domingo, 19 de abril de 2026

Amigo de Michelle prevê derrota de Flávio Bolsonaro nas eleições: ‘ego e vaidade’

 

Declarações do maquiador Agustin Fernandez expõem racha no clã Bolsonaro



Michelle Bolsonaro e Agustin Fernandez (Foto: Reprodução / Instagram)

O maquiador Agustin Fernandez, amigo próximo da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enfrenta dificuldades para dialogar com as classes mais baixas e poderá sofrer derrota eleitoral em uma eventual disputa presidencial em 2026. A avaliação expõe tensões internas no bolsonarismo e reforça a disputa por protagonismo no grupo político. 

Em entrevista ao canal Iron Studios , o maquiador afirmou que o estilo de Flávio não favorece a conexão com parcelas mais amplas da população. “O estereótipo do Flávio é o estereótipo que a direita já teve e, por conta disso nunca chegou à Presidência. Porque esse perfil é polido, engessado, sem um fio de cabelo fora do lugar. Ele não conecta com a empregada doméstica, com o vendedor ambulante”, disse.

Agustin também destacou Michelle Bolsonaro como uma alternativa dentro do grupo político. “Ela é a única que consegue herdar 100% do capital político do Bolsonaro e ainda trazer pessoas novas. Se eles não têm essa estratégia, esse discernimento, o ego e a vaidade são maiores que a própria causa, então a gente tem que f... com mais um mandato do Lula”, afirmou.

O maquiador declarou ainda que não pretende apoiar a eventual candidatura de Flávio Bolsonaro. “Não vou me incomodar fazendo vídeo, e perder meu tempo sabendo que a gente vai sofrer uma puta derrota. Pois o Lula tem o Judiciário, tem a mídia, tem bala na agulha, a máquina e ainda tem carisma e ele consegue chegar em todo mundo”, disse.

Outro ponto criticado foi o momento escolhido para o anúncio da pré-candidatura, durante a internação do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Uma das piores situações que eu vi. Todo mundo percebeu, mas ninguém comentou. Bolsonaro internado, vai passar por uma cirurgia de alto risco. E aí eu pego uma carta, tipo um testamento, e eu leio isso para imprensa na porta do hospital. Isso para mim é uma das situações mais deploráveis que o ser humano pode passar”, declarou.

As falas ampliam a exposição de um racha interno no bolsonarismo que vem se desenhando desde o fim de 2025, quando Jair Bolsonaro indicou o filho como seu sucessor político. A decisão contrariou movimentos que apontavam Michelle Bolsonaro como uma alternativa viável dentro do partido e acirrou disputas internas.

Nos bastidores, aliados relatam que a ex-primeira-dama demonstrou desconforto com o novo cenário e reduziu sua participação pública após o anúncio. Apesar de manifestações públicas de apoio, interlocutores indicam resistência à estratégia conduzida por Flávio. * 


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Brasil está à frente da Europa em combustíveis, diz chanceler da Alemanha

 

Declaração ocorre na Hannover Messe e destaca uso de etanol e tecnologia



Friedrich Merz e Lula (Foto: Ricardo Stuckert / PR)


O ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Friedrich Merz, afirmou neste domingo (19) que o Brasil ocupa posição de destaque na transição energética ao apresentar avanços superiores aos da União Europeia no uso de novos combustíveis. A declaração ocorreu durante evento internacional e reforçou o protagonismo brasileiro no setor.

Segundo informações divulgadas a partir da cerimônia de abertura da Hannover Messe, Merz destacou o desempenho brasileiro em tecnologias ligadas a combustíveis alternativos. O chanceler mencionou políticas adotadas ao longo das últimas décadas e reconheceu a evolução do país nesse campo.

Destaque ao etanol e tecnologia

Merz citou o desenvolvimento do etanol no Brasil como exemplo de inovação consolidada. “Isso só é possível com combustíveis sintéticos e novas tecnologias. O Brasil está à frente da União Europeia nesse aspecto”, afirmou.

O chanceler também fez referência à fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o histórico da política energética brasileira. Ele lembrou que o país iniciou a adoção de carros movidos a etanol ainda na década de 1970 e destacou que grande parte da frota atual opera com tecnologia flex.

