quinta-feira, 12 de março de 2026

Após manifestação do Itamaraty, Moraes nega visita de assessor de Trump a Bolsonaro na Papudinha

 

Ministro do STF afirma que pedido não tem caráter diplomático e não foi comunicado às autoridades brasileiras


Alexandre de Moraes (Foto: Rosinei Coutinho/STF)


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu, nesta quinta-feira (12), negar a autorização para que Darren Beattie, assessor do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, visitasse o ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão. A decisão representa uma mudança em relação a entendimento anterior do próprio ministro sobre o pedido apresentado pela defesa do ex-chefe do Executivo.

No despacho, Moraes afirmou que a solicitação não se enquadra no contexto diplomático que justificou a entrada do assessor norte-americano no Brasil. Segundo o magistrado, a visita também não foi previamente comunicada às autoridades diplomáticas brasileiras, circunstância considerada relevante na análise do caso.

Ao fundamentar a decisão, o ministro registrou que o encontro pretendido extrapola os limites das atividades relacionadas ao visto concedido ao representante do governo dos Estados Unidos.

“A realização da visita de Darren Beattie, requerida neste autos pela Defesa de Jair Messias Bolsonaro, não está inserida no contexto diplomático que autorizou a concessão do visto e seu ingresso no território brasileiro, além de não ter sido comunicada, previamente, às autoridades diplomáticas brasileiras, o que, inclusive poderia ensejar a reanálise do visto concedido”, escreveu Moraes.

Darren Beattie ocupa o cargo de assessor sênior para a política dos Estados Unidos em relação ao Brasil no governo de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. O encontro com Bolsonaro havia sido solicitado pelos advogados do ex-presidente. - 247.


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PF flagra suplente de Alcolumbre sacando R$ 350 mil em dinheiro vivo

 

Investigação aponta saques superiores a R$ 3 milhões e suspeita de fraude em licitações do DNIT no Amapá


Breno Chaves Pinto (Foto: Reprodução)

A Polícia Federal registrou o momento em que o empresário Breno Chaves Pinto, segundo suplente do senador Davi Alcolumbre (União-AP), deixou uma agência bancária carregando R$ 350 mil em dinheiro vivo no Amapá. O episódio faz parte de um relatório de monitoramento produzido durante uma investigação sobre suspeitas de fraude em licitações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) no estado, informa o jornal O Globo.

De acordo com o relatório da PF, agentes passaram a acompanhar os passos do empresário após um alerta do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que identificou movimentações financeiras consideradas atípicas, com sucessivos saques em espécie realizados pouco tempo depois do recebimento de recursos oriundos de contratos públicos. Segundo os investigadores, o padrão das retiradas pode indicar indícios de lavagem de dinheiro.

Saques monitorados pela Polícia Federal

As apurações apontam que as empresas ligadas a Breno Chaves Pinto realizaram retiradas em dinheiro que, somadas, ultrapassam R$ 3 milhões. Em relatório, a PF afirma que as movimentações ocorreram em datas próximas a pagamentos de contratos públicos firmados com o DNIT no Amapá.

“As investigações financeiras demonstraram vultosos e sucessivos saques em espécie, que ultrapassam R$ 3 milhões, das contas de suas empresas, em datas próximas a pagamentos de contratos públicos, configurando indícios de lavagem de capitais”, registra o documento da Polícia Federal.

Os investigadores também suspeitam que o empresário teria papel central em um esquema que envolveria manipulação de licitações do DNIT. Conforme o inquérito, ele atuaria como líder de um dos núcleos da organização investigada, exercendo influência sobre a superintendência do órgão no estado.

Segundo a PF, Chaves Pinto teria “exercido forte ingerência institucional no DNIT/AP, valendo-se de sua condição de suplente de senador da República para praticar, em tese, o crime de tráfico de influência”.

Episódio do saque de R$ 350 mil

Um dos episódios detalhados no relatório ocorreu em 7 de novembro de 2024, em uma agência bancária no município de Santana (AP), localizado a cerca de 20 quilômetros de Macapá. Alertados de que o empresário havia solicitado a retirada de R$ 350 mil em espécie, agentes da PF se posicionaram nas proximidades da agência para monitorar a movimentação.

De acordo com o documento, Breno Chaves Pinto chegou ao local às 13h14, no banco do passageiro de uma SUV branca. Ele entrou na agência com uma mochila azul e permaneceu no interior do estabelecimento por aproximadamente meia hora. Ao sair, retornou ao mesmo veículo, que aguardava do lado de fora, e seguiu em direção à sede de uma de suas empresas.

