quarta-feira, 11 de março de 2026

Petróleo Para tentar conter alta, 32 países decidem liberar 400 milhões de barris de reservas de petróleo

A medida ocorre em meio ao colapso dos fluxos energéticos pelo Estreito de Ormuz, rota crucial para o comércio global da commodity

            Estadão Conteúdo

O Oriente Médio responde por um terço da produção global de petróleo. (AFP/ Arquivos)

A Agência Internacional de Energia (AIE) informou nesta quarta-feira, 11, que seus 32 países-membros concordaram de forma unânime em liberar 400 milhões de barris de petróleo de reservas emergenciais para o mercado, em resposta às interrupções de oferta provocadas pela guerra no Oriente Médio. A medida ocorre em meio ao colapso dos fluxos energéticos pelo Estreito de Ormuz, rota crucial para o comércio global da commodity.

Segundo comunicado da entidade, a decisão de adotar a ação coletiva foi tomada após reunião extraordinária, convocada para avaliar as condições do mercado diante do conflito na região. "Os desafios que estamos enfrentando no mercado de petróleo são sem precedentes em escala", afirmou o diretor-executivo da AIE, Fatih Birol. Ele acrescentou que a resposta também precisou ter magnitude semelhante, destacando que "os mercados de petróleo são globais, portanto a resposta a grandes interrupções também precisa ser global".

Birol alertou que a guerra envolvendo o Irã tem potencial para provocar forte desestabilização no mercado energético.

De acordo com ele, os fluxos de petróleo e gás natural pelo Estreito de Ormuz praticamente cessaram, agravando o choque de oferta.

Em 2025, cerca de 20 milhões de barris por dia de petróleo bruto e derivados passaram pelo Estreito - aproximadamente 25% do comércio marítimo global da commodity. Desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, os volumes exportados pela rota caíram para menos de 10% dos níveis anteriores, forçando operadores na região a interromper ou reduzir significativamente a produção.

Birol ressaltou, no entanto, que a prioridade deve ser restabelecer o tráfego no Estreito. "Mais importante do que liberar reservas estratégicas é garantir novamente o fluxo de petróleo por Ormuz", declarou.

A AIE informou que os barris serão disponibilizados ao mercado conforme cronogramas definidos por cada país-membro e poderão ser complementados por outras medidas emergenciais.

Atualmente, os membros da agência detêm mais de 1,2 bilhão de barris em estoques estratégicos, além de cerca de 600 milhões mantidos pela indústria sob obrigação governamental. A iniciativa representa a sexta liberação coordenada da história da entidade, criada em 1974.



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Haddad avança para disputa em São Paulo e PT prepara ato político com Lula para lançar pré-candidatura

Evento previsto para 19 de março deve marcar entrada do ministro na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes

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03.03.2026 - Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante a abertura da 2º Conferência Nacional do Trabalho, no Teatro Celso Furtado. São Paulo - SP.

Foto: Ricardo Stuckert / PR (Foto: Ricardo Stuckert)


O PT começou a organizar um ato político para anunciar a pré-candidatura do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao governo de São Paulo, em um movimento que deve recolocar o ex-prefeito da capital paulista no centro da disputa estadual de 2026. Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, a ideia é realizar o anúncio em uma agenda com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado, no próximo dia 19 de março.

Embora Haddad e seus aliados ainda evitem confirmar publicamente a pré-candidatura ao Palácio dos Bandeirantes, as primeiras conversas sobre a estrutura política do projeto já começaram nesta semana. A definição da data do anúncio, segundo a reportagem, vem sendo tratada com discrição, enquanto o entorno do ministro atua para montar uma chapa competitiva e ampliar o arco de alianças no campo progressista.

O desenho inicial da chapa prevê a ministra do Planejamento, Simone Tebet, em uma das vagas ao Senado. Para isso, ela teria de transferir o domicílio eleitoral para São Paulo e deixar o MDB. A expectativa, de acordo com a informação publicada, é que ela se filie ao PSB, fortalecendo a composição de uma frente mais ampla em torno da candidatura de Haddad.

