quarta-feira, 8 de abril de 2026

Israel aceita cessar-fogo proposto por Trump na guerra contra o Irã

 

Acordo prevê pausa de duas semanas e depende da reabertura do Estreito de Ormuz


Israel aceita cessar-fogo proposto por Trump na guerra contra o Irã (Foto: Reuters/Ilustração)


Israel aceitou o cessar-fogo proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que prevê a suspensão das operações militares por duas semanas e está condicionado à reabertura do Estreito de Ormuz. A medida surge em meio à escalada do conflito no Oriente Médio e busca criar espaço para negociações diplomáticas.

De acordo com a CNN Brasil, uma alta autoridade da Casa Branca afirmou que Israel concordou com o acordo cerca de uma hora e meia antes do prazo final estipulado para que o Irã reabrisse a rota marítima estratégica. A decisão também inclui a interrupção temporária da campanha de bombardeios israelenses.

Anúncio de Trump para a trégua

O anúncio foi feito por Trump em uma publicação na rede Truth Social. Na mensagem, o presidente detalhou as condições para a suspensão das ações militares. “Com base nas conversas com o Primeiro-Ministro Shehbaz Sharif e o Marechal de Campo Asim Munir, do Paquistão, nas quais me solicitaram que suspendesse o envio de forças destrutivas ao Irã esta noite, e desde que a República Islâmica do Irã concordasse com a ABERTURA COMPLETA, IMEDIATA e SEGURA do Estreito de Ormuz, concordo em suspender os bombardeios e ataques ao Irã por um período de duas semanas”, afirmou.

Trump também destacou o caráter bilateral do acordo: “Este será um CESSAR-FOGO bilateral! A razão para tal é que já cumprimos e superamos todos os objetivos militares e estamos muito avançados em um Acordo definitivo sobre a PAZ a longo prazo com o Irã e a PAZ no Oriente Médio”.

Contexto da guerra no Oriente Médio

O conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã teve início em 28 de fevereiro, após uma ofensiva conjunta que resultou na morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, em Teerã, além de outras autoridades do alto escalão.

Segundo os Estados Unidos, foram destruídos diversos ativos militares iranianos, incluindo navios, sistemas de defesa aérea e aeronaves. Em resposta, o Irã realizou ataques contra países da região, como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã, alegando atingir interesses ligados aos EUA e a Israel.

Impactos e desdobramentos regionais

O conflito também gerou consequências humanitárias significativas. A Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, sediada nos Estados Unidos, aponta mais de 1.750 civis mortos no Irã desde o início da guerra. Já a Casa Branca contabiliza ao menos 13 soldados estadunidenses mortos em ataques iranianos.

A crise se expandiu para o Líbano, onde o Hezbollah realizou ataques contra Israel em retaliação à morte de Ali Khamenei. Em resposta, Israel intensificou bombardeios no território libanês, ampliando o número de vítimas.

Após a morte do líder supremo, Mojtaba Khamenei foi escolhido como novo chefe máximo do Irã. Especialistas avaliam que a mudança representa continuidade na estrutura política do país. Trump criticou a decisão, classificando-a como um “grande erro” e afirmando que o novo líder seria “inaceitável” para a liderança iraniana. - 247.


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Derrotado, Trump recua de ultimato ao Irã, anuncia cessar-fogo e condiciona negociação a abertura de Ormuz

 

Presidente dos EUA diz que objetivos militares já foram alcançados


Donald Trump (Foto: Molly Riley/Reuters)


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (7) o adiamento por duas semanas do ultimato contra o Irã e suspendeu um ataque militar que estava previsto para ocorrer no mesmo dia. A medida foi tomada após conversas com autoridades do Paquistão.

Segundo Trump, a decisão envolve a interrupção de um bombardeio contra alvos da infraestrutura iraniana e estabelece um período de cessar-fogo. Em declaração na rede Truth Social, afirmou: "Concordo em suspender o bombardeio e o ataque ao Irã por um período de duas semanas. Este será um CESSAR-FOGO de dois lados!".

O presidente também declarou que os objetivos militares dos Estados Unidos já foram alcançados e indicou que há avanço nas negociações com o Irã. De acordo com ele, o governo norte-americano recebeu uma proposta de dez pontos apresentada por Teerã.

