segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Lula celebra votação da PEC da Segurança na CCJ do Senado: ‘vamos libertar as comunidades do domínio do crime’

Em vídeo nas redes sociais, presidente afirma que medida deve garantir mais segurança e tranquilidade à população

LulaCrédito: Foto: Ricardo Stuckert


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou neste domingo (11) que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública terá uma nova etapa de votação na próxima quarta-feira (14), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Em vídeo publicado nas redes sociais, o presidente defendeu a aprovação da medida e afirmou que a proposta busca definir as atribuições da União, dos estados e dos municípios na área da segurança pública.

“Para o povo trabalhador, segurança. Para os bandidos, prisão. Eu acabo de receber uma boa notícia. Quarta-feira, o presidente da Comissão de Justiça vai votar, às nove horas da manhã, o primeiro item da emenda constitucional que define o papel do Governo Federal, dos governos estaduais e dos governos municipais na questão da segurança pública”, declarou Lula.

O presidente associou a proposta à ampliação da presença do governo federal no enfrentamento à criminalidade e à garantia de segurança para as comunidades. Segundo ele, a definição das responsabilidades de cada esfera de governo permitirá organizar a atuação das instituições na área.

“Definir o papel de cada um, porque nós vamos trabalhar com muito carinho para libertar as comunidades, libertar a rua. E quando o governo federal entrar na segurança pública, a gente vai garantir ao povo trabalhador, à comunidade, ao território, segurança. Aos bandidos, cadeia!”, afirmou.

Ao apresentar os objetivos da PEC, Lula também relacionou a proposta ao enfrentamento do domínio de organizações criminosas sobre territórios e à busca por mais tranquilidade para a população.

“Com a PEC da Segurança Pública, vamos libertar as comunidades do domínio do crime e garantir mais segurança e tranquilidade para quem mais precisa”, disse o presidente.

PEC da Segurança Pública avança no Senado

A previsão de votação na CCJ foi anunciada também neste domingo (11) pelo senador Camilo Santana (PT-CE), porta-voz da campanha de Lula e líder da bancada governista no Senado, segundo o Metrópoles.

De acordo com o senador, o presidente da comissão, Otto Alencar (PSD-BA), deverá colocar em votação os pontos pendentes da proposta na quarta-feira (14). O governo também pretende apresentar um requerimento para acelerar a análise da matéria no plenário do Senado.

O texto-base da PEC já havia sido aprovado pela CCJ no início de setembro, mas destaques apresentados pela oposição impediram o avanço da proposta para a votação em plenário.

Proposta prevê mudanças na segurança pública

A PEC incorpora o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) à Constituição e amplia as atribuições da União na área. A proposta também expande as competências da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal no combate às facções criminosas, além de prever tratamento mais rigoroso para líderes de organizações criminosas.

A medida é uma das principais iniciativas do governo Lula para a área da segurança pública. O presidente já afirmou que pretende desmembrar o Ministério da Justiça e criar uma pasta específica para a segurança pública caso a proposta avance.

O relator da PEC no Senado, Rogério Carvalho (PT-SE), manteve grande parte do texto aprovado pela Câmara dos Deputados em março, com o objetivo de acelerar a tramitação. - 247.


BLOG DO BILL NOTICIAS

Paulo Sérgio Pinheiro alerta para risco de regime de exceção e cobra mobilização das universidades contra a extrema direita

Professor da USP e referência internacional em direitos humanos afirma que a democracia brasileira enfrenta ameaças e critica a ausência de docentes nas manifestações em defesa das instituições

Paulo Sergio Pinheiro: decisão da ONU é também lei brasileira

O professor Paulo Sérgio Pinheiro, uma das principais referências brasileiras na defesa dos direitos humanos, alertou para os riscos que, em sua avaliação, uma eventual vitória da extrema direita nas eleições presidenciais representaria para a democracia, as universidades públicas e os direitos sociais. Em entrevista à TV 247, ele afirmou que a disputa política atual não pode ser tratada como uma alternância convencional de poder e manifestou preocupação com a possibilidade de um novo regime de exceção no Brasil.

