domingo, 29 de março de 2026

Raquel faz gesto a Lula e diz buscar soluções: “Eu não amo problema. Eu amo resolver problema"

 

Gestora afirmou que quer unir lideranças para resolver os problemas do estado e ressaltou a parceria


                             Por Anthony Santana

A governadora Raquel Lyra (PSD) ressaltou a aliança institucional com o presidente Lula (PT), ao dar ordem de serviço para as obras de ampliação do Aeroporto Oscar Laranjeiras, em Caruaru, na tarde da última sexta-feira (27).

Em meio às discussões sobre a possibilidade apoio do chefe do Executivo federal a mais de um palanque no estado, a gestora enfatizou a boa relação com ministros e o governo federal.

Segundo ela, o objetivo do seu governo é “juntar gente boa” para resolver problemas. Neste objetivo, ela afirma que busca se unir com lideranças para construir soluções para o estado. A gestora fez questão de ressaltar as suas agendas em busca de investimentos em Brasília e a garantia de recursos na Esplanada dos Ministérios.

“Me aliei ao presidente Lula, me aliei aos ministros, ao governo federal, me aliei aos prefeitos e prefeitas, vereadores e vereadoras, compreendendo as dores e garantindo que a gente pudesse, a partir da leitura dos problemas, construir as soluções”, declarou a governadora.

Recado

A gestora ainda aproveitou para enviar um recado direto aos opositores, ao afirmar que não gosta de problema. “Eu não amo problema. Eu amo resolver problema. Eu amo juntar gente boa para construir soluções”, disse.

A fala se contrapõe a declarações do pré-candidato ao governo do estado e prefeito do Recife, João Campos (PSB). Em seus discursos, o gestor oposicionista vem lembrando uma fala do pai, o ex-governador Eduardo Campos, falecido em 2014, que dizia que “não se dá intimidade a problema”.

Obra

Com investimento de R$ 96 milhões, a ampliação do Aeroporto de Caruaru contempla a reforma e adequação da pista de pouso e decolagem, da faixa de pista, da RESA (Área de Segurança de Fim de Pista), das pistas de táxi e do sistema de drenagem, além da instalação de auxílios à navegação e da elaboração do projeto executivo. Assim, o novo aeroporto vai permitir voos noturnos e receber aviões de maior porte, como aviões a jato. O governo promete lançar, em breve, a licitação da segunda etapa para construção do terminal.


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Lula reúne estudantes e anuncia novas ações para ampliar acesso à universidade em evento em São Paulo

 

Evento marca anúncios relacionados a programas e políticas de acesso à educação superior, além de celebrar resultados do Prouni e Lei de Cotas no Sisu


Presidente Lula com estudantes em Campos dos Goytacazes (RJ) (Foto: Ricardo Stuckert)


O presidente Lula participa nesta terça-feira (31), em São Paulo, de um evento voltado à ampliação do acesso ao ensino superior e à valorização de políticas públicas de inclusão educacional.

Acompanhado do ministro da Educação, Camilo Santana, Lula estará no encontro “Universidade com a Cara do Povo Brasileiro”, que será realizado às 15h no Sambódromo do Anhembi. A cerimônia reunirá estudantes beneficiados por políticas de inclusão, alunos de cursinhos populares, representantes de movimentos sociais e autoridades do governo federal.

Mais do que uma celebração, o evento também funcionará como espaço para anúncios de novas medidas voltadas ao ensino superior. Entre as ações previstas estão iniciativas relacionadas ao Programa Universidade para Todos, além de políticas públicas que buscam ampliar o ingresso de jovens de baixa renda nas universidades.

O Prouni, criado em 2004 durante o primeiro mandato de Lula, chega a 21 anos em 2026 como um dos principais programas de acesso ao ensino superior no país. A política garante bolsas integrais e parciais em instituições privadas, beneficiando milhões de estudantes ao longo de sua trajetória.

Outro destaque da cerimônia é o reconhecimento dos avanços da Lei de Cotas, que completa 14 anos de implementação, além da marca de uma década da formação da primeira turma de cotistas. As políticas são apontadas como fundamentais para promover maior diversidade social e racial nas universidades brasileiras.

Durante o evento, também serão formalizados atos normativos ligados ao Prouni e ao Programa Nacional Escola Nacional Hip Hop H2E, iniciativa direcionada às redes públicas de ensino. O governo federal ainda divulgará o resultado do edital da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP), voltada ao fortalecimento da preparação de estudantes para o ingresso no ensino superior. - 247.


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SAÚDE Não é caminhada nem musculação: novo estudo aponta melhor exercício para dormir bem

 

Pesquisa traz resultado diferente de anteriores


                            Por Agência O Globo

Estudos já comprovaram que praticar atividade física ajuda a melhorar o sono. Mas que tipo de atividade?