Trump afirmou que o plano pode servir como base para um acordo definitivo, condicionado à abertura completa do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte de petróleo. - 247.


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População iraniana vai às ruas comemorar vitória do país na guerra contra os EUA, de Trump

 

Registros em vídeo mostram mobilizações em diferentes pontos do território iraniano, incluindo áreas próximas à usina nuclear de Bushehr. Assista

    Iraniano comemorando o cessar-fogo entre Irã e EUA (Foto: Reprodução (X via Agência de Notícias Árabe))


A população iraniana ocupou espaços públicos nesta terça-feira (7) para celebrar o que descreve como vitória do país contra os Estados Unidos, do presidente Donald Trump, em meio a um cenário de forte tensão regional. Registros em vídeo mostram mobilizações em diferentes pontos do território iraniano, incluindo áreas próximas à usina nuclear de Bushehr.

Os registros das comemorações foram divulgados em vídeos publicados nas redes sociais e repercutidos em meio à escalada de declarações entre autoridades iranianas e o governo norte-americano. As imagens indicam manifestações populares com caráter festivo, em um contexto político marcado por ameaças e respostas diplomáticas.

As celebrações ocorreram em paralelo ao agravamento das tensões no Oriente Médio. Donald Trump afirmou que “uma civilização inteira morrerá” ao se referir ao Irã, declaração que gerou forte reação por parte de representantes iranianos no cenário internacional.

O embaixador do Irã na Organização das Nações Unidas (ONU), Amir-Saeid Iravani, respondeu diretamente às falas do presidente norte-americano. “O Irã não ficará de braços cruzados diante de crimes de guerra tão graves. Exercerá, sem hesitação, seu direito inerente de autodefesa e tomará medidas recíprocas imediatas e proporcionais”, declarou.

As manifestações nas ruas e as respostas oficiais refletem um momento de elevada tensão geopolítica, com impactos diretos na estabilidade da região e na dinâmica das relações internacionais envolvendo o Irã e os EUA. - 247

 

 

Parlamentares democratas pedem destituição de Trump por ameaçar "destruir civilização" iraniana

 

Democratas citam risco à segurança global e defendem uso da 25ª Emenda após falas do presidente dos EUA

Donald Trump (Foto: Reuters/Nathan Howard)


Parlamentares do Partido Democrata nos Estados Unidos intensificaram, na terça-feira (7), a pressão pelo afastamento do presidente Donald Trump após declarações consideradas alarmantes sobre o Irã, defendendo a aplicação da 25ª Emenda da Constituição. O movimento ocorre em meio à escalada de tensão no Oriente Médio e a poucas horas de um prazo imposto por Washington para que Teerã reabra o Estreito de Ormuz.

Segundo informações publicadas pela revista Veja, mais de 20 congressistas democratas solicitaram que integrantes do gabinete presidencial avaliem a possibilidade de destituir Trump, alegando que suas declarações indicariam incapacidade para exercer o cargo. A 25ª Emenda permite a substituição do chefe do Executivo em casos de incapacidade física ou mental, desde que haja apoio do próprio gabinete.

As críticas ganharam força após Trump afirmar, em uma publicação nas redes sociais, que “uma civilização inteira morrerá esta noite” caso o Irã não atenda às exigências dos Estados Unidos. Em declarações anteriores, o presidente já havia dito que o país poderia ser “eliminado em uma única noite”. No domingo de Páscoa, ele escreveu: “Abram o maldito Estreito, seus bastardos loucos, ou vocês vão viver no inferno”.

Entre os parlamentares que reagiram, a deputada Rashida Tlaib classificou as falas como extremamente graves e defendeu uma resposta imediata. “Depois de bombardear uma escola e massacrar jovens garotas, o criminoso de guerra na Casa Branca está ameaçando com genocídio”, afirmou.

A deputada Ilhan Omar também criticou duramente o presidente, chamando-o de “lunático desequilibrado”, enquanto Mark Pocan declarou que Trump é “perigoso demais” para manter o controle do arsenal nuclear dos Estados Unidos. Já Yassamin Ansari, única congressista democrata iraniana-americana, disse que o presidente representa “uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos e do resto do mundo”.

