores indecisos caiu de 10% para 1%, enquanto os votos brancos, nulos e os eleitores que afirmam não votar passaram de 5% para 8%.

O levantamento foi encomendado pela Globo e ouviu 2.652 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-09665/2026.

Espontânea
Na pesquisa espontânea, quando os eleitores respondem em quem pretendem votar sem consultar uma lista com os nomes dos candidatos, Raquel Lyra aparece com 42%, ante 35% no levantamento anterior. João Campos registra 36%, contra 30% anteriormente. Ivan Moraes tem 1%, enquanto Renan Hallais, Victor Assis, Guilherme Fonseca, Professora Camila, Professor Jeremias do Banco e outros candidatos aparecem com 0%.

O percentual de eleitores que ainda não sabem em quem votar caiu de 32% para 15%. Já a parcela que declarou voto em branco, nulo ou afirmou que não pretende votar passou de 2% para 6%. A pesquisa espontânea é utilizada para observar o grau de definição do eleitorado, já que o entrevistado não recebe os nomes dos candidatos como opções de resposta.

Segundo turno
A Quaest também apresentou uma simulação de segundo turno entre Raquel Lyra e João Campos. Nesse cenário, Raquel aparece com 47%, ante 44% de João. Os dois candidatos tinham 44% no levantamento anterior. A parcela de eleitores que optaria por voto em branco, nulo ou nenhum candidato passou de 5% para 7%, enquanto os indecisos recuaram de 7% para 2%.

Outros números
Entre os eleitores que já escolheram um candidato, 88% afirmam que a decisão é definitiva, enquanto 12% dizem que ainda podem mudar de ideia. No levantamento anterior, 80% consideravam o voto definitivo e 20% admitiam uma mudança.

O interesse pela eleição também aumentou. O percentual de eleitores que se dizem muito interessados passou de 36% para 46%. Já os que demonstram pouco interesse caíram de 40% para 34%, enquanto os que afirmam não ter nenhum interesse recuaram de 23% para 19%. Outros 1% não souberam ou não responderam.


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Lula cresce na pesquisa BTG/Nexus e se aproxima da vitória em primeiro turno

  No cenário espontâneo, Lula já tem 47,7% dos votos válidos Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro  Crédito: Ricardo Stuckert | Vitto...