sábado, 4 de abril de 2026

Raquel no Sertão e João na estrada

 

Governadora terá o primeiro compromisso em Petrolina após reaproximação com o grupo dos Coelho. Já João Campos cumpre extensa agenda pelo Interior, com visitas ao Agreste e Sertão do estado


Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), e o prefeito do Recife, João Campos (PSB), pavimentam estrada em busca de votos - Fotos: Hesíodo Góes/Secom + Edson Holanda/ PCR


Com a aproximação do período eleitoral, a tendência é que os pré-candidatos comecem a intensificar as andanças pelo estado. Pré-candidata à reeleição, a governadora Raquel Lyra (PSD) deve cumprir uma extensa agenda no Sertão do São Francisco, começando por Petrolina, a partir da terça-feira (7). 

A visita da governadora à cidade é a primeira após a reaproximação com o ex-prefeito e pré-candidato ao Senado Miguel Coelho (UB).  Além de Miguel, a gestora deve circular acompanhada pelo deputado estadual Antonio Coelho (UB) e do atual prefeito do município, Simão Durando (UB). 

Ela inicia os compromissos pelo Circuito Literário de Pernambuco, que terá a segunda etapa realizada em Petrolina, de 7 a 12 de abril. Em seguida, a governadora deve ter no roteiro ações administrativas, como a licitação de obras e lançamento de programas de governo. 

Oposição
Um dia após renunciar ao mandato de prefeito do Recife para disputar o governo estadual, João Campos (PSB) já começou a percorrer o interior do estado. O pré-candidato a governador assistiu, na sexta-feira (3), à encenação da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, em Brejo da Madre de Deus, no Agreste pernambucano.

No sábado (4), a programação do ex-gestor inclui uma visita à feira da cidade de Bonito, também no Agreste. Já no domingo, Campos chega a Araripina, no Sertão do Araripe. E fica na cidade até esta segunda (6), quando deve se encontrar com o prefeito Evilásio Mateus (PDT). Ainda na segunda, o pré-candidato ainda participa do lançamento de uma pré-candidatura, em Santa Cruz.

Na terça, João deve encontrar o prefeito de Ipubi, João Marcos Siqueira, que se filiará ao PSB. O gestor do município chegou a presidir o PSD, do qual foi filiado nos últimos 14 anos, no município.



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Moraes marca depoimento de Eduardo Bolsonaro no STF

 


Deputado federal Eduardo Bolsonaro durante entrevista à Reuters em Washington (Foto: REUTERS/Jessica Koscielniak)



O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), agendou para o dia 14 de abril o depoimento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A audiência integra uma ação penal que investiga suposta coação no curso do processo e será realizada por videoconferência.

Segundo a Agência Brasil, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o ano passado e não é obrigado a participar da oitiva. Antes da definição da data, o ministro determinou sua notificação por edital, após tentativas sem sucesso de localizá-lo ou identificar um advogado constituído.

Defesa será feita pela DPU

Diante da ausência de defesa técnica indicada pelo ex-parlamentar, Moraes autorizou que a Defensoria Pública da União (DPU) assuma sua representação no processo. A medida foi adotada para garantir o andamento da ação judicial.

Denúncia foi aceita por unanimidade

A investigação teve origem em denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), aceita por unanimidade pelo STF em novembro do ano passado. O caso apura a atuação de Eduardo Bolsonaro junto ao governo dos Estados Unidos.

De acordo com a acusação, o ex-deputado teria buscado apoio para a adoção de medidas contra o Brasil, incluindo a imposição de tarifas sobre exportações e a suspensão de vistos de ministros do governo federal e do Supremo.

Mandato foi cassado por faltas

No fim de 2025, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu cassar o mandato de Eduardo Bolsonaro. A decisão seguiu o que determina a Constituição sobre ausências em sessões deliberativas. O ex-parlamentar deixou de comparecer a 56 das 71 sessões realizadas naquele ano, o equivalente a 79% do total, ultrapassando o limite permitido pela legislação. - 247.


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ONU adia votação sobre uso da força para manter trânsito em Ormuz

Tráfego marítimo na área foi afetado desde os ataques contra o Irã

                         

                             Agência Brasil       

 Arte/EBC

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) deve votar na próxima semana uma resolução do Bahrein para proteger a navegação comercial no Estreito de Ormuz, o que poderia incluir o uso da força. 

A reunião dos 15 membros do conselho foi inicialmente marcada para esta sexta-feira (3), mas foi adiada sem que uma nova data tenha sido anunciada.

No entanto, diplomatas envolvidos no tema avaliam que a votação seja marcada para a próxima semana. 

O Estreito de Ormuz, na costa norte do Irã, é uma das principais rotas marítimas do planeta, responsável por conectar o Golfo Pérsico ao Oceano Índico. A via é estratégica para o transporte de petróleo e também produtos agropecuários.

tráfego marítimo na área foi afetado desde que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã no final de fevereiro, dando início a um conflito que já dura mais de um mês. O Irã tem controlado a passagem de navios.

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O conflito praticamente interrompeu os embarques de cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo pelo estreito, causando interrupções no fornecimento e alta do preço do petróleo.

O Bahrein, que atualmente preside o Conselho de Segurança, finalizou um esboço de uma resolução na quinta-feira (2) que autoriza "todos os meios defensivos necessários" para proteger a navegação comercial em Ormuz. 

O texto, entretanto, enfrentou a resistência da China, da Rússia e de outros países e foi atenuada em relação à sua forma original.

A China, que tem poder de veto como membro permanente do conselho, deixou clara sua oposição a qualquer autorização do uso da força. A China e o Irã mantêm uma forte parceria estratégica e econômica, com o país asiático comprando a maior parte do petróleo do país persa.

O Bahrein, apoiado em seus esforços para garantir uma resolução por outros países árabes do Golfo e pelos Estados Unidos, já havia retirado uma referência explícita à aplicação obrigatória da força no Estreito de Ormuz, em uma tentativa de superar as objeções de outras nações, especialmente da Rússia e da China.

O esboço de resolução finalizado autoriza as medidas "por um período de pelo menos seis meses e até que o Conselho decida de outra forma".

Especialistas consultados pela Agência Brasil avaliam que a agressão dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã busca a “troca de regime” em Teerã, com objetivo de deter a expansão econômica da China, vista como ameaça por Washington, além de consolidar a hegemonia política e militar de Israel no Oriente Médio.

* Com informações da agência de notícias Reuters


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