Uma meta-análise de 30 ensaios clínicos randomizados revelou que a prática regular de ioga de alta intensidade está mais fortemente associada à melhora do sono do que caminhadas, treinamento de resistência, exercícios combinados, atividades aeróbicas ou tradicionais chinesas, como qi gong e tai chi.

Os ensaios incluídos na análise foram realizados em mais de uma dúzia de países e envolveram mais de 2.500 participantes com distúrbios do sono em todas as faixas etárias. O estudo foi publicado na revista Sleep and Biological Rhythms.

Ao analisarem os dados, pesquisadores da Universidade de Esportes de Harbin, na China, descobriram que ioga de alta intensidade, por menos de 30 minutos, duas vezes por semana, era o melhor exercício para combater a insônia.

A caminhada foi a segunda melhor forma de atividade física, seguida pelo treinamento de resistência. Resultados positivos foram observados a partir de apenas oito semanas.

As conclusões, publicadas em 2025, são diferentes de uma meta-análise de 2023, que constatou que exercícios aeróbicos de intensidade moderada, três vezes por semana, eram a maneira mais eficaz de melhorar a qualidade do sono em indivíduos com distúrbios do sono.

Um dos estudos incluídos nessa revisão, no entanto, indicou que a ioga teve efeitos mais significativos sobre os resultados do sono do que outros tipos de exercício. Além disso, a ioga pode ser difícil de categorizar como aeróbica ou anaeróbica, e sua intensidade pode variar dependendo da técnica utilizada.

Efeitos no organismo

A meta-análise mais recente não explica por que a ioga pode ser particularmente benéfica para o sono, mas existem várias possibilidades. Ela não só pode aumentar a frequência cardíaca e exercitar os músculos, como também pode regular a respiração. Pesquisas indicam que o controle da respiração pode ativar o sistema nervoso parassimpático, que está envolvido no repouso e na digestão.

Alguns estudos sugerem até que a ioga regula os padrões de atividade das ondas cerebrais, o que poderia promover um sono mais profundo.

O estudo sobre ioga foi publicado na revista Sleep and Biological Rhythms.

Uma versão anterior deste artigo foi publicada em agosto de 2025.


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Líder iraniano diz que americanos estão cansados de “reis”

 

Masoud Pezeshkian afirma que população americana está revoltada com política “Israel Primeiro”


Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian 12/06/2025 (Foto: Site da Presidência do Irã/WANA/Divulgação via REUTERS)


O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, fez duras críticas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mencionando as manifestações que tomaram as ruas dos EUA neste sábado (29). 

Em uma publicação na rede social X o líder iraniano repercute os protestos conhecidos como “No Kings” (“Sem Reis”) no território norte-americano.

“Especialistas em IA nos Estados Unidos deveriam alertar o presidente Trump sobre a realidade da participação da população nos protestos "Sem Reis". O povo americano está revoltado com a política "Israel Primeiro", escreveu Pezeshkian.

O líder iraniano também apontou insatisfação crescente entre os cidadãos americanos em relação à política externa do país. “The American people are angry about ‘Israel First’. They are tired of Israeli kings ruling over American democracy”, declarou.

Em outro trecho, Pezeshkian reforça a ideia de que a população dos Estados Unidos está consciente das dinâmicas de poder internas. “Eles estão cansados ​​de reis israelenses governando a democracia americana”, afirmou. -  247.

Globo se desculpa por PowerPoint que tentou jogar o caso Master no colo de Lula (vídeo)

 

Jornalista Andréia Sadi anunciou a retratação durante edição do Estúdio I desta segunda-feira


Globo se desculpa por PowerPoint que tentou jogar o caso Master no colo de Lula (vídeo) (Foto: Reprodução / GloboNews)

A jornalista Andréia Sadi, no Estúdio I da GloboNews, pediu desculpas, nesta segunda-feira (23), ao público pela exibição de um PowerPoint sobre o caso Master. O material foi apresentado ao público na última sexta-feira (20) e associava, sem provas, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao escândalo envolvendo o ex-dono da instituição financeira, Daniel Vorcaro.

Segundo Sadi, "o material estava errado e incompleto e também não deixou claro o critério que foi usado para a seleção das informações". Ela explicou que a apresentação acabou misturando contatos institucionais com nomes que Vorcaro menciona como tendo relação contratual ou pessoal, além de incluir outros nomes que ainda estão sob análise da Polícia Federal ou que, segundo as informações apuradas até o momento, podem ser considerados não republicanos.

