quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Em Petrolina, prefeitura convoca agricultores do Pronaf para zerar dividas


A Prefeitura de Petrolina, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Agrário, convoca todos os agricultores familiares que tenham contraído empréstimos junto ao Banco do Nordeste, através das linhas de crédito PRONAF (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) nas faixas A, B, C, D e Semiárido até o ano de 2011, para quitação de débitos pela Lei Federal nº 13.340/2016.
Para que a quitação seja realmente efetivada, o agricultor deve comparecer na agência do Banco do Nordeste munido dos seus documentos pessoais (RG e CPF) e assinar o termo de quitação de débito.  O prazo para assinatura do termo vai até dezembro e o agricultor não pagará nada. Tudo será pago pela Prefeitura de Petrolina.
Mais informações, os agricultores devem se dirigir a Secretaria Executiva de Desenvolvimento Rural e Irrigação que fica localizada na Avenida Honorato Viana, 980 “A”, bairro Gercino Coelho (próximo à UPA). (Ascom).(C.Geral).

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Lula faz o mais difícil: aponta para a esperança

Ricardo Stuckert

O crescimento do apoio popular a candidatura presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva constitui o elemento decisivo da atual conjuntura política. Mostra que, apesar da profunda derrota representada pelo golpe de Michel Temer, que abriu espaço para a destruição de um amplo conjunto de conquistas e direitos, o país começa a vencer a perplexidade e pessimismo dos primeiros meses para construir uma saída política capaz de vencer, nas urnas, uma das mais graves crises de nossa história republicana.
Num debate antecipado pela agonia sem fim na qual o país foi colocado pela dupla Temer-Meirelles, todos os levantamentos, de todos os institutos , mostram que, a onze meses da eleição presidencial, Lula é um candidato sem adversário real.
Envolvidos até a medula com o golpe, velhas estrelas do conservadorismo verde-amarelo, como José Serra e Aécio Neves, se encontram desmoralizadas e fora de combate, ao menos no plano federal.
Novos concorrentes, como João Dória, perderam oxigênio antes da disputa começar. Deixando de lado uma opção que pode atrair seu público mas não mobiliza a maioria dos brasileiros -- o fascismo de Jair Bolsonaro -- a esperança atual dos adversários de Lula é mais um personagem de laboratório, Luciano Hulk. Celebridade midiática que se pretende converter em candidato a presidente da República, o problema aqui deste não tem solução visível. Hulk não só foi mimado nos mesmos salões que já deram vida ao tucanato paulista, mas está condenado a carregar até o último dia a irreversível desconfiança da maioria dos brasileiros diante de uma -- mais uma! -- operação nascida nos bastidores dos mercados financeiros para ser oferecida ao país como novela eleitoral pelos estúdios da TV Globo. Não é fácil imaginar que um eleitorado desconfiadíssimo venha a ser iludido mais uma vez, o que explica o apego dos 1% da sociedade brasileira ao tapetão judiciário da Lava Jato.
Neste ambiente de derrota, raiva e descrédito, Lula faz o mais difícil, que é apontar a esperança -- primeiro passo para um povo, de qualquer país, em qualquer momento de sua história, levantar a cabeça. Por isso continua perigoso, inconveniente.   
Contra artifícios que o dinheiro pode comprar mas tem um poder cada vez menor de convencer, o crescimento de Lula se explica por aquilo que a política tem de mais consistente e evoluído -- os compromissos claros em defesa dos interesses da maioria e a memória histórica de oito anos no Planalto.
Num país que, corretamente, enxerga gastos excessivos de campanha como uma forma de obscenidade, as caravanas de Lula são exemplo de simplicidade e assim ele exercita os músculos políticos e reconstrói sua força. Apoiado, exclusivamente, na condição de maior liderança popular que a política brasileira já produziu, sem necessidade de retoque ou encenação, discute os dramas do presente e as opções para o futuro. Nos fundões de um país que se encontra em fronteiras desesperadas do empobrecimento e da falta de perspectiva, os encontros com Lula -- testemunhei vários na caravana pelo Nordeste -- envolvem uma combinação particular de emoção e consciência, reconhecimento e racionalidade.
Toda pessoa que não perdeu a capacidade de se identificar com o sofrimento urgente dos humildes e desprotegidos compreende a importância daquela comunhão entre a massa e seu líder, a natureza única de diálogos que expressam oportunidades únicas de mudança política. Fora das caravanas, isso também acontece.
De olho no municípios vizinhos de São Paulo, onde candidatos do Partido dos Trabalhadores tomaram uma surra nas eleições municipais de 2016, dias antes de embarcar para a caravana mineira, Lula visitou o gigantesco acampamento do MTST em São Bernardo -- aquele onde Caetano Veloso foi impedido de cantar na segunda-feira, 30 de outubro -- onde 8 000 famílias aguardam uma casa para morar. "Quando havia o Minha Casa Minha Vida, eles não precisavam fazer ocupações", disse Lula, em conversa com o 247. "A Dilma dava o dinheiro e eles construíram as casas. Depois que o Temer fechou o programa, não resta alternativa."
Numa época de desemprego em alta e salário em baixa, ali se encontram famílias diversos níveis de dificuldade. Um caso mais conhecido envolve aquelas que tentam escapar da maior das tragédias -- morar na rua. Outro caso é daquelas que ainda conservam um lugar para morar mas procuram de qualquer maneira arrumar uma renda para fugir de uma ação de despejo, que pode chegar a qualquer momento.
Ao contrário do que ocorria tempos atrás, diz Lula, nem todas são pessoas estabelecidas no acampamento se encontram abaixo da linha de pobreza. "Não são apenas miseráveis que enfrentam dificuldades", afirma. "São pessoa de classe média, que já não podem pagar aluguel". Na visita, Lula encontrou dois enfermeiros -- mãe e filho -- que perderam emprego, não podem arcar com um aluguel de R$ 2000 reais e, mesmo sem deixar a residência, se instalaram no acampamento.
Neste universo tenso entre os que nada-têm e aqueles que têm-um-pouco, ainda existem os vizinhos do acampamento, em sua maioria trabalhadores das industrias do ABC, onde o próprio Lula se construiu como líder operário. Muitas dessas pessoas conquistaram casa própria mas nem todas demonstram a necessária solidariedade aos acampados. Em seu discurso, Lula fez um apelo. Lembrando a crueldade dos tempos que correm, alertou: "Um dia vocês podem estar aqui". (247).

