segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Bancos não funcionam nesta segunda e terça-feira de Carnaval

 

(Foto: ABr)

Apesar do cancelamento dos pontos facultativos e das festas de Carnaval em muitos estados e municípios, os bancos não abrirão para atendimento ao público hoje (15) e amanhã (16). O calendário bancário está mantido e o expediente será retomado na quarta-feira (17), às 12, com encerramento em horário normal do fechamento das agências.

Entretanto, de acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), nas localidades em que as agências fecham normalmente antes das 15h, o início do atendimento ao público será antecipado para garantir o mínimo de três horas de funcionamento.

As contas de consumo e carnês com vencimento em 15 ou 16 de fevereiro poderão ser pagas, sem acréscimo de juros, na quarta-feira (17). Segundo, a Febraban, normalmente, os tributos já vêm com datas ajustadas ao calendário de feriados nacionais, estaduais e municipais, mas caso isso não tenha ocorrido, a sugestão é agendar o pagamento nos caixas eletrônicos, internet banking e pelo atendimento telefônico dos bancos. (Agência Brasil).


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Católicos ultraconservadores atacam Campanha da Fraternidade 2021, que defende população LGBTQI+

 

Campanha da Fraternidade 2021 sofre ataques da extrema direita cristã (Foto: Divulgação)

Após deixar de ser realizada no ano passado, por causa das restrições impostas pela pandemia de coronavírus, a Campanha da Fraternidade de 2021 começa sob ataques nas redes e ações de boicote. A cruzada é promovida por grupos católicos ultraconservadores, que se revoltaram com o protesto da iniciativa religiosa contra a violência sofrida pela população LGBTQI+.

Com o tema “Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor”, a tradicional iniciativa que pede doações de fiéis para financiar projetos sociais apoiados pela Igreja Católica virou alvo de religiosos fundamentalistas nas redes sociais. Um dos motivos é a busca da inclusão, nesse diálogo, das minorias e a violência direcionada a esses grupos.

Os ataques nas redes são ferozes e acusam líderes religiosos de terem aderido a “pautas abortistas e anticristãs”. Com vídeos no YouTube e hashtags no Twitter e no Instagram, esses grupos tentam incentivar os cristãos a não doar nenhum dinheiro para a Campanha da Fraternidade.

Tradição católica desde a década de 1960, a campanha é promovida anualmente no período da quaresma, terminando no Domingo de Ramos, e tem sido realizada em versão ecumênica (convidando outras igrejas cristãs) a cada cinco anos, desde 2000.

Nesses anos específicos, como é o caso de 2021, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divide a organização da campanha com o Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), do qual representantes católicos também são integrantes.

A pastora luterana Romi Bencke, secretária-executiva do Conic, é um dos principais alvos do discurso de ódio. As investidas que ela sofreu motivaram mais de 200 entidades da sociedade civil a protestar e se solidarizar.

Em carta, a Aliança de Batistas do Brasil repudiou a campanha de ódio e afirmou que os ataques estão sendo direcionados com mais força a lideranças femininas, “além do cunho antiecumênico são carregados de misoginia indisfarçável”.

“Nos vemos perplexos com os ataques que a CFE 2021 (Campanha da Fraternidade Ecumênica) vem sofrendo por parte de setores que buscam, entendemos, usurpar o nome da Igreja Católica Apostólica Romana, que conosco compõe este Conselho, para ataques infundados, injustos e até mesmo criminosos”, diz a carta da Aliança de Batistas. (Metrópoles).


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Reino Unido blinda fronteiras contra o vírus e deixa de fora residentes sem dinheiro

Nesta segunda-feira, medidas rígidas contra o coronavírus entraram em vigor nas fronteiras britânicas

A colombiana Mariana Aristizábal deveria retomar seu trabalho em Londres dentro de uma semana, mas nesta segunda-feira (15) medidas rígidas contra o coronavírus entraram em vigor nas fronteiras britânicas, com quarentenas caras em hotéis, multas e penas de prisão, tornando impossível para ela voltar.

"Levando em conta os custos da nova quarentena é absolutamente impossível", comenta à AFP esta atriz e diretora de 30 anos, que vive há cinco anos em Londres. Ela está atualmente em Bogotá, onde em março passado apresentou seu trabalho "The Two Of Us" no Theatre Deli Broadgate.