Professor critica ausência de docentes em manifestações

Um dos principais pontos da entrevista foi a crítica de Paulo Sérgio Pinheiro à baixa participação de professores universitários em manifestações e debates sobre a situação política brasileira.

Ele relatou ter participado de uma atividade na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e demonstrou surpresa com o número reduzido de docentes presentes, apesar da participação expressiva dos estudantes.

“Isso não admite silêncio dos professores, nem dos estudantes, nem dos funcionários”, declarou.

Pinheiro afirmou que as universidades públicas possuem uma responsabilidade histórica na defesa da democracia e recordou a atuação de intelectuais que marcaram a trajetória da instituição.

Entre eles, destacou o sociólogo Florestan Fernandes, lembrando uma declaração feita durante uma cerimônia de formatura em 1964 sobre o papel dos intelectuais universitários na construção democrática.

O professor ressaltou que não estava propondo a paralisação das atividades acadêmicas, mas defendendo maior participação da comunidade universitária no debate público.

Segundo ele, a realização de pesquisas, aulas e outras atividades profissionais não deveria impedir o envolvimento dos docentes nas discussões sobre o futuro das instituições.

Pinheiro recorda ataques às instituições e tentativa de golpe

Na avaliação de Paulo Sérgio Pinheiro, o governo Jair Bolsonaro deixou um histórico que precisa ser considerado na análise das propostas políticas atuais.

O professor mencionou os ataques às universidades, as pressões sobre intelectuais, as políticas de direitos humanos e o confronto com instituições democráticas.

Ele também destacou a importância do Supremo Tribunal Federal (STF) na responsabilização dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 e nas investigações sobre a tentativa de golpe de Estado.

Pinheiro criticou as propostas de anistia e indulto aos condenados por envolvimento nos ataques às instituições.

Para ele, a discussão sobre essas medidas não pode ser dissociada das ameaças feitas anteriormente ao funcionamento do Poder Judiciário.

O professor também recordou as investigações sobre planos de assassinato de autoridades, incluindo o presidente Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin, no contexto da trama golpista.

Risco para universidades públicas preocupa professor

Paulo Sérgio Pinheiro demonstrou preocupação particular com o futuro das universidades públicas em São Paulo.

Ele associou esse temor à reeleição do governador Tarcísio de Freitas e à possibilidade de mudanças nas condições de financiamento das instituições estaduais.

O professor mencionou a importância das receitas tributárias destinadas à USP, à Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e à Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Na sua avaliação, uma eventual convergência política entre os governos estadual e federal poderia ampliar as pressões sobre o sistema público de ensino superior.

Essas preocupações foram apresentadas como uma avaliação política do professor, e não como anúncio de medidas já definidas pelos governos.

Pinheiro defendeu que a comunidade acadêmica acompanhe de perto as discussões sobre orçamento, autonomia universitária e financiamento da pesquisa.

Professor teme repetição agravada do governo Bolsonaro

Ao comentar a possibilidade de um novo governo liderado pela família Bolsonaro, Pinheiro afirmou temer uma repetição mais intensa dos conflitos institucionais registrados entre 2019 e 2022.

O professor comparou essa hipótese à diferença que identifica entre o primeiro e o segundo mandato de Donald Trump nos Estados Unidos.

Na sua avaliação, o retorno de um projeto político ao poder pode ocorrer em condições distintas, com maior experiência administrativa e uma base de apoio institucional diferente.

Pinheiro também questionou declarações de Flávio Bolsonaro sobre mudanças constitucionais, defendendo atenção aos limites estabelecidos pela Constituição de 1988.

O professor mencionou manifestações do ex-ministro do STF Celso de Mello sobre a proteção das garantias constitucionais e os limites do poder de reforma da Carta.