Nos bastidores, porém, não há consenso fechado sobre a segunda vaga ao Senado. Uma ala do PT defende o nome do ministro do Empreendedorismo, Márcio França, também filiado ao PSB. França, que já governou São Paulo, é apontado como um quadro com forte trânsito político no interior paulista e com ligação estreita ao vice-presidente Geraldo Alckmin, o que poderia ampliar o alcance eleitoral da chapa em regiões historicamente mais resistentes ao campo progressista.

Outra ala do partido, por sua vez, prefere ver a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, ocupando essa segunda vaga. A divergência revela que, mais do que uma simples formalização de candidatura, o movimento em torno de Haddad envolve uma negociação ampla sobre alianças, identidade programática e equilíbrio político entre partidos e lideranças que compõem a base do governo federal.

Na terça-feira (10), Haddad reconheceu a complexidade do cenário paulista, mas evitou cravar sua entrada oficial na disputa. Ao comentar a conjuntura, afirmou que São Paulo “é sempre desafiador para o campo progressista”. A declaração reforça a leitura de que o ministro tem plena consciência das dificuldades eleitorais no estado, mas também sugere disposição para enfrentar uma disputa que o PT considera estratégica.

Ao ser questionado por jornalistas sobre a eventual candidatura contra o governador Tarcísio de Freitas, Haddad preferiu enfatizar o conteúdo político do debate. “O importante, em primeiro lugar, é qualificar a debate. É, por meio do contraditório, elevar o nível de debate, o nível das propostas e não deixar ninguém na zona de conforto”, respondeu.

A fala foi interpretada como um sinal claro de que o ministro pretende construir uma campanha ancorada em propostas e na confrontação programática com o atual governo paulista. Ao mesmo tempo, Haddad indicou que a definição da chapa ainda depende de entendimentos mais amplos com figuras centrais da coalizão governista.

“Não é só a candidatura, tem que ver o bloco de pessoas, o grupo de pessoas que vão compor a chapa”, declarou o ministro, ao mencionar que ainda haveria conversas pendentes com o presidente Lula, Geraldo Alckmin e Simone Tebet. A frase sintetiza o estágio atual da articulação: a candidatura está em preparação, mas seu lançamento depende da consolidação de uma engenharia política mais abrangente.

Além da montagem da chapa paulista, a possível saída de Haddad do Ministério da Fazenda também já movimenta Brasília. O ministro confirmou que deverá deixar o cargo na próxima semana, abrindo espaço para uma transição no comando da pasta em um momento ainda sensível para a condução da política econômica do governo.

Haddad indicou que seu secretário-executivo, Dario Durigan, é o nome mais cotado para assumir o ministério. Ao falar sobre o auxiliar, fez questão de destacar sua proximidade com o presidente e sua experiência administrativa. “O Dario [Durigan] tem uma relação muito boa com o presidente, muita confiança. E tem o domínio aqui do ministério há muitos anos. É um grande gestor público”, afirmou, observando, porém, que a prerrogativa da indicação cabe ao presidente Lula.

Durigan ocupa a secretaria-executiva da Fazenda desde o segundo semestre de 2023, quando substituiu Gabriel Galípolo, hoje presidente do Banco Central. Sua eventual ascensão ao comando do ministério seria vista como uma solução de continuidade, preservando a linha de gestão adotada por Haddad desde o início do atual governo.

A movimentação política em torno do ministro ocorre em meio a um cenário eleitoral ainda difícil para o PT em São Paulo. Pesquisa Datafolha divulgada no fim de semana mostrou Haddad com 31% das intenções de voto para o governo estadual, 13 pontos percentuais atrás de Tarcísio de Freitas, que lidera em todos os cenários testados.