"Temos uma série de projetos programados para 2021" e "é bastante frustrante", diz. 

Após a descoberta das novas cepas brasileira e sul-africana, o Reino Unido proibiu as chegadas de 33 países de uma "lista vermelha" que inclui toda a América do Sul, Panamá e Portugal.

Mas não pode impedir o regresso de britânicos e residentes estrangeiros. Razão pela qual, a partir desta segunda, todos os que chegam são transferidos diretamente do aeroporto para um hotel, onde têm de ficar 10 dias, pagando cerca de 1.750 libras (2.400 dólares, 2 mil euros). 

Fazem as refeições no quarto e devem passar por dois testes de Covid-19, no segundo e no oitavo dia. Qualquer resultado positivo prolonga a quarentena por mais 10 dias. 

"Deve ser difícil ficar trancado em um quarto por 10 dias, sem ir a lugar nenhum, então fazemos verificações, nos certificamos de que estão bem", explicou Charlie Islam-Harry, gerente do St Giles Hotel, que faz parte do programa. 

Na sua recepção, uma câmera térmica capta se o recém-chegado está com febre, há desinfetante para as mãos próximo aos elevadores e um protocolo especial de limpeza é realizado.

Mas "numa época em que há pouco trabalho", o custo é inacessível para muitos como Aristizábal, que pagou 500 libras por uma passagem de ida e volta para ver a família em dezembro. 

Também para Santiago Peluffo, em situação semelhante em Buenos Aires. "Não posso pagar 1.750 libras de hotel quando tenho minha própria casa em Londres", reclama o escritor argentino de 35 anos, residente no Reino Unido desde 2012. 

Ele se pergunta, indignado, "o motivo pelo qual a proibição vale para todo o continente", quando países como a Argentina têm cada vez menos casos. E denuncia "discriminação", geográfica e econômica.

Dez anos de prisão
Alternativas? Poucas.

O voo de Mariana, previsto para o dia 22 de fevereiro, passava por Madri e ela poderia ter ficado ali "na casa de uma amiga" por 10 dias antes de retornar a Londres. Mas a União Europeia só permite a entrada de cidadãos e residentes e, uma vez concluído o Brexit, ficou sem alternativa.

A recusa da quarentena acarreta uma multa de até 10 mil libras.

E mentir no formulário de chegada para esconder ter estado em um país da "lista vermelha", uma pena de prisão de até 10 anos.

Para Peluffo "é ridículo". 

Para Dominic Grieve, ex-procurador-geral e ministro que assessora o governo britânico em questões jurídicas, "é totalmente desproporcional". 

"A realidade é que ninguém receberia essa sentença de qualquer maneira, os tribunais simplesmente não vão impô-la", disse à BBC após o anúncio do ministro da Saúde, Matt Hancock, que gerou fortes críticas. 

"Basta olhar para os crimes que têm penas de no máximo dez anos", frisou Grieve, que incluem porte de arma de fogo ou administração de veneno. O tráfico de armas ou o abandono de crianças menores de dois anos acarretam no máximo cinco.

"Não peço desculpas pela força dessas medidas", disse Hancock, cujo governo foi amplamente criticado por sua lentidão e falta de firmeza em face de uma pandemia que deixou cerca de 117 mil mortos no país mais atingido na Europa.

Enquanto isso, Mariana busca soluções para não perder a vida que construiu em Londres.

Tem um visto de trabalho temporário, mas para solicitar residência permanente não deve ficar fora do país por mais de seis meses.

Se as quarentenas em hotéis forem prolongadas "minha vida na Inglaterra chegará ao fim", diz ela preocupada. (Por AFP).


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Carnaval em tempos de pandemia: saiba como lidar com a tristeza de não cair na folia

Sem Festa de Momo, momentos de incerteza e estresse provocados pela pandemia geram ainda mais insegurança psicológica


Aguardado por muitos foliões, o Carnaval é o momento de esquecer os problemas e viver quatro dias inteiros de alegria. Marcado por muita gente nas ruas e aglomerações, a festa não vai ser realizada este ano por conta da pandemia de Covid-19. Além de precisar guardar a fantasia e o glitter para um momento mais oportuno, algumas pessoas ainda estão tendo dificuldade para lidar com o fato de não cair na folia.

