sábado, 1 de janeiro de 2022
AGRESSÃO - Passageira se recusa a usar máscara, agride comissária e avião retorna ao aeroporto
quinta-feira, 30 de dezembro de 2021
Com endosso de Stiglitz, Nobel de Economia, Lula é convidado a palestrar na Universidade de Columbia, EUA
Lula deve ir aos Estados Unidos no começo de 2022. Entre outros compromissos, o maior líder popular do Brasil foi convidado a palestrar na Universidade de Columbia, em Nova York, uma das mais importantes dos Estados Unidos e integrante do seleto grupo conhecido como Ivy League.
O ex-presidente deve repetir nos Estados Unidos o mesmo êxito de sua recente viagem à Europa, onde se encontrou com líderes progressistas e intelectuais de prestígio.
O convite para palestrar na Universidade de Columbia partiu de uma organização chamada Brazil Talk, formada há seis anos por alunos brasileiros focados em Relações Públicas e Internacionais na instituição, informa o jornalista Lauro Jardim no Globo.
Os organizadores do evento planejam que em sua palestra Lula tenha como mediador o economista Joseph Stiglitz, ganhador do prêmio Nobel de Economia em 2001.
Stiglitz, com quem Lula se encontrou em Bruxelas, em novembro, endossou o convite feito pela ala da comunidade acadêmica brasileira em Columbia. Brasil247
Portaria antivacina do MEC é inconstitucional e cria o caos nas universidades, diz Lenio Streck
O jurista Lenio Luiz Streck criticou nesta quinta-feira (30) a portaria do Ministério da Educação (MEC) que proíbe universidades e institutos federais de exigir comprovante de vacinação contra a Covid-19 de estudantes no próximo semestre letivo.
Para Streck, a medida é inconstitucional e institui o caos no ensino superior. "Sobre 'despacho' do MEC pode-se afirmar que, se a universidade não pode exigir vacinação, também não pode exigir de ninguém ministrar aula ou assistir aula colocando a própria vida em risco. É o CAOS. Ninguém mais sabe DIREITO nesse país? Chumbaram em direito constitucional?", disse o jurista pelo Twitter.
A medida assinada por Ribeiro segue à risca as ordens de Bolsonaro, que busca de todas as maneiras evitar a adoção do chamado passaporte da vacina, já que ele mesmo não se vacinou – e faz campanha contra a vacinação de crianças.
Segundo o despacho, “a exigência de comprovação de vacinação como meio indireto à indução da vacinação compulsória somente pode ser estabelecida por meio de lei”.
“No caso das Universidades e dos Institutos Federais, por se tratar de entidades integrantes da Administração Pública Federal, a exigência somente pode ser estabelecida mediante lei federal, tendo em vista se tratar de questão atinente ao funcionamento e à organização administrativa de tais instituições, de competência legislativa da União”, diz o texto. 247
UFRJ ignora despacho do ministro da Educação e decide exigir comprovante de vacinação dos seus alunos
Decisão é garantida pela autonomia universitária
A Reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro lamenta o despacho do Ministério da Educação (MEC) publicado nesta quinta-feira, 30/12, que afirma que as instituições federais de ensino superior não poderiam exigir a comprovação de vacinação contra a covid-19 para acesso a atividades presenciais.
Além de desrespeitar a autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial das universidades, prevista no art. 207 da Constituição Federal, o MEC retira o apoio às universidades no enfrentamento da pandemia, justamente em um contexto de incertezas quanto ao cenário epidemiológico. Isso devido ao recente apagão de dados provocado nos sistemas de informação do Ministério da Saúde e da disseminação da ômicron, nova variante do coronavírus, ainda pouco estudada. Enquanto instituições públicas e privadas adotam procedimentos de controle de acesso a espaços, exigindo a comprovação vacinal, o MEC nega a importância da vacinação para o enfrentamento da pandemia.
Como instituição centenária de ensino e pesquisa, a UFRJ lembra que a vacinação é uma medida básica de proteção individual e coletiva, empregada no mundo todo. A necessidade de comprovação vacinal completa contra a covid-19 expressa o compromisso das instituições com suas comunidades e com o bem comum da população.
