sábado, 9 de janeiro de 2021

Grávida fica em choque ao saber da morte do pai por Covid-19 e morre de AVC

 

Foto: Reprodução/Facebook

Uma mulher que estava grávida morreu, nessa quinta-feira (7), 13 dias depois de ficar em choque e sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) ao saber da morte do pai dela por Covid-19, em Cuiabá, no Mato Grosso.

Marciele Feldmann, de 40 anos, é filha do professor Lauro Feldmann, 69, que morreu em 25 de dezembro durante internação no Hospital Regional de Água Boa, a 736km de Cuiabá. Ao saber da notícia, segundo a comunidade luterana da cidade, da qual a família faz parte, Marciele, que estava grávida de 8 meses, passou mal e entrou e choque, por isso foi levada às pressas ao hospital da cidade onde sofreu uma convulsão.

Ela foi, então, submetida a um parto de emergência. Bernardo Augusto nasceu com insuficiência respiratória e precisou ser internado. Enquanto isso, Marciele se recuperava da cirurgia.

No entanto, no mesmo dia que Bernardo nasceu, ela se queixou de fortes dores na cabeça, foi intubada e transferida em Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) aérea para o Hospital Municipal de Cuiabá, onde permanecia internada até falecer nesta quinta.

O bebê

Bernardo foi transferido, também em UTI aérea, para o município de Sorriso e recebeu alta em 1º de janeiro. A criança está sob os cuidados da avó e da tia, em Água Boa, assim como o primeiro filho de Marciele, de 16 anos.

O enterro ocorreu na manhã desta sexta-feira (8) em Água Boa. (
Por: Correio Braziliense).


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Defensoria Pública da União pede adiamento do Enem 2020

 

MEC afirma que R$ 64 milhões foram investidos em segurança sanitária

Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Defensoria Pública da União (DPU) recorreu à Justiça Federal para tentar adiar a realização das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), agendadas pelo Ministério da Educação (MEC) para começar no próximo dia 17.

Entidades científicas como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), além de organizações como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) também defendem o adiamento do exame.

Em comum, as iniciativas favoráveis à suspensão temporária sustentam que as aglomerações nos locais de prova favorecerão a disseminação do novo coronavírus e o aumento do número de casos da covid-19 em um momento em que a incidência da doença está aumentando em quase todo o país.

No novo pedido de tutela de urgência que ajuizou ontem (8), no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), o defensor público federal João Paulo Dorini afirma que não há, até o momento, “clareza sobre as providências adotadas para evitar a contaminação dos participantes da prova, estudantes e funcionários que a aplicarão” em todo o Brasil.

Dorini lembra que a ação civil pública que corre no TRF-3 foi protocolada pela DPU e pelo Ministério Público Federal (MPF) em abril de 2020, poucas semanas após o MEC divulgar o edital do Enem. E que, já naquela ocasião, defensores e procuradores pediam que todo o cronograma do exame fosse ajustado “à nova realidade trazida pela pandemia”, principalmente quanto aos prejuízos que os alunos da rede pública de ensino sofreram devido às dificuldades de cumprir o programa de ensino.

“Em abril, não se sabia se as provas poderiam ser realizadas em janeiro seguinte, seja por não se saber que o conteúdo programático do ano letivo teria sido cumprido (o que não foi, quando muito, apenas formalmente), seja por não se saber como estaria a transmissão do vírus e os riscos sanitários envolvidos”, afirma Dorini, argumentando que, até o momento, “não houve uma solução judicial a contento para viabilizar a realização de um exame que não reproduza as deficiências pedagógicas nas redes estaduais de ensino durante a pandemia e que possa ser realizado de maneira segura”.

“Não há maneira segura para a realização de um exame com quase seis milhões de estudantes neste momento, durante o novo pico de casos da covid-19”, acrescenta o defensor. “Qual será o impacto de mais um aumento exponencial de contaminações em decorrência [da realização do] Enem, que não se restringirá apenas a estudantes e funcionários, mas também a seus familiares e pessoas de suas convivências, em um sistema de saúde já colapsado em muitas cidades”, questiona Dorini ao pedir que a Justiça Federal aprecie a questão com urgência e determine o adiamento das provas.