A ausência do Carnaval, sobretudo no cenário pandêmico, é responsável pela diminuição dos níveis de bem-estar da população, conforme explica a psicóloga Hellen Leite. “O Carnaval enquanto manifestação cultural traz à tona uma série de emoções positivas que nos faz ver o mundo de maneira diferente. As fantasias, as alegorias variadas, o colorido, as músicas criam uma atmosfera de irreverência e espontaneidade. Sem a maior festa popular do País, os momentos de incerteza e de estresse provocados pela pandemia geram ainda mais insegurança psicológica”, afirma a profissional.

(PODCAST) Canal Saúde - A tristeza de não brincar o Carnaval - Pernambuco vive algo incomum

Como boa olindense, a designer de moda Amanda Barbosa, 25, faz questão de aproveitar bem a folia. Mesmo consciente de que a decisão de não realizar o Carnaval este ano, por conta da pandemia, é a mais acertada, ela revela que a ficha ainda não caiu por completo, mas que tem sentido o impacto da ausência da festa aos poucos. “Para mim, não ter Carnaval não foi uma surpresa, inclusive eu concordo com a decisão, mas não deixo de lamentar, porque, para mim, a tristeza é imensa”, disse a designer.

A frase “o ano só começa depois do Carnaval” faz todo sentido para o contador Ruan Lopes, 27. Por fazer aniversário em fevereiro, Ruan vê o momento como o início de um novo ciclo. “Normalmente eu não comemoro o meu aniversário como as outras pessoas comemoram. O meu aniversário é um Carnaval. Eu gosto de comemorar no Carnaval por ser a festa que eu mais me identifico e desejo”, confessou.

Apesar de estarem com um sentimento de tristeza parecido, Amanda e Ruan estão lidando com a situação de formas distintas. O contador, apesar de ter aceitado, tem ficado triste sempre que lembra. “Eu tenho até evitado falar disso, porque fico muito para baixo, chego perto de chorar”, disse. Já Amanda tem enfrentado os sentimentos de mente aberta. “Eu vejo as lembranças dos carnavais passados e lamento, mas é também um alento, porque o que me conforta é saber que brinquei e aproveitei tudo o que tinha para brincar e aproveitar”, pontua. 

De acordo com a psicóloga Danielle Rabello, viver o lúdico e manter o espírito da brincadeira é uma das melhores formas de amenizar a ausência deste momento. “É preciso trabalhar a consciência de que o motivo da ausência é fundamental para o bem comum de todos. Também é bom pensar que quando acabar a pandemia vamos viver um eterno Carnaval de tanta alegria”, salientou Rabello. “O ideal é aceitar o momento, compreendendo as oscilações e restrições desse período de pandemia, investindo em si para superar o descontentamento de não poder brincar o carnaval”, finalizou a psicóloga Hellen Leite. (Por Marjourie Corrêa/Folhape).

Supere a ausência do carnaval

#vidaplenajaymedafonte


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"Vacina é prioridade zero", diz Flávia Arruda, nova presidente da CMO

 

Foto: Ed Alves/CB/D.A Press

Ela já foi coadjuvante. Entrou na vida pública como primeira-dama do Distrito Federal, mulher de um governador com personalidade, José Roberto Arruda, que desperta ódios e paixões. Eleita com 121.340 votos, Flávia Arruda (PL-DF), aos poucos, conquista seu espaço próprio. Foi a mais votada da bancada do DF na Câmara. Em dois anos de mandato, tornou-se a primeira deputada a assumir a presidência da Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso. Por aclamação.


A disputa rolou nos bastidores no ano passado. O então presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), preferia o deputado Elmar Nascimento (DEM-BA) e não instalou a comissão porque seria derrotado. Flávia Arruda era candidata única do Centrão. Com a vitória de Arthur Lira (PP-AL), eleito com o apoio dessa bancada, as portas foram abertas.

Na semana passada, a CMO iniciou os trabalhos (foto abaixo). Nas mãos da deputada de Brasília fica a atribuição de conduzir a aprovação de um projeto de lei orçamentário que está atrasado. Em dois meses, é preciso aprovar o Orçamento de 2021, com duas dificuldades quase intransponíveis: recriar o auxílio emergencial sem ainda ter a fonte de financiamento e garantir recursos destinados à compra de vacinas contra a covid-19 para proteger uma população de 200 milhões de habitantes.