As críticas não se limitaram à oposição. A deputada republicana Marjorie Taylor Greene, ex-aliada de Trump, afirmou que os Estados Unidos não podem “destruir uma civilização inteira” e classificou essa possibilidade como “maldade e loucura”. Ela também mencionou a possibilidade de aplicação da 25ª Emenda.

Apesar da pressão crescente, a maioria dos republicanos tem evitado críticas públicas e segue apoiando uma postura mais dura em relação ao Irã. O episódio reacendeu em Washington o debate sobre a capacidade cognitiva de líderes políticos, tema que também marcou o cenário político recente durante o governo de Joe Biden. - 247.


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Preço do petróleo despenca 11% após anúncio de trégua entre EUA e Irã

 

Bolsas sobem e dólar cai após anúncio de trégua no Oriente Médio

Miniaturasmodelos impressos em 3D de bombas de petróleo, bandeira do Irã e gráfico de alta da bolsa (Foto: Dado Ruvic/Reuters)

O petróleo despencou após a trégua entre EUA e Irã, movimento que também impulsionou as bolsas globais e refletiu o alívio das tensões no Oriente Médio. A reação dos mercados foi imediata, com forte queda no preço do barril e avanço dos índices acionários. O recuo na cotação do petróleo aconteceu logo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar um cessar-fogo temporário de duas semanas com o Irã. A medida ocorre após semanas de instabilidade provocada pelo conflito na região. 

Queda expressiva do petróleo

Segundo a Bloomberg, o petróleo do tipo West Texas Intermediate (WTI) chegou a cair até 11%, sendo negociado pouco acima de US$ 100 por barril. A queda ocorreu após Trump aceitar suspender os bombardeios poucas horas antes do prazo das 20h (horário de Nova York), estabelecido para que o Irã fechasse um acordo de paz.

Reação positiva dos mercados

No mercado financeiro, os futuros dos principais índices acionários dos Estados Unidos subiram mais de 1,5% após o anúncio. O movimento reflete uma melhora no apetite por risco entre investidores, diante da redução das tensões geopolíticas.

Dólar perde força

Ao mesmo tempo, o dólar se desvalorizou frente a todas as principais moedas globais, acompanhando o otimismo dos mercados internacionais após o anúncio da trégua. - 247.


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PERNAMBUCO - Pré-candidatos ao governo, Raquel e João cumprem agenda no Sertão de Pernambuco

Raquel Lyra cumpriu agendas no município de Petrolina, enquanto João Campos participou de eventos em Ouricuri e Ipubi

                                    Mariana de Sousa
Pré-candidatos ao governo, Raquel e João cumprem agenda no Sertão de Pernambuco 
(Foto: Edson Holanda / Hesíodo Góes/Secom)

Passado o feriado da Páscoa e fechada a janela partidária, os pré-candidatos ao Governo de Pernambuco, o ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB) e a governadora do estado, Raquel Lyra (PSD) cumpriram agenda no Sertão pernambucano nesta terça-feira (7).

Agenda Raquel Lyra

A governadora Raquel Lyra, que deixou a capital desde a quinta-feira (2), iniciou a agenda desta terça em Petrolina, cidade do ex-prefeito Miguel Coelho (UB), cotado para uma das vagas do Senado na sua chapa em busca da reeleição em outubro.

Na cidade, Raquel esteve pela manhã na Fundação Banco de Olhos do Vale do São Francisco e também participou da abertura da segunda etapa do Circuito Literário de Pernambuco (Clipe), na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), onde também autorizou o início das obras de duas creches.

Durante as agendas, além de Miguel, Raquel também esteve com o atual prefeito do município, Simão Durando (UB), o ex-prefeito de Petrolina Júlio Lóssio, os deputados Antônio Coelho (UB) e Fernando Filho (UB), além da vice-governadora Priscila Krause (PSD) e de secretários de sua gestão.

Mais tarde a governadora também deu entrevista ao Programa Painel na Rádio Grande Rio 100.7 FM. Nesta terça, a chefe do Executivo também inaugurou o Complexo Educacional e Esportivo de Petrolina Construindo Cidadania, no bairro Vila Eduardo.