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Senado aprova texto-base que regulamenta aplicativos como Uber


O Senado aprovou ontem (31/10) o texto-base do Projeto de Lei Complementar (PLC) 28/2017, que regulamenta o transporte remunerado privado de passageiros, como o prestado pela Uber, 99 e Cabify. A proposta foi aprovada por 46 votos a 10 e uma abstenção.
Como foram aprovadas três emendas no plenário, a proposta volta agora para a Câmara dos Deputados. O vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB), disse mais cedo que o projeto receberia emendas. As alterações foram definidas em reunião de líderes.
As principais mudanças previstas nas emendas são o fim da obrigatoriedade da placa vermelha para os carros de aplicativos e o fim da exigência de que o motorista seja proprietário do veículo.
O presidente global do Uber, Dara Khosrowshahi, chegou ao Brasil e se reuniu ontem com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. O Brasil tem dois principais mercados para o Uber no mundo: São Paulo e Rio de Janeiro. Questionado sobre uma possível saída da empresa do país, ele respondeu que “isso dependia de uma decisão do Congresso”.
As empresas do setor – Uber, Cabify e 99 – fizeram campanha nas redes sociais e por meio de torpedos e e-mails alertando seus usuários sobre o risco da votação do PLC 28 para o setor. A Uber chegou a veicular propaganda no intervalo do ‘Fantástico’ e ‘Jornal Nacional’, da TV Globo.
O argumento das empresas é que a proposta prejudica o modelo de negócios, além de não ter sido debatida com a população.
Ubers
Na prática, as exigências atingem principalmente os motoristas, que trabalham sem vínculo empregatício com os aplicativos, ou seja, recebem apenas pelas corridas efetuadas, sem salário fixo, 13º, férias, nem outros benefícios. Se ficam doentes e não dirigem, não recebem. O projeto não traz nenhuma regulamentação específica em relação a esses direitos. Com as novas exigências, os motoristas de aplicativos vão acabar se equiparando aos taxistas sem desfrutar das mesmas vantagens, como desconto no IPVA e isenção em impostos na compra do carro zero. (Fonte: Veja/foto: Reuters),(C.Britto).

