terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Agradecimento do Blog a todos os nossos leitores e seguidores.


Como proprietário deste Blog, venho neste momento agradecer a todos os meus familiares e queridos amigos internautas leitores e seguidores do Blog do BILL NOTICIAS, pelo apoio de todos vocês, pois é uma grande satisfação poder comunicar a todos, que o nosso Blog já ultrapassou no final de 2017, à marca das 116.000,00 visualizações. Para mim é gratificante saber que tantas pessoas apreciam o trabalho que tenho feito, que é levar até vocês noticias de qualidade, deixando todos sempre bem informados dos acontecimentos do dia a dia da nossa região, do país e do mundo.
Quero neste momento agradecer a cada um de vocês que me seguem no Blog do BILL NOTICIAS, e dizer que sua participação é muito importante e nos incentiva a melhorar nossa comunicação e informações a cada dia. Pois é através da sua participação que podemos ver o que temos feito e ao mesmo tempo poder aprimorar casa vez mais o nosso trabalho de utilidade pública.
Para os nossos leitores, seguidores e não seguidores fica aqui o meu carinho especial. E, aproveitando o momento, convido aos demais a seguir o Blog do BILL NOTICIAS, para que possamos aumentar ainda mais nosso mural de seguidores.
Mais uma vez meus agradecimentos a todos vocês, e que em 2018 possamos continuar juntos, de um lado eu como Blogueiro mantendo vocês sempre bem informados dos acontecimentos do dia a dia, sempre com fatos verdadeiros, do outro lado vocês recebendo sempre as noticias quentinhas e com credibilidade, da nossa região do País e do mundo!!
A todos um Feliz Ano Novo com muita saúde, muitas conquistas, muita paz, muito amor enfim... muito tudo de bom!

Um cordial abraço,

Blog do BILL NOTICIAS

JUDICIALIZAÇÃO É ARMADILHA CONTRA A DEMOCRACIA

Ricardo Stuckert

O Brasil deixou de ser uma democracia quando o judiciário deixou de cumpriu sua função de zelar pelo Estado de Direito. Quando o Legislativo perpetrou o maior golpe contra a democracia, desrespeitando o voto popular e tirando o mandato delegado pelo povo a uma presidenta, sem nenhum argumento constitucional que o justificasse.
O Brasil deixou de ser uma democracia quando, diante dessa violência contra a soberania popular, o Judiciário se calou, de forma covarde e vergonhosa. Sua função maior é controlar se as decisões tomadas pelo executivo e pelo legislativo estão acordes com a Constituição. O judiciário deveria analisar a decisão do impeachment à luz da Constituição e tomar sua decisão.
Poderia até, de forma esdruxula, estar de acordo com a absurda decisão do legislativo. Mas nem isso fez. Se calou. Renunciou à sua função maior, deixando de funcionar como judiciário, como guardião das leis, para ser cumplice da maior violência politica cometida dentro da democracia. Seu então presidente até presidiu as sessões do Senado que consolidaram o golpe, sem se pronunciar.
Foi assim conivente com o golpe que terminou com o período democrático, conquistado com duras lutas, depois do próprio judiciário ter sido participante do golpe que havia liquidado a democracia em 1964. Se calou, deixou que tudo acontecesse nas suas barbas, enquanto discutia até sobre pipoca no cinema, mas nada sobre o impeachment.
A democracia terminou quando o judiciário permite que juízes prendam sem processos e julgamentos, que submetam os presos a situações vexatórias, até que digam o que os juízes querem, para condenar arbitrariamente a lideres políticos, quando recebem a recompensa da liberdade e da recuperação de parte do que roubaram. O judiciário deixa que tudo isso aconteça.
Deixa que juízes afirmem e ajam em base a "convicções", condenem sem crimes e sem provas, ser pronunciem fora dos autores como se fossem comentaristas da Globo, apareçam, promiscuamente, com os políticos mais corruptos do pais, que não são nem processados, menos ainda condenados por juízes que agem como militantes de partidos de direita.
A judicialização que pretende tirar do povo o direito de decidir os destinos do pais é uma violência frontal contra a democracia. Deveria ser coibida pelo judiciário e não alentada, de forma ativa e passiva. A judicialização é a armadilha que a direita monta para tentar impedir que Lula volte a ser presidente do Brasil, como o povo deseja.
O povo brasileiro não permitirá que essa operação aja de novo contra a vontade democrática do povo. Esses juizecos, que atuam de forma política e partidária contra o Lula, creem que podem tudo. Creem que os espaços que dispõem na mídia lhes dão o direito de decidir por sua própria conta.
O povo brasileiro não aceitará decisões arbitrárias contra o Lula e contra a democracia, de novo. Foi montada uma brutal operação contra a Dilma, sem que o Estado de Direito tivesse quem defendesse. Agora o povo será o guardião da democracia.
Que os chacais tirem suas garras de marajás corruptos de cima do Lula! Que não se atrevam a tentar inabilitar o Lula na disputa presidencial de 2018. Se pode fazer tudo com um papel na mão, menos violar a vontade popular.
Todos os juizecos que, por ação e por omissão, ajam contra a vontade popular, serão execrados, dia e noite, noite e dia, onde estiverem, nas suas cidades ou nas cidades dos EUA, onde costumeiramente se refugiam. Serão repudiados e não terão sossego, até enfrentarem julgamentos de lesa democracia e de lesa pátria, quando a democracia for reconquistada e os que atentam contra ela sejam devidamente julgados e condenados.
A judicialização da política representa o fim da democracia, o fim do judiciário, o fim da soberania popular. É ela que permitiu a instalação do governo mais corrupto e mais impopular que o pais já conheceu. É ela que conturba a vida do país. Se quiser se recuperar, minimamente, dos graves erros que cometeu contra a democracia, resta às instancias superiores do judiciário terminar com essa armadilha contra a democracia e permitir que o povo decida, de forma soberana, o país que queremos e que precisamos.(247).