A imunização, segundo Flávia Arruda, é prioridade total. Mas não se pode permitir que as pessoas morram de fome por causa da crise provocada pela pandemia. Tarefa difícil.

O Congresso vai conseguir aprovar o Orçamento de 2021 até abril, como prevê o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco?

Temos de aprovar o Orçamento até o fim de março, para o país andar, para o governo ter condições de tocar os projetos prioritários. Esse atraso foi muito ruim, mas as eleições do deputado Arthur Lira e do senador Rodrigo Pacheco pacificaram o ambiente político.

Vai ter um novo auxílio emergencial? Em que condições?

A crise social é grave. Quem tem fome tem pressa. Eu defendo um novo auxílio emergencial, nos limites do possível.

O presidente Jair Bolsonaro disse que vai precisar fazer dívida para pagar o auxílio. De onde vai sair o dinheiro?

O relator do Orçamento, senador Marcio Bittar, e eu tivemos uma primeira reunião com o ministro Paulo Guedes, e nossas equipes técnicas estão trabalhando. Vamos encontrar caminhos.

Ao assumir a CMO, você disse que a prioridade são as vacinas. Os recursos para compra de imunizantes estão assegurados?

A vacina é prioridade zero. Não pode e não vai faltar dinheiro.

Como é possível acelerar a aquisição de vacinas?

Essa é uma responsabilidade do Poder Executivo. O mundo todo está correndo atrás das vacinas. Não podemos ficar para trás. Não podemos perder mais vidas.

Como presidente da CMO, é possível ajudar o Distrito Federal?

A bancada do DF já tem ajudado muito, destinando emendas importantes para a saúde, para escolas, creches e outras obras. Vamos continuar trazendo recursos para Brasília. Creio que, na presidência da Comissão Mista do Orçamento, vou poder ajudar ainda mais.

Qual é a prioridade aqui?

Vamos ouvir o governador Ibaneis (Ibaneis Rocha) e definirmos juntos, com os senadores e deputados, as prioridades do DF já na próxima semana.

Dá para pensar em reajuste para as forças de segurança?

O momento é muito difícil para qualquer aumento de despesas, tanto no plano federal como nas unidades da Federação. O cobertor é curto. As prioridades, repito, são a vacina, o auxílio emergencial para quem está passando fome e a retomada da economia e dos empregos, que só acontecem se soubermos atender as duas primeiras prioridades sem desorganizar a economia, sem crescer a dívida pública. Mas, mesmo em tempos difíceis, não dá para viver sem esperança.

Você é amiga de Rodrigo Maia, mas apoiou Arthur Lira na eleição para a presidência da Câmara. Como lidou com isso?

Quando a conversa é franca, a amizade é longa. Sou amiga do Rodrigo e muito amiga do Arthur. Rodrigo foi o primeiro a quem eu disse que seguiria a orientação do meu partido, e da minha consciência, e votaria no Arthur, que reuniu as condições políticas para dar estabilidade às relações institucionais, num momento em que já temos crises grandes demais.

Ficou alguma mágoa da parte dele?

Tenho certeza de que não. Já tivemos outras discordâncias políticas e isso nunca afetou nossas relações pessoais. Ele, inclusive, já esteve na minha casa depois que deixou a presidência. Eu não deixo eventuais discordâncias afetarem relações pessoais. Aliás, precisamos acabar com esse radicalismo que divide amigos e até familiares. Podemos ser capazes de ter posições diferentes num clima de diálogo e respeito.

Com Arthur Lira na presidência da Câmara, o Centrão vai reivindicar mais espaço no governo Bolsonaro?

O que eu penso é que num presidencialismo de coalizão é fundamental o presidente fazer composições políticas com o Congresso e estabelecer uma maioria parlamentar.

Acredita que Bolsonaro vai recriar o Ministério do Planejamento?