Apesar da vantagem do atual governador, o levantamento também indicou a possibilidade de segundo turno, elemento que anima setores do PT e reforça a avaliação de que Haddad ainda pode nacionalizar a disputa e aglutinar o campo progressista no maior colégio eleitoral do país. A leitura dentro do partido é que, mesmo diante de um favoritismo inicial de Tarcísio, a eleição está longe de ser decidida.

A resistência de Haddad em se lançar novamente a uma disputa majoritária vinha sendo explicada, em parte, pelo retrospecto recente. Em 2022, ele foi derrotado por Tarcísio na corrida pelo governo paulista. Antes disso, em 2018, perdeu a eleição presidencial para Jair Bolsonaro. Esses antecedentes alimentaram dúvidas sobre sua disposição de voltar às urnas em um cenário inicialmente adverso.

Ainda assim, a decisão do PT de preparar um ato político com o presidente Lula indica que o partido aposta no peso nacional de Haddad, em sua identificação com o governo federal e em sua capacidade de polarizar o debate com o atual governador. Mais do que uma candidatura individual, o que se desenha é a tentativa de organizar um palanque robusto para enfrentar a direita paulista e reposicionar o campo progressista no estado.

O anúncio previsto para 19 de março, caso seja confirmado, deverá funcionar como um marco na reorganização eleitoral do PT em São Paulo. Até lá, as negociações sobre os nomes ao Senado, o papel dos aliados e a sucessão na Fazenda seguirão no centro das conversas, em uma operação política que une São Paulo e Brasília em torno de uma mesma equação de poder. - 247.


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Novos ataques atingem navios no estreito de Ormuz; Irã reivindica ação

 

Três embarcações foram atingidas por projéteis na região estratégica; tripulantes desapareceram após explosão em cargueiro tailandês


Estreito de Ormuz (Foto: ROYAL THAI NAVY/Handout via REUTERS)

Três embarcações comerciais foram atingidas por projéteis no estreito de Ormuz nesta quarta-feira (11), ampliando a escalada de incidentes marítimos na região, tendo o Irã reivindicando ataque horas após a ação. Com os novos episódios, chega a pelo menos 14 o número de navios atingidos desde o início das hostilidades no Golfo. As informações foram divulgadas pela agência internacional de notícias Reuters.

O estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo. Desde que Estados Unidos e Israel iniciaram ataques contra o Irã em 28 de fevereiro, o tráfego de navios comerciais no local caiu drasticamente, afetando o escoamento de cerca de um quinto da produção global de petróleo e pressionando os preços da commodity para níveis não vistos desde 2022.

Um dos incidentes mais graves envolveu o cargueiro graneleiro Mayuree Naree, de bandeira tailandesa, que foi atingido por dois projéteis enquanto navegava pela região. O impacto provocou um incêndio e danos na casa de máquinas da embarcação.

Segundo comunicado da empresa Precious Shipping, operadora do navio, parte da tripulação conseguiu deixar o local com segurança, mas três tripulantes seguem desaparecidos e podem estar presos na sala de máquinas. Os demais 20 integrantes da tripulação foram evacuados com segurança e levados para terra firme em Omã.

Imagens divulgadas pela Marinha da Tailândia mostram grande quantidade de fumaça saindo da parte traseira da embarcação, evidenciando os danos provocados pelo ataque.

Em comunicado divulgado pela agência iraniana Tasnim, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que o navio foi alvo direto de forças iranianas, o que indicaria o primeiro engajamento militar direto da corporação contra embarcações comerciais desde o início da escalada de tensões.Paralelamente, dois outros navios também foram atingidos por projéteis na região, embora com danos considerados menores.

O navio porta-contêineres ONE Majesty, de bandeira japonesa, sofreu impactos a cerca de 25 milhas náuticas — aproximadamente 46 quilômetros — a noroeste de Ras Al Khaimah, nos Emirados Árabes Unidos.De acordo com as empresas Mitsui O.S.K. Lines, proprietária da embarcação, e Ocean Network Express (ONE), responsável pelo fretamento, o navio estava ancorado no Golfo quando foi atingido.