A Polícia Federal identificou que o automóvel utilizado estava registrado em nome da empresa Lojas 2A Ltda., que comercializa produtos importados em Macapá. A companhia pertence a Alberto Brasil Alcolumbre e André Luiz Brasil Alcolumbre, primos de primeiro grau do presidente do Senado.

Questionamentos sobre veículo

Em nota enviada posteriormente, a assessoria de Davi Alcolumbre informou que o veículo registrado em nome da empresa dos primos foi vendido oficialmente para Breno Chaves Pinto em julho de 2025, cerca de nove meses após o episódio monitorado pela PF.

Já André Alcolumbre afirmou que a venda teria ocorrido ainda em 2022 e que o pagamento foi recebido regularmente. Segundo ele, a transferência da propriedade não foi formalizada na época por “erro material”.

Pela legislação brasileira de trânsito, o comprador tem prazo de até 30 dias para registrar a transferência do veículo no órgão competente.

Defesa do empresário

Procurado pela reportagem, Breno Chaves Pinto declarou que as retiradas em dinheiro estariam relacionadas a pagamentos operacionais de sua empresa.

“O presente processo tramita sob segredo de Justiça, razão por que as manifestações da defesa ocorrem exclusivamente nos autos, em estrita observância às determinações legais”, afirmou o empresário em nota.

O senador Davi Alcolumbre também se manifestou e declarou que “não possui qualquer relação com a atuação empresarial de seu segundo suplente”.

Suspeitas de fraude em licitações

A investigação da Polícia Federal aponta a existência de um grupo que teria atuado para fraudar o caráter competitivo de licitações realizadas pela superintendência do DNIT no Amapá. Os contratos sob análise somam cerca de R$ 60,2 milhões e envolvem obras de manutenção e recuperação de trechos da BR-156.

Segundo decisão da Justiça Federal que autorizou diligências, foram identificadas conversas e troca de documentos entre representantes de empresas e dirigentes do órgão antes mesmo da publicação dos editais, o que pode indicar direcionamento dos processos licitatórios.

Uma das mensagens interceptadas mostra o então superintendente regional do DNIT agradecendo ao suplente de Alcolumbre pelo aumento de recursos destinados ao órgão. Em outro diálogo citado no processo, ele solicita que o empresário peça ao senador que pressione o governo pela liberação de pagamentos.

“Solicita a Breno que fale com o senador Davi Alcolumbre para postar uma foto, e para ‘dar uma pressão no governo para liberar nossos empenhos’”, registra trecho da investigação.

Impacto nas obras da BR-156

Auditorias da Controladoria-Geral da União identificaram lentidão na execução das obras vinculadas aos contratos investigados, além de possíveis irregularidades na aplicação de recursos públicos.

A BR-156 é a principal rodovia do Amapá, com aproximadamente 823 quilômetros de extensão entre Laranjal do Jari e Oiapoque. Problemas na manutenção da estrada têm impacto direto na mobilidade e no acesso da população a serviços essenciais no estado.

O DNIT informou, em nota divulgada na época da operação policial, que colabora com as investigações e que suas instâncias internas de integridade analisam os fatos para eventual adoção de medidas administrativas. O órgão declarou ainda que “repudia qualquer prática fraudulenta ou ato de corrupção”.

Histórico de investigação

Breno Chaves Pinto já havia sido alvo de outra operação da Polícia Federal em dezembro de 2022. Na ocasião, agentes apreenderam cerca de R$ 800 mil em dinheiro vivo na sede de uma de suas empresas, durante investigação relacionada às mesmas obras rodoviárias no Amapá.

Segundo a PF, a apuração começou a partir de um inquérito que investigava inserção de informações falsas no sistema do Ibama para viabilizar a movimentação de créditos florestais associados à comercialização de madeira ilegal. No decorrer da investigação, foram identificados indícios de superfaturamento de aproximadamente R$ 6,1 milhões em obras executadas pela empresa do empresário.

Ele é investigado pelos crimes de organização criminosa, peculato, corrupção ativa e passiva, fraude à licitação, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. À época, o empresário declarou que a Justiça autorizou a devolução dos bens apreendidos e afirmou que a suspeita relacionada à compra de madeira irregular teria ocorrido por erro na destinação do material.

O avanço das investigações da Polícia Federal ocorre em meio a um ambiente de tensão política em Brasília. Nas últimas semanas, Davi Alcolumbre manifestou a interlocutores insatisfação com operações policiais no Amapá que atingem pessoas ligadas ao seu entorno político. - 247.