Medidas de prevenção

Em redes sociais, o Ministério da Educação afirmou que tem sido “diligente” [cuidadoso] na aplicação dos recursos públicos para garantir a segurança dos candidatos do Enem, bem do do Revalida e do Encceja. Em nota divulgada em seu site, o ministério afirma que o Inep destinou R$ 64 milhões apenas para as medidas de prevenção contra a covid-19 na aplicação do Enem (aquisição de equipamentos de proteção individual, álcool em gel e mais locais para aplicação de provas) e detalhou as principais ações que o instituto vem adotando.

“Foram estabelecidas regras específicas para reduzir aglomerações nos locais de prova, durante a aplicação”, destaca a pasta, explicando que tais normas foram definidos em conjunto com as empresas contratadas para aplicar o exame, com base nas principais diretrizes do Ministério da Saúde e “de outros órgãos e entidades de referência”.

Segundo o Ministério, os referidos procedimentos estão detalhados em dois editais, o nº 54 e o nº 55. Entre outras coisas, os editais estabelecem a proibição da entrada e permanência nos locais de prova de qualquer pessoa sem máscara de proteção que cubra totalmente o nariz e a boca (e que, segundo o MEC, “serão verificadas pelos fiscais para evitar possíveis infrações”. Só será permitida a retirada momentânea da máscara para alimentação ou ingestão de líquidos.

Os editais também estabelecem que, antes do início das provas, o aplicador deverá fornecer álcool aos candidatos que, antes de entrar na sala de provas, terão que higienizar as mãos. O MEC garante que as salas serão higienizadas antes da aplicação do exame e organizadas de forma a garantir um distanciamento social adequado e “o máximo de ventilação natural” possível.

Pessoas que informaram que fazem parte de algum grupo de risco (idosos, gestantes e pessoas com doenças respiratórias ou que afetam a imunidade) deverão receber tratamento diferenciado, ocupando salas com ocupação de até 25% da capacidade máxima. Segundo o ministério, estes participantes já foram previamente identificados no momento da inscrição. Além disso, gestantes, lactantes, idosos e pessoas com condições médicas preexistentes (cardiopatias, doenças pulmonares crônicas, diabetes, obesidade mórbida, hipertensão, doenças imunossupressoras e oncológicas) ocuparão salas com, no máximo, 12 pessoas.

Quem no dia da prova apresentar sintomas de qualquer doença infectocontagiosa não deverá comparecer ao local do exame, mas deverá comunicar sua condição previamente, por meio da Página do Participante. As doenças para as quais os editais do Inep preveem a possibilidade de reaplicação dos testes são: coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola, varicela e covid-19.

“Com todas as medidas de prevenção e os cuidados adotados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Inep para a realização do Enem 2020, somados à compreensão e à colaboração de todos os participantes, temos a confiança e a certeza de que realizaremos o exame com segurança para todos os envolvidos”, afirma o ministério, alegando que a aplicação das provas “é fundamental para garantir o acesso dos estudantes ao ensino superior em 2021”.

Repercussão

Também ontem, 50 entidades científicas dos campos da Educação e da Saúde divulgaram uma nota conjunta em que apontam a “necessidade urgente” de que a realização das provas do Enem sejam adiadas “para outro momento no qual os índices de transmissão e a capacidade de resposta dos serviços de saúde estejam dentro de níveis aceitáveis”. Entre as organizações signatárias estão a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC); a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco); a Associação de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped); a Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn) e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco).

“As propostas apresentadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) como medidas de segurança para evitar a infecção pela covid-19 não são suficientes para garantir a segurança da população brasileira, num momento de visível agravamento da pandemia no país”, sustentam as entidades na nota. “Este exame existe para incidir na redução das desigualdades do acesso ao ensino superior e não pode servir para ampliar desigualdades ou, o que é inaceitável, se tornar espaço vetor de uma pandemia já fora de controle por incúria governamental”.

Em outra frente contra a aplicação das provas presenciais a partir do dia 17, a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) acionaram o Ministério Público Federal (MPF) com uma representação judicial para que o órgão tente obter o adiamento do exame na Justiça.

