segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Filho de Miriam Leitão reconhece: "não há #ForaBolsonaro sem Lula"

 

Lula, manifestção do MBL e Matheus Leitão (Foto: Ricardo Stuckert | JAÉLCIO SANTANA | Reprodução/TV Globo)

O jornalista Matheus Leitão, filho da também jornalista Miriam Leitão, uma das líderes na imprensa conservadora do golpe de 2016 contra a presidente eleita Dilma Rousseff, afirmou em artigo publicado na revista Veja que o fiasco das manifestações deste domingo (12) convocadas pelos movimentos de direita apenas constatam que "não há #ForaBolsonaro sem Lula".

“Precisamos ser realistas e admitir que hoje, dia 13 de setembro de 2021, um terceiro caminho político ainda não existe”, avaliou Leitão. “A terceira via aponta o dedo para o fato de que parte das esquerdas não participaram do 'Nem Bolsonaro Nem Lula'. Isso igualmente não resolve o problema. Só o lema já exclui os petistas e outros partidos mais próximos de Lula”, ressaltou.

Para ele, “o PT continua sendo a maior força política do país, ou Lula, segundo as pesquisas eleitorais do momento”. "Se o país realmente deseja se unir para não dar a chance alguma à reeleição de Bolsonaro, que após quase três anos, só trouxe caos ao país… bem, será preciso altruísmo, o que na política brasileira é quase impensável", escreveu mais à frente.

Ainda conforme o jornalista, “a prioridade agora deveria ser juntar forças contra quem ameaça a democracia”. “Esse texto faz apenas uma constatação. Hoje, não há #ForaBolsonaro sem Lula”, completou. (247).


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Após visitar o Nordeste, Lula prepara “Caravana da Amazônia”

 

(Foto: Reprodução)

Após visitar o Nordeste em agosto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prepara viagens para outras duas regiões do Brasil até o final de 2021.

A próxima viagem do petista deve ser para Minas Gerais, no Sudeste. Na sequência, Lula deve visitar a região Norte, no que batizou como “Caravana da Amazônia”.

Segundo dirigentes do PT, o ex-presidente pretende ir aos estados do Norte antes de dezembro, quando começa o período de fortes chuvas na região. (Igor Gadelha, no Metrópoles). 

Leia a reportagem completa no Metrópoles.


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Fiasco dos atos da terceira via mostra que o Brasil hoje tem duas alternativas: Lula ou fascismo

 

Lula e Jair Bolsonaro (Foto: Ricardo Stuckert | Ueslei Marcelino/Reuters)


No Brasil inteiro, os atos do MBL e do ‘Vem Pra Rua’, organizações golpistas que lideraram a campanha pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT) e abriram as portas para a eleição de Jair Bolsonaro, foram um fracasso. Em algumas cidades, como Salvador, capital da Bahia, menos de 100 pessoas foram à manifestação.

Os atos da direita foram organizados com o lema “nem Lula, nem Bolsonaro”, evidenciando tratarem-se de uma manobra para impulsionar um candidato da “terceira via” para as eleições de 2022. Porém, o fracasso foi retumbante. Sem os bolsonaristas, o MBL não conseguiu levar o povo para a rua, como o fez na época do impeachment. 

A esquerda convocou atos do movimento Fora Bolsonaro para 2 de outubro e acena com um ato unificado com a oposição de direita e centro-direita a Bolsonaro em 15 de novembro.

De tão pequenos, apesar da grande campanha da imprensa tradicional, os atos não devem ter grande influência na situação política geral. Mostraram apenas que a “terceira via” - composta por bolsonaristas supostamente arrependidos, como o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) - não tem popularidade.

Isso mostra que, para derrotar o fascismo brasileiro - isto é, o bolsonarismo -, o ex-presidente Lula (PT), que lidera as pesquisas de intenção de voto, é o melhor colocado. Algumas pesquisas mostram que o petista pode vencer no primeiro turno - o que impediria que ocorresse novamente o cenário de 2018, quando toda a direita se unificou em torno de Jair Bolsonaro para derrotar o PT.

Por isso, ao mesmo tempo em que um setor da imprensa tenta, como afirmou o porta-voz do jornal O Globo Merval Pereira, “sangrar” Bolsonaro, a campanha de mentiras, ataques e difamações contra o PT têm voltado à tona - como mostra o recente caso da Folha de S.Paulo, que buscou se colocar como “4ª instância” do Judiciário, condenando Lula após sua absolvição na Justiça em um de seus processos.

O fracasso deste dia 12 de setembro, porém, mostra que Lula é quem tem mais popularidade e chance de derrotar Bolsonaro em 2022. Mostra que o Brasil hoje tem duas alternativas: Lula ou fascismo.

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DETOX DIGITAL - Uso excessivo do celular prejudica as relações e a concentração, dizem especialistas

 

Com a pandemia, muitos ficaram ainda mais dependentes do acessório


                  Por Mariana Arrudas/Folhapress
Celular - Foto: Divulgação

Estamos cada vez mais conectados. Nosso tempo offline é cada vez menor, seja por necessidades do trabalho, seja porque nos sentimos atraídos pelas redes sociais. 