Direitos sociais e trabalhadores também estariam em jogo

A preocupação de Paulo Sérgio Pinheiro não se restringe às universidades e às instituições políticas.

Durante a entrevista, ele afirmou que as consequências de eventuais mudanças de orientação econômica e social poderiam atingir especialmente os trabalhadores e as famílias de menor renda.

O professor citou políticas relacionadas à valorização salarial, às aposentadorias, à preservação de direitos e ao emprego.

Pinheiro argumentou que o debate eleitoral precisa considerar os efeitos concretos das propostas econômicas sobre a vida da população.

Ele também chamou atenção para o comportamento eleitoral de diferentes faixas de renda, defendendo uma análise mais aprofundada das razões que levam grupos sociais distintos a apoiar determinados candidatos.

Na sua avaliação, as políticas sociais e trabalhistas constituem parte essencial da discussão sobre o futuro do país.

Universidade deve preservar sua tradição democrática

Ao refletir sobre a trajetória da USP, Paulo Sérgio Pinheiro lembrou que a instituição foi marcada pela atuação de professores e pesquisadores que enfrentaram períodos autoritários e contribuíram para a redemocratização do Brasil.

O professor afirmou que a memória dessa atuação precisa continuar presente na vida universitária.

Ele também destacou manifestações recentes organizadas por integrantes da comunidade acadêmica, mencionando a participação do filósofo Vladimir Safatle em iniciativas de debate e mobilização.

Para Pinheiro, a universidade não deve se limitar à produção de conhecimento especializado, mas também contribuir para a compreensão pública dos desafios enfrentados pela sociedade.

Sua principal preocupação, reiterou, é que professores, estudantes e funcionários reconheçam a gravidade das questões institucionais em discussão e participem ativamente do debate democrático.

A entrevista à TV 247 apresentou, assim, uma avaliação contundente de Paulo Sérgio Pinheiro sobre os riscos políticos que identifica no cenário brasileiro, com ênfase na defesa das instituições, da autonomia universitária e dos direitos humanos. - 247.

BLOG DO BILL NOTICIAS

Fibromialgia é incapacitante? Entenda sintomas e tratamento

 

Especialista relata sintomas além da dor e aborda novidade no tratamento


                                 Por Raoni Nunes
Fibromialgia é uma condição com sintoma de dor crônica intensa - Magnific
A fibromialgia é uma condição de dor crônica que pode trazer complicações para a qualidade de vida do paciente. A condição é caracterizada pela hipersensibilidade dos estímulos, causando uma alteração no processamento da dor.

Dessa forma, o paciente com fibromialgia sofre com dor muscular intensa, fadiga, sensação de exaustão física e mental, dificuldade de concentração e atenção, além de sono não restaurador.

De acordo com o neurocirurgião João Memória, do Hospital Jayme da Fonte, essa relação de sintomas pode tornar a fibromialgia uma condição incapacitante na vida das pessoas.

"A dor intensa, de fato, traz essa incapacidade. A fadiga também traz impacto no dia a dia do paciente, que não consegue fazer determinadas tarefas, dificultando bastante o dia a dia, a realização de atividades, o convívio social, dentre outros aspectos da vida da pessoa que convive com fibromialgia", afirmou.

 
O neurocirurgião João Memória, do Hospital Jayme da Fonte, aponta o exercício físico como fator principal para o tratamento da fibromialgia. Foto: Vinicius Lins/ Folha de Pernambuco.

Tratamento 

A fibromialgia é uma condição que não tem cura. Entretanto, é possível controlar a dor e viver com qualidade de vida, a partir de um tratamento adequado. O momento de buscar ajuda profissional é com a ocorrência de dor intensa de forma difusa pelo corpo por três meses ou mais.

O médico João Memória reforça que o principal remédio não está nas farmácias. A terapia mais recomendada passa, obrigatoriamente, pela prática de exercício físico. 