A jornalista também ressaltou que a arte exibida não trouxe todos os envolvidos já tornados públicos. "Não foram incluídos nomes que já se tornaram públicos por envolvimento com o caso Master, como ministros do Supremo e políticos, nem ex-diretores do Banco Central, que estão sob escrutínio da polícia por suspeita de corrupção na relação com o banqueiro", afirmou.

Diante da apresentação incompleta, Sadi afirmou que a GloboNews segue comprometida com os princípios editoriais do canal e pediu desculpas ao público. "Diante de um material incompleto e em desacordo com os nossos princípios editoriais, a gente pede desculpas", - 247.


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Lula define que Alckmin será seu vice na campanha à reeleição, diz jornal

 

Decisão pode consolidar chapa de 2022 e reduz espaço para novos aliados nacionais em 2026


Geraldo Alckmin e Lula (Foto: RIcardo Stuckert / PR)


O presidente Lula (PT) já definiu que o atual vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) será novamente seu companheiro de chapa na disputa pela reeleição em outubro deste ano. A informação foi publicada pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

A manutenção da chapa reforça a estratégia adotada em 2022, quando a aliança entre Lula e Alckmin foi interpretada como um movimento de aproximação com setores mais ao centro do espectro político. À época, a composição foi considerada um dos fatores que ampliaram a base eleitoral do petista.

No governo, Alckmin também assumiu o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, tendo atuação relevante em momentos de tensão comercial internacional, como durante o tarifaço imposto pelo governo de Donald Trump a produtos brasileiros.

Ao longo deste ano, setores do PT chegaram a discutir a possibilidade de incluir um nome do MDB na vice, numa tentativa de criar um novo fato político para a campanha. No entanto, essa hipótese perdeu força recentemente.

No último sábado, o presidente do PT, Edinho Silva, afirmou que MDB e PSD não devem integrar a aliança nacional de reeleição. Segundo ele, eventuais composições com esses partidos devem ocorrer apenas em âmbito estadual.

A definição pela permanência de Alckmin na vice também está ligada às mudanças no cenário eleitoral em São Paulo. No início do ano, Lula chegou a indicar que o vice poderia disputar o governo estadual ou uma vaga no Senado, ao afirmar que ele “teria uma missão cumprir”.

Esse cenário, porém, se alterou nas últimas semanas. O ex-ministro Fernando Haddad foi anunciado como pré-candidato ao governo paulista, enquanto a ministra do Planejamento, Simone Tebet, filiou-se ao PSB para concorrer ao Senado.

No cenário paulista, a formação da chapa ainda passa por ajustes. A tendência é que a segunda vaga seja ocupada pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que avalia uma possível mudança partidária, podendo deixar a Rede para se filiar ao PT ou ao PSOL. - 247.


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guerra Ataques de Israel no Líbano mataram mais de 1.200 desde o início da guerra

 

Segundo o balanço oficial, 49 pessoas morreram entre sábado e domingo, incluindo 10 socorristas e três jornalistas


                        Por AFP

Os ataques israelenses no Líbano provocaram 1.238 mortes desde o início da guerra em 2 de março, incluindo 124 crianças, e deixaram mais de 3.500 feridos, informou neste domingo (29) o Ministério da Saúde.

Segundo o balanço oficial, 49 pessoas morreram entre sábado e domingo, incluindo 10 socorristas e três jornalistas. Além disso, mais de um milhão de pessoas foram deslocadas pelos bombardeios e pelas ordens de expulsão do Exército israelense.


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Milhões saem às ruas contra Trump num dos maiores protestos da história dos Estados Unidos

 

Estima-se que até 9 milhões de pessoas tenham ido às ruas contra a destruição da democracia, a guerra contra o Irã e a estupidez da extrema-direita


Protestos contra Trump levaram milhões às ruas (Foto: Reuters)

Milhões de pessoas tomaram as ruas dos Estados Unidos e de diversos países neste sábado (28) em uma das maiores jornadas de protesto da história recente contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Sob o lema “No Kings” (“Sem reis”), as manifestações denunciaram o avanço autoritário da Casa Branca, a escalada militar contra o Irã, a repressão a imigrantes e o ambiente de deterioração democrática impulsionado pela extrema-direita. As informações são da CBS News e da Associated Press. Estima-se que os protestos tenham reunido 9 milhões em vários estados.


Os atos ocorreram nos 50 estados norte-americanos, com mais de 3.100 eventos registrados, além de mobilizações em mais de uma dezena de países. Organizadores estimaram que até 9 milhões de pessoas participaram das manifestações, evidenciando a amplitude da rejeição ao trumpismo e às suas políticas consideradas agressivas e antidemocráticas.