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Líder iraniano faz ameaça direta a Trump: "tenha cuidado para não ser eliminado"

 

Ali Larijani reage às ameaças do presidente dos Estados Unidos contra o Irã e afirma que a nação iraniana não teme intimidações


Ali Larijani (Foto: Reuters)


O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, respondeu de forma contundente às ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e afirmou que o povo iraniano não se intimida diante da retórica de Washington. Em publicação feita nas redes sociais, Larijani dirigiu um alerta direto ao líder norte-americano, elevando o tom das tensões entre os dois países. A informação foi divulgada pela agência iraniana Tasnim News.

Ao comentar as declarações de Trump, Larijani disse que o Irã não teme ameaças e ressaltou a resistência histórica da nação iraniana. Segundo ele, o povo do país se inspira nos ensinamentos de Ashura e não se intimida diante da pressão externa. Em sua mensagem, afirmou: “Mesmo aqueles maiores do que você falharam em eliminar a nação iraniana”.

Em seguida, fez um aviso direto ao presidente norte-americano: “Tenha cuidado para não ser eliminado você mesmo!”. A declaração rapidamente repercutiu nas redes sociais e reflete o agravamento do confronto verbal entre Teerã e Washington.

A resposta do dirigente iraniano ocorreu após uma postagem de Trump na rede Truth Social em que o presidente dos Estados Unidos ameaçou o Irã com ataques de grande escala caso Teerã tente interromper o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, uma das rotas energéticas mais estratégicas do mundo.

Na publicação, Trump afirmou que os Estados Unidos reagiriam com força desproporcional. Ele escreveu: “If Iran does anything that stops the flow of Oil within the Strait of Hormuz, they will be hit by the United States of America TWENTY TIMES HARDER than they have been hit thus far. Additionally, we will take out easily destroyable targets that will make it virtually impossible for Iran to ever be built back, as a Nation, again — Death, Fire, and Fury will reign upon them — But I hope, and pray, that it does not happen!”

A troca de ameaças ocorre em meio a uma escalada militar significativa na região. Segundo a Tasnim News, os Estados Unidos e o regime sionista iniciaram uma ampla campanha militar contra o Irã após o assassinato do líder da Revolução Islâmica, aiatolá Seyed Ali Khamenei, além de vários comandantes militares de alto escalão e civis, em 28 de fevereiro.

Ainda de acordo com a agência iraniana, os ataques envolveram bombardeios aéreos intensos contra diferentes áreas do país, atingindo alvos militares e também instalações civis, o que teria provocado vítimas e danos relevantes à infraestrutura iraniana.

Em resposta às ofensivas, as Forças Armadas do Irã passaram a realizar operações de retaliação contra posições dos Estados Unidos e de Israel em territórios ocupados e em bases militares na região. As ações incluíram o lançamento de ondas de mísseis e drones contra alvos considerados estratégicos.

A escalada de declarações e ações militares aumenta o risco de um confronto mais amplo no Oriente Médio. O Estreito de Ormuz, mencionado diretamente por Trump, é uma das rotas mais importantes para o transporte global de petróleo, e qualquer interrupção em sua operação teria efeitos imediatos sobre o mercado energético e a estabilidade internacional.

Nesse contexto, a troca de ameaças entre Washington e Teerã evidencia o grau de deterioração das relações entre os dois países e reforça a percepção de que a crise regional pode se aprofundar ainda mais nas próximas semanas. - 247.


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Em 1º pronunciamento, líder supremo do Irã exige fechamento de bases dos EUA no Oriente Médio e fala em 'vingança'

 

Mojtaba Khamenei também prometeu manter o fechamento do Estreito de Ormuz, rota crucial para o comércio global de petróleo


Mulher segura imagem do novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, e do líder anterior, o aiatolá Ali Khamenei, durante cerimônia fúnebre para comandantes militares iranianos 11 de março de 2026 Majid Asgaripour/WANA via REUTERS (Foto: Majid Asgaripour)




O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, afirmou que bases militares dos Estados Unidos no Oriente Médio poderão ser alvo de ataques e exigiu o fechamento imediato dessas instalações na região. A declaração foi divulgada nesta quinta-feira (12) por meio de uma mensagem lida por um apresentador na televisão estatal iraniana, no primeiro pronunciamento público após sua escolha como sucessor de Ali Khamenei. 

Durante a mensagem transmitida pela emissora estatal, Mojtaba fez críticas diretas à presença militar norte-americana e indicou que o Irã pretende responder aos acontecimentos recentes no conflito regional. O líder iraniano também defendeu manter o fechamento do Estreito de Ormuz como forma de pressão estratégica contra adversários.

Na mensagem divulgada pela TV estatal, Mojtaba Khamenei afirmou: "Todas as bases americanas da região devem ser fechadas imediatamente. Essas bases serão atacadas". Em outro trecho do pronunciamento, declarou que "O Irã não se absterá de vingar o sangue de seus mártires", indicando que o país pretende reagir às mortes ocorridas no início da guerra.