Cooperação com a Europa

Durante o evento, Lula apontou oportunidades de cooperação entre Brasil e União Europeia no setor energético. “O Brasil pode ajudar a União Europeia a diminuir custos de energia e descarbonizar sua indústria. Para isso, é essencial que as regras do bloco levem em conta a matriz energética limpa utilizada em nossos processos produtivos”, afirmou.

A declaração reforça o papel estratégico do Brasil como fornecedor de soluções para a transição energética global, com base em sua matriz mais limpa e em tecnologias já consolidadas.

Papel global do Brasil

A participação do país na Hannover Messe amplia sua visibilidade internacional em áreas como inovação, sustentabilidade e indústria. O reconhecimento por parte da Alemanha indica a relevância do Brasil na agenda global de energia e aponta para possíveis parcerias no desenvolvimento de tecnologias voltadas à redução de emissões. - 247.


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"Um novo paradigma de desenvolvimento requer um multilateralismo justo e equilibrado", diz Lula na Alemanha

 

Presidente destaca investimentos, energia limpa e cooperação internacional na Hannover Messe


Presidente Lula durante cerimônia de Abertura da Feira Industrial de Hannover, na Alemanha (Foto: Ricardo Stuckert / PR)


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que a construção de um novo modelo de desenvolvimento global depende de um sistema internacional mais equilibrado, ao participar da abertura da Feira Industrial de Hannover, na Alemanha. Durante o evento, ele destacou oportunidades de investimento no Brasil, especialmente em energia limpa, minerais críticos e inovação industrial.

As declarações foram feitas neste domingo (19), na Hannover Messe 2026, considerada a maior feira de tecnologia industrial do mundo. O encontro reuniu autoridades políticas e lideranças empresariais para discutir desafios econômicos e fortalecer relações bilaterais entre Brasil e Alemanha.

Defesa de novo modelo global

Lula criticou a desigualdade na distribuição dos benefícios da globalização e associou esse cenário ao crescimento do extremismo. “Sabemos que os ganhos da integração de mercados não vêm sendo igualmente distribuídos. O crescimento do extremismo é um dos reflexos das limitações de um modelo cujos benefícios não chegam a todas as pessoas. Um novo paradigma de desenvolvimento requer um multilateralismo justo e equilibrado”, declarou.

O presidente também ressaltou políticas públicas voltadas à indústria e à inclusão social. “Desde 2023, estamos reconstruindo a capacidade do Estado para impulsionar o crescimento econômico e a inclusão social. Colocamos em marcha um robusto programa de neoindustrialização, tendo como motores a economia verde e a indústria 4.0. O convite para a Feira de Hanôver consolida a posição do Brasil como parceiro confiável em um mundo de instabilidade e incerteza”, afirmou.

Impactos das tensões internacionais

Ao abordar o cenário global, Lula destacou os efeitos econômicos das guerras. “Além de inestimáveis perdas humanas, as guerras causam prejuízos econômicos palpáveis. Flutuações no preço do petróleo encarecem a energia e os transportes. A escassez de fertilizantes afeta a produção agrícola e aumenta a insegurança alimentar. São os mais vulneráveis que pagam o preço da inflação dos alimentos”, disse.

Ele também apontou contradições do momento atual. “Vivemos um momento crítico na geopolítica global, marcado por grandes paradoxos. Enquanto astronautas sobrevoam a lua, bombardeios matam indiscriminadamente civis, mulheres e crianças no Oriente Médio. A inteligência artificial nos torna mais produtivos, mas também é utilizada para selecionar alvos militares sem parâmetros legais ou morais”, afirmou.

Reformas e cooperação internacional

O presidente voltou a defender mudanças na estrutura da Organização das Nações Unidas. “Alguns membros permanentes do Conselho de Segurança agem sem amparo na Carta da ONU”, disse. Ele também criticou o protecionismo e destacou a importância da cooperação global como alternativa para o desenvolvimento econômico.

Lula mencionou o acordo entre Mercosul e União Europeia como exemplo de integração. “Diante do unilateralismo, o Mercosul e a União Europeia escolheram a cooperação. Daqui a menos de duas semanas, entrará em vigor o Acordo que cria um mercado de quase 720 milhões de habitantes, com PIB agregado de 22 trilhões de dólares”, afirmou.