Após inspeção no casco, foram identificados danos leves acima da linha d’água. Apesar do incidente, a tripulação permaneceu segura e a embarcação continua operacional.Outro ataque atingiu o navio graneleiro Star Gwyneth, registrado nas Ilhas Marshall e pertencente à empresa Star Bulk Carriers. A embarcação foi atingida por um projétil enquanto estava ancorada a cerca de 50 milhas a noroeste de Dubai.

Segundo a empresa de gestão de risco marítimo Vanguard, o impacto danificou parte do casco do navio, especificamente na área de carga. Não houve feridos entre os tripulantes e a embarcação não apresentou inclinação estrutural.

A Guarda Revolucionária iraniana também mencionou um quarto ataque em comunicado divulgado nesta quarta-feira, indicando que outra embarcação teria sido atingida por projéteis — geralmente associados ao uso de drones. No entanto, a Reuters informou que ainda não conseguiu confirmar de forma independente essa informação.

A escalada de ataques tem provocado preocupação crescente na indústria global de navegação. Empresas do setor têm solicitado escolta militar para atravessar o estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do mundo.

Segundo fontes ouvidas pela Reuters, a Marinha dos Estados Unidos tem recusado pedidos quase diários de escolta feitos por empresas de transporte marítimo desde o início do conflito, argumentando que os riscos de ataques são elevados neste momento.

Apesar disso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país está preparado para fornecer escolta naval quando necessário.

A Guarda Revolucionária iraniana, por sua vez, advertiu que qualquer embarcação que atravesse o estreito poderá se tornar alvo de ataques caso o conflito continue se intensificando. O governo norte-americano também sinalizou que poderá ampliar as ofensivas contra o Irã caso o país persista em tentar bloquear ou interferir na navegação na região. - 247.


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Irã acusa EUA e Israel de ataques a quase 10 mil alvos civis

 

Teerã afirma que ataques atingiram áreas residenciais, escolas e hospitais enquanto conflito se intensifica e já deixou mais de 1.300 mortos

      Conteúdo postado por:
         José Reinaldo
Equipes de resgate trabalham nos escombros de prédios residenciais após ataques aéreos em Teerã (Foto: Sociedade do Crescente Vermelho Iraniano/Divulgação via Reuters)


A guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã continua a se intensificar, com ataques atingindo múltiplos pontos do território iraniano e ampliando o risco de uma escalada regional. Autoridades de Teerã afirmam que quase 10 mil locais civis já foram atingidos desde o início da ofensiva, incluindo áreas residenciais, hospitais e escolas.

De acordo com informações divulgadas pela Al Jazeera, autoridades iranianas e correspondentes no país relatam uma sequência de ataques que têm atingido tanto instalações militares quanto infraestrutura civil na capital, Teerã, e em outras regiões do país.

Mortes e destruição

Segundo relatos locais, a capital iraniana tem enfrentado uma série contínua de bombardeios e ataques aéreos. Delegacias de polícia, quartéis militares e instalações ligadas ao setor petrolífero estão entre os alvos atingidos.

Áreas residenciais também foram impactadas. Escolas e hospitais aparecem entre os locais afetados, ampliando a preocupação com o impacto humanitário da guerra.

Dados recentes indicam que mais de 1.300 pessoas morreram desde o início da escalada militar.

Irã promete resposta a ataques

O porta-voz das Forças Armadas iranianas, Abolfazl Shekarchi, afirmou que o país responderá aos ataques que atingiram zonas residenciais.

Segundo a agência Defapress, o militar declarou que o Irã reagirá às ofensivas conduzidas por Estados Unidos e Israel contra áreas habitadas.

Nova ofensiva iraniana contra Israel

Autoridades iranianas informaram que o país realizou a 37ª onda de ataques retaliatórios contra alvos israelenses.Segundo os relatos, os bombardeios duraram cerca de três horas e envolveram o míssil hipersônico Khorramshahr-4, também conhecido como Kheibar, descrito por Teerã como uma de suas armas mais avançadas.