O líder iraniano também destacou a importância do chamado eixo político-militar alinhado ao Irã no Oriente Médio. Em sua declaração, afirmou que "A Frente de Resistência é parte inseparável dos valores da Revolução Islâmica", reforçando a retórica tradicional do governo iraniano em defesa de aliados regionais.

Mojtaba Khamenei assumiu a liderança suprema após a morte de seu pai, o aiatolá Ali Khamenei, ocorrida no primeiro dia da atual guerra, em uma ação conjunta atribuída aos Estados Unidos e a Israel, segundo informações divulgadas pela agência Reuters.

No mesmo dia em que o pronunciamento foi transmitido, a Reuters revelou que Mojtaba teria ficado ferido no início do conflito. De acordo com uma autoridade israelense de alto escalão ouvida pela agência, o novo líder supremo teria sofrido ferimentos nas pernas durante os ataques iniciais e, por esse motivo, ainda não teria aparecido publicamente.

Após a divulgação dessas informações, o governo iraniano declarou que Mojtaba Khamenei está “são e salvo”. Nos últimos dias, alguns veículos da mídia estatal iraniana também fizeram referências indiretas ao episódio, descrevendo o líder como um “veterano de guerra ferido”.

Enquanto isso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou a mudança na liderança iraniana durante uma visita a uma fábrica no estado de Ohio, na quarta-feira (11). Em breve conversa com jornalistas, afirmou: “Derrubamos a liderança deles duas vezes. Agora há um novo grupo assumindo. Vamos ver o que acontece com eles”.

A declaração do líder iraniano ocorre em um momento de forte escalada das tensões na região e reforça o cenário de confronto direto entre Teerã e Washington, com impactos estratégicos potenciais em rotas energéticas globais e na segurança do Oriente Médio. - 247.


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Esfcex: Exército divulga concurso com 227 vagas para todo o Brasil; confira editais e detalhes

 

Há vagas para o Recife


            Por Isabelle Barbosa

A Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército Brasileiro (esfcex) divulgou editais de concurso para ingresso em 2027.

Ao todo, estão sendo oferecidas 227 vagas de nível superior distribuídas entre oficiais do serviço de saúde, oficiais do quadro de capelães militares e quadro complementar.

Para o serviço de saúde, estão sendo ofertadas 109 vagas de âmbito nacional nas seguintes áreas:

Anestesiologia
Cancerologia/Oncologia
Cardiologia
Cirurgia de Cabeça e Pescoço
Cirurgia Geral
Cirurgia de Mão
Cirurgia Vascular
Clínica Médica
Endocrinologia
Endoscopia Digestiva
Geriatria
Ginecologia e Obstetrícia
Hematologia e Hemoterapia
Infectologia
Mastologia
Medicina da Família - Saúde da Família
Medicina Intensiva
Medicina Intensiva Pediátrica
Nefrologia
Neurologia
Oftalmologia
Ortopedia/Traumatologia
Ortopedia/Traumatologia (cirurgia de joelho)
Ortopedia/Traumatologia (cirurgia de ombro)
Otorrinolaringologia
Patologia
Pediatria
Pneumologia
Proctologia
Psiquiatria
Radiologia
Reumatologia
Urologia
Sem especialidade.

Já de âmbito regional, há 43 vagas em diferentes áreas e locais, incluindo quatro delas para o Recife:

Cancerologia/Oncologia
Cardiologia
Cardiologia Intervencionista
(Hemodinâmica)
Psiquiatria
Endoscopia Digestiva
Hematologia e Hemoterapia
Medicina Intensiva
Neonatologia
Neurocirurgia
Proctologia
Radiologia.

Há também 8 vagas para oficiais farmacêuticos nas seguintes especialidades:
Farmácia;
Farmácia Oncológica.

O edital prevê, ainda, 8 vagas para oficiais dentistas nas seguintes áreas:
Cirurgia e Traumatologia Buco-Máxilo-Facial
Implantodontia
Dentística Restauradora
Odontologia Hospitalar.

Confira edital para as vagas citadas acima:

Já para o quadro complementar de oficiais, são 57 vagas para as seguintes áreas:
Administração
Ciências Contábeis
Comunicação Social (Jornalismo)
Direito
Economia
Enfermagem
Estatística
Informática
Psicologia
Pedagogia
Veterinária
Magistério Biologia
Magistério Geografia
Magistério História
Magistério Inglês
Magistério Matemática
Magistério Português
Magistério Química
Magistério Física
Magistério Italiano

Para o quadro de capelães militares, estão sendo oferecidas duas vagas para o cargo de padre católico apostólico romano.