Energia limpa e indústria

O presidente destacou o protagonismo brasileiro na transição energética. “Na década de 1970, os choques do petróleo evidenciaram os perigos da excessiva dependência de combustíveis fósseis. O Brasil foi pioneiro na implementação de um programa nacional de biocombustíveis”, afirmou.

“Nos últimos três anos, reduzimos em 50% o desmatamento na Amazônia e em 32% no Cerrado. Dispomos de matriz elétrica 90% limpa e temos potencial para produzir o hidrogênio verde mais barato do mundo”, ressaltou o presidente

Minerais críticos e investimentos

Lula ressaltou o potencial brasileiro na exploração de minerais estratégicos. “Minerais críticos são essenciais para a descarbonização e a transformação digital. [...] Esses insumos devem ser instrumentos de desenvolvimento econômico e social. Não repetiremos o papel de meros exportadores de commodities minerais”, afirmou.

Cenário econômico e defesa do Pix

O presidente apresentou dados sobre o desempenho econômico do país. “Nos últimos anos, o Brasil se consolidou como parceiro estratégico para quem quer produzir com eficiência, tecnologia e sustentabilidade. Fomos o segundo país que mais recebeu investimento estrangeiro direto”, declarou.

Ele também mencionou propostas em discussão no Congresso, como a redução da jornada de trabalho. “Queremos pôr fim à jornada de trabalho seis por um, para permitir que o trabalhador tenha dois dias de descanso semanal”, afirmou.

Ao final, Lula destacou iniciativas tecnológicas do país. “O Pix tornou-se uma das maiores infraestruturas de pagamento instantâneo do planeta. O sistema é público, gratuito e referência internacional em inovação e inclusão bancária”, disse. - 247.


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Malafaia pede doações para comprar novo avião e gera perplexidade nas redes: "cara de pau"

 

Nas imagens, Malafaia explica que a aeronave que possui atualmente é antiga e precisa ser substituída


Silas Malafaia (Foto: Reprodução (Redes Sociais))

Um vídeo de Silas Malafaia viralizou nas redes sociais nesta segunda-feira (30) e provocou ampla repercussão. No trecho, o empresário da fé afirma estar orando para que Deus “toque pessoas” a fim de viabilizar doações para a compra de um novo avião.

Nas imagens, Malafaia explica que a aeronave que possui atualmente é antiga e precisa ser substituída. “Na verdade, o avião que eu comprei, ele é bem velho. Ele é de 1985. Eu estou precisando trocar e estou orando a Deus para me abrir portas para tocar em pessoas porque eu preciso de um avião mais novo”, declarou.

A fala rapidamente gerou reação negativa entre internautas, que questionaram o uso da fé e da influência religiosa para a obtenção de um bem de alto valor. Em meio à repercussão, muitos usuários criticaram o que consideraram uma associação entre práticas religiosas e interesses patrimoniais.

No próprio vídeo, o pastor rebate críticas e acusações de que teria utilizado recursos da igreja ou doações de fiéis para financiar gastos pessoais. Segundo ele, a aquisição do avião atual não teve essa finalidade.

“O avião, por exemplo, eu comprei em 2009, junto com a Associação Vitória em Cristo. Não foi dinheiro de igreja para meu bolso. Isso é uma ferramenta de trabalho”, afirmou.

Malafaia também contestou o que considera um tratamento desigual em relação a outros bens de consumo. “Eu precisava de uma ferramenta não para passear com a minha família, mas para trabalho. O engraçado é o seguinte: comprar um carro não é erro, mas comprar um avião é pecado, porque o dinheiro é maior. Que lógica ilógica é essa?”, disparou.

De acordo com informações divulgadas à época da compra, a aeronave atual teria sido adquirida por cerca de R$ 12 milhões, em parceria com a Associação Vitória em Cristo.

Veja a repercussão nas redes:

 

 

 

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Governador da Paraíba rebate Raquel Lyra sobre rivalidade entre São João de Caruaru e Campina Grande

 

Em tom de brincadeira, gestor disse que festa junina da Paraíba é melhor


                   Por Blog da Folha
Lucas Ribeiro e Raquel Lyra

O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), resgatou um vídeo da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) para brincar sobre a rivalidade entre as festas juninas em Pernambuco e na Paraíba. Em suas redes sociais, ele reproduziu uma fala da gestora pernambucana enaltecendo o São João do seu estado como melhor da região. 

