domingo, 12 de abril de 2026

ESTREITO DE ORMUZ - Estreito de Ormuz: exército dos EUA diz que bloqueará todos os portos do Irã na segunda-feira (13)

 

Segundo comunicado do Comando Central dos Estados Unidos , bloqueio será aplicado de maneira imparcial


                                       Por AFP

O Exército dos Estados Unidos anunciou que começará a bloquear todos os portos iranianos no Golfo na segunda-feira (13) às 14h00 GMT (11h00 de Brasília) e que permitirá a passagem pelo estratégico Estreito de Ormuz apenas a navios que não se dirijam ao Irã nem saiam do país.

"O bloqueio será aplicado de maneira imparcial a navios de todas as nações que entrem ou saiam de portos e zonas costeiras iranianas, incluindo todos os portos do Irã no Golfo Arábico e no golfo de Omã", indicou o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) em uma publicação na rede X neste domingo (12).

"As forças do Centcom não irão impedir a liberdade de navegação de embarcações que transitem pelo Estreito de Ormuz com destino a portos não iranianos ou provenientes deles", acrescentou.

Uma publicação anterior do presidente Donald Trump afirmava que seriam bloqueados "quaisquer e todos os navios".


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A derrota de Orbán e o recado ao bolsonarismo

 

Derrota de Orbán ganha dimensão global e acende alerta ao bolsonarismo sobre os limites de projetos autoritários frente à resistência democrática

                 

                  Por: Oliveiros Marques


A derrota de Orbán e o recado ao bolsonarismo (Foto: REUTERS/Bernadett Szabo)


A recente derrota de Viktor Orbán na Hungria ultrapassa as fronteiras europeias e se impõe como um símbolo global: trata-se de um revés significativo para a extrema-direita mundial. Após 16 anos de poder marcados por práticas autoritárias, controle institucional e restrições a liberdades civis, a queda de Orbán sinaliza que projetos políticos baseados na erosão democrática encontram, mais cedo ou mais tarde, limites impostos pela própria sociedade.

No Brasil, o impacto político dessa derrota é inevitável. Orbán foi uma das principais referências ideológicas de Jair Bolsonaro, que não apenas o admirava publicamente como foi chamado de “irmão” pelo líder húngaro. A relação entre ambos nunca foi protocolar: representava uma aliança simbólica entre governos que flertavam com o autoritarismo, o nacionalismo exacerbado e o enfraquecimento de instituições democráticas.

Não por acaso, após ser derrotado nas eleições de 2022, Bolsonaro passou duas noites hospedado na embaixada da Hungria em Brasília - um gesto que claro de ensaio por busca de refúgio diplomático. O episódio, por si só, já evidencia o grau de identificação política entre os dois líderes e o tipo de projeto que compartilhavam.

Durante seus anos no poder, Orbán promoveu mudanças profundas que servem de alerta. Reformou a Constituição para concentrar poderes, interferiu diretamente no Judiciário, restringiu a atuação da imprensa independente, perseguiu organizações da sociedade civil e atacou universidades. Além disso, implementou políticas de controle ideológico sobre a educação e utilizou o aparato estatal para favorecer aliados políticos e econômicos. Em resumo, construiu um modelo que se auto-denominava de “democracia iliberal”, onde eleições existiam, mas um regime em que o jogo era desigual e as instituições progressivamente capturadas.

É justamente esse modelo que inspira setores do bolsonarismo. Não é difícil imaginar que figuras como Flávio Bolsonaro, em um imaginário retorno da extrema-direita ao poder, buscariam adaptar elementos desse projeto ao contexto brasileiro. Ataques ao Supremo Tribunal Federal, escola cívico-militares, tentativas de controle da imprensa, deslegitimação do processo eleitoral e perseguição a opositores que já fazem parte da experiência recente do país - e poderiam se aprofundar.

Por isso, a derrota de Orbán não é apenas um fato local: é uma vitória simbólica da democracia em escala global. Representa a capacidade de resistência das instituições e, sobretudo, da população diante de projetos que buscam corroer direitos e liberdades.