Confira edital para as vagas citadas acima:

Exigências
Podem participar candidatos de ambos os sexos, brasileiros, com idade máxima de 32 anos completos até 31 de dezembro de 2027. Para o quadro de capelães militares, possuir idade de, no mínimo 30 anos e no máximo 40 anos completados até a data do término do curso.

Inscrições
As inscrições começam no dia 27 de março e seguem até o dia 12 de junho, no site da esfcex.

A taxa de inscrição custa R$ 150. A isenção do valor pode ser solicitada até o dia 3 de abril.

As provas serão aplicadas em capitais de estados de todas as regiões do Brasil. No Nordeste, os locais são:

- Recife - Comando da 7ª Divisão de Exército;
- Salvador - Comando da 6ª Região Militar;
- Fortaleza - Comando da 10ª Região Militar.

Seleção
A primeira etapa da seleção ocorrerá por meio de prova objetiva com 50 questões divididas entre conteúdos de conhecimentos gerais em língua portuguesa, história e geografia do Brasil, e também sobre assuntos específicos na área pretendida.

A avaliação está prevista para ser realizada no dia 12 de julho e será aplicada em várias capitais brasileiras.

O edital também prevê a realização de outras etapas, como inspeção de saúde, exame de aptidão física e avaliação psicológica, que devem ocorrer entre setembro e novembro deste ano.

A matrícula final deve ocorrer em 8 de março de 2027.

O edital não descreve valores para fins de remuneração e nem demais benefícios.


Baleado Após perseguir e tentar matar mulher trans, homem acaba baleado pela Polícia

 O homem foi baleado na madrugada desta quinta (12), na BR 101, em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife

                      Por:Diario de Pernambuco

Viatura da Polícia Militar de Pernambuco. (Foto: Rafael Vieira/DP Foto)

Um homem foi baleado por policiais militares após perseguir e tentar matar a facadas uma mulher trans na madrugada desta quinta-feira (12), na BR-101, em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife.

De acordo com a Polícia Militar de Pernambuco, uma equipe que realizava patrulhamento a pé foi acionada para um posto de gasolina após denúncia de que um homem estaria armado com uma faca e causando confusão.

Ao chegar no local, os policiais presenciaram a mulher trans sendo perseguida pelo suspeito com a faca em punho. Mesmo com a presença da equipe, ele continuou correndo atrás da vítima.

Ainda segundo a PMPE, foram dadas ordens verbais para que o homem largasse a arma, mas ele não obedeceu. Diante da situação e do risco à vítima, os policiais efetuaram disparos para conter a agressão. O suspeito foi atingido na região do abdômen.

Ele foi socorrido e encaminhado para o Hospital Miguel Arraes, onde permanece sob custódia policial.

A vítima relatou que estava fazendo programa no local quando o homem começou a proferir xingamentos. Após um desentendimento, ele teria passado a persegui-la com a faca.

Moradores da área informaram que o suspeito vive em situação de rua, seria usuário de drogas e costumava vender fruta-pão na região.

A faca utilizada na tentativa de homicídio foi apreendida e levada para a delegacia. O sangue encontrado na arma era do próprio suspeito.

Em nota, a PMPE informou que o caso foi encaminhado para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa DHPP, que ficará responsável pelas investigações.


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CONDENAÇÃO: Justiça manda Estado indenizar mãe de PM que morreu durante treinamento na caatinga: "Extremo desgaste físico"

O soldado Luciano de Souza Menezes morreu após desmaiar durante travessia a nado no Rio São Francisco

                         Por:Jorge Cosme

O policial militar Luciano de Souza Menezes. (Foto: Reprodução)

O estado de Pernambuco foi condenado a indenizar em R$ 80 mil a mãe de um policial militar que morreu durante um treinamento na caatinga em 2019. Luciano de Souza Menezes, de 33 anos, faleceu durante travessia a nado no Rio São Francisco.

A mãe do policial diz na ação que o estado foi negligente e imprudente. Segundo ela, não foram fornecidos equipamentos de segurança ou médicos adequados, e o treinamento era excessivamente rigoroso.

Luciano era lotado no Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar de Pernambuco e participava do 27º Curso Intensivo de Operações de Sobrevivência em Área de Caatinga (Ciosac), ministrado pelo Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (Bepi). A situação ocorreu na altura da Ilha do Fogo, na cidade de Juazeiro-BA.

A coordenação do curso à época informou que, no término do percurso, ele sentiu cansaço e pediu uma boia. "Em um dado momento, ele desfaleceu, sendo retirado de imediato da água", disse nota da Polícia Militar (PM). A certidão de óbito anexada aos autos, no entanto, aponta como causa da morte "asfixia por afogamento".