Em resposta, o gestor paraibano rebateu que: "Quem conhece o São João da Paraíba não quer saber de outro lugar não. O melhor São João é aqui e o maior do mundo é em Campina Grande".

Confira o vídeo do governador Lucas Ribeiro:

 




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Viagem Lula chega à Alemanha para assinar parcerias comerciais e de inovação

 

Presidente vai participar da maior feira industrial do mundo


                        Por Agência Brasil
Lula desembarcou, neste domingo (19), na cidade de Hannover, na Alemanha, em busca de parcerias comerciais  - Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou, neste domingo (19), na cidade de Hannover, na Alemanha, em busca de parcerias comerciais e de inovação. Estão previstas as assinaturas de 10 acordos em diferentes áreas.

Lula foi recebido pelo chanceler alemão, Friedrich Merz, com honras de chefe de Estado ao chegar ao Palácio de Herrenhausen.

Ainda neste domingo, Lula deve se reunir, de forma privada, com o líder alemão e participar, ao lado de Merz, da cerimônia de abertura da Feira Industrial de Hannover, seguida de jantar oficial com lideranças empresariais.

O objetivo é ampliar a visibilidade internacional do Brasil, mostrar a integração do ecossistema brasileiro e reforçar o posicionamento do país como um destino de investimentos, tecnologia e negócios. 

Segundo o governo, as parcerias a serem assinadas incluem as áreas de defesa, mudanças climáticas, infraestrutura, inteligência artificial, inovações energéticas, bioeconomia, desenvolvimento sustentável, desenvolvimento de aplicativos e pesquisas nas áreas oceânicas e do cerrado brasileiro.

Reindustrialização
A ideia é consolidar parcerias estratégicas, promover a reindustrialização do Brasil e discutir temas globais urgentes, como a defesa da democracia, o combate às desigualdades e a crise climática.

Na segunda (20), Lula vai participar da Hannover Messe, que é a maior feira de inovação e tecnologia industrial do mundo. Nesta edição, o evento homenageia o Brasil. O presidente ainda deve participar de um fórum empresarial.

Na feira, a participação brasileira conta com cerca de 2.700 metros quadrados de exposição, organizados nas áreas temáticas de transição energética, hidrogênio, digitalização, indústria avançada, economia circular e inteligência artificial. Haverá a presença de 140 empresas brasileiras e outras 300 representadas.

Estratégia
Segundo a diplomacia brasileira, a participação do presidente Lula na Feira Industrial reflete uma decisão estratégica, em sintonia com a retomada da política industrial do país.

Ainda na segunda, o presidente participa da abertura da 42ª edição do Encontro Econômico Brasil–Alemanha, que reúne empresários e autoridades dos dois países para discutir temas como inovação, sustentabilidade, geopolítica, indústria de defesa e inteligência artificial.

Lula também participará da sessão plenária da 3ª Reunião de Consultas Intergovernamentais de Alto Nível entre Brasil e Alemanha, com participação de delegações ministeriais dos dois países. Está prevista também a possibilidade de visita à cidade de Wolfsburg, sede global da Volkswagen. 

Para o governo, a Alemanha se destaca como um dos principais interlocutores do Brasil na Europa. O país europeu é hoje o principal parceiro do Brasil em cooperação técnico-financeira e mantém atuação relevante em iniciativas voltadas à agenda climática, à transição energética e ao desenvolvimento sustentável.


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LUTA: No Dia dos Povos Indígenas, organizações cobram demarcações e proteção

 

"Sem demarcação não há vida", disse Apib


                     Por Agência Brasil

Demarcação é uma reparação histórica, afirma Apib - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Organizações indígenas se manifestaram neste domingo (19), data em que se comemora o Dia dos Povos Indígenas, pedindo a demarcação de suas terras. A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) destacou que a demarcação é uma reparação histórica e que territórios são imprescindíveis para a vida do indígena.

“Seguimos resistindo porque nossos territórios continuam sob ataque e nossos corpos continuam sendo alvo. Precisamos dos nossos territórios demarcados e protegidos. Sem demarcação não há vida, não há cultura, não há futuro. Território é onde plantamos, onde rezamos, onde enterramos nossos ancestrais e onde nossos filhos vão crescer”, disse a organização nas redes sociais.

A Apib ainda ressaltou a violência à qual os povos indígenas são submetidos e a exploração ilegal de territórios.