“Entramos com uma ação no Ministério Público Federal pedindo esclarecimentos sobre o Enem 2020; posicionamento a respeito de uma nova data e transparência sobre as medidas de segurança para a realização da prova”, informaram as entidades, ontem, em suas redes sociais. “Desde março de 2020 estamos tentando dialogar com o governo federal e com as demais autoridades sobre possíveis soluções para a realização do Enem, no entanto, as providências adotadas pelo Ministério da Educação e pelo Inep têm se mostrado insuficientes”, acrescentam.(Por Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil - Brasília).

Edição: Pedro Ivo de Oliveira



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Haddad recebe apoios após despedida da Folha, que sai menor do episódio

 

(Foto: Diego Padilha)

Após romper com a Folha de S.Paulo neste sábado e criticar a linha editorial do jornal, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad recebeu apoio de internautas e seu nome é um dos mais comentados na rede social Twitter. 

O ex-prefeito e um dos presidenciáveis petistas publicou neste sábado sua carta de despedida, depois de ser vítima de um ataque rasteiro num editorial do jornal, que não quis se retratar. 

Haddad foi agredido depois de defender a candidatura presidencial do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reagindo a um artigo de Eliane Cantanhêde, chamado "O pino da granada" e que foi publicado no Estado de S. Paulo, em que ela pressionava os ministros do Supremo Tribunal Federal a não devolver os direitos políticos de Lula, a despeito de todas as evidências de suspeição do ex-juiz Sergio Moro. (Brasil247).

Veja a repercussão: 



 

 

 

 

 

 

 

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

LIVRO BOMBA - CUNHA REVELA PAPEL DE RODRIGO MAIA NO GOLPE CONTRA DILMA: “ESTAVA DESESPERADO PELOS HOLOFOTES”

 

Eduardo Cunha e Rodrigo Maia (Foto: Gustavo Bezerra/PT | Najara Araújo/Câmara dos Deputados)

Em seu livro-bomba "Tchau Querida, o Diário do Impeachment", o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (MDB-RJ) afirma que o deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), hoje na Presidência da Casa atualmente, "era um personagem desesperado pelos holofotes do impeachment de Dilma".

De acordo com o livro, Maia queria a relatoria da Comissão Especial do Impeachment, mas o emedebista vetou por acreditar que ele não teria forças para a tarefa.

Em seu livro, Cunha destacou que o então vice-presidente Michel Temer foi o grande conspirador para o impeachment de Dilma. 

A então presidente foi acusada de ter cometido as chamadas "pedaladas fiscais", porém foi inocentada pelo Ministério Público Federal. O procurador da República Ivan Cláudio Marx, responsável pelo caso aberto no MP do Distrito Federal, pediu arquivamento do inquérito em julho de 2016. Em sua decisão, Marx levantou suspeitas sobre "eventuais objetivos eleitorais" com as "pedaladas".

Em junho daquele ano, uma perícia realizada por técnicos do Senado entregue  à comissão do impeachment apontou que Dilma não praticou as "pedaladas". (Brasil247).


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Pandemia: 94 municípios solicitaram prorrogação do estado de calamidade pública

                  Por: Carol Brito/Blog da FolhaFoto: Alepe/divulgação

Após a autoconvocação da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para suspender o recesso legislativo constitucional, o número de municípios que pediram a prorrogação do estado de calamidade pública só faz aumentar. Na prática, a medida visa viabilizar condições fiscais aos gestores, entre eles vários prefeitos que acabaram de assumir os seus mandatos, para adotar medidas urgentes no combate à pandemia da Covid-19. Até agora 94 municípios já haviam solicitado a prorrogação de 180 dias, sendo Cortês e Brejão com pendência de oficio com assinatura do prefeito

Na terça, ocorrerá a reunião remota para instalação do período extraordinário. Já na quarta-feira, as prorrogações do estado de calamidade serão votadas nas comissões de Constituição, Legislação e Justiça; Finanças, Orçamento e Tributação; e Administração Pública. A reunião plenária para a aprovação dos projetos está prevista para ocorrer na próxima quinta-feira.

