segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Privatização da Chesf pode encarecer conta de energia

Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf)
Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) (Foto: Saulo Cruz/MME)

Francisco Barbosa, Brasil de Fato - A conta de energia pode ficar mais cara, isso porque Jair Bolsonaro (PSL) incluiu na sua lista de privatizações a Eletrobrás, estatal líder em geração e transmissão de energia elétrica no país e a maior companhia do setor na América Latina. A iniciativa pode influenciar na conta de luz, pois, atualmente, a energia gerada é de R$ 60 por megawatt/hora devido a lei 12.783, de 2013, de autoria da ex-presidenta, Dilma Rousseff (PT), que estabelece a renovação automática das concessões de hidrelétricas antigas, cujo investimento já havia sido pago durante as últimas décadas, de forma a assegurar a continuidade, a eficiência da prestação e a tarifa mais baixa. Com a privatização governo esse sistema vai acabar, e com isso, deverá passar a oferecer a energia ao preço de mercado que hoje é de R$ 250 por megawatt/hora.
A privatização da Eletrobrás também significa a privatização da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) que este ano completou 71 anos. A Chesf tem como principal atividade a geração, a transmissão e a comercialização de energia elétrica.
Para Luciana de Paula da Fonseca Crisóstomo, diretora de relações intersindicais do Sindicato dos Eletricitários do Estado do Ceará (Sindeletro) e trabalhadora da Chesf desde 2012, a privatização da Eletrobrás/Chesf trará consequências para a população, não só no que diz respeito à conta de energia, para ela, as perdas são ainda maiores. “Hoje nós já vivemos um apagão, praticamente, porque hoje a diretoria da empresa, tanto da Chesf como da Eletrobrás, barraram quase que 100% do dinheiro que nós tínhamos pra investimento em cultura, em educação, em saúde”. Luciana explica que não estão mais sendo realizados patrocínios para eventos culturais, por exemplo, e que, de acordo com ela “isso é uma das facetas que estamos perdendo ao ter a Chesf privatizada”.
Mas, não só os pequenos consumidores e população em geral devem se preocupar com a privatização, segundo ela, quem é empresário também deve ter essa preocupação, pois a Chesf é uma das empresas que tem o valor da energia vendida para grandes consumidores mais barato do país. “O que nós vemos no mundo inteiro é que, quando a energia vira uma comoditie, um bem de mercado, ela pode sofrer variações extremas”. Como exemplo ela cita a Companhia Energética do Ceará (Coelce), que foi vendida para a Enel. “A Coelce, assim como as demais distribuidoras do país tiveram um incremento substancial das tarifas para o consumidor final.”
A profissional de serviços gerais, Tamyris Mirian Costa da Silva está sentindo a diferença em sua conta com a privatização da Coelce. “Temos uma meta mensal de consumo pra ‘bater’, quando não alcançamos essa meta a nossa conta vem zerada, e a soma dos valores vem no próximo papel e isso mexe como meu orçamento. Já teve vezes que tive que pagar R$150”. Outra reclamação sua é sobre os cortes feitos por falta de pagamento. “Com a Coelce o aviso de corte vinha depois de três papeis de conta sem pagar, agora se você tiver com dois papeis sem pagar já vem um aviso de corte”.
Parlamentares contra a privatização
No dia 19 de setembro, foi realizada na Câmara dos Deputados uma audiência pública sobre a privatização da Eletrobrás. A ação foi realizada pela Comissão de Legislação Participativa. De acordo com alguns dos participantes, o repasse do controle da estatal tornará mais difícil a gestão do uso das águas no país, isso porque, de acordo com eles, os novos controladores não teriam o mesmo compromisso que o Poder Público no que diz respeito à segurança hídrica e às tarifas.
Além dessa ação, este ano foram lançadas cinco frentes parlamentares contra a privatização do setor elétrico. São elas: Frente Parlamentar em Defesa da Eletrobrás e do Setor Elétrico; em Defesa da Eletrosul; em Defesa do Setor Elétrico Brasileiro; Frente Parlamentar Mista em Defesa da Eletronorte e; a Frente Parlamentar em Defesa da Chesf, essa com a participação de 213 deputados e coordenada por Danilo Cabral (PSB-PE).


