domingo, 26 de abril de 2026

Lula defende fim da escala 6x1 sem redução de salários e diz que o Brasil é mais forte com as famílias unidas

 

Presidente afirma que modelo atual prejudica convivência familiar e propõe mudança na jornada de trabalho no Brasil


Lula defende fim da escala 6x1 sem redução de salários e diz que o Brasil é mais forte com as famílias unidas (Foto: Ricado Stuckert / PR)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o fim da escala 6x1 — regime de trabalho em que o trabalhador atua seis dias e descansa apenas um — sem redução de salários, ao comentar os impactos desse modelo na vida das famílias brasileiras. A declaração foi feita em inserção do Partido dos Trabalhadores nas TVs. Confira:


No conteúdo, Lula destacou principalmente a realidade enfrentada por mães trabalhadoras, que passam grande parte do dia fora de casa e têm pouco tempo para conviver com os filhos. "No Brasil, muitas mães saem de casa para trabalhar cedo com os filhos ainda dormindo e voltam tarde com os filhos já na cama. Ela só tem um dia para descansar e cuidar da família. Isso não é justo", afirmou.

Crítica ao modelo atual de trabalho

O presidente enfatizou que, embora o trabalho seja essencial para o desenvolvimento do país, ele não pode comprometer os vínculos familiares. "O trabalho dignifica, constrói o país, mas não pode separar mãe e filhos", disse.

A fala insere-se em um debate mais amplo sobre a qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros e a necessidade de modernização das relações de trabalho, com foco em equilíbrio entre produtividade e bem-estar social.

Proposta de mudança sem perda salarial

Lula também apresentou de forma direta sua proposta de alteração na jornada. "Por isso, estamos propondo o fim da escala 6 por um, sem corte de salário. Vamos juntos", declarou, indicando que a medida busca preservar a renda dos trabalhadores ao mesmo tempo em que amplia o tempo de descanso.

A proposta dialoga com discussões internacionais sobre redução da jornada de trabalho, que vêm ganhando força em diversos países como forma de melhorar a saúde mental, aumentar a produtividade e fortalecer os laços familiares.

Família como eixo central

Ao final, o presidente reforçou a importância da convivência familiar como elemento fundamental para o desenvolvimento social. "O Brasil é mais forte com as famílias unidas", concluiu.

A declaração reforça a linha do governo de priorizar políticas que combinem crescimento econômico com inclusão social e melhoria das condições de vida da população trabalhadora. - 247.


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Alencar Santana: 'Tarcísio é uma farsa na segurança pública'

 

Deputado federal critica gestão de São Paulo, defende fim da escala 6x1 e acredita que Haddad pode vencer eleição estadual em 2026


Alencar Santana: 'Tarcísio é uma farsa na segurança pública' (Foto: Reprodução)

Em entrevista ao jornalista Leonardo Sobreira, à TV 247, Alencar também abordou a aprovação da admissibilidade da PEC do fim da escala 6x1 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, criticou a oposição, falou sobre anistia aos golpistas do 8 de Janeiro e projetou vitória de Fernando Haddad nas eleições ao governo paulista em 2026.

Ao comentar dados sobre o aumento de mortes causadas por policiais militares em São Paulo, o parlamentar classificou a política do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) como "farsa".

“Totalmente uma farsa. Tarcísio, além de ter as mãos manchadas de sangue, porque é um governador que prega a violência policial, estimula”, afirmou.

Segundo o deputado, a atual política de segurança pública incentiva ações violentas e não oferece proteção real à população.

“Ao mesmo tempo, nós não temos segurança. Você não consegue andar com o celular. As pessoas têm medo de ficar numa esquina, de descer do carro, de estar fazendo uma caminhada”, declarou.

Alencar Santana também questionou a formação dada aos policiais militares no estado e mencionou o caso de uma policial de 21 anos envolvida na morte de Thawanna da Silva Salmázio durante abordagem. 

“Acabou de sair da escola de formação. O que ela aprendeu lá? Que esse tipo de conduta é normal”, disse, reforçando que os afastamentos administrativos não resolvem o problema estrutural.

“Não adianta afastar só um e continuar com a mesma política”, afirmou.