Raquel também assinou, no IFSertãoPE, a concessão com a Vita Sertão e ampliação da produção do sistema de abastecimento de água de Petrolina.

Encerrando a agenda do dia, a governadora ainda participará do lançamento do São João de Petrolina, a partir das 19h.

Na quarta-feira (8), a governadora dá continuidade às agendas no Sertão. Pela manhã, a gestora participa de um café da manhã com a imprensa. À tarde, inaugura a primeira Estação de Tratamento de Água (ETA), em Lagoa Grande, e autoriza o início das obras para construção de uma creche. No final da tarde, a governadora ainda entrega títulos de propriedade e reformas habitacionais, no bairro de Santa Maria da Boa Vista.

Agenda João Campos

O ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao governo de Pernambuco, João Campos, que deixou a capital desde a última sexta (3), esteve nesta terça, na cidade de Ouricuri ao lado de seus aliados de chapa, a pré-candidata ao Senado, Marília Arraes (PSD) e do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos).

No município sertanejo, Campos deu entrevista à Rádio Voluntários, no início da tarde. Também presidente do PSB, João Campos também filiou a primeira dama de Ouricuri, Karolyne Barros à legenda.

Já em Ipubi, às 18h, o prefeito da cidade, João Marcos Siqueira, que deixou o PSD, e o vice Glauber, se filiaram ao PSB, com a ficha abonada pelo próprio João Campos. Ainda esta semana, João Campos ainda deve percorrer as cidades pernambucanas de Serra Talhada na quarta, e Vitória na quinta, retornando ao Recife na sexta (10).



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GESTÃO - Horas após posse como prefeito do Recife, Victor Marques encara 'crise' da chuva e desabamento no Pilar

O prefeito também pediu que a população evite sair de casa sem necessidade e redobre a atenção, principalmente em áreas de risco


                       Mariana de Sousa

Prefeito Victor Marques (Foto: Reprodução)


Recém-empossado prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB) iniciou sua gestão enfrentando um cenário de crise provocado pelas fortes chuvas que atingem a capital pernambucana. Logo no primeiro dia útil depois da posse, o gestor já buscou marcar presença, acompanhando de perto as ocorrências e tentando acelerar ações emergenciais para reduzir os impactos na população.

Na noite da segunda-feira (6), um desabamento na comunidade do Pilar, ao lado da prefeitura, no Centro da cidade,  deixou dois mortos e dois feridos.

As vítimas foram socorridas por equipes do SAMU e do Corpo de Bombeiros. Victor esteve no Centro de Operações do Recife (COP), monitorando a atuação da Defesa Civil e o apoio da Assistência Social às famílias atingidas.

Já na manhã desta terça-feira (7), por volta das 5h30, ele voltou ao COP para atualizar a situação da cidade, que entrou em estágio de alerta e passou a adotar novos protocolos de segurança.

Entre as medidas anunciadas estão a suspensão das aulas da rede municipal no turno da manhã e a paralisação de serviços não essenciais.

O prefeito também pediu que a população evite sair de casa sem necessidade e redobre a atenção, principalmente em áreas de risco, seguindo as orientações da Defesa Civil. “A nossa prioridade é proteger vidas”, afirmou.

Ele também informou a abertura de três abrigos emergenciais nos bairros do Cajueiro, além do Centro Social Bidu Krause e a Escola Municipal Nossa Senhora do Pilar, para receber famílias que precisarem sair de casa.

Durante visita a um dos abrigos, no Cajueiro, Victor explicou que o espaço oferece kits de higiene, enxoval, alimentação e apoio para crianças. O local tem capacidade para até 100 pessoas e também vai ajudar as famílias no retorno para casa, com distribuição de cestas básicas e materiais de limpeza.

Além disso, o prefeito acompanhou serviços de prevenção, como a limpeza de canais. Segundo ele, só em 2026 já foram desobstruídos 44 canais, numa tentativa de diminuir alagamentos, especialmente em áreas mais críticas da cidade, como a região do Canal da Malária, no Ipsep.


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Israel aceita cessar-fogo proposto por Trump na guerra contra o Irã

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