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Bacia do Dom Avelar: mais de 200 moradias já contam com saneamento recuperado

  Via:Carlos Britto
(Foto: Ascom PMP/Divulgação)


Mais de 200 moradias já têm um saneamento digno com a recuperação da Bacia do Dom Avelar, zona norte de Petrolina, onde as obras começaram em pouco mais de 15 dias. A espera das famílias que já durava quase 20 anos chegou ao fim depois que o prefeito Miguel Coelho anunciou investimento de R$ 4,6 milhões para recuperar a bacia local beneficiando os bairros Dom Avelar, Terras do Sul, Santa Luzia, São Jorge, São Joaquim e Padre Cícero.
De acordo com o diretor presidente da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Município (ARMUP), Rubem Franca, a obra já está passando pela Avenida da Redenção, no Dom Avelar, onde as equipes seguem um ritmo de trabalho intenso instalando, por dia, cerca de 70 metros de rede coletora e condominial. Ao todo, quase 1 quilômetro de rede já foram assentados na região.
Ainda segundo Rubem, com o andamento da obra, centenas de famílias já saíram dos transtornos provocados pelos esgotos. “O trabalho está num ritmo muito intenso. É uma obra muito esperada e até o momento, mais de 200 residências já puderam fazer suas ligações adequadamente saindo assim de um sofrimento que durava anos e anos“, disse.
Previsão de término
A previsão de término das obras é de 10 meses. Serão construídos 97 poços de visita e 846 caixas de passagem do esgoto. Somando a tubulação toda, serão mais de 55 km de encanamento percorrendo o subsolo de seis bairros. A intervenção é para recuperar a rede de esgoto existente que foi construída há mais de 10 anos, porém, nunca foi concluída e ativada.

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ACIDENTE Motociclistas colidem em Globo da Morte durante apresentação

  Por: Correio Braziliense
Jorge Cardoso/CB
Jorge Cardoso/CB

Dois motociclistas precisaram ser socorridos pelo Corpo de Bombeiros e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), ao se acidentarem durante performance no Tirullipa Show, circo do humorista. A tenda está montada no estacionamento de um supermercado, próximo à estação Shopping do metrô.
 
Os artistas se apresentavam no Globo da Morte quando se acidentaram, por volta de 20h30. Adeilton Elias Marin, 28 anos, foi socorrido pelo SAMU com suspeita de fratura no joelho. A segunda vítima, ainda não identificada, foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros com uma fratura exposta. Ambos foram levados ao Instituto Hospital de Base.
 
O Globo da Morte é uma estrutura semelhante a uma gaiola de metal em que até oito motociclistas de uma vez executam manobras rápidas. O Correio conversou com um funcionário que não se identificou, mas afirmou que os artistas passam bem. A reportagem acionou a assessoria de imprensa do circo e aguarda posicionamento.
 
Nas redes sociais, Tirullipa não se manifestou. Mais cedo, ele publicou imagens das filas formadas pelo público para assistir ao espetáculo. Este foi o último fim de semana do circo na cidade. Na sexta-feira (18), a turnê segue para a Bahia




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Dono de caminhão-pipa tomado de assalto na Orla de Petrolina pede ajuda para recuperar veículo

  Via:Carlos Britto
(Foto: Divulgação)


O dono de um caminhão-pipa que foi tomado de assalto em  Petrolina, na manhã da última terça-feira (8), está desesperado em busca de ajuda para recuperar seu veículo. A ação criminosa ocorreu na Orla da cidade, às margens do Rio São Francisco.
Segundo informações, três homens renderam o motorista e levaram o caminhão-pipa (placa TJV-9088). O grupo fugiu em direção à BR-428 e até o momento ninguém deu informações sobre o veículo, que está em nome de Geraldo Gabriel Rodrigues. Quem tiver informações sobre o caminhão-pipa pode ligar para o telefone (87) 98845-5704 ou para a polícia, através do 190.