Haddad pode vencer em São Paulo

Ao analisar o cenário eleitoral paulista, Alencar Santana disse acreditar em vitória do ex-ministro Fernando Haddad contra Tarcísio de Freitas.

“Nós vamos ganhar essa eleição em São Paulo. Fernando Haddad será governador”, declarou.

Segundo ele, a comparação entre os investimentos do governo federal e a gestão estadual será decisiva em 2026.

“Aquilo que o Tarcísio diz que é ele que está fazendo, na verdade só se viabilizou porque o governo Lula foi generoso com São Paulo”, afirmou.


Projeto contra multas do Free Flow

O deputado anunciou que apresentou projeto para suspender multas aplicadas a motoristas em São Paulo pelo sistema Free Flow.

“O governador Tarcísio prejudicou a vida de milhares de motoristas que estavam desinformados”, disse.

A proposta prevê prorrogação do pagamento dos pedágios e cancelamento das multas para condutores penalizados sem orientação adequada.


Fim da 6x1

O parlamentar também comentou a aprovação da admissibilidade na Comissão de Constuição e Justiça, a CCJ, da proposta que acaba com a escala 6x1 na Câmara.

“Foi uma vitória nossa, uma vitória do governo Lula, uma vitória dos trabalhadores”, declarou.

Para Alencar Santana, a oposição atuou para atrasar a tramitação e só passou a discutir compensações ao setor empresarial quando percebeu que a proposta avançaria.

“Eles perceberam que a coisa ia andar, que não tem volta, que ia ser algo inevitável acontecer, eles começam a falar em compensação”, afirmou.


Contra benefícios amplos a empresários

O deputado rejeitou a tese de compensações generalizadas aos empregadores pela redução da jornada. Segundo ele, reformas anteriores retiraram direitos dos trabalhadores sem qualquer contrapartida.

“Quando houve a reforma da Previdência, os trabalhadores perderam. Houve compensação? Quando houve a reforma trabalhista, os trabalhadores perderam. Houve compensação aos trabalhadores?”, questionou.

Ele defendeu que casos específicos podem ser analisados, mas sem benefícios universais.


Anistia a golpistas

Alencar Santana alertou que o debate sobre anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de Janeiro continua em andamento no Congresso Nacional.

“Parece que a questão da anistia está morta, mas não está. Eles ainda querem anistiar o Bolsonaro e os golpistas”, afirmou.

Segundo o deputado, eventual derrubada de veto presidencial em projeto ligado à dosimetria penal pode beneficiar também criminosos condenados por outros delitos graves.

“Isso será um sinal de impunidade”, disse. - 247.



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A farsa do Bolsonaro moderado: por que a elite se divide no apoio a Flávio

Ao contrário do que Flávio tenta vender, não há um Bolsonaro moderado — há apenas um projeto de poder, um oportunismo eleitoreiro 

                               Brasil247.



A narrativa construída pelo senador Flávio Bolsonaro de que ele seria expressão de uma facção moderada dentro de seu próprio clã político serve a um propósito claro: anabolizar, pela fraude, ambições eleitorais e afastar o espantalho do "bolsonarismo radical", que afugenta o centro e é inaceitável mesmo para parte das elites. Nos últimos meses, porém, essa fachada vem ruindo de forma acelerada. O chamado “bolsonarismo light”, recitado pela mídia neoliberal, revela-se uma ficção publicitária, e o mais recente sintoma dessa constatação é o distanciamento, já explícito, de setores influentes do pensamento conservador que por muito tempo flertaram com a direita. Mesmo entre partidos antes colados ao bolsonarismo cresce a ambiguidade.

Ao contrário do que Flávio tenta vender, não há um Bolsonaro moderado — há apenas um projeto de poder, um oportunismo eleitoreiro que, diante do isolamento do patriarca e do que ele significa, busca sobreviver fazendo o teatro do moço cheiroso, mas montado sobre as mesmas vísceras autoritárias, negacionistas e golpistas.