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Câmara autoriza início de obras do Hospital Geral do Sertão em Serra Talhada


O governador Paulo Câmara estará nesta quinta-feira(04) para assinar a ordem de serviço do Hospital Geral do Sertão. Será a primeira agenda do gestor estadual fora de Recife em 2018.
A unidade foi anunciada por Câmara em março, na própria Capital do Xaxado. No anúncio, houve garantia de que a obra será viabilizada graças à captação de operação de crédito junta à Caixa Econômica. A unidade receberá um investimento de R$ 35 milhões e terá capacidade para realizar 462 internamentos por mês.
Em maio do ano passado, a Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa aprovou o Projeto de Lei Ordinária nº 1371/2017, que autoriza o Estado a receber a doação do imóvel onde será construído o Hospital.
Em outubro do ano passado, Câmara disse ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que as obras de terraplanagem começariam em janeiro.
“Vamos concluir esse hospital até dezembro de 2018. Temos uma Saúde cada vez mais demandada. Quando o Hospital do Sertão estiver pronto, teremos o cinturão completo de cobertura”, assegurou Câmara. A unidade promete ser referência de média e alta complexidade na região, reduzindo a ambulancioterapia, com excesso de transferência de pacientes ao Recife. (Fonte:Blog Nill Junior).

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Paulo Câmara decreta luto oficial de três dias pela morte do empresário Armando Filho


 (Foto: Nathalia Bormann/Folha de PE arquivo)

O governador de Pernambuco Paulo Câmara decretou hoje (2) pela manhã luto oficial de três dias pela morte do empresário e ex-ministro Armando Monteiro Filho. Paulo também divulgou nota de pesar se solidarizando com familiares e amigos de Armando:
“Dr. Armando foi um honrado pernambucano, um legítimo cavalheiro que sempre lutou, ao longo de toda a sua vida, pelas maiores causas do nosso Estado e do Brasil, como empresário e politico. Dr. Armando teve uma postura firme, democrática e corajosa no enfrentamento com a ditadura militar e foi uma referência para gerações. Quero prestar a minha homenagem pessoal a esse grande pernambucano e me solidarizar com seus familiares e amigos“, declarou.(C.Brito).

