domingo, 2 de fevereiro de 2020

Comissão de Negociação Permanente da FUP segue de plantão na sede da Petrobras

                      
(Foto: FUP)

FUP - Os 13 sindicatos filiados à FUP deliberaram por encaminhar todas as denúncias relativas ao descumprimento do direito de greve, bem como as reivindicações relacionadas ao movimento, para a Comissão Nacional de Negociação Permanente que está instalada desde sexta-feira (31/01) na sala de reunião 01 do quarto andar do edifício sede da Petrobras (Edise), onde funciona a Gerência de Gestão de Pessoas.
Em duas decisões consecutivas no sábado (01/02), a Justiça do Trabalho do Rio de janeiro negou liminar à Petrobrás, que pretendia expulsar a Comissão do prédio. A juíza Rosane Ribeiro Catrib autorizou a permanência dos petroleiros, enfatizando a legitimidade da Comissão de Negociação. A gestão da Petrobrás, no entanto, continuou apostando no confronto e desligou a energia elétrica e o fornecimento de água no andar onde estão os dirigentes da FUP.
A juíza expediu nova liminar, determinando o restabelecimento da luz e água, sob pena de multa de R$ 100 mil por hora de descumprimento. A gestão da empresa atendeu, parcialmente, a determinação, religando a luz e a água, mas ainda mantém o ar condicionado da sala desligado. A sala onde estão os petroleiros continua sem qualquer tipo de ventilação, apesar do calor escaldante do Rio de Janeiro.
A Comissão de Negociação Permanente da FUP não recuará e continuará na sede da Petrobrás até que a gestão da empresa apresente uma solução que evite a  demissão em massa dos trabalhadores da Fafen-PR e estabeleça negociações que de fato atendam ao que foi pactuado no Acordo Coletivo de Trabalho, em novembro do ano passado.
A greve dos petroleiros segue forte em todo o país, nas unidades operacionais, e ganhará reforço nesta segunda, com a adesão dos trabalhadores do horário administrativo.
Diversos atos estão previstos para o início da manhã nas bases do Sistema Petrobras e em frente à sede da empresa, no Rio de Janeiro, em solidariedade à luta dos petroleiros.

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Bolsonaro volta atrás e diz que irá repatriar brasileiros em Wuhan, na China

Bolsonaro fala sobre o coronavírus
Bolsonaro fala sobre o coronavírus (Foto: ABr | Reuters)


Após alegar entraves diplomáticos, orçamentários e judiciários para repatriar os brasileiros que estão na China, Jair Bolsonaro voltou atrás e agora afirma que irá trazer de volta os cidadãos que estão na cidade de Wuhan, a mais afetada pelo surto do coronavírus, e desejam retornar.
O anúncio foi feito em nota divulgada neste domingo 2 pelos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores. No comunicado, as pastas afirmam que o governo "adota todas as medidas necessárias". 
Leia mais na reportagem da Agência Brasil:
Itamaraty anuncia repatriação de brasileiros que estão na China
Por meio de nota conjunta emitida neste domingo(2), o Ministério das Relações Exteriores e o Ministério da Defesa anunciaram que o governo brasileiro adota todas as medidas necessárias para trazer de volta ao Brasil os cidadãos brasileiros que se encontram na província de Hubei, especificamente na cidade de Wuhan, na China, região de origem da epidemia do coronavírus. Serão trazidos todos os brasileiros que se encontram naquela região e que manifestarem desejo de retornar ao Brasil.
A nota também foi publicada pelo Twitter do Ministério das Relações Exteriores.
Assim que chegarem ao Brasil, eles deverão ser submetidos a quarentena, de acordo com procedimentos internacionais, sob a orientação do Ministério da Saúde.
O Ministério da Defesa, por meio da Força Aérea Brasileira, trabalha na elaboração do plano de voo da aeronave, possivelmente fretada, que será enviada à China. 
Duas brasileiras, que se encontravam em Wuhan e também possuíam nacionalidade portuguesa, já embarcaram em voo francês que transportou cidadãos da União Europeia. Elas farão quarentena em Portugal.(247)

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ACIDENTE Acidente envolvendo ônibus e carreta provoca três mortes na BR-423

Os dois veículos colidiram, na noite de sábado, no município de Jupi, no Agreste de Pernambuco

                       Por: Portal FolhaPE
Colisão entre ônibus e carreta em Jupi
Colisão entre ônibus e carreta em JupiFoto: PRF/Divulgação
Uma colisão frontal entre um ônibus e uma carreta deixou três pessoas mortas, além de vários feridos, na noite deste sábado (1), no município de Jupi, no Agreste de Pernambuco. O acidente ocorreu no Km 71,9 da BR-423, por volta das 19h25.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), tudo indica que a carreta havia entrado na contramão da rodovia quando ocorreu a colisão. O veículo estava sem carga e chovia no momento do acidente.