“Precisamos que parem de violentar nossos corpos e territórios. Garimpo ilegal, madeireiro, invasão, assédio, feminicídio: nada disso é tradição. Violência não é cultura. Demarcar é reparar. Não há soberania nem democracia sem território demarcado”.

A Apib é organizadora do Acampamento Terra Livre, em Brasília, considerado a maior e mais importante mobilização indígena no país. O evento ocorreu no início de abril e reuniu representantes de grande parte dos 391 povos originários existentes no Brasil, bem como de outras nações, para debater a defesa dos territórios e denunciar as violações aos direitos indígenas.

A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) pediu também a proteção e a demarcação dos territórios indígenas. A organização destacou que a destruição dessas áreas causa impacto diretamente no equilíbrio da Amazônia Brasileira, evidenciado nas secas extremas, queimadas e degradação ambiental.

“Os territórios indígenas estão sob ataque permanente, com o garimpo ilegal, desmatamento, grilagem e grandes empreendimentos que avançam sobre a Amazônia, invadindo terras que deveriam estar protegidas. E isso não é um conflito isolado, mas sim um projeto contínuo de exploração sobre os nossos territórios”, disse a entidade nas redes sociais.

A Anistia Internacional também se manifestou no Dia dos Povos Indígenas e pediu urgência na devolução de terras e demarcação. “Só será possível falar em celebração quando os direitos de todos os povos originários no Brasil e no mundo forem plenamente garantidos”.

“Demarcar terras, proteger comunidades e respeitar modos de vida que mantêm vivas culturas, saberes e tecnologias ancestrais não é apenas uma reparação histórica. É garantir futuro. Quando esses direitos são violados, não se perde apenas o passado, perde-se também a possibilidade de amanhã”.

A Anistia ressaltou que os povos indígenas protegem cerca de 80% da biodiversidade global, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). “A resposta para a crise do presente já existe e ela vem de quem sempre esteve aqui. Defender os direitos dos povos indígenas é defender os direitos humanos”.

A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) defendeu a valorização e reconhecimento dessas populações. “Os povos indígenas estão presentes em diversos espaços, assim como na Funai, seja diante das ações da política indigenista, seja na gestão da Fundação”.

“Com essa gestão indígena, avançamos na demarcação e na proteção dos territórios indígenas, além do fortalecimento dos direitos e na autonomia da gestão das terras indígenas”, acrescentou, nas redes sociais.


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GUERRA: Irã promete 'responder em breve' a ataque e apreensão de cargueiro pelos EUA

Tensão entre Irã e Estados Unidos aumenta após apreensão de navio iraniano e ameaça de retaliação militar

                                   AFP

Porta-voz do Irã, Esmaeil Baghaei, critica mídia dos EUA e ameaças a negociadores (Foto: ATTA KENARE / AFP)

O Irã prometeu neste domingo (20) “responder em breve” à apreensão, por parte da Marinha dos Estados Unidos, de um de seus cargueiros, que tentava driblar o bloqueio dos portos iranianos imposto pelos Estados Unidos.

“As Forças Armadas da República Islâmica do Irã responderão em breve e tomarão medidas de represália contra este ato de pirataria armada e contra os militares americanos”, escreveu no Telegram o porta-voz do Estado-Maior iraniano, acusando os Estados Unidos de terem “violado o cessar-fogo”.



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INVESTIGAÇÃO: Mais um alvo de operação que descobriu rachadinha na Alepe é exonerado

Operação Draft investiga esquema de rachadinhas e servidores-fantasmas na Alepe e já provoca exonerações em gabinetes e no Governo de Pernambuco

                                                                      Fachada da Alepe (Arquivo/DP)

Fachada da Alepe (Arquivo/DP)

A Operação Draft, que investiga um esquema de rachadinhas e servidores-fantasmas na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), continua gerando desdobramentos no quadro de servidores e assessores. Arthur Valença de Luna, que atuava no gabinete da deputada Gleide Ângelo (PP), foi um dos exonerados após a deflagração do caso.

A saída dele foi publicada no Diário Oficial do Legislativo na sexta-feira (17), dois dias após a operação. O ato foi datado de 15 de abril e assinado pelo presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto.

Antes disso, outros investigados já haviam sido exonerados de cargos no Governo de Pernambuco. As demissões foram publicadas no Diário Oficial do Estado na quinta-feira (16).