No processo, o estado de Pernambuco alegou que o treinamento foi realizado em condições adequadas e que o policial havia sido submetido a exames médicos e testes físicos prévios, que apontaram estar apto para a atividade.

Segundo a defesa, o óbito decorreu de mal súbito, "evento imprevisível, e não de afogamento por falta de equipamento de segurança". Ainda acrescentou que o militar foi prontamente resgatado da água, recebendo atendimento imediato do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Corpo de Bombeiros, "que se encontravam no local com embarcações e equipe técnica".

Indenização

Na sentença, a juíza Maria do Rosário Arruda de Oliveira, do Gabinete de Agilização Processual, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), diz que o Estado tinha posição de "garantidor da integridade física dos participantes".

"Após o militar ser retirado da água já desfalecido, foram iniciados os procedimentos básicos de socorro e, só então, foi acionada a equipe do Samu. A própria defesa do Estado, ao tentar demonstrar a presteza do atendimento, acaba por confirmar a falha estrutural", avalia a juíza. Os documentos apontam que a primeira ambulância chegou cerca de cinco a oito minutos após Luciano ser retirado da água.

"A espera de 5 a 8 minutos, admitida pelo próprio Estado, representou a perda de uma chance de sobrevivência que se esvaiu entre 35% e 80%", complementa a magistrada. "A estrutura de socorro era, portanto, reativa e distante, quando deveria ser proativa e imediata".

A juíza diz ainda na sentença que o policial foi submetido a uma atividade "de extremo desgaste físico". "Os depoimentos colhidos no Inquérito Policial Militar e em juízo são uníssonos em descrever o estado de exaustão da vítima", escreve.

O estado foi condenado a indenizar a mãe do policial em R$ 80 mil. Ela, entretanto, havia pedido R$ 300 mil por danos morais.

Após a sentença, ela entrou com embargos de declaração pedindo aumento da indenização. "A embargante jamais terá a companhia de seu filho amado, não tendo este sentimento qualquer medição em condenação pecuniária, mas de fato uma justa condenação irá compelir o embargado a tomar medidas mais seguras para o ato da realização do treinamento de seus agentes", escreve o advogado dela no recurso.

No último dia 4 de março, porém, o recurso foi rejeitado e a sentença mantida.

A Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE) também interpês recurso. Na apelação, a PGE reforça que o falecimento decorreu de mal súbito imprevisível e fulminante, "hipótese que configuraria caso fortuito ou força maior e afastaria o nexo de causalidade necessário para a responsabilização civil estatal".

O Estado também sustenta que o militar estava apto e que o treinamento contava com estrutura de segurança e equipe de apoio.

"O documento ainda refuta a hipótese de negligência, afirma que o socorro foi prestado imediatamente conforme os protocolos técnicos e solicita a revisão do valor fixado a título de danos morais", declara a PGE em nota.


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Governo amplia fiscalização de preços abusivos dos combustíveis, anuncia Rui Costa


“Essas medidas serão permanentes”, explica o ministro

Rui Costa (Foto: Casa Civil (Ascom))

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (12) novas medidas para ampliar o monitoramento e a fiscalização de práticas abusivas no mercado de combustíveis no Brasil. As ações foram apresentadas durante entrevista coletiva concedida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao lado dos ministros Rui Costa (Casa Civil), Wellington César Lima e Silva (Justiça), Fernando Haddad (Fazenda) e Alexandre Silveira (Minas e Energia).

O pacote de iniciativas integra a estratégia do governo para reduzir os impactos da volatilidade do petróleo no mercado internacional sobre os combustíveis no país. Entre as prioridades está o diesel, combustível fundamental para o transporte de cargas e para diversas cadeias produtivas da economia.

Guerra no Oriente Médio pressiona preços do petróleo

Os preços internacionais do petróleo atravessam um período de forte instabilidade em razão das agressões militares de Estados Unidos e Israel contra o Irã. Nesta quinta-feira (12), o barril do Brent voltou a ultrapassar a marca de US$ 100.

A escalada foi impulsionada por ataques retaliatórios do Irã contra infraestruturas petrolíferas em países do Golfo Pérsico e pelo fechamento do estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. O movimento ocorre mesmo após a Agência Internacional de Energia (AIE) aprovar a liberação de 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas estratégicas, a maior operação desse tipo na história da organização.

Durante a coletiva, Lula afirmou que o aumento do petróleo decorre do agravamento de conflitos internacionais e tem provocado impactos sobre os combustíveis em vários países.

“Essa entrevista coletiva é para fazer uma reparação naquilo que está acontecendo no Brasil e no mundo, muito causado pela irresponsabilidade das guerras que estamos vivendo no mundo. O preço do petróleo está fugindo do controle em quase todos os países”, afirmou.