Os ataques teriam atingido alvos em Tel Aviv, incluindo um centro de comunicações por satélite, além de instalações militares em Jerusalém e outros locais associados aos Estados Unidos na região.

Para analistas e autoridades locais, a sequência de ações militares indica que o cenário está distante de qualquer processo de desescalada.

Tensão se espalha

Os efeitos da guerra também são sentidos em outros países do Oriente Médio. Em Doha, no Catar, interceptações de drones tornaram-se cada vez mais frequentes.

Explosões causadas pela destruição desses dispositivos no ar passaram a fazer parte da rotina local, ocorrendo em diferentes momentos do dia após alertas de defesa aérea.

Incidentes marítimos

A tensão no Golfo Pérsico também atingiu rotas estratégicas de navegação. As forças militares do Reino Unido informaram que um navio de carga pegou fogo no Estreito de Ormuz após ser atingido por um projétil de origem desconhecida.

A tripulação iniciou a evacuação da embarcação e solicitou assistência.

Em território iraniano, autoridades afirmaram que um drone atribuído aos Estados Unidos e a Israel foi abatido na cidade de Kerman, localizada na região central do país.

Alerta energético global

O conflito também provoca preocupação nos mercados internacionais de energia. A Agência Internacional de Energia (IEA) iniciou discussões com diversos países sobre a possibilidade de liberar reservas estratégicas de petróleo para conter a alta dos preços do petróleo.

A Coreia do Sul confirmou que participa das conversas, embora ainda não tenha definido qual posição adotará.

Incidente no Catar

Mais cedo, o Ministério da Defesa do Catar informou que um ataque com míssil foi interceptado pelas defesas do país. Posteriormente, as autoridades afirmaram que “a ameaça à segurança foi eliminada e a situação voltou ao normal”.

O episódio evidencia como a guerra dos EUA e Israel contra o Irã amplia o risco de instabilidade em todo o Oriente Médio, com impactos que já se estendem para a segurança regional, o comércio marítimo e os mercados globais de energia. - 247.


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domingo, 8 de março de 2026

FELIZ DIA DA MULHER!

 


No dia 8 de março comemoramos o Dia Internacional da Mulher, uma ocasião especial para celebrar a força, a resiliência e as conquistas das mulheres ao redor do mundo. Confira mensagens inspiradoras que não apenas homenageiem as mulheres, mas também incentivem a reflexão sobre a importância do empoderamento feminino. 

Vamos destacar a significativa contribuição das mulheres em todos os aspectos da sociedade e reforçar a mensagem de igualdade e respeito.  



Feliz Dia da Mulher! Que a sua luz continue a brilhar intensamente, inspirando todos ao seu redor.

Hoje é um dia muito especial, é uma celebração de força, resiliência e conquistas. Que todas as mulheres se sintam especiais não só no dia de hoje, mas sempre!

Celebrar as mulheres importantes na nossa vida não é uma data no calendário, é uma escolha de todos os dias, pois a com sua presença é inspiração. Que seu dia seja repleto de amor, alegria e reconhecimento. Vocês merecem todo o aplauso!


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Anvisa alerta: produto feito à base de substância usada no dia a dia pode trazer risco de danos ao fígado

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta sexta-feira (6) um alerta de farmacovigilância

Suplementação alimentar (Foto: Agência Brasil )


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta sexta-feira (6) um alerta de farmacovigilância para o uso de medicamentos e suplementos alimentares que contêm cúrcuma, também conhecida como açafrão.

Segundo a Anvisa, investigações internacionais identificaram casos raros, mas graves, de inflamação e de danos ao fígado associados ao uso desses produtos em cápsulas ou em extratos concentrados.

“O problema está associado especialmente a formulações e tecnologias que promovem um aumento na absorção da curcumina em níveis muito acima do consumo normal”, informou a agência em nota.