Entre eles estão o ex-deputado estadual Leonardo Dias, filiado ao PSB à época dos fatos, e Carlos Tavares Bernardo. Leonardo ocupava o cargo de secretário-executivo de Micro e Pequena Empresa e Fomento ao Empreendedorismo. Já Carlos Tavares atuava como gestor de Articulação e Implementação, ambos na Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo. As saídas têm efeito retroativo a 15 de abril, data das buscas e apreensões.

Segundo a investigação, os dois também estão entre os alvos da operação, que apura um suposto esquema de desvio de recursos em gabinetes parlamentares.

Entre os investigados estão ainda os ex-deputados Leonardo Dias e seu pai, Romário Dias (PL), ex-presidente da Alepe e ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE). Eles são suspeitos de chefiar um esquema de desvio milionário envolvendo gabinetes da Assembleia.

Além deles, também foram alvos da operação Rodrigo Antonio Martorelli Silva de Almeida, Ario Krishnamurti Machado de Albuquerque, Arthur Valença de Luna, Carlos Tavares Bernardo e José Natanael Mendes de Sá.

De acordo com a Polícia Civil, os investigados são ou foram agentes públicos que atuaram em gabinetes parlamentares entre 2015 e 2024, período em que teriam ocorrido os desvios.

Segundo o delegado responsável pelo caso, entre 2015 e 2019 teria sido estruturada uma organização criminosa com divisão de funções entre núcleo político, operacional e financeiro.


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sexta-feira, 17 de abril de 2026

Entrevista de Lula à mídia independente supera 1,4 milhão de interações e alcança milhões de visualizações

 

Com 1.493 publicações em 48 horas, conversa pautou a imprensa e dominou redes sociais; relatório aponta engajamento massivo que furou bolhas digitais


Leonardo Attuch, Renato Rovai e Kiko Nogueira, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva 
(Foto: Ricardo Stuckert)

A entrevista de Lula à mídia independente, concedida com exclusividade à Revista Fórum, ao Brasil 247 e ao DCM na última terça-feira (14), tornou-se um fenómeno de audiência digital e pautou o debate nacional de forma transversal. Em apenas dois dias, a repercussão alcançou a marca de 1,4 milhão de interações nas redes sociais e gerou milhões de visualizações em múltiplas plataformas. Os dados constam de um relatório técnico de repercussão enviado à Secretaria de Comunicação Social (Secom), comprovando que o conteúdo pautou o debate nacional de forma transversal.


Ao todo, foram registadas 1.493 publicações únicas entre os dias 14 e 15 de abril. A força da conversa, realizada no Palácio do Planalto, manifestou-se na ocupação de espaços na chamada grande mídia, como Folha de S.Paulo, O Globo, Estadão e Valor Económico, além da viralização orgânica que atingiu portais regionais.

Entrevista de Lula à mídia independente fura a bolha narrativa

Renato Rovai, editor da Revista Fórum, ressalta que o alcance milionário prova que a mídia progressista já possui infraestrutura e capilaridade para disputar a agenda com os grandes conglomerados de comunicação. Para o jornalista, a transparência do governo ao dialogar com estes veículos fortalece a democracia.

“O resultado dessa pesquisa mostra a dimensão da mídia progressista e sua capacidade de fazer jornalismo que fura a bolha. O que a gente precisa é ter condições iguais na cobertura. Lula ao ter falado conosco com seriedade e transparência permitiu isso.”

Inflexão política e reafirmação de 2026

O motor deste engajamento milionário foi a declaração sobre a disputa presidencial de 2026. Ao dissipar dúvidas sobre a sua candidatura, o presidente gerou conteúdo primário de alto valor noticioso. Leonardo Attuch, diretor do Brasil 247, define o momento como um divisor de águas político que impactou instantaneamente o ambiente pré-eleitoral.

“A entrevista foi um ponto de inflexão, porque dissipou qualquer dúvida sobre a candidatura do presidente Lula e mostrou sua disposição para vencer mais uma vez”, diz Leonardo Attuch, do Brasil 247.

A sinalização pautou manchetes em veículos nacionais e foi o tema central da cobertura da revista na reportagem “Lula confirma candidatura à presidência: ‘Tenho muita coisa pra fazer nesse país’”.

