sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Presidente do TSE pede que eleitores compareçam às urnas e votem com paz e responsabilidade

"Juntos, todas as brasileiras e brasileiros na grande festa da democracia: as eleições gerais de 2022", afirmou o ministro Alexandre de Moraes

Sessão plenária do TSE – 23/08/2022 (Foto: LR Moreira/Secom/TSE)

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, destacou nesta sexta-feira (30) a importância de os resultados das eleições serem respeitados no próximo domingo (2).

"Eleitoras e eleitores, compareçam no domingo, 2/10. Vamos todos votar com Paz, Segurança e Harmonia; Respeito e Liberdade; Consciência e Responsabilidade. Juntos, todas as brasileiras e brasileiros na grande festa da Democracia: as eleições gerais de 2022", afirmou o ministro no Twitter.

Durante o seu governo, Jair Bolsonaro (PL) fez ataques ao Judiciário ao acusar o Supremo Tribunal Federal de atrapalhar a gestão do candidato à reeleição. 

Sem provas, o ocupante do Planalto acusou o TSE de não ter segurança contra fraudes em urnas eletrônicas e defendeu a participação de militares na apuração do resultado da eleição. Partidos oposicionistas denunciaram possível tentativa de golpe. 247



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CNBB divulga nota e diz que Padre Kelmon não tem vínculo com Igreja Católica

                                     Por: Gustavo Werneck/Por: Estado de Minas 

Foto: Reprodução/SBT

Às vésperas da eleição, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota na tarde desta sexta-feira (30) sobre o candidato do PTB à Presidência da República, Padre Kelmon Luis da Silva Souza.


O texto diz que “em atenção aos fiéis que enviam perguntas à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), esclarecemos: 

1- O senhor Kelmon Luís da Silva Souza, candidato que se apresenta como “padre Kelmon”, não é sacerdote da Igreja Católica Apostólica Romana, sendo, portanto, de outra confissão religiosa, sem qualquer ligação com a Igreja sob o magistério do Papa Francisco. 

2- Oportuno ressaltar que, conforme vigência na Lei Canônica, os padres da Igreja Católica, em pleno exercício do ministério sacerdotal, não disputam cargos políticos, nem se vinculam a partidos.”

A CNBB é presidida pelo arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo.

Defesa 
Na terça-feira (27), diante do que considerou “calúnias e difamações”, o arcebispo primaz da Igreja Católica Apostólica Ortodoxa do Peru, Mor Francisco, Ángel Ernesto Morán Vidal, defendeu o candidato PTB à Presidência da República do Brasil, que estaria sendo alvo de acusações por parte de outras jurisdições ortodoxas no país. 

Em vídeo, o arcebispo primaz disse: “Cabe manifestar e reafirmar ante difamações e calúnias que vêm acontecendo contra o nosso querido Padre Kelmon. Hoje, como autoridade eclesiástica, a mesma que está subordinado o nosso querido Padre Kelmon, que é um padre com decência pastoral, quero reafirmar que Padre Kelmon é parte de nossa jurisdição eclesiástica”, disse o arcebispo no vídeo, lembrando que a igreja que representa trabalha em 16 países.” 

Em 14 e 26 de setembro, a Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia no Brasil informou, em duas notas à imprensa, que Kelmon não integra nenhuma paróquia, nem comunidades, missões e obras sociais. Também afirmou que ele não foi seminarista ou integrante do clero no Brasil ou em qualquer outro país.

Na sequência, a assessoria da campanha do petebista informou, em nota, que, em novembro, Padre Kelmon será sagrado Bispo pela Igreja Católica Apostólica Ortodoxa do Peru, com a missão de iniciar no Brasil a Igreja de Tradição Canônica Siro Ortodoxa Malankar. A partir daí, será transferido a ele os poderes eclesiásticos para conduzir a Igreja no Brasil.

E mais: “Antes de fazer parte da Igreja Católica Apostólica Ortodoxa do Peru, Padre Kelmon foi membro da Igreja Apostólica Ortodoxa da América, onde foi ordenado padre no dia 2 de agosto de 2015 pelo Bispo Kyrios Ioannis de Santa Catarina”.


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Agredido no debate da Globo, Lula manda recado a Bolsonaro: 'o povo vai te mandar pra casa'

Debate da Globo é marcado por ataques de todos os presidenciáveis ao ex-presidente Lula, que obtém vários direitos de resposta

Luiz Inácio Lula da Silva (à esq.) e Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução/TV Globo)

O candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (29) a Jair Bolsonaro (PL) que o povo mandará o atual ocupante do Planalto para casa. 

"É uma insanidade um Presidente da República vir e dizer o que ele diz. É por isso que no dia 2 o povo vai te mandar para casa e eu vou fazer um decreto acabando com o seu sigilo de 100 anos", disse Lula a Bolsonaro.

Em um direito de resposta, Lula afirmou que o "presidente atual não tem um pingo de honestidade". "Ele montou quadrilha com rachadinha, com sigilo de 100 anos, quadrilha da vacina, não fui eu que disse, foi a CPI. Comporte-se como um presidente".

O ex-presidente também rebateu Ciro Gomes. O pedetista começou perguntando: "como o senhor explica que após 14 anos de governo do PT os cinco brasileiros mais ricos acumulavam o que possuem os 100 milhões mais pobres".

O candidato do PT respondeu: "você viveu no meu período de governo o momento de maior conquista social do país e sabe disso. Você poderia perguntar como é que no governo do PT os mais pobres tiveram 80% de aumento real na sua renda".

Votos

Na pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (29), Lula teve 50% dos votos válidos, excluindo brancos, nulos e indecisos. Para vencer uma eleição no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um. 

Segundo o levantamento, Lula teve 53,6% dos votos válidos espontâneos. O ex-presidente teria 54% no segundo turno contra Bolsonaro. 247.


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Lula derrota todos os adversários também nos cenários de segundo turno

  Pesquisa Datafolha aponta favoritismo do presidente Lula contra possíveis candidatos da extrema direita Lula - Estaleiro Ecovix, Rio Grand...