No Brasil, essa mensagem ecoa com força. Em 2022, a sociedade brasileira já demonstrou seu compromisso com a democracia ao rejeitar o autoritarismo nas urnas. Agora, ao observar o que ocorre na Hungria, reforça-se a percepção de que esse não é um fenômeno isolado, mas parte de uma disputa maior entre democracia e extremismo.

Se a história recente serve de guia, há motivos para acreditar que, assim como na Hungria, o Brasil seguirá reafirmando sua escolha democrática. E, em outubro, mais uma vez, poderemos celebrar não apenas uma vitória eleitoral, mas a reafirmação de um princípio fundamental: a democracia, apesar de constantemente ameaçada, continua sendo mais forte do que o autoritarismo.

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.


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Justiça Prazo para tirar e regularizar título de eleitor vai até 6 de maio

Primeiro turno das eleições 2026 será realizado no dia 4 de outubro

                                                 Agência Brasil


 Marcello Casal JrAgência Brasil

Os eleitores têm até o dia 6 de maio para tirar o título de eleitor, atualizar dados cadastrais, transferir o domicílio eleitoral ou regularizar pendências na Justiça Eleitoral.

Quem estiver com o título cancelado ou com alguma pendência não poderá votar nas eleições deste ano. O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro. 

Quem precisa tirar o título?

O voto é obrigatório para quem tem acima de 18 anos de idade. É facultativo para pessoas analfabetas, maiores de 70 anos e jovens de 16 e 17 anos. Estrangeiros e cidadãos em serviço militar obrigatório não podem se alistar para votar.

Como posso solicitar o título de eleitor?

Veja as formas de solicitação:

Autoatendimento Eleitoral: disponível no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE);
- Cidadão pode ir a um cartório eleitoral ou postos de atendimento da Justiça Eleitoral.

O TSE alerta que aqueles que optarem pelo atendimento on-line precisam ir a um cartório ou posto de atendimento para a coleta da biometria.  

>> Confira os documentos necessários para tirar o título: 

  • Documento oficial de identificação com foto (carteira de identidade, carteira de trabalho ou passaporte);
  • Comprovante de residência recente;
  • Comprovante de quitação do serviço militar para homens que completam 19 anos no ano do alistamento.

É importante que o documento de identificação permita a comprovação da nacionalidade brasileira e contenha foto. 


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Raquel Lyra renova compromisso com o Sertão do Moxotó, na Festa da Divina Misericórdia em Arcoverde

 

Governadora, que apoiou o evento, ressaltou entregas realizadas na região


                                Por Blog da Folha*

Governadora Raquel Lyra (PSD) acompanha a celebração na Festa da Divina Misericórdia, em Arcoverde, com o prefeito Zeca Cavalcanti, a vice-governadora Priscila Krause e outros líderes políticos - Fotos: Yacy Ribeiro/Secom/Divulgação


Neste domingo (12), a governadora Raquel Lyra participou da missa de encerramento da 22ª edição da Festa da Divina Misericórdia, no município de Arcoverde, Sertão do Moxotó.

A celebração aconteceu no Santuário da Misericórdia, local de fé e peregrinação fundado em 2007 pelo padre Adilson Simões. A chefe do Executivo estadual ressaltou entregas realizadas na região. A vice-governadora Priscila Krause também acompanhou a cerimônia. 

“Aqui a população vem renovar a sua fé para pedir bênçãos a Deus. É muito bom poder vir aqui mais um ano como governadora, não só para agradecer pelas bênçãos, mas para reafirmar nosso compromisso. A gente aqui cumprimentou as famílias, passando por estrada nova, famílias que receberam a escritura da terra. Viemos pedir bênçãos, mas também reafirmar que nós estaremos sempre aqui com a presença do nosso governo”, declarou a governadora Raquel Lyra. 

Para este ano, o evento religioso recebeu apoio do governo do estado, por meio da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur).

“O Governo do Estado tem um olhar por todo o Pernambuco, com todo carinho e cuidado, e não deixaria de se fazer presente aqui nesta festa tão bonita”, contou o prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti. 