"Precisa ser um exercício físico que combina tanto o aeróbico, quanto o fortalecimento muscular. É importante frisar que o exercício tem que ser, de início, com intensidade leve e progredir a intensidade conforme a tolerância", disse.

Segundo o especialista, o tratamento medicamentoso é adjuvante, ou seja, é complementar após a indicação para início com exercício físico.

"A gente usa medicamentos que vão modular o sistema nervoso. Esses medicamentos vão ajudar a aliviar os sintomas como dor, fadiga, melhorar a qualidade do sono e, consequentemente, a qualidade de vida", explicou o neurocirurgião João Memória.

Novidade
O neurocirurgião também pontua como uma novidade concreta para o tratamento a utilização de cannabis medicinal. 

"É uma terapia que vem ganhando robustez de evidência, que pode ser associada como coadjuvante no tratamento. Não substituindo as terapias padrões, mas sendo utilizadas nesses casos de difícil controle e refratários", completou.

Com um atendimento ambulatorial de referência na região, oferecendo mais de 30 especialidades clínicas e cirúrgicas, o Hospital Jayme da Fonte é sinônimo de praticidade e conforto em um só lugar. As consultas podem ser marcadas via Whatsapp (81-3125-8860) ou pelo telefone 81-3416-0075.




BLOG DO BILL NOTICIAS

Ato em apoio a Lula reúne milhares de pessoas no Recife

 

Manifestação reuniu estudantes, trabalhadores e movimentos sociais

                          Por Raoni Nunes/folhape
                   Ato em apoio a Lula no Recife - Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco

Um ato em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu estudantes, movimentos sociais, trabalhadores da cultura e lideranças políticas no Recife, neste domingo (11).


A concentração ocorreu no Parque 13 de Maio, localizado no bairro da Boa Vista, área central da capital pernambucana. 

A mobilização teve como objetivo apoiar o atual presidente na campanha pela reeleição no segundo turno. O pleito ocorrerá no 25 deste mês.

Nos cartazes e discursos, os manifestantes cobraram a aprovação do fim da Escala 6x1, que entrará em votação nesta quarta-feira (14). 

Outras pautas em destaque no ato foram a defesa da soberania nacional e críticas ao projeto econômico de Flávio Bolsonaro.  

Veja imagens do ato:

Durante o ato, o coordenador da campanha de Lula em Pernambuco no 2º turno, o deputado federal reeleito Carlos Veras (PT), classificou a manifestação como a "virada" do presidente na disputa ao pleito nacional.

"A grande virada começou com a nossa juventude, com o movimento estudantil. Estamos vendo em todas as cidades. As ruas e avenidas lotadas. Não adianta cancelar o exército de Janones. O exército está na rua. Nós vamos multiplicar nas redes sociais. Não adianta querer retirar os posts do presidente Lula falando a verdade sobre os atos crimes do Flávio Bolsonaro.  O povo está nas ruas para não deixar eles voltarem a destruir tudo o que destruíram", disse.

O senador reeleito Humberto Costa (PT) destacou a importância do ato e afirmou que a manifestação deve contribuir na votação do Senado sobre o fim da escala 6x1, prevista para esta quarta-feira (14).

"O ato é muito importante, muita gente jovem, movimento estudantil em peso. Nós temos, no meio desse processo da eleição, uma votação muito importante no senado, que é exatamente o da escala 6x1. E eu tenho certeza que se houver uma grande pressão por parte do povo trabalhador, de todo mundo, nós vamos aprovar a (redução da) escala e isso vai ser importante para essa virada também", avaliou.

O deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL), que passou a integrar a campanha do presidente Lula no segundo turno, comentou sobre a importância da militância digital e presencial nas ruas. 

"É fundamental ocupar as redes e as ruas com cada vez mais força. É uma eleição que é totalmente possível a virada. Em Pernambuco, a gente batalha para subir a votação do presidente Lula em até 80% dos votos válidos, dando uma contribuição para a virada a partir do nosso estado", iniciou. 