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GASPARI: QUEM TENTA EMPLACAR HUCK COMO CANDIDATO JÁ TENTOU ESSE GOLPE

Divulgação

Em sua coluna nesta quarta-feira, o jornalista Elio Gaspari mostrou as motivações por trás da tentativa de emplacar o apresentador Luciano Huck na Presidência do Brasil.
"Em 1989, era preciso botar um nome na rua e apareceu o do astro Silvio Santos. 
Em 2017, da mesma cartola de que quase saiu o homem do Baú da Felicidade tenta-se tirar o astro de TV Luciano Huck. A ideia é simples: o povo está desencantado da política, não sabe votar, e pode ir atrás de uma celebridade da telinha. Que tal Henrique Meirelles na vice?
Seria um bom tutor?
Huck parece dispor de uma superassessoria da banca e da marquetagem que, astutamente, não põe a cara na vitrine. Mencioná-los agora seria puro sensacionalismo. Querem que a televisão lhes sirva de palanque. À diferença de Silvio Santos, que era o dono da emissora, Huck sabe os riscos profissionais que corre lançando-se na corredeira de uma campanha política.
Um truque parecido pode ser visto em algumas conversas para a eleição do Rio de Janeiro. À falta de um nome, ainda há quem sonhe em atrair o técnico Bernardinho, campeão do vôlei. Viajando-se no tempo e no espaço, a derrocada da máquina de Sérgio Cabral lembra o escândalo da prefeitura de Nova York no final do século 19.
Lá, o Poderoso Chefão morreu em cana. Sua máquina foi substituída por um prefeito bilionário, saído dela, mas ele fez uma administração consciente. O andar de cima de Nova York teve um bilionário para disputar a eleição. A do Rio, que celebrou o gestor Cabral, nem isso."(247).

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Cinco dos mortos em atropelamento de Nova York eram argentinos

Além dos mortos, um outro integrante do grupo ficou ferido no ataque e está no hospital, em estado estável -o restante saiu ileso
Atentado em Nova York
Atentado em Nova York









Foto: Don Emmert/AFP


Hernán Diego Mendoza, Diego Enrique Angelini, Alejandro Damián Pagnucco, Ariel Erlij e Hernán Ferruchi
Hernán Diego Mendoza, Diego Enrique Angelini, Alejandro Damián Pagnucco, Ariel Erlij e Hernán FerruchiFoto: Reprodução/Facebook



O Ministério de Relações Exteriores da Argentina anunciou que cinco pessoas mortas no atropelamento desta terça-feira (31) em Nova York eram do país. Ao todo, oito pessoas foram mortas no ataque que ocorreu no sul de Manhattan, em uma região com alta presença de turistas.

Segundo a nota do governo, as vítimas foram identificadas como Hernán Diego Mendoza, Diego Enrique Angelini, Alejandro Damián Pagnucco, Ariel Erlij e Hernán Ferruchi. Eles faziam parte de um grupo de dez amigos que foi a Nova York para comemorar 30 anos de formado.