Em tempos de pandemia e isolamento social, parece que fica ainda mais difícil se distanciar do aparelho celular. Essa relação, no entanto, pode acabar se tornando prejudicial, e um "detox digital" pode trazer benefícios.

Celebridades como as cantoras Lorde, de 24 anos, Luísa Sonza, de 23, e Karol Conká, de 35, contaram que se afastaram do telefone por um período para fugir dos haters ou, simplesmente, para retomar o controle do tempo e construir uma relação mais saudável com a internet.

Foi mais ou menos isso o que buscou a consultora de imagem Mayumi Ichiura: retomar o controle do próprio tempo. Aos 25 anos, ela conta que não estava conseguindo separar a vida pessoal do trabalho e, por isso, resolveu que desligaria o celular e o notebook aos sábados e domingos, durante três meses.

"Percebi que mesmo no final de semana eu estava trabalhando", diz. "Minha solução foi desligar o celular, porque eu estava no automático.” 

Ela lembra que, de tão conectada, acabou se distanciando da própria família. "Não percebi tantas coisas que estavam acontecendo ao meu redor, como o crescimento da minha filha", diz ela sobre a criança, de um ano e dois meses.

Mayumi diz que, após se submeter ao detox digital, até sua performance no trabalho melhorou. "Me ajudou a estabelecer metas", afirma. E conta que aprendeu a aproveitar melhor cada momento. "Lembrei que eu gostava de ver séries, ler livros e ficar com a minha família.”


Segundo uma pesquisa realizada pela Kantar, o Brasil é um dos países em que as pessoas mais passam tempo no celular. De acordo com o levantamento, os brasileiros gastam 4,2 horas por dia no aparelho, em média.

A estudante Caroline Coelho, 22, diz que já costumava ficar um ou dois dias sem mexer no aparelho, mas decidiu que faria um detox mais significativo, de um mês, durante o isolamento social. "Eu estava me sentindo cansada de ficar me comunicando com as pessoas através da internet.”

Caroline conta que no início se sentiu deslocada e chegou a pensar se valeria a pena insistir no detox, mas hoje reconhece os benefícios - ela diz, por exemplo, que se sentiu até mais disposta para fazer outras atividades. 

"Foi um momento em que comecei a me aproximar mais das artes, uma coisa que sempre gostei muito de fazer", pontua, sobre ter voltado a desenhar.

Não existem fórmulas prontas no processo de reeducação digital, e cada um deve buscar os meios que melhor atendam às suas necessidades. 

A professora e estudante de psicologia Glaucia Sena, 29, por exemplo, dividiu seu detox em duas etapas. Na primeira, que durou 15 dias, ela manteve apenas os aplicativos essenciais em seu aparelho. "Excluí as redes sociais e fiquei apenas com o WhatsApp, porque preciso para trabalhar", conta.

Já na segunda etapa, ela agora tenta reduzir o uso do aparelho no dia a dia, deixando o celular fisicamente longe. E conta também com o auxílio de aplicativos que regulam o tempo de uso.

A professora usa a expressão "sobrecarga digital" para resumir o cansaço que sentia por passar muito tempo conectada a aparelhos eletrônicos. 

"O tempo que eu tinha para fazer coisas legais eu ficava na frente do celular", relembra. "Comecei a me sentir preguiçosa e com a vista mais cansada.”

Glaucia conta que hoje tenta não mexer no celular nos períodos da tarde e da noite, e aos finais de semana também evita o aparelho, principalmente na sexta e no sábado. 

Para reduzir o uso, ela também foca em outras atividades, como passear com sua cadela, praticar meditação e exercício físico e cuidar de seu jardim vertical. "A questão do cuidado com as plantas me ajudou.”

Além disso, a professora diz que voltou a pintar. "Fiz aula de pintura de tecido ainda criança, lá pelos 10, 12 anos. Nessa faixa etária mudei de escola e as dificuldades aumentaram, então precisei priorizar os estudos 'obrigatórios’, mas a pintura era algo que eu gostava de fazer", relembra.

Ela conta ainda que, antes do detox, buscava no celular algo que a preenchesse, e escrever seus sentimentos em um papel também ajudou. "Às vezes não sabemos o que estamos procurando, então escrever colaborou neste sentido.”

O que dizem os especialistas 
O psicólogo e psicanalista Francisco Nogueira, 42, afirma que os aparelhos celulares são desenvolvidos de forma a prender a atenção do usuário. 

"Existe o termo nomofobia, que é o medo de ficar sem o celular. Uma fobia que acomete aqueles que desenvolvem uma relação de adição com o eletrônico.”

Pesquisadora de educação digital, Denise Lourenço, 41, acrescenta que as redes sociais e demais aplicativos são "repletos de reforços positivos sutis que desencadeiam liberação de dopamina", neurotransmissor ligado à motivação e ao prazer.