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STF marca para quinta-feira julgamento que pode definir liberdade de Lula

(Foto: STF | Felipe Gonçalves/247)

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, marcou para a próxima quinta-feira (17) o julgamento sobre a prisão em segunda instância, o que pode beneficiar o ex-presidente Lula. O julgamento do dia 17 será o primeiro de uma sequência que pode desmontar por completo a Lava Jato até o fim do ano. Estão na agenda da corte a suspeição de Moro, a o fim das investigações ilegais da Receita Federal e Coaf e as condenações da Lava Jato em processos nos quais a acusação teve a última palavra.
Leia a seguir reportagem do 247 sobre os julgamentos que podem liquidar a Lava Jato no STF:

O Supremo Tribunal Federal (STF) está preparando o funeral da operação Lava Jato. Prevê-se até o fim de novembro uma sequência de decisões que devem decretar o fim das ilegalidades cometidas por Sérgio Moro e os procuradores: suspeição do próprio Moro, fim das prisões depois de condenção em segunda instância, fim do compartilhamento de dados fiscais e bancários de órgãos como a Receita e Coaf sem autorização judicial, além de definir critérios sobre a anulação de condenações nos casos em que réus delatados não tiveram assegurado o direito de falar depois de réus delatores.
Segundo um dos ministros do STF, ouvidos pelo jornalista Rafael Moraes Moura, de O Estado de S.Paulo, as decisões a serem adotadas representarão  uma “vitória da Constituição”.

“Todo mundo é a favor do combate à corrupção, mas observados os meios contidos na ordem jurídica. Em Direito, o meio justifica o fim, não o fim ao meio. Não dá é para levar essa persecução penal de cambulhada. Não avançamos culturalmente a qualquer custo”, disse o ministro Marco Aurélio Mello ao jornalista Rafael Moura.
A pauta de fim de ano foi possível graças às revelações da Vaza Jato, pelo Intercept. 
Moro está isolado e sem apoio no Congresso, Deltan Dallagnol está demoralizado e Bolsonaro entrou em guerra contra quase todo o universo político nacional. (247)



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Por: Danielle Santana - Diario de Pernambuco

  Via:Santanavinicius

A unidade das oposições em Bonito, no Agreste pernambucano, vem sendo costurada para as eleições municipais. O vereador Zenilson deu o pontapé nas articulações nesta semana, quando reuniu diversas lideranças locais juntamente com o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB). Outros três vereadores (Tonho da Granja, Roberto Monteiro e Josenildo Rosa) também participaram do encontro, que simbolizou um novo momento para a política daquele município. O deputado federal Fernando Filho (DEM) e o deputado estadual Antonio Coelho (DEM) também têm atuado pela unidade do campo oposicionista.
Segundo FBC, o encontro faz parte de uma reorganização no MDB em todo o estado, que vem sendo feita juntamente com o presidente estadual da legenda e deputado federal Raul Henry e o senador Jarbas Vasconcelos. “O MDB tem hoje 17 prefeituras e estamos trabalhando em todas as regiões de Pernambuco para ampliarmos esse número, lançando no mínimo, 75 candidaturas a prefeito. Sabemos que não é fácil, mas o primeiro passo é reorganizar o partido. Fico feliz com atos como esse em Bonito, pois demonstram que esse processo para construirmos a unidade das oposições, que tem o vereador Zenilton à frente, tem ganhado corpo”, destaca Fernando Bezerra Coelho.


O senador lembra que as eleições municipais de 2020 inauguram um novo ciclo na política brasileira, com o fim das coligações proporcionais. “Os partidos terão que disputar e formar seus quadros. E é evidente que não dará para se ter candidato a vereador por vários partidos, porque termina sacrificando quem disputa. Teremos então, no máximo, duas chapas para vereadores na oposição em Bonito e em várias cidades. Ou seja, os candidatos só conseguirão disputar por dois partidos, e o que estamos trabalhando é para que o destino desses candidatos seja o MDB, porque é um partido que tem estrutura, tem história, tem musculatura para todas as disputas”, ressalta FBC.




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5 mil fábricas fecharam na Argentina no governo Macri

Presidente da Argentina, Mauricio Macri
Presidente da Argentina, Mauricio Macri (Foto: REUTERS/Agustin Marcarian)

A mais recente crise na balança de pagamentos da Argentina derrubou a economia numa acentuada recessão que está desidratando ainda mais o setor produtivo do país, em especial as indústrias automobilística, de maquinário e têxtil. A combinação de inflação de dois dígitos com forte desvalorização do peso trouxe incerteza para as empresas. A informação é do jornal Valor Econômico. 
O presidente Mauricio Macri tomou posse no fim de 2015 prometendo investimentos para revitalizar o setor produtivo do país. Contudo, o saldo até agora de seus quatro anos de governo é o fechamento de ao menos 5 mil fábricas. A Argentina deve chegar ao fim de 2019 com 50 mil fábricas, segundo a União Industrial Argentina (UIA). Neste período, entre (247)


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