A jornalista Miriam Leitão, conhecida por sua trajetória de críticas ao petismo, foi direta em sua coluna recente. Ao analisar os movimentos de Flávio para se descolar do pai, encarcerado por liderar violenta organização criminosa golpista, Miriam apontou que o senador tenta “recolorir o bolsonarismo”, mas que sua própria trajetória — incluindo o caso das rachadinhas e a lealdade incondicional ao clã — desmente qualquer viragem. Para ela, a tentativa de Flávio de se apresentar como uma alternativa negociadora esbarra na realidade: o DNA do grupo é a ruptura institucional, e o filho jamais condenou os ataques desferidos pelo pai ao sistema eleitoral ou os atos golpistas. Miriam não expressa uma opinião isolada. Antes, aponta que a marca de descompromisso do clã com a democracia encapsula as chances eleitorais de Flávio Bolsonaro.

Reinaldo Azevedo, outro veterano que nunca escondeu seus arreganhos à esquerda, também dedicou espaço ao tema. Para Azevedo, Flávio ensaia um discurso de centro para agradar ao mercado financeiro e a parte do Judiciário, mas mantém o mesmo manual tático de seu pai: ataque à imprensa, defesa de pautas de costumes reacionárias e silêncio conveniente sobre a tentativa de golpe em 2023, que ele apoia. Azevedo lembrou que o senador foi um dos articuladores do orçamento secreto e blindou Jair nas piores horas. Portanto, tentar vender moderação é, nas palavras dele, “insultar a inteligência de todos”. Isso sem falar do crescimento patrimonial inexplicável de Flávio, de suas ligações com o crime organizado miliciano, das rachadinhas em seu gabinete, da lavagem de dinheiro e do empréstimo a taxas incompatíveis no BRB para a compra de uma mansão em Brasília por R$ 6 milhões, mas que na verdade vale R$ 14 milhões.

Já Ruy Castro, em sua coluna, foi cirúrgico ao descrever o cenário como um “divórcio anunciado”. O cronista observa que as elites — incluindo setores do agronegócio, do mercado financeiro e da chamada Nova Direita — começam a migrar para outras lideranças, como Tarcísio de Freitas ou Romeu Zema, que oferecem a agenda econômica liberal sem o estorvo golpista e a toxicidade familiar. Ruy destaca que Flávio tem tentado se reunir com empresários e artistas para construir uma imagem de “Bolsonaro que conversa”, mas o resultado tem sido o oposto: ninguém acredita na moderação de quem cresceu à sombra das manifestações com faixas pedindo intervenção militar. Talvez com certo exagero, o colunista conclui que o não casamento das elites com Flávio é definitivo, pois elas já compreenderam que apoiar o herdeiro significa apenas reviver o espólio de um projeto autoritário que se recusa a mudar.

Esse afastamento revela uma contradição profunda e incômoda no próprio seio das elites. De um lado, a ala mais pragmaticamente liberal, capitaneada por setores do mercado financeiro e do agronegócio, ainda enxerga em Flávio um instrumento útil, uma potencial alavanca para um programa austericida e de desmonte do Estado. Para esses, o senador serviria como cavalo de Troia para aprovar reformas impopulares, privatizações e o arrocho fiscal, desde que mantida a fachada da governabilidade. O cálculo é cínico, porém racional: usa-se o nome Bolsonaro para a agenda econômica, enquanto se isola o núcleo golpista. Mas aí reside a fissura. Outra parcela das elites abomina exatamente o que Flávio representa como instrumento de sabotagem do valor principal, sobretudo nessa conjuntura histórica: a democracia. Para esse grupo, reduzir o regime a um meio para fins fiscais é aceitar a própria extinção das regras do jogo. Eles compreendem que apoiar Flávio, mesmo como muleta para a eliminação dos reajustes do salário mínimo acima da inflação e das verbas destinadas à saúde e educação, significa validar a tática permanente de ruptura, a ameaça às instituições que de algum modo garantem sua hegemonia e o apetite pela exceção. É essa contradição não resolvida que trava o casamento definitivo. Enquanto uma parte da elite ainda cogita o pacto maquiavélico, a outra já percebeu que não se fazem reformas sobre escombros autoritários. E, por ora, o medo do golpismo, ainda que por margem estreita, tem falado mais alto que a fome por cortes de gastos.