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Todos os integrantes da caravana eram da cidade de Rosário, segundo o jornal "Clarín".
Além dos mortos, um outro integrante do grupo ficou ferido no ataque e está no hospital, em estado estável -o restante saiu ileso.

Além dos cinco argentinos, o governo da Bélgica disse que uma turista do país também morreu no atropelamento e outras três pessoas ficaram feridas. Os nomes não foram revelados. A identidade das outras vítimas não foi divulgada.(Folhape).


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Juíza suspende fechamento de agência do Banco do Brasil em Inajá, no Sertão de PE


Nesta última segunda-feira dia (30), a Juíza da Comarca de Inajá, Tayná Lima Prado Santana, concedeu liminar determinado que o Banco do Brasil não encerre suas atividades no município, localizado no Sertão de Pernambuco.
O Banco do Brasil havia anunciado o fechamento da agência devido aos contantes assaltos e explosões no interior do Estado. A Juíza Tayná Lima Padro Santana, atendeu uma Ação Civil Pública, do Defensor José Antônio de Lima. A magistrada fixou multa diária no valor de R$ 50 mil caso haja descumprimento.
Em outubro, o Sindicato dos Bancários de Pernambuco, denunciou a intenção da superintendência estadual do Banco do Brasil de fechar 12 agências no Estado. Os municípios seriam Poção, Ipubi, Terra Nova, Jatibá, Jataúba, Orocó, Riacho das Almas, Iguaracy, Escada, São Miguelinho, Vertentes e Palmerina.(O POVO COM A NOTICIA).



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Santa Maria da Boa Vista-PE recebe I Feira da Reforma Agrária

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A Feira acontece na praça Xisto Graciliano, entre 2 e 4 de novembro.
Por Phillyp Mikell do MST
O município de Santa Maria da Boa Vista é o segundo em números de Assentamentos do Nordeste. Mais de 5000 mil famílias, com a presença de quatro movimentos sociais, MST, Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores/as do Estado de Pernambuco (FETAPE), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e Quilombolas.
A 1ª Feira da Reforma Agraria de Santa Maria da Boa Vista “Plantando sonhos Colhendo esperança” será realizada nos dias 02 a 04 de Novembro de 2017, com o tema “A organicidade, o planejamento e a gestão dos Assentamentos da Reforma Agrária”. A Feira tem como objetivo, proporcionar espaço para exposição e comercialização dos produtos oriundos dos assentamentos da Reforma Agrária do Vale do São Francisco.
Evidenciando o papel dos assentamentos e dos/as assentados/as como sujeitos ativos dentro do processo de Reforma Agrária e suas relações com a sociedade, será uma atividade que contará com a participação do conjunto dos assentamentos da Reforma Agrária da região.
A Feira da Reforma Agrária será um espaço multicultural. Pois, “do ponto de vista da produção, possibilitará os agricultores expor e comercializar seus produtos, socializar suas experiências nas comunidades, como cada um produz e onde produz”, destaca Cristiane Albuquerque, da direção do MST.
A Feira proporcionará ainda espaços de intercâmbio comercial/econômico, político e sociocultural, entre os assentamentos da Reforma Agrária, fruto desse processo de luta e das comunidades, criando momentos de construção de propostas voltados à preservação ambiental, sociocultural e produtiva.
Na programação cultural, a Feira proporcionará momentos de reafirmação da cultura e da culinária popular. Músicas e cantigas locais e regionais, banda de pífano, sanfoneiros, poetas e artistas locais e regionais.
Como elemento prático, haverá as trocas de experiências entre os participantes, em síntese, a feira visa reunir diretamente um público regional, para a exposição e debates contando com (C.Geral).

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Quaest: 73% votam em Lula por considerá-lo o melhor candidato

Levantamento aponta preferência mais elevada pelo petista, enquanto rejeição ao adversário pesa mais entre eleitores de Flávio Bolsonaro Pre...