O presidente destacou a volatilidade recente das cotações.

“O Brent saiu de US$ 67, foi para US$ 114, caiu para US$ 99 e hoje está outra vez a US$ 100 o barril. Isso significa aumento do combustível em todos os países. Inclusive, nos Estados Unidos a gasolina já subiu 20%”, declarou.

Medidas reforçam monitoramento e fiscalização

De acordo com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, o governo está criando instrumentos legais para fortalecer a atuação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e dos órgãos de defesa do consumidor no combate a abusos no mercado de combustíveis.

“Vamos criar condições para aperfeiçoar o trabalho de monitoramento e fiscalização dos órgãos de controle brasileiros, dar mais ferramentas e instrumentos para a ANP poder acompanhar, monitorar a prática de preços do Brasil e dar mais instrumentos para os órgãos de defesa do consumidor ter referências objetivas para que eles possam atuar”, afirmou.

Segundo o ministro, muitas penalidades aplicadas atualmente acabam sendo anuladas na Justiça por falta de parâmetros técnicos mais claros.

“Por mais que eles atuem, constatem e emitam alguma notificação de penalidade contra quem abusa do preço, especula preço, muitos desses instrumentos são anulados depois de forma judicial porque faltam referências técnicas que embasem essas medidas”, explicou.

Medidas buscam coibir práticas recorrentes

Rui Costa afirmou que novas ferramentas legais permitirão coibir práticas consideradas prejudiciais aos consumidores, especialmente no repasse de preços ao longo da cadeia de distribuição.

“Esses abusos se tornaram recorrentes. Quando a Petrobras reduz preço, essa redução demora muito para chegar na bomba, quando chega. Ou chega só parcialmente ou, mesmo quando chega integralmente, chega semanas ou meses depois”, disse.

Ele também citou situações em que aumentos são repassados antes mesmo de ocorrerem nas refinarias.

“E o inverso também é verdadeiro. A Petrobras ainda não aumentou preço e a imprensa tem divulgado que muitas revendas já aumentaram antecipadamente o preço. Quando é para diminuir, eles retardam, e quando é para aumentar, eles antecipam”, declarou.

Ferramentas permanentes de fiscalização

O ministro destacou que as medidas voltadas ao fortalecimento da fiscalização terão caráter permanente, independentemente das ações emergenciais adotadas diante da crise internacional do petróleo.

“Para coibir essas práticas lesivas ao consumidor e que não guardam relação com os custos nem com as margens de lucros normais que as empresas têm, os órgãos de controle poderiam estar atuando. E essas medidas serão permanentes”, afirmou.

Segundo Rui Costa, o objetivo é estruturar os órgãos de fiscalização para garantir maior transparência e proteção aos consumidores no mercado de combustíveis.

“Ou seja, de facilitar e estruturar os órgãos de controle, para que essas ferramentas possam atuar”, disse.

Ele acrescentou que as dificuldades de fiscalização aumentaram após mudanças na estrutura do setor.

“Isso piorou muito depois da privatização da BR Distribuidora e mesmo de uma parte do varejo que a Petrobras tinha”, concluiu. - 247.


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Lula anuncia ações para conter alta dos combustíveis

 

Preços do petróleo no mercado internacional estão pressionados em razão da guerra iniciada por Estados Unidos e Israel contra o Irã

Alexandre Silveira, Rui Costa, Lula, Fernando Haddad e Márcio Elias Rosa (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta quinta-feira (12) um conjunto de medidas para reduzir os efeitos da escalada do preço do petróleo no mercado internacional sobre os combustíveis no Brasil. O pacote inclui mudanças tributárias, subsídios e mecanismos de fiscalização para conter reajustes, com foco principal no diesel, combustível essencial para o transporte de cargas.

Conflito no Oriente Médio pressiona petróleo

A recente alta do petróleo ocorre em meio ao agravamento da crise no Oriente Médio, após agressões militares de Estados Unidos e Israel contra o Irã. Nesta quinta-feira (12), o barril do Brent voltou a superar a marca de US$ 100, impulsionado por ataques retaliatórios iranianos à infraestrutura petrolífera de países do Golfo Pérsico e pelo fechamento do estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de petróleo.

A elevação dos preços acontece mesmo após a Agência Internacional de Energia (AIE) autorizar a liberação de 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas estratégicas. A medida representa o maior movimento desse tipo já realizado pela organização, que reúne 32 países, incluindo os Estados Unidos.

Corte de tributos e subsídio ao diesel

Entre as decisões anunciadas está a redução a zero das alíquotas de PIS e Cofins incidentes sobre o diesel. A medida elimina os dois únicos impostos federais atualmente cobrados sobre o combustível e representa uma redução estimada de R$ 0,32 por litro.