É essa a realidade que Flávio Bolsonaro insiste em maquiar. O mercado pode até ter tolerado, no passado, o discurso truculento de Jair enquanto as reformas andavam — mas o 8 de janeiro e a persistente defesa do revisionismo eleitoral mudaram, ao menos em parte, a equação, e isso já se faz notar. Parte das elites, em seu pragmatismo frio, calcula que o risco de associar-se à marca Bolsonaro supera hoje qualquer ganho de curto prazo. E, ao contrário do que tenta propagar o senador, essa rejeição não é ao “estilo”, mas à própria substância. 


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Isenção para quem ganha R$ 5 mil vale para a declaração do IR 2026?

Resposta é: não. Contribuintes precisam prestar contas este ano

                    Edgard Matsuki - Repórter da Radioagência Nacional


Marcello Casal jr/Agência Brasil

Aprovada pelo Congresso e sancionada pelo governo em 2025, a isenção do Imposto de Renda para pessoas que ganham até R$ 5 mil mensais está em vigor na folha de pagamento desde o dia 1º de janeiro de 2026. 

Para quem não sabe, desde o início do ano, pessoas que recebem menos de R$ 5 mil mensais não estão mais sujeitas a pagar o Imposto de Renda. Além disso, há um desconto progressivo para quem recebe um salário de até R$ 7.350.

O efeito prático causou uma dúvida: e para a declaração do Imposto de Renda? O desconto vale? A resposta é: ainda não. 

Apesar de o benefício já estar valendo na folha de pagamento, quem declara o Imposto de Renda agora precisa ter atenção: a isenção não vale para a declaração deste ano.

E o motivo é simples: contribuintes obrigados a prestar contas com o Fisco estão tratando do exercício do ano calendário de 2025

“A declaração que você entrega no ano de 2026 não reflete o presente. Ela é uma prestação de contas do passado, tudo o que você recebeu ao longo do ano de 2025. A nova isenção de R$ 5 mil existe, sim. Mas ela só passou a produzir efeitos a partir de 1º de janeiro de 2026", explica o professor de Ciências Contábeis da Universidade Federal do Ceará, Eduardo Linhares. 

"Isso decorre de um princípio básico do direito tributário chamado de anterioridade, em que uma lei que cria ou amplia benefício fiscal não pode retroagir para alcançar fatos já ocorridos. A boa notícia é que esse olhar para trás será diferente no ano de 2027. Na declaração do próximo ano, referente a tudo que você recebeu ao longo de 2026, a nova faixa estará plenamente incorporada. É lá que a reforma do IR aparece completa para a maioria dos contribuintes”, diz.

>> Veja todo o conteúdo do Tira-Dúvidas IR 2026

Vale apontar que é possível que mesmo quem ganhe menos de R$ 5 mil tenha que declarar no ano que vem, segunda a professora de Ciências Contábeis da Unime, Ahiram Cardoso. 

“Há uma confusão referente a esse recebimento de até R$ 5 mil em 2026. Ele está dispensado a pagar o Imposto de Renda, mas não necessariamente dispensado a declarar em 2027, porque tem que estar observando o limite de obrigatoriedade do recebimento de rendimentos tributáveis no ano. Então, a gente vai ter que observar esse limite da obrigatoriedade”, aponta. 

Neste ano, está isento de declarar o Imposto de Renda quem recebeu em média até R$ 2.428,80 no ano passado e não se encaixa em outros critérios que obrigue a declarar. 

É bom lembrar que há, ainda, um desconto simplificado mensal de R$ 607,20. Isso faz com que na prática, quem receba até R$ 3.036 esteja isento de pagar o Imposto de Renda.



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Raquel reforça aliança administrativa com Lula e desconversa sobre eleição: “A parceria é muito maior que nós"

 

Governadora tem evitado falar com a imprensa sobre eleição e dito que ela "ocorrerá no tempo certo"


                      Por Betânia Santana

Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, durante a Feira da Cidadania, no Recife - Foto: Davi de Queiroz/Folha de Pernambuco


Em um gesto de pragmatismo político e na tentativa de mostar foco na gestão, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), afirmou nesta sexta-feira (24) que a relação institucional entre o Palácio do Campo das Princesas e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) transcende figuras individuais ou bandeiras partidárias.