O motorista da carreta faleceu no local. As duas outras vítimas fatais, que morreram no hospital, foram uma adolescente de 13 anos e o filho da proprietária do ônibus, de 20 anos. Outros 27 passageiros ficaram feridos e foram socorridas para hospitais em Jupi, Lajedo e Garanhuns.
O ônibus havia saído de São Paulo com destino a Caruaru. Existe a suspeita de que o veículo seja clandestino. A rodovia ficou fechada das 19h25 do sábado (1) até 02h05 da madrugada deste domingo (2). A Polícia Civil de Lajedo vai investigar o caso.



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Coronavírus - Em vídeo, brasileiros pedem ajuda de Bolsonaro para deixar Wuhan, na China

                 Por: AE
Brasileiros em Wuhan.  (Foto: YouTube/Reprodução)
Brasileiros em Wuhan. (Foto: YouTube/Reprodução)

Um grupo de brasileiros aparece em um vídeo, publicado neste domingo (2) na plataforma Youtube, pedindo ajuda ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para saírem de Wuhan, na China. "Escrevemos-lhes esta carta para solicitar o auxílio do governo brasileiro no retorno ao nosso país", fala um deles na carta.

Entre homens, mulheres, adultos e crianças, cerca de 15 brasileiros aparecem no vídeo lendo trechos de uma espécie de carta-aberta, na qual eles lembram as operações de evacuação já feitas por outros países, como Alemanha e Estados Unidos, e dizem estar dispostos a passar pelo período de quarentena fora do território chinês. Ao longo dos seis minutos de vídeo eles também apontam a colaboração logística que o governo chinês tem oferecido a essas operações.

A carta-aberta data de 30 de janeiro, todos seus signatários são brasileiros e afirmam estar em Wuhan, epicentro do coronavírus. Eles reforçam que apesar do pedido de retirada, nenhum deles teve a doença comprovada ou sequer os sintomas de infecção.

Bolsonaro se diz "muito preocupado" com a contaminação do coronavírus e a possibilidade de a doença, que já causou 304 mortes na China, chegar ao País mas, ao menos por enquanto, o governo rejeita a possibilidade de enviar aviões da Força Aérea à China.

Até agora, o Brasil tem apenas casos suspeitos, mas nenhuma confirmação de contaminação por coronavírus. Para o governo, porém, isso é uma questão de tempo e, dependendo da gravidade, pode demandar até mesmo decretação de calamidade pública - situação que permitiria a adoção de medidas extraordinárias.

Assista ao vídeo:




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Lula: não sei quem será candidato em 2022, mas eles têm que saber que vamos ganhar

(Foto: Edilson Junior)

Durante viagem à Minas Gerais, o ex-presidente Lula falou com a militância do PT, o que foi uma verdadeira injeção de ânimo. Ele disse que o partido precisa ir à rua conversar com o povo e esclarecer o golpe contra a ex-presidenta Dilma Rousseff em 2016 e a prisão injusta a qual ele foi submetido.
Lula falou também das eleições presidenciais de 2022. Ele cravou que o PT ganhará a eleição, não importando o candidato. "Eu não sei quem vai ser candidato em 2022, mas eles têm que saber que nós vamos ter candidato e vamos ganhar as eleições deles. Eles têm que saber!".
Ele provocou a militância ao questionar se o povo ficaria quieto diante das mentiras contadas sobre o golpe contra Dilma. "Vamos lançar candidato e vamos para a rua, vamos dizer o que está acontecendo com esse povo, vamos dizer que quem quebrou esse país não foi a Dilma, foi a safadeza deles que criaram uma mentira para poder fazer o impeachment da Dilma. Tudo isso eles criaram contra nós e nós ficamos quietos?".
Sobre sua condenação e prisão injusta, Lula disse que não pode ser o "Lulinha paz e amor" diante disto. "Vamos conversar, vamos dialogar, porque se não a gente não sai dessa encalacrada. Não pensem que eu sou o radical, sou um homem de paz, o Lulinha paz e amor existe ainda, mas eu não posso me comportar como Lulinha paz e amor diante de pessoas que utilizaram o título de doutor dado pelo Estado brasileiro, bem remunerado, para mentir e para me condenar".
"O PT tem obrigação, tem muita gente nesse país que depende de uma palavra do PT. Muitas vezes a gente ouve as palavras das pessoas que não gostam da gente, mas deve ouvir das pessoas que gostam da gente. Quando a gente tiver problema com o papel da gente vamos para a rua conversar com o povo, vamos visitar os bairros mais pobres, vamos nas portas de fábricas, nas portas de comércio, vamos explicar para as pessoas que estão duvidando da gente", concluiu o ex-presidente.(247)