Minnesota se torna símbolo da resistência

O principal foco dos protestos foi St. Paul, em Minnesota, estado que se tornou um centro de resistência após a morte de Renee Good e Alex Pretti, atingidos por agentes federais durante ações ligadas à política migratória do governo Trump. O episódio desencadeou revolta popular e mobilizações contínuas.

Milhares de pessoas ocuparam o entorno do Capitólio estadual, formando uma multidão que se estendia por ruas e áreas públicas. Muitos manifestantes carregavam bandeiras dos Estados Unidos invertidas, um símbolo histórico de alerta e angústia nacional.

O músico Bruce Springsteen foi a principal atração do ato e apresentou a canção “Streets of Minneapolis”, composta em resposta às mortes. Antes da apresentação, ele afirmou: "A força de vocês e o compromisso de vocês nos mostraram que isto ainda é a América" e acrescentou: "E este pesadelo reacionário, e essas invasões de cidades americanas, não vão prevalecer."

O evento também contou com a presença de Joan Baez, Jane Fonda e do senador Bernie Sanders, além de ativistas e lideranças políticas. Segundo os organizadores, mais de 200 mil pessoas participaram do ato em St. Paul, superando os números da Marcha das Mulheres de 2017.

Protestos se espalham por todo o país

As manifestações ocorreram em grandes cidades como Nova York, Chicago, Filadélfia e Washington, mas também em pequenas localidades de estados conservadores, demonstrando que a oposição ao governo Trump se espalha por diferentes regiões do país.

Em Filadélfia, milhares de pessoas ocuparam o centro da cidade e interromperam o trânsito. Em Chicago, organizações civis lideraram grandes atos. Em San Diego, cerca de 40 mil pessoas participaram de uma marcha, segundo autoridades locais.

Na capital Washington, manifestantes caminharam do Lincoln Memorial até o National Mall com cartazes como “Abaixe a coroa, palhaço” e “A mudança de regime começa em casa”, entoando palavras de ordem contra o autoritarismo.

Críticas à política de Trump e reação oficial

Entre as principais reivindicações estavam o fim da guerra no Irã, a reversão de políticas migratórias consideradas agressivas e a defesa de direitos civis, incluindo os da população transgênero.

A diretora executiva da New York Civil Liberties Union, Donna Lieberman, afirmou durante coletiva: "Eles querem que tenhamos medo, que acreditemos que não há nada que possamos fazer para detê-los" e completou: "Mas sabem de uma coisa? Eles estão errados — completamente errados."

A Casa Branca reagiu minimizando os protestos. A porta-voz Abigail Jackson declarou: "As únicas pessoas que se importam com essas sessões de terapia contra Trump são os repórteres pagos para cobri-las."

Ironia e criatividade contra o autoritarismo

Os atos também foram marcados por ações criativas. Em Washington, um grupo fantasiado de insetos usava coletes com a sigla “LICE”, em referência ao ICE (Serviço de Imigração e Alfândega), em tom de sátira.

O participante Bill Jarcho explicou: "O que oferecemos é zombaria ao rei" e acrescentou: "Trata-se de pegar o autoritarismo e ridicularizá-lo, algo que eles detestam."

Segundo os organizadores, dois terços dos participantes vieram de regiões fora dos grandes centros urbanos, incluindo estados tradicionalmente conservadores, o que indica uma ampliação da base de oposição ao governo Trump.

Mobilização global contra Trump e a guerra

Os protestos também ocorreram em diversos países. Em Roma, milhares marcharam contra políticas conservadoras e em defesa da democracia. Em Paris, centenas de pessoas — incluindo norte-americanos residentes na França — se reuniram na Bastilha.

A organizadora Ada Shen declarou: "Eu protesto contra todas as guerras intermináveis de Trump, ilegais, imorais, imprudentes e irresponsáveis."

Em Londres, manifestantes exibiram cartazes como “Parem a extrema-direita” e “Levantem-se contra o racismo”, associando a guerra no Irã ao avanço de forças ultrarreacionárias.

Um movimento de massa contra a extrema-direita

A dimensão dos protestos revela um cenário de forte contestação ao governo Trump. Para milhões de pessoas, suas políticas representam uma ameaça direta à democracia, aos direitos civis e à estabilidade global.

A mobilização “No Kings” se consolida, assim, como um dos maiores movimentos de contestação popular da atualidade, reunindo multidões contra a guerra, o autoritarismo e o avanço da extrema-direita nos Estados Unidos e no mundo. - 247.


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Professora Pedrina, sua missão é ensinar e cuidar

"A professora que ensina com as mãos e com o coração e no compasso do ABC e do Respeito, semeia o futuro e honra o passado." Por: ...