Segundo o governo, o objetivo é aliviar a pressão sobre um insumo essencial para o transporte de cargas, a produção agropecuária, o abastecimento das cidades e a mobilidade de milhões de brasileiros. A mudança será implementada por meio de decreto presidencial.

Além disso, uma Medida Provisória estabelece o pagamento de uma subvenção a produtores e importadores de diesel no valor de R$ 0,32 por litro, quantia que deverá ser repassada ao preço final do combustível. Somadas, as duas medidas buscam gerar um alívio de R$ 0,64 por litro nas bombas, com a intenção de reduzir a pressão de custos ao longo da cadeia e favorecer que o impacto positivo chegue ao consumidor final.

Imposto sobre exportação e reforço da fiscalização

A Medida Provisória também prevê a criação de um Imposto de Exportação sobre o petróleo como instrumento regulatório. O objetivo é estimular o refino interno e garantir o abastecimento doméstico, além de compartilhar com a sociedade brasileira a renda excedente gerada pela alta do petróleo no mercado internacional.

O texto ainda amplia os instrumentos de fiscalização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Com as novas regras, a agência poderá agir com mais rigor para coibir práticas consideradas lesivas ao consumidor, como aumentos abusivos de preços e a retenção especulativa de estoques para provocar escassez ou elevar o valor de venda.

Outro decreto, que também será editado nesta quinta-feira, determina que os postos de combustíveis adotem sinalização clara e visível ao consumidor informando a redução dos tributos federais e do preço em razão da subvenção. A medida busca garantir transparência e facilitar a verificação do repasse do benefício nas bombas.

Lula critica impactos das guerras no preço da energia

Durante a coletiva, Lula afirmou que o aumento do petróleo está diretamente ligado aos conflitos internacionais e tem provocado efeitos sobre os combustíveis em diversos países.

“Essa entrevista coletiva é para fazer uma reparação naquilo que está acontecendo no Brasil e no mundo, muito causado pela irresponsabilidade das guerras que estamos vivendo no mundo. O preço do petróleo está fugindo do controle em quase todos os países”, afirmou.

O presidente detalhou a trajetória recente das cotações do petróleo no mercado internacional.

“O Brent saiu de US$ 67, foi para US$ 114, caiu para US$ 99 e hoje está outra vez a US$ 100 o barril. Isso significa aumento do combustível em todos os países. Inclusive, nos Estados Unidos a gasolina já subiu 20%”, declarou.

Referência ao acordo nuclear com o Irã

Lula também mencionou o acordo nuclear firmado em 2010 entre Brasil, Turquia e Irã, que tratava da utilização de urânio para fins pacíficos. Segundo ele, o entendimento poderia ter evitado a atual escalada de tensões.

“Tínhamos resolvido essa questão nuclear do Irã em 2010, quando Brasil e Turquia, num acordo com o governo iraniano, resolveu a utilização de urânio para fins pacíficos. Foi feito um acordo”, afirmou.

Ele acrescentou que, após o entendimento, potências ocidentais mantiveram a pressão sobre o país do Oriente Médio.

“Lamentavelmente depois do acordo, tanto os países europeus quanto os Estados Unidos aumentaram o bloqueio ao Irã, porque éramos um país de terceiro mundo. E ter feito um acordo que eles não tinham conseguido fazer há 20 anos era descabido”, disse.

Medidas para proteger consumidores e evitar impacto nos alimentos

O presidente afirmou que as iniciativas buscam impedir que o aumento do petróleo se traduza em encarecimento do custo de vida, especialmente no preço dos alimentos.

“Esse gesto de achar que tudo se resolve com guerra traz prejuízo para todo mundo, mas sobretudo são as camadas mais pobres da população no mundo inteiro que sofrem as maiores consequências”, afirmou.

Lula disse ainda que o governo está realizando um esforço fiscal para evitar que os efeitos da crise internacional recaiam sobre os consumidores brasileiros.

“Estamos fazendo um sacrifício enorme aqui, uma engenharia econômica para evitar que os efeitos da irresponsabilidade das guerras chegue ao povo brasileiro”, declarou.

Ele também apelou à colaboração dos estados para reduzir o impacto sobre o preço final dos combustíveis.

“Quem sabe, esperar, até com a boa vontade dos governadores de estado, que podem reduzir um pouco também o ICMS no preço dos combustíveis, para que a gente garanta que essa guerra não chegue ao bolso do motorista, dos caminhoneiros e, sobretudo, não chegando ao bolso do caminhoneiro, não vai chegar ao prato de feijão, à salada, à comida que o povo come”, afirmou. - 247.


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