A UFRJ continuará exigindo a comprovação do esquema vacinal contra a covid-19 para acesso aos espaços da Universidade, considerando os termos da Resolução nº 15/2021, do Conselho Universitário (Consuni) – órgão máximo da UFRJ –, e da Portaria nº 9.100/2021, da Reitoria, ouvindo sempre o Grupo de Trabalho Multidisciplinar para Enfrentamento da Covid-19 e o Grupo de Trabalho Multidisciplinar sobre o Pós-Pandemia Covid-19 da UFRJ.
A Universidade segue com os esforços a fim de proteger a comunidade universitária (estudantes, professores, técnicos-administrativos e terceirizados) e promover a vida como direito inegociável. Nota da reitoria da UFRJ
Confira a reação da professora Tatiana Roque:
Quaest: Lula supera Bolsonaro em popularidade digital
Líder nas pesquisas de intenção de voto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também supera Bolsonaro em popularidade digital. A pesquisa Índice de Popularidade Digital (IPD), elaborada pela Quaest Consultoria e divulgada nesta quarta-feira, 29, mostra que Lula marcou 73,4 pontos e Bolsonaro, 68,9 pontos no ranking de popularidade.
Também figuram o ranking Moro (45,2), Ciro Gomes (PDT – 32,1), João Doria (PSDB – 24,7), Rodrigo Pacheco (PSD – 21,1), Simone Tebet (MDB – 18,2) e Luiz Felipe d’Ávila (Novo – 11,5).
A publicação levou em conta a coleta de dados em redes sociais e buscadores, e leva em consideração indicadores como número de seguidores, capacidade de promover engajamento e proporção de reações positivas e negativas às mensagens postadas, conforme informações da Veja.
A pesquisa revela ainda que Bolsonaro deixou de liderar sozinho nas redes sociais e que a terceira via não conseguiu chamar a atenção do eleitor nem no mundo analógico nem no universo digital. Brasil247
ORÇAMENTO - Salário mínimo será de R$ 1.212, indica integrante da equipe econômica
Por Agência O Globo
Ministério da Economia - Foto: Marcello Casal Jr/Agência
Brasil
O valor do salário mínimo a partir de 1º de janeiro de 2022 será de R$ 1.212, de acordo com integrantes da equipe econômica do governo.
O novo valor, assim, será R$ 112 acima do atual salário mínimo e maior que o previsto no Orçamento. Na proposta original enviada ao Congresso em agosto, o governo projetou o valor do piso salarial em R$ 1.169, mas a inflação acelerou no segundo semestre com a alta nas contas de luz e nos preços dos combustíveis.
Na semana passada, o Congresso aprovou a proposta orçamentária de 2022 com previsão de R$ 1.210 para o salário mínimo.
Para o aumento, o governo aplicou a previsão de alta de 10,02% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para este ano, que serve de base para a correção do piso nacional. Isso significa que, pelo segundo ano consecutivo, não haverá ganho real para o salário mínimo, mas apenas a reposição da inflação.
O novo valor constará de uma medida provisória (MP), que deverá ser publicada no Diário Oficial da União nessa sexta-feira. A MP entra em vigor imediatamente, mas terá que ser aprovada pelo Congresso Nacional.
O valor definitivo está sendo anunciado agora porque o governo aguardava mais informações para fechar a previsão para o INPC de dezembro deste ano. O IBGE só deverá anunciar o INPC fechado de 2021 no início de janeiro. Caso haja alguma defasagem, o governo fará a correção quando for anunciar a nova previsão do salário mínimo de 2023.
O governo não pode esperar porque muitas empresas precisam acertar as contas dos trabalhadores a partir de 1º de janeiro. Já para corrigir o valor dos benefícios do INSS, será utilizado o INPC consolidado. O percentual precisa ser definido pelo IBGE até 12 de janeiro para que tenha tempo hábil para rodar a folha.
BAHIA - Após recusa de Bolsonaro, Bahia vai aceitar ajuda humanitária da Argentina
Por: Estado de Minas
INCÊNDIOS FLORESTAIS - Situação climática no Amazonas é 'mais grave do que o imaginado', diz ministro do Meio Ambiente
Por Estadão Conteúdo Governo Federal apontou que seis das onze aeronaves que foram disponibilizadas já che...