Jones Manoel (PSOL) também afirmou que, caso eleito, o candidato Flávio Bolsonaro vai tratar Pernambuco "com discriminação". 

"Não vão vir investimentos federais para o estado e bens públicos importantes como a refinaria Abreu e Lima pode ser privatizada. Então é indispensável que todo o povo trabalhador de Pernambuco se mobilize para garantir a reeleição do presidente Lula", completou o deputado federal eleito.

Cobrança 
Os manifestantes no ato pró-Lula e as lideranças políticas presentes cobraram um posicionamento da governadora reeleita, Raquel Lyra (PSD), no segundo turno. 

A deputada estadual reeleita Dani Portela (PT) comentou que não existe neutralidade na política.

"A governadora Raquel Lyra precisa ser cobrada do seu papel histórico. É preciso sair do muro, é preciso defender Pernambuco. E quem defende Pernambuco está com Lula, com a soberania e a democracia", disse.

Dani Portela foi acompanhada por Carlos Vera, que apontou que a reeleição de Lula seria melhor para Pernambuco. 

"Raquel sabe que com Lula é muito melhor. A gente já teve essa experiência negativa de ter um presidente sem que fosse o presidente Lula e Pernambuco pagou caro porque sofreu e foi excluído. A governadora deveria defender o povo pernambucano. Eu acredito e vou continuar cobrando que ela deveria se posicionar e orientar o povo pernambucano a qual ela vai governar que o melhor para Pernambuco é Lula presidente”.

 BLOG DO BILL NOTICIAS

domingo, 11 de outubro de 2026

Lula convoca apoiadores a participar de canal no WhatsApp, que já registra 1 milhão de seguidores (vídeo)

Após ato na avenida Paulista, presidente convida brasileiros a acompanhar as novidades no “Canal do Lula” e participar da mobilização digital da campanha no segundo turno


LulaCrédito: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convidou, neste domingo (11), apoiadores a participar do “Canal do Lula”, no WhatsApp, que já alcançou 1 milhão de seguidores. Em vídeo publicado nas redes sociais neste domingo (11), após a manifestação na avenida Paulista, em São Paulo, o mandatário chamou os brasileiros a acompanhar as novidades e participar das atividades digitais da campanha para o segundo turno das eleições presidenciais.

“Acabei de vir do maior evento da história da Paulista. E eu queria convidar você para entrar no Zap do Lula. Venha participar aqui, agora!”, afirmou Lula na gravação. Na mensagem que acompanhou o vídeo, o presidente escreveu: “Bora pro Zap do Lula, gente! Quero vocês comigo, acompanhando as novidades e fazendo parte dessa caminhada por um Brasil cada vez melhor”.

Ato na Paulista reuniu apoiadores da campanha

A manifestação, denominada Marcha pela Democracia, ocupou a avenida Paulista neste domingo (11) e reuniu movimentos sociais, entidades estudantis, artistas e lideranças políticas em apoio à candidatura de Lula à reeleição. O ato teve como objetivo ampliar a mobilização para o segundo turno da disputa presidencial contra o senador Flávio Bolsonaro (PL).

O evento contou com a participação do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), de Fernando Haddad (PT), de Simone Tebet (PSB), de Marina Silva (Rede) e do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL). Também estiveram presentes os governadores Jerônimo Rodrigues (PT), da Bahia, Rafael Fonteles (PT), do Piauí, e Elmano de Freitas (PT), do Ceará. - 247.

Cortes 247



BLOG DO BILL NOTICIAS

Lula celebra votação da PEC da Segurança na CCJ do Senado: ‘vamos libertar as comunidades do domínio do crime’

Em vídeo nas redes sociais, presidente afirma que medida deve garantir mais segurança e tranquilidade à população Lula Crédito: Foto: Ricard...