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MANIFESTO DE APOIO A LULA COMEÇA ANO COM 105 MIL ASSINATURAS


O ano de 2018 começou com 105 mil assinaturas no manifesto de apoio ao ex-presidente Lula, que se vê ameaçado de não poder concorrer nas eleições de outubro. Sob a palavra de ordem “Eleição sem Lula é fraude”, o documento está disponível aqui para a adesão.
Dentre as personalidades que assinaram o manifesto estão Noam Chomsky, o cantor e compositor Chico Buarque, os escritores Raduan Nassar e Milton Hatoum, os jornalistas Hildegard Angel e Mino Carta, o jurista Fábio Konder Comparato, o economista e ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira, o senador Roberto Requião, dentre outras.
A apelação de Lula vai a julgamento no próximo dia 24 de janeiro, em Porto Alegre, no TRF-4, quando ativistas prometem ocupar a capital gaúcha em defesa da democracia e por eleições livres.
Em mensagem de Ano Novo, Requião advertiu o judiciário a não substituir o povo na escolha do próximo presidente da República. “Tem que ser escolhido pelo voto direito do povo brasileiro”, exortou o senador, que é um dos coordenadores do #OcupaTRF4 no dia 24 de janeiro.
Para assinar o manifesto pró-democracia e em defesa da candidatura de Lula, basta clicar aqui. Exerça a sua cidadania e apoie a realização de eleições livres no Brasil. O povo decide.
Leia a íntegra do manifesto:
Eleição sem Lula é fraude
A tentativa de marcar em tempo recorde para o dia 24 de janeiro a data do julgamento em segunda instância do processo de Lula nada tem de legalidade. Trata-se de um puro ato de perseguição da liderança política mais popular do país. O recurso de recorrer ao expediente espúrio de intervir no processo eleitoral sucede porque o golpe do Impeachment de Dilma não gerou um regime político de estabilidade conservadora por longos anos.
O plano estratégico em curso, depois de afastar Dilma da Presidência da República, retira os direitos dos trabalhadores, ameaça a previdência pública, privatiza a Petrobras, a Eletrobras e os bancos públicos, além de abandonar a política externa ativa e altiva.
A reforma trabalhista e o teto de gastos não atraíram os investimentos externos prometidos, que poderiam sustentar a campanha em 2018 de um governo alinhado ao neoliberalismo. Diante da impopularidade, esses setores não conseguiram construir, até o momento, uma candidatura viável à presidência.
Lula cresce nas pesquisas em todos os cenários de primeiro e segundo turno e até pode ganhar em primeiro turno. O cenário de vitória consagradora de Lula significaria o fracasso do golpe, possibilitaria a abertura de um novo ciclo político.
Por isso, a trama de impedir a candidatura do Lula vale tudo: condenação no tribunal de Porto Alegre, instituição do semiparlamentarismo e até adiar as eleições. Nenhuma das ações elencadas está fora de cogitação. Compõem o arsenal de maldades de forças políticas que não prezam a democracia.
Uma perseguição totalmente política, que só será derrotada no terreno da política. Mais que um problema tático ou eleitoral, vitória ou derrota nessa luta terá consequências estratégicas e de longo prazo.
O Brasil vive um momento de encruzilhada: ou restauramos os direitos sociais e o Estado Democrático de Direito ou seremos derrotados e assistiremos a definitiva implantação de uma sociedade de capitalismo sem regulações, baseada na superexploração dos trabalhadores. Este tipo de sociedade requer um Estado dotado de instrumentos de Exceção para reprimir as universidades, os intelectuais, os trabalhadores, as mulheres, a juventude, os pobres, os negros. Enfim, todos os explorados e oprimidos que se levantarem contra o novo sistema.
Assim, a questão da perseguição a Lula não diz respeito somente ao PT e à esquerda, mas a todos os cidadãos brasileiros. Como nunca antes em nossa geração de lutadores, o que se encontra em jogo é o futuro da democracia.(Blog do Esmael Moraes).

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Em artigo, FBC diz que Jarbas é “uma alma movida pelo ódio” e devolve críticas de “adesista”