Não tenho essa informação. O que eu acho é que a crise da covid é a maior da nossa geração. E as consequências econômicas e sociais são muito grandes. Dar estabilidade econômica para o país voltar a receber investimentos é fundamental. Por isso, meu primeiro gesto como presidente da Comissão Mista do Orçamento, com o relator, o senador Marcio Bittar, foi visitar e estabelecer um diálogo com o ministro Paulo Guedes.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, fala em aprovar o auxílio emergencial por meio da PEC da Guerra. O governo não se preparou para uma pandemia prolongada?
Nenhum governo de nenhum país esperava uma tragédia como esta. A questão é como cada um reagiu à pandemia. Mas a hora não é de procurar culpados e, sim, de encontrar soluções. E a única saída é a vacina. E rediscutir a PEC da Guerra pode ser realmente necessário para termos mais alguns meses de auxílio emergencial.

Acha que teremos um ano mais difícil em termos econômicos do que 2020, com a lentidão naimunização da população e novas cepas de coronavírus surgindo?

Tenho muita esperança de que o mundo, por meio da ciência, vai vencer o vírus. Mas este ainda será um ano muito difícil. Teremos vários desafios para enfrentar além da vacina. Vivemos uma crise social grave, em que milhões de brasileiros não têm comida na mesa. Isso é grave e urgente. Por isso, eu defendo o auxílio emergencial com responsabilidade fiscal.

Você foi a deputada mais votada do DF. Chegou à Câmara e assumiu a presidência da Comissão Externa de Combate à Violência contra a Mulher. Agora, a presidência da CMO. Quais são os próximos planos?

Vivemos o momento mais difícil da nossa geração. Qualquer projeção futura de caráter político ou pessoal, neste momento, seria irresponsável. Meu foco é ajudar o Brasil e Brasília a saírem desta crise.

Acha que você está fazendo um bom trabalho?

Eu me dedico ao máximo para fazer o melhor, mas esse julgamento não cabe a mim. (Por: Correio Braziliense).



China ignora pedidos do governo Bolsonaro por troca de embaixador no Brasil

 

Yang Wanming, embaixador da China no Brasil (Foto: Romulo Serpa/Agência CNJ/Divulgação)

Convencido pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, Jair Bolsonaro pediu no ano passado ao governo chinês a troca de seu embaixador no Brasil, Yang Wanming. A informação foi publicada pelo jornal Folha de S.Paulo. O governo chinês ignorou os pedidos e já sinalizou que manterá o embaixador. 

A solicitação foi feita em abril e reiterada em novembro por causa de algumas desavenças entre o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o diplomata, após agressões verbais do parlamentar ao país asiático. 

Em março de 2020, o filho de Jair Bolsonaro publicou um texto comparando a pandemia da Covid-19 ao acidente nuclear de Tchernóbil (1986) e afirmou que o regime chinês tinha responsabilidade pela disseminação da doença.

"Substitua a usina nuclear pelo coronavírus e a ditadura soviética pela chinesa. Mais uma vez uma ditadura preferiu esconder algo grave a expor tendo desgaste, mas que salvaria inúmeras vidas", escreveu o deputado na época.

Yang classificou a fala de Eduardo como um "insulto maléfico" e o perfil oficial da embaixada veiculou uma publicação acusando o deputado de ter contraído um "vírus mental".

Em mais um novo ataque em novembro, o deputado afirmou que o governo brasileiro declarou apoio a uma "aliança global para um 5G seguro, sem espionagem da China".

Em nota, a embaixada disse que a declaração foi "totalmente inaceitável para o lado chinês e manifestamos forte insatisfação e veemente repúdio a esse comportamento". (Via:247).


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Luiza Trajano diz que não é candidata a presidente nem a vice

 

Luiza Trajano (Foto: World Economic Forum/Benedikt von Loebell)

A empresária Luiza Trajano, dona da rede de lojas Magazine Luiza, negou ser candidata a presidente da República e a vice-presidente.

“Não fui procurada por nenhum partido político e não entendo essa especulação envolvendo meu nome”, afirmou em nota divulgada nas redes sociais na tarde deste domingo (14).

“Minha atuação se dá por meio da sociedade civil organizada, em movimentos como o Grupo Mulheres do Brasil e o Unidos pela Vacina, sem pretenção de ocupar cargos eletivos”, completou.

Luiza lançou em dezembro uma campanha em defesa da vacina contra a Covid-19 para todos os brasileiros e defende que a vacinação de toda a população ocorra até setembro deste ano.

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