“A parceria não acaba até porque ela é muito maior do que nós”, disse a gestora, ao lado de quatro ministros do presidente Lula, durante a abertura da 14ª edição do Governo do Brasil na Rua. A Feira da Cidadania se estende até o sábado (25), na Escola Técnica Miguel Batista, no bairro de Macaxeira, Zona Norte do Recife.

A declaração ocorre em um momento de especulação sobre que posição ela vai adotar nas eleições deste ano ou se vai repetir 2022 e não declarar apoio a nenhum candidato a presidente. Questionada sobre as alianças para os próximos pleitos, ela se recusou a entrar no mérito eleitoral, mantendo o foco no que chama de "união por Pernambuco".

“A eleição vai acontecer no tempo certo, mas agora é trabalho, trabalho, trabalho e entrega”, sustentou, reiterando que a prioridade é a "bandeira de Pernambuco unida à bandeira do Brasil" para combater a desigualdade e gerar empregos. 

Ministros
Estavam com a governadora,, que chegou ao evento com quase uma hora de atraso, os ministros André de Paula (Agricultura); Frederico Siqueira (Comunicação); Guilherme Boulos (Secretaria-executiva da Casa Civil); e Wolney Queiroz (Previdência Social).

Nos últimos dias, também estiveram em agenda com Raquel Lyra no estado os ministros Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional) e George Santoro (Transportes).

Entregas
Waldez Góes autorizou, na quinta-feira, 16, o início das obras em dois lotes da Adutora do Agreste, para reforçar o abastecimento de água na região. Também entregou dessalinizadores para melhorar a qualidade da água em algumas localidades.

Santoro inaugurou a duplicação da BR-104, importante rodovia de acesso ao polo de confecções, também no Agreste, e representou o ministro das Cidades, Vladimir Lima, na entrega de moradias para 123 famílias em Caruaru.

"Todo dia a gente faz obra junto, serviço junto, entrega junto, mas o mais importante de tudo é dizer que o que aqui nos une não é bandeira partidária, mas um sentimento muito profundo de trabalho que deve ser feito de maneira efetiva para a população que mais precisa", enfatizou.

Raquel Lyra relembrou que o estado sofreu no passado com disputas políticas que impediam o avanço de projetos e reforçou que sua gestão buscou, desde janeiro de 2023, uma aproximação estratégica com Brasília.

"Pernambuco sofreu muito com disputas que ultrapassaram o campo do palanque eleitoral e foram para o governo. Brigar com o governo federal não faz sentido algum. Precisamos de união, especialmente em um estado desigual como o nosso", pontuou.

Segundo a governadora o presidente Lula prometeu ajudar o estado e exerce hoje um papel diferente. "Ele traz pra cá o governo do Brasil", disse, em referência aos serviços encontrados na Feira da Cidadania.

"O governo do Brasil hoje não é mais em Brasília, é no Recife. Estão aqui várias ofertas de serviço desde o BPC e INSS a serviçor do governo do estado que dialogam com o governo federal, um galpão de direitos que a gente roda no estado inteiro", informou.

Também marcaram território na abertura da Feira da Cidadania os pré-candidatos ao governo Ivan Moraes (Psol) e ao Senado a vereadora do Recife Jô Cavalcanti (Psol); a ex-deputada Marília Arraes (PDT); e o deputado federal Túlio Gadêlha (PSD). O deputado federal Pedro Campos participou e o prefeito do Recife, Victor Marques, foi representado pela secretária de Saúde, Luciana Albuquerque.


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Hipertensão: silenciosa e hereditária, doença pede mudança de hábitos

 

Sintomas incluem dores no peito, dor de cabeça, tonturas e fraqueza

               
Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, lembrado neste domingo (26), alerta para uma doença silenciosa e que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta não apenas pessoas adultas ou idosas, já que cada vez mais adolescentes e mesmo crianças têm apresentado alterações na pressão arterial.

O Ministério da Saúde define a hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, como uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias.