O senador Fernando Bezerra Coelho devolveu da mesma forma as duras críticas que recebeu do deputado federal Jarbas Vasconcelos, um dos principais nomes do PMDB (agora MDB), que perdeu o comando da legenda em Pernambuco para FBC. No artigo, divulgado pela Folha de S.Paulo, Fernando afirma que Jarbas “é alma movida pelo ódio” e rebate as acusações de ser “adesista”, ao afirmar que o deputado fez o mesmo quando lhe foi conveniente.
Confiram:
Uma coisa sobre Jarbas Vasconcelos é unanimidade em Pernambuco: trata-se de uma alma movida pelo ódio. Um homem que ao longo de tantas décadas notabilizou-se por difamar e atacar quem dele discorda.
Não foi com surpresa que lemos o artigo escrito por ele e veiculado por esta Folha na última quinta-feira (28/12) – “O que de fato esperar do novo MDB”. Quem conhece Jarbas sabe que esse tipo de atitude é sua marca na política.
Mas, para o bem da verdade, alguns pontos devem ser esclarecidos. Jarbas fala em contradições dos outros, quando sua biografia é marcada justamente por incoerências e traições. Chama a mim de adesista, mas aceitou meu apoio em 1990, quando meu pai foi seu candidato a vice-governador; em 2002, na disputa pela reeleição; e em 2014, quando foi eleito para a Câmara dos Deputados.
Como a história não se apaga, é importante lembrar que já na aurora da redemocratização, em 1982, ele traiu Miguel Arraes (1916-2005), impedindo o ex-governador de retomar nas urnas o mandato cassado em 1964.
Em 1985, nas primeiras eleições para prefeito de capitais, ele perdeu as prévias do PMDB para o ex-deputado Sérgio Murilo (1931-2010). O que fez, então? Deixou a legenda, indo abrigar-se no PSB para disputar a prefeitura do Recife. Pôs nas ruas a campanha de mais baixo nível já vista em Pernambuco, chamando o opositor de assassino.
Mais tarde, em 1998, na disputa para governador de Pernambuco, Jarbas não teve qualquer cerimônia para tecer as piores acusações justamente a Miguel Arraes, que tentava a reeleição.
“Ladrão e incompetente” eram os adjetivos que ele usava contra Arraes, um homem público de biografia absolutamente irretocável. Naquela ocasião, fui vice de Arraes, exatamente para defender sua honra diante de tantas agressões.
Em 2010, em nova disputa pelo governo, ele chamou Eduardo Campos (1965-2014) de coronel e mau caráter. Na sua fúria, sobrou até para a ex-deputada federal Ana Arraes, mãe de Eduardo, que se apresentava para o cargo de ministra do Tribunal de Contas da União (TCU).
Cansado do estilo de Jarbas, o povo de Pernambuco o esvaziou eleitoralmente a ponto de ele não conseguir eleger o próprio filho vereador do Recife.
Jarbas, de fato, se desconectou da população. Representa um tempo que foi enterrado nas urnas. Para não ser empurrado de vez para fora da política, procurou Eduardo, suplicando uma sobrevida.
Do dia para a noite, passou a elogiar justamente aquele a quem sempre detratou. Fato que até hoje é motivo de ironia nos meios políticos de todo o país. Todos sabemos que Jarbas Vasconcelos foi ressuscitado, com muito custo, pelo propósito de Eduardo Campos de construir uma unidade política.
Lambeu as botas de Eduardo, como agora tenta fazer com o presidente Michel Temer, oferecendo apoio às reformas em troca de mais um fiapo de poder.
Porém, causa-nos espanto real ver Jarbas Vasconcelos colocando-se como paladino da ética. Como se jamais tivesse sido alvo de qualquer investigação. Jarbas foi o principal acusado no primeiro escândalo envolvendo empreiteiras no Brasil, ainda na década de 1990.
Foi, também, citado na Lava Jato por supostos recebimentos de valores indevidos e teve o processo arquivado apenas por ter mais de 70 anos de idade. Jarbas, que entrou pela janela do serviço público, em 1992, como procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco, sem prestar concurso público.
Este é Jarbas Vasconcelos. Uma pessoa que destila amargor e ressentimentos. Um político que ataca os outros sem jamais fazer qualquer autocrítica.
Um homem tomado pela soberba, imperador de uma casa vazia, que tenta segurar-se no comando de uma legenda para garantir mais alguns anos de cargos públicos. Um final melancólico para quem plantou ódio por toda uma vida.(C.Britto).
Fernando Bezerra Coelho/Senador (MDB-PE)

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TEMER AMPLIA CONCENTRAÇÃO DE RENDA E TORNA O BRASIL MAIS DESIGUAL


 Levantamento feito pela LCA Consultores, a partir da base de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o governo de Michel Temer tem promovido a concentração de renda e o aumento da desigualdade no País. 
Segundo os dados, os 10% dos trabalhadores com maiores salários (cerca de 8,5 milhões de pessoas) recebiam 41,1% da massa de rendimentos de todos os trabalhos no terceiro trimestre de 2017, o equivalente a R$ 774 bilhões. Em igual período de 2016, esse grupo do topo da renda nacional respondia por uma fatia menor, de 39% da massa salarial.
No outro extremo, o grupo composto por 40% dos trabalhadores ocupados com menores salários (36 milhões de pessoas) recebia 12,7% da massa de rendimentos (R$ 23,7 bilhões) no terceiro trimestre de 2017. No mesmo período de 2016, esse grupo representava parcela maior, de 14,1% da massa.
"O aumento da desigualdade pode ser visto como contínuo e intensificou-se em 2017 por conta do aumento do trabalho informal, dado o contexto de crise econômica. Os trabalhadores que compõem a parcela dos 10% de maior renda mantiveram seus empregos de um ano para cá. O grupo dos 40% com menor rendimento acolheu pessoas com ganhos ainda menores, que tornaram-se informais", disse o economista Cosme Donato.(247).
Confira tabela elaborada pela LCA Consultores sobre o assunto: 
As informações são do jornal Valor Econômico. 


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A vítima teve costelas quebradas, lesões na cabeça e nos membros Homem dá uma voadora em idoso (foto à esq.) e depois pisa na cabeça dele (f...