Durante o último dia de festividade, os fiéis participaram de uma programação com diversos momentos de pregação e louvor, além de uma procissão.

“Recebemos todos com alegria, é uma festa que transcende os limites de Pernambuco. É uma emoção muito grande poder ver tanta gente buscando a Deus”, afirmou o padre Adilson Simões, fundador do santuário.

O evento na Terra da Misericórdia teve início no último dia 9 de abril, reunindo milhares de fiéis com uma programação que contou com celebrações litúrgicas, momentos de oração e apresentações culturais.

A cerimônia deste domingo foi presidida pelo padre Fábio Pereira dos Santos, vigário geral da Diocese de Pesqueira. 

Acompanharam a governadora o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho; os deputados federais Túlio Gadêlha e Coronel Meira; os deputados estaduais Edson Vieira, Romero Sales Filho e Coronel Alberto Feitosa; e os prefeitos Manoel Messias (Custódia), Guilherme Vasconcelos (Poção), Pollyana Abreu (Sertânia), Dr. Elton (Águas Belas), Fredson Brito (São José do Egito), Túlio (Buíque); além de vereadores de Arcoverde e outras autoridades da região.

*nformações da assessoria de comunicação do governo de Pernambuco


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João Campos vai à Festa da Divina Misericórdia e reforça presença no Sertão do Moxotó

 

Pré-candidato a governador também se reuniu com líderes de Arcoverde e exaltou unidade política


                    Por Blog da Folha*
Após concluir mais um giro pelo Sertão do Pajeú, João Campos (PSB) seguiu, na manhã deste domingo (12), para Arcoverde, no Sertão do Moxotó, onde participou da 22ª Festa da Divina Misericórdia.

O pré-candidato a governador destacou a ligação pessoal que tem com o trabalho evangelizador da Terra da Misericórdia, frequentada por ele desde a infância, e exaltou as demonstrações de fé de milhares de pessoas que se mobilizam em caravanas até o local.

“Eu vim criança à Terra da Misericórdia, vim jovem, vim adulto, vim deputado, porque, acima de tudo, sou cristão, sou católico, sou amigo do padre Adilson, que participou da minha formação religiosa. Faço questão de estar perto dele quando ele está no Recife ou em outros locais. E aqui em Arcoverde eu já vim algumas vezes. De fato, me sinto em casa estando na Terra da Misericórdia. É uma relação de fé e de respeito. Onde eu estiver, vou trabalhar para ajudar a obra do padre Adilson”, disse.

Antes de participar da cerimônia, João Campos se encontrou com lideranças políticas de Arcoverde, como as ex-prefeitas Madalena Britto, Rosa Barros e Erivânia Camelo e o presidente da Câmara Municipal, vereador Luciano Pacheco (MDB).

O ato também foi acompanhado por entusiastas da pré-candidatura de João em outros municípios do estado, como o prefeito de Pedra, Júnior Vaz (PV), o deputado federal Felipe Carreras (PSB), o deputado estadual Diogo Moraes (PSB) e os vereadores do Recife Rinaldo Junior (PSB), Samuel Salazar (MDB) e Wilton Brito (PSB).

João Campos enfatizou a força da unidade política em torno do projeto da Frente Popular em Arcoverde e em todo o estado.

“Aqui é uma terra onde a gente tem bons amigos e uma relação de muito tempo. Isso é bom, porque mostra que a gente tem coerência na política. Queria destacar as ex-prefeitas Madalena, Rosa, Erivânia, o presidente da Câmara, Luciano Pacheco. Reafirmo que a gente vai estar com importantes pessoas da política de Arcoverde e, mais importante do que isso, a gente vai estar com o povo. A gente está aqui para representar as pessoas, ouvi-las, caminhar junto e fazer a política trabalhar pelo povo”, declarou.

*Informações da assessoria do pré-candidato ao governo de Pernambuco João Campos (PSB)



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ESTREITO DE ORMUZ - Estreito de Ormuz: exército dos EUA diz que bloqueará todos os portos do Irã na segunda-feira (13)

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