Segundo ela, o "viciante" é o inesperado - por exemplo, quando alguém publica uma foto em uma rede social e fica na expectativa de que uma pessoa especial possa deixar uma curtida ou um comentário. 

"É saber que algo pode acontecer, sem saber quando ou se, de fato, vai acontecer", completa Denise.

Nogueira afirma que o vício em celular pode prejudicar a qualidade das relações sociais, bem como a capacidade de concentração e o desenvolvimento de pensamentos complexos. 

"Tudo vai sendo minado por recursos que são imediatos de estímulo de respostas. As pessoas começam a ficar presas nesse tipo de interação", diz.

E lembra, ainda, que usar o celular durante a noite prejudica a produção de melatonina, substância ligada ao ciclo biológico de sono e vigília, que no organismo é produzida na ausência de estímulos luminosos. 

"Há uma piora do sono quando usamos telas à noite, próximo [do horário] de dormir", diz Nogueira.

O psicólogo afirma que, em momentos de estresse, algumas pessoas recorrem ao aparelho em busca de uma descarga de tensão imediata. 

"Quando você fica sem o celular, a dificuldade é aguentar o acúmulo de tensões e problemas complexos. Precisamos ter a capacidade psíquica para suportar [os desafios], e desenvolvemos isso na vida real mesmo.” 

Segundo ele, é necessário avaliar se o uso do aparelho traz algo significativo. "Precisamos realmente não ficar dependentes de nada, seja do que for. A vida é dura, não há existência sem sofrimento.”

Uma relação positiva com a internet requer reeducação. É o que sugere a pesquisadora Denise. "É urgente repensar a relação que temos com os aplicativos e estabelecer não apenas jejuns regulares, mas estratégias para evitar o vício."


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INCIDENTE - Raio mata 14 pessoas e deixa três feridos no Paquistão

              Por: AFP

Foto: Peu Ricardo/Arquivo DP

Pelo menos 14 pessoas morreram e três ficaram feridas por um raio que atingiu uma montanha no noroeste do Paquistão, informaram autoridades locais neste domingo.


O incidente ocorreu no distrito de Torghar, na província de Jiber Pakhtunkhwa, atingida desde quarta-feira por chuvas torrenciais de monções e deslizamentos de terra.

"Pelo menos 14 pessoas de uma família morreram depois que um raio atingiu duas casas adjacentes", disse Kamran Bangash, porta-voz da província, à AFP. Entre os mortos estão cinco crianças e quatro mulheres.

Procurado pela AFP, o gabinete do chefe de governo da província confirmou o balanço. A monção, que causa estragos de junho a setembro, é essencial para irrigar as plantações e encher as reservas de água do subcontinente indiano, mas todos os anos as chuvas causam vítimas e danos.


Mídia corporativa culpa esquerda pelo fracasso das manifestações do MBL e da terceira via

 

(Foto: Paty Moraes Nobre)

O "editor invisível" que atua nas redações da mídia corporativa combinou a mesma versão para o fiasco dos atos deste domingo convocados pelo MBL, organização que atuou no golpe de 2016 e na ascensão do fascismo no Brasil, contra Jair Bolsonaro e também contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A causa do fracasso teria sido "a divisão das oposições", como se fosse possível que a oposição participasse de um ato contra seu principal líder, o ex-presidente Lula, que lidera todas as pesquisas e tem chances reais de vencer as eleições presidenciais de 2022 em primeiro turno.

Tal tese esteve estampada nas capas de Folha, Globo e Estado de S. Paulo nesta segunda-feira. No entanto, o verdadeiro ato das oposições contra Jair Bolsonaro deve ocorrer em 2 de outubro. O que aconteceu neste domingo foi apenas uma manifestação liderada por uma dissidência do fascismo golpista no Brasil.

Em tempo: o editor invisível é a chamada mão invisível do mercado, que comanda as redações da mídia corporativa. (247).

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Felipe Neto diz que MBL "passou vergonha"

 


(Foto: Divulgação)      

O influenciador Felipe Neto usou a sua conta no Twitter para criticar o Movimento Brasil Livre (MBL) pela convocação, neste domingo (12),  para um ato fracassado em todo o país, que só “fez todo mundo perder tempo brigando nas redes sociais ao invés de focar contra o genocida”. 

Neto postou fotos do ato em Copacabana, no Rio, onde tinham mais pessoas passeando do que protestando no calçadão. “Passou imensa vergonha nessas manifestações vazias”, disse o influencer.

O influenciador comparou a vergonha alheia do MBL ao seu “talento” como jogador de xadrez. “Pelo amor de Deus MBL, desaparece, vcs são mais chacota q eu jogando xadrez imitando foca”. (247).


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INQUÉRITO - Polícia Federal vai investigar ameaças de bomba feitas antes do incêndio na UFPE

  Dias antes do incêndio, prints de mensagens envolvendo ameaças de "explosão" aos prédios da instituição circularam entre grupos ...