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Donos de vans estão se recusando a transportar passageiros com bagagem na zona rural de Petrolina

                     Via:Carlos Britto
Foto: Reprodução/ Leitor do Blog

Em apuração realizada pela reportagem, o Blog do Carlos Britto constatou que motoristas de vans com linha para o N-4, no Perímetro Irrigado Senador Nilo Coelho, zona rural de Petrolina, estão se recusando a levar volumes dos passageiros e proibindo condutores de outras localidades de transportarem os moradores.
Assim, em grupo fechado, eles definem a quantidade de objetos que um passageiro pode carregar ao mesmo tempo que limitam a competitividade do transporte coletivo complementar na região. “Eu estou indignada com as vans daqui do N-4. Fui ao Atacadão de Petrolina fazer compras e depois me dirigi ao ponto para pegar a van e voltar pra minha casa, então o motorista me perguntou se a feira era minha, e eu falei que não porque ele disse que se eu tivesse feira, ele não levaria. Eles não querem trabalhar direito e não podemos pegar outro carro”, desabafou uma comunitária.
Os condutores das vans agem dessa forma há algum tempo e têm gerado animosidade entre populares da agrovila. “Dei a mão a uns motoristas de Casa Nova [norte da Bahia] e eles não pararam, disseram que não podiam. E eu fiquei na beira da pista. Passou um carro do N-4 e eu também não fui, sabe por que não fui? Porque o dinheiro é meu e eu vou com quem eu quiser, não estou indo de graça. O pessoal daqui tem que deixar de ser besta e fazer um protesto, botar fogo nessas vans, pra eles mandarem no dinheiro deles, porque isso não existe. Como é que o dinheiro é nosso e a gente tem que pagar a pessoas escolhidas?”, criticou outro morador.
Contudo, não são apenas os motoristas de Casa Nova que estão impedidos de complementar a linha do N-4. O mesmo vale para os condutores de Remanso e Santana do Sobrado, na Bahia. “Acho que é uma situação complicada de se resolver porque as vans já quase não têm espaço, sendo que se uma pessoa tem direito de levar a feira,a outra vai querer também, mas sempre tem um jeito de resolver isso”, comenta uma liderança comunitária da agrovila.
Foto: Reprodução/ Leitor do Blog
AMMPLA
A reportagem vai procurar saber com a Autarquia Municipal de Mobilidade de Petrolina (AMMPLA) sobre a legalidade e normas que regem a atuação dos motoristas das vans e as providências a serem tomadas.

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sábado, 1 de fevereiro de 2020

OMS declara estado de emergência global em razão do coronavírus

Na China foram contabilizados 7,7 mil casos e 170 óbitos

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou estado de emergência global em razão da disseminação do coronavírus. A entidade fez o anúncio à imprensa em sua sede, em Genebra, na Suiça, após uma reunião com especialistas.
Até o momento, foram contabilizados 7,7 mil casos e 170 mortes na China, principal local de multiplicação do vírus. Em outros 19 países, já foram registrados 98 casos. No Brasil, o Ministério da Saúde investiga nove casos suspeitos.
De acordo com a entidade, os casos abrangem pessoas que viajaram para Wuhan, foco do surto, ou que tiveram contato com pessoas com histórico de passagem pela cidade.
Crianças no Nepal assistem aula com máscaras de proteção depois que o país confirmou o primeiro caso de coronavírus, na cidade de Thimi, Bhaktapur, no Nepal