“A pressão alta faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer com que o sangue seja distribuído corretamente no corpo”, detalhou a pasta, ao citar a hipertensão arterial como um dos principais fatores de risco para acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca.

Ainda segundo a pasta, a hipertensão arterial é herdada dos pais em 90% dos casos, mas há diversos fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial de cada indivíduo, incluindo:

  •  tabagismo;
  • consumo de bebidas alcoólicas;
  •  obesidade;
  • estresse;
  •  elevado consumo de sal;
  • níveis altos de colesterol;
  • sedentarismo.

12 por 8

Em setembro do ano passado, uma nova diretriz brasileira de manejo da pressão arterial passou a considerar a aferição 12 por 8 não mais como pressão normal, mas como indicador de pré-hipertensão.

O documento foi elaborado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, pela Sociedade Brasileira de Nefrologia e pela Sociedade Brasileira de Hipertensão.

De acordo com a diretriz, a reclassificação tem como objetivo identificar precocemente indivíduos em risco e incentivar intervenções mais proativas e não medicamentosas no intuito de prevenir a progressão do quadro de hipertensão dos pacientes.

Para que a aferição seja considerada pressão normal, portanto, ela precisa ser inferior a 12 por 8. Valores iguais ou superiores a 14 por 9 permanecem sendo considerados quadros de hipertensão em estágios 1, 2 e 3, a depender da aferição feita pelo profissional de saúde em consultório.

Sintomas

Os sintomas da hipertensão arterial costumam aparecer somente quando a pressão sobe muito, quadro que pode gerar dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.

Diagnóstico

Medir a pressão regularmente, segundo o ministério, é a única maneira de diagnosticar a hipertensão arterial. A orientação é que pessoas acima de 20 anos meçam a pressão ao menos uma vez por ano.

“Se houver casos de pessoas com pressão alta na família, deve-se medir no mínimo duas vezes por ano”.

Tratamento

A pressão alta, de acordo com a pasta, não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada.

“Somente o médico poderá determinar o melhor método para cada paciente”.

O Sistema Único de Saúde (SUS) fornece medicamentos indicados para o tratamento da hipertensão arterial, por meio de unidades básicas de saúde (UBS) e do programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar:

  • documento de identidade com foto;
  • CPF;
  •  receita médica dentro do prazo de validade, de 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas.

Prevenção

Além do uso de medicamentos, o ministério classifica como imprescindível a adoção de um estilo de vida saudável, incluindo:

  • manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares;
  • não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos;
  •  praticar atividade física regular;
  •  aproveitar momentos de lazer;
  •  abandonar o fumo;
  •  moderar o consumo de álcool;
  •  evitar alimentos gordurosos;
  •  controlar o diabetes.




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ATAQUE A TIROS 'Brasil repudia veementemente ataque em Washington durante jantar de Trump', diz Lula

Lula disse, em publicação no X na manhã deste domingo, 26, que "o Brasil repudia veementemente o ataque" e que "a violência política é uma afronta aos valores democráticos".

                      Estadão Conteúdo


Lula manifestou solidariedade após ataque a tiros em evento de Trump (Ricardo Stuckert/PR e MANDEL NGAN / AFP)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se solidarizou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo tiroteio durante um jantar de gala promovido ontem pela Associação de Correspondentes da Casa Branca em Washington, na presença do próprio Trump e de sua esposa, Melania.

Lula disse, em publicação no X na manhã deste domingo, 26, que "o Brasil repudia veementemente o ataque" e que "a violência política é uma afronta aos valores democráticos".

"Minha solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington. O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger", afirmou o presidente.

O jantar se transformou em pânico quando um homem portando várias armas passou a correr por um posto de controle de segurança no hotel Washington Hilton e trocou tiros com agentes da polícia antes de ser detido.

Trump disse ter ouvido um barulho alto vindo da parte de trás do salão de baile antes de um agente do Serviço Secreto gritar "tiros disparados". Agentes correram até o presidente e escoltaram ele e a primeira-dama para fora do local.





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Lula defende fim da escala 6x1 sem redução de salários e diz que o Brasil é mais forte com as famílias unidas

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