Contraponto à imprensa hereditária

A análise do relatório aponta que a repercussão forçou a grande mídia a adotar os enquadramentos propostos pelos veículos independentes. Kiko Nogueira, diretor do DCM, destaca que o episódio consolida a importância de oferecer um contraditório efetivo ao noticiário tradicional.

“A entrevista de Lula consolidou a importância da mídia alternativa. Sem a contrapartida ao que é vendido pela imprensa hereditária, os brasileiros não conhecerão a verdade. Ficaremos com o Powerpoint”

Viralização e monitoramento em tempo real

O engajamento massivo foi puxado pelo Instagram, com 1.148.196 interações, e pelo Facebook, com 251.142. Apenas no YouTube, o monitoramento mapeou 516.357 visualizações em 85 vídeos distintos, evidenciando o poder de fragmentação do conteúdo em cortes virais para o TikTok e o X.

Para Edgard Piccino, analista responsável pelo levantamento de dados, os números explicam o efeito em cascata observado na cobertura nacional em tempo real, atingindo veículos de todas as regiões do país.

“A repercussão foi imediata e em um volume muito grande, o que demonstra que todos os veículos estavam acompanhando a entrevista ao vivo, para fazer a cobertura em tempo real. Houve uma reverberação em ondas, alcançando praticamente todos os veículos regionais e locais do país, além de uma ampla gama de perfis nas redes sociais.”

Desdobramentos: De Trump às apostas online

A conversa rendeu audiência elevada ao abordar temas sociais urgentes. A Fórum detalhou a pressão presidencial pelo fim da escala 6×1 e as críticas ácidas a Donald Trump, publicadas na matéria “Lula sobre Trump vestido de Jesus Cristo: ‘sinceramente…’”.

O impacto na economia popular foi pautado com a resposta ao avanço das bets, detalhada na reportagem sobre o programa contra endividamento por apostas. No combate à desinformação, o veículo registou a reação a fake news na matéria sobre Flávio Bolsonaro e a relação com a grande mídia na reportagem sobre a conversa com dirigente da Globo.

Ao final de 48 horas, o saldo editorial confirma o peso institucional da entrevista de Lula à mídia independente. O ecossistema progressista demonstrou capilaridade, velocidade e densidade técnica para conduzir conversas que reverberam muito além do seu público original. Por: Diego Feijó de Abreu, da revista Fórum


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João Campos tem 50% e Raquel Lyra 38% em Pernambuco, diz Datafolha

 

Prefeito do Recife mantém distância de 12 pontos sobre a governadora


Raquel Lyra e João Campos (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil I Edson Holanda / PCR )


A mais recente pesquisa Datafolha mostra João Campos liderando disputa pelo governo de Pernambuco com 50% das intenções de voto e vantagem de 12 pontos sobre Raquel Lyra, indicando um cenário de estabilidade na corrida eleitoral para 2026.

O estudo aponta que Campos (PSB), aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece com 50% das intenções de voto no primeiro turno. Já Raquel Lyra (PSD) registra 38%, mantendo a diferença de 12 pontos percentuais entre os dois principais concorrentes.

Além deles, os deputados estaduais Eduardo Moura (Novo) e Ivan Moraes (PSOL) aparecem com 3% e 1% das intenções de voto, respectivamente. O grupo de eleitores que declara voto em branco, nulo ou ainda está indeciso soma 10%.

O levantamento indica um quadro de estabilidade quando comparado à pesquisa anterior, realizada em fevereiro. Na ocasião, João Campos tinha 47% das intenções de voto, enquanto Raquel Lyra aparecia com 35%, o que demonstra variações dentro da margem de erro.

A pesquisa também avaliou o índice de rejeição dos candidatos. João Campos e Ivan Moraes são os mais rejeitados, ambos com 39% dos entrevistados afirmando que não votariam neles de forma alguma. Já Raquel Lyra apresenta índice de rejeição menor, com 29%.

O Datafolha realizou o levantamento por meio de entrevistas presenciais entre os dias 13 e 15 de abril. Ao todo, foram ouvidas 1.022 pessoas com 16 anos ou mais em Pernambuco. A pesquisa está registrada sob o número PE-04713/2026, possui nível de confiança de 95% e margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. - 247.