Crianças no Nepal assistem aula com máscaras de proteção depois que o país confirmou o primeiro caso de coronavírus, na cidade de Thimi, Bhaktapur, no Nepal – Reuters/Navesh Chitrakar/direitos reservados
Os representantes da OMS, contudo, negaram que o anúncio signifique uma manifestação de desconfiança com a China.
“A China está tendo um novo patamar para este surto. Meu respeito e agradecimento para os profissionais de saúde que, no meio do Festival de Primavera, estão trabalhando por 24 horas, durante sete dias por semana, para salvar vidas e colocar o surto em controle”, afirmou o diretor da organização, Tedros Adhanom.
A OMS afirmou que não há necessidade de medidas para evitar viagens ou comércio internacional com a China. Além disso, apresentou um conjunto de recomendações, como apoio a países com sistemas de saúde mais precários, combate a rumores e desinformação, desenvolvimento de recursos para identificar, isolar e cuidar dos casos, além do compartilhamento de dados e conhecimento sobre o vírus.
“Países devem trabalhar juntos no espírito de solidariedade e cooperação. Estamos nessa juntos e só podemos parar juntos. Este é o tempo de fatos, não medo, para ciência, não rumores, para solidariedade, não estigma”, destacou Adhanom.
Ala de hospital na Índia preparada para receber pessoas com coronavírus, na cidade de Chennai
Ala de hospital na Índia preparada para receber pessoas com coronavírus, na cidade de Chennai – REUTERS/P. Ravikumar/Direitos Reservados
Histórico          
Os coronavírus são conhecidos desde meados dos anos 1960 e já estiveram associados a outros episódios de alerta internacional nos últimos anos. Em 2002, uma variante gerou um surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars) que também teve início na China e atingiu mais de 8 mil pessoas. Em 2012, um novo coronavírus causou uma síndrome respiratória no Oriente Médio que foi chamada de Mers.

Um homem com seu filho em Seul, na Coreia do Sul

Um homem com seu filho, ambos de máscara, em Seul, na Coreia do Sul – Reuters/Heo Ran/direitos reservados
A atual transmissão foi identificada em 7 de janeiro. O escritório da OMS na China buscava respostas para casos de uma pneumonia de etiologia até então desconhecida que afetava moradores na cidade de Wuhan. No dia 11 de janeiro foi apontado um mercado de frutos do mar como o local de origem da transmissão. O espaço foi fechado pelo governo chinês.
Entenda o que é Emergência global
Uma emergência de saúde pública de interesse internacional (PHEIC, na sigla em inglês) é uma declaração formal da Organização Mundial da Saúde (OMS) de “um evento extraordinário que pode constituir um risco de saúde pública a outros países por meio da disseminação, e que requer uma resposta internacional coordenada”.
Segundo o Regulamento Sanitário Internacional (RSI), do qual o Brasil é signatário, os países que fazem parte do grupo devem atender prontamente às recomendações e práticas publicadas pelo documento de emergência, e os governos e autoridades responsáveis devem organizar e colocar em prática planos de ação para conter a ameaça sanitária. De acordo com o RSI, as declarações são temporárias e devem ser reavaliadas a cada três meses.
De acordo com o diretor-geral da OMS, o coronavírus (2019-nCoV) atende aos critérios da declaração de emergência.
Essa é a sexta vez em que o recurso é usado. A declaração de emergência havia sido emitida no surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars), em 2002/2003; na pandemia de 2009 de H1N1 (também chamada de febre suína); na declaração de emergência de poliomielite, em 2014; na epidemia de ebola na África Ocidental, também em 2014; no surto de microcefalia em decorrência vírus Zika, cujo principal foco de infestação foi o Brasil, em 2015/2016, e na epidemia de ebola em Kivu, no Congo, em 2019.
Das vezes em que foi instituída, apenas a declaração de emergência sobre a epidemia de Kivu continua ativa.
Entenda quando a Organização Mundial da Saúde decretou estado de emergência internacional
Novo regulamento
O Diário Oficial da União publicou hoje (30), em edição extraordinária, a promulgação do novo texto do Regulamento Sanitário Internacional – o tratado que define as regras, normas e ações que devem ser tomadas por países signatários em casos de saúde pública que apesentem riscos à comunidade internacional -. O novo texto é assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, e acolhe revisões feitas no documento de 2005. O texto da resolução revisada pode ser lido pelo (Agência Brasil)

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ESCALA 6X1 Congresso promulga emenda do fim da 6x1; escala 5x2 começa em 60 dias

  PEC foi aprovada no Senado na quarta por 75 votos contra 1 Congresso promulga emenda do fim da 6x1; escala 5x2 começa em 60 dias - Foto: R...