Confira todos os municípios que solicitaram a prorrogação de 180 dias:

Abreu e Lima;
Afrânio;
Água Preta;
Águas Belas;
Afogados da Ingazeira;
Aliança;
Amaraji;
Araçoiaba;
Barra de Guabiraba;
Belém do São Francisco;
Betânia;
Bodocó;
Bom Jardim;
Bonito;
Brejão*;
Buenos Aires;
Buíque;
Cabrobó;
Caetés;
Calumbi;
Camaragibe;
Camocim de São Félix;
Carnaíba;
Catende;
Condado;
Correntes;
Cortês*;
Cumaru;
Custódia;
Dormentes;
Exu;
Feira Nova;
Ferreiros;
Flores;
Floresta;
Frei Miguelinho;
Garanhuns;
Goiana;
Granito;
Gravatá;
Glória do Goitá;
Iati;
Ibirajuba;
Inajá;
Ingazeira;
Itaíba;
Itambé;
Jaqueira;
Jataúba;
João Alfredo;
Lagoa de Itaenga;
Lagoa do Carro;
Lagoa Grande;
Macaparana;
Nazaré da Mata;
Orocó;
Palmares;
Palmeirina;
Paranatama;
Parnamirim;
Petrolândia;
Petrolina;
Paudalho;
Poção;
Riacho das Almas;
Ribeirão;
Rio Formoso;
Sairé;
Sanharó;
Santa Maria da Boa Vista;
Santa Terezinha;
São Bento do Una;
São Benedito do Sul;
São Caetano;
São João;
São José da Coroa Grande
São José do Egito;
Serra Talhada;
Serrita;
Sertânia;
Surubim;
Tacaimbó;
Tacaratu;
Terra Nova;
Terezinha;
Timbaúba;
Toritama;
Tracunhaém;
Tupanatinga;
Verdejante;
Vertente do Lério;
Vertentes;
Vicência;
Vitória de Santo Antão;


Agência Espacial divulga data e horário de possível impacto de asteroide na Terra

 

O asteroide foi classificado como "potencial perigoso" pela Nasa (Foto: Divulgação (Nasa)

A Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou a data e a hora exata em que o sexto asteroide mais perigoso do universo pode atingir a Terra. Seria 5h12 da manhã, no horário de Brasília (DF), em 6 de maio de 2022, de acordo com a Lista de Risco de Objetos próximos à Terra da ESA. O asteroide tem cerca de 130 metros de diâmetro, o peso de 250 mil toneladas e viaja a 95.000 Km/h.

A lista é feita a partir da chamada "Escala de Palermo", que calcula o risco de cada asteroide conforme diferentes parâmetros. Os relatos foram publicados pelo portal Uol. 

Pela rota do asteroide, não é possível saber o local exato que irá cair. A Nasa classificou o asteroide como "potencial perigoso". As chances que ele cause destruição em massa e atinja o planeta são de uma em 3.800, ou de 0,026%, segundo cálculos da agência espacial americana.


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Morre policial ferido em choques com seguidores de Trump no Capitólio

 

Foto: AFP

Um oficial da Polícia do Capitólio não resistiu e morreu em consequência dos ferimentos sofridos na quarta-feira (6), durante a invasão à sede do Congresso americano, em Washington, por simpatizantes do presidente Donald Trump - anunciaram as autoridades na quinta à noite.

O agente Brian Sicknick "respondia aos distúrbios na quarta-feira no Capitólio e foi ferido enquanto enfrentava fisicamente os manifestantes", informou a Polícia do Capitólio em um comunicado.

"Voltou para seu posto e colapsou", relata a nota, acrescentando que "foi levado para um hospital local, onde sucumbiu aos seus ferimentos".

Sicknick é o primeiro policial morto por causa da violência deflagrada na quarta, quando uma multidão incitada por Trump invadiu o Congresso.

Quatro manifestantes morreram, incluindo uma mulher baleada pela polícia enquanto tentava entrar no Capitólio. As outras três mortes ocorreram no perímetro da sede legislativa, em circunstâncias ainda sob investigação.(Por: AFP).


INQUÉRITO - Polícia Federal vai investigar ameaças de bomba feitas antes do incêndio na UFPE

  Dias antes do incêndio, prints de mensagens envolvendo ameaças de "explosão" aos prédios da instituição circularam entre grupos ...