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Datafolha mostra Lula com ampla vantagem sobre Flávio Bolsonaro em PE. Marília e Humberto lideram corrida pelo Senado

 

Em eventual segundo turno, a pesquisa também aponta vitória folgada do presidente Lula sobre o político da extrema direita entre os eleitores de Pernambuco


Lula e Flávio Bolsonaro (Foto: Ricardo Stuckert/PR I Divulgação)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 53% das intenções de voto em Pernambuco, contra 26% de Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (16). No primeiro turno, sete pré-candidatos aparecem com 1% cada: Romeu Zema (Novo), Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Cabo Daciolo (Mobiliza), Renan Santos (Missão), Aldo Rebelo (DC) e Samara Martins (UP). O índice de eleitores que declararam voto branco, nulo ou nenhum chega a 11%, enquanto 3% afirmam não saber em quem votar.

O levantamento também simulou um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. O presidente amplia a vantagem e atinge 59% das intenções de voto, enquanto o senador registra 32%. Os votos brancos, nulos ou nenhum somam 8%, e 1% dos entrevistados não souberam responder.

Foram entrevistados 1.022 eleitores de 13 a 15 de abril. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Encomendado pela Rede Nordeste, o levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números PE-04713/2026 e BR 01221/2026.

Corrida pelo Senado

Humberto Costa e Marilia Arraes
Marillia Arraes e Humberto Costa. Foto: Reprodução/Redes Sociais | Aldemir Barreto/Agência Senado

A pesquisa sobre a corrida pelo Senado apontou a liderança de Marília Arraes (PDT) em todos os cenários avaliados, com índices entre 40% e 42% das intenções de voto. O levantamento também mostra Humberto Costa (PT) na segunda colocação, com variação entre 31% e 32%, consolidando a polarização entre os dois nomes no estado. O estudo testou quatro simulações distintas com diferentes combinações de candidatos. 

No cenário A, que inclui Eduardo da Fonte (PP) e Anderson Ferreira (PL), Marília alcança 42%, seguida por Humberto Costa com 32%. Eduardo da Fonte aparece com 17% e Anderson Ferreira soma 14%. Armando Monteiro (Podemos) registra 13%, enquanto Túlio Gadêlha (PSD) tem 12%. 

Jô Cavalcanti (Psol) e Fernando Dueire (PSD) marcam 5% cada, e Paulo Rubem Santiago (Rede) atinge 4%. O percentual de eleitores que indicam voto branco, nulo ou nenhum chega a 19% para a primeira vaga e 25% para a segunda, enquanto indecisos somam entre 6% e 7%.

No cenário B, com Miguel Coelho (União) no lugar de Eduardo da Fonte, Marília aparece com 40% e Humberto Costa com 31%. Miguel Coelho registra 16% e Anderson Ferreira mantém 14%. Armando Monteiro segue com 13% e Túlio Gadêlha marca 11%. 

Jô Cavalcanti atinge 6%, Fernando Dueire fica com 5% e Paulo Rubem permanece com 4%. Brancos, nulos e nenhum candidato variam entre 20% e 26%, e indecisos ficam entre 5% e 7%.

No cenário C, que reúne Eduardo da Fonte e Mendonça Filho (União), Marília soma 41% e Humberto Costa registra 31%. Eduardo da Fonte aparece com 17% e Mendonça Filho com 16%. Armando Monteiro alcança 14% e Túlio Gadêlha marca 12%. 

Jô Cavalcanti e Fernando Dueire mantêm 5% cada, enquanto Paulo Rubem registra 4%. O índice de votos brancos, nulos ou nenhum candidato permanece entre 19% e 25%, e indecisos variam de 5% a 7%.

No cenário D, com Miguel Coelho e Mendonça Filho, Marília registra 41% e Humberto Costa mantém 31%. Miguel Coelho aparece com 16% e Mendonça Filho com 15%. Armando Monteiro soma 12% e Túlio Gadêlha também atinge 12%. 

Fernando Dueire registra 6%, Jô Cavalcanti tem 5% e Paulo Rubem permanece com 4%. Brancos, nulos e nenhum candidato oscilam entre 19% e 26%, enquanto indecisos ficam entre 6% e 7%.

Os dados indicam estabilidade na liderança e mostram um cenário fragmentado entre os demais concorrentes, com alto índice de eleitores indecisos ou que ainda não definiram voto válido para as vagas em disputa. - 247.


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