De acordo com o comunicado, agências reguladoras de países como Itália, Austrália, Canadá e França já fizeram alertas sobre o tema depois que autoridades de saúde registraram casos de intoxicação do fígado ligados ao uso de suplementos de cúrcuma.

Na França, a Agência Nacional de Segurança Sanitária da Alimentação, do Meio Ambiente e do Trabalho identificou dezenas de relatos de efeitos adversos associados ao consumo de suplementos com cúrcuma ou curcumina, incluindo casos de hepatite.

“O alerta apresenta orientações para profissionais de saúde, fabricantes de medicamentos e suplementos alimentares e consumidores”, destacou a Anvisa.
“A diferença é que, em medicamentos e suplementos, o produto possui concentrações mais altas e uma capacidade de ser mais absorvido pelo organismo”, completou.

Sinais de alerta

Dentre os indícios citados pela Anvisa que podem indicar a necessidade de avaliação médica após o uso de medicamentos e suplementos alimentares que contêm cúrcuma estão:

* pele ou olhos amarelados (icterícia);

* urina muito escura;

* cansaço excessivo e sem explicação;

* náuseas e dores na região do abdômen.

Nesses casos, a orientação é interromper o uso imediatamente e procurar um profissional de saúde. Suspeitas de eventos adversos envolvendo medicamentos devem ser notificadas ao sistema VigiMed e, no caso de suplementos, no e-Notivisa.

Atualização de bulas

Como medida preventiva, a Anvisa determinou a atualização, com avisos de segurança, das bulas dos medicamentos Motore e Cumiah, ambos contendo cúrcuma.

No caso dos suplementos com cúrcuma, a agência informou que vai reavaliar o uso da substância e que também vai passar a exigir a inclusão de advertências obrigatórias sobre a possibilidade de efeitos adversos nos rótulos dos produtos.- Agência Brasil.


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EDUCAÇÃO UFRPE abre inscrição para curso gratuito a distância com 2 mil vagas para professores

O curso gratuito a distância da UFRPE é uma parceria com Ministério da Educação (MEC); as inscrições vão até o dia 22 de março

                Diario de Pernambuco

Seleção oferece 30 vagas distribuídas em 27 cargos técnico-administrativos nos campi da Universidade no Recife (13), Cabo de Santo Agostinho (2), Belo Jardim (13), Garanhuns (1), e Serra Talhada (1). Foto: UFRPE/Divulgação ()

A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) abriu inscrições para o Curso de Formação Continuada em Direitos Humanos na Educação Integral, em parceria com o Ministério da Educação (MEC).

São 2 mil vagas gratuitas para profissionais da educação de todo o território nacional. As inscrições vão até o dia 22 de março.

A formação tem como objetivo qualificar profissionais das redes públicas estaduais e municipais para a promoção, defesa e efetivação dos direitos humanos no contexto da educação integral.

O curso é direcionado a professores, coordenadores pedagógicos, gestores escolares, supervisores, técnicos educacionais e profissionais de apoio em exercício na função pública e com formação superior.

Ofertado na modalidade a distância, o curso será realizado por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da UFRPE, na plataforma Moodle.

Com carga horária total de 180 horas e duração de seis meses, a formação está estruturada em três módulos:

Educação Integral, Cidadania e Democracia;
Educação e Desenvolvimento Integral;
Educação, Diversidades e Convivência na Diferença.
A aula inaugural está prevista para o dia 6 de abril de 2026.

Vagas e ações afirmativas

Das 2.000 vagas ofertadas, 40% são reservadas para profissionais negros (pretos e pardos), indígenas, quilombolas e pessoas trans, e 10% para pessoas com deficiência.

Processo seletivo

A seleção ocorrerá em etapa única, de caráter eliminatório e classificatório, por meio da análise das informações e documentos enviados no ato da inscrição. O preenchimento das vagas obedecerá à ordem cronológica de inscrição, respeitando-se as reservas previstas.

Inscrições gratuitas

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente pela internet, até o dia 22 de março de 2026.


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