domingo, 16 de junho de 2024

SUDESTE Polícia indicia por homicídio o suspeito de matar idoso com 'voadora' em SP

 

Tiago Gomes de Souza (à esq.); e César Fine Torresi (Foto: Reprodução (Redes Sociais))

A Polícia Civil de São Paulo indiciou o empresário Tiago Gomes de Souza por homicídio. O motivo foi uma "voadora" que ele deu em um idoso de 77 anos no município de Santos (SP). 

A delegada Liliane Lopes Doretto, titular do 3º DP de Santos, confirmou o indiciamento, de acordo com informações publicadas neste sábado (15) no Portal Uol. O autor do crime está preso preventivamente. 

Inicialmente, o caso foi registrado como "lesão corporal seguida de morte", mas Tiago foi indiciado por homicídio qualificado com dolo eventual, quando o agente não quer o resultado (neste caso, a morte), porém assume o risco de fazê-lo por conta dos fatos e das circunstâncias do crime. - 247.


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MÍDIA Internautas não perdoam e "Fora Lira" chega aos assuntos mais comentados nas redes (vídeo)

'As ruas vão ficar pequenas para as mobilizações das mulheres', escreveu um perfil

Arthur Lira (Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados)

Internautas demonstraram repúdio ao Projeto de Lei 1904/24, que equipara o aborto de gestação acima de 22 semanas ao homicídio. Perfis nas redes sociais criticaram o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

"'Criança não é mãe, estuprador não é pai'. As ruas vão ficar pequenas para o movimento de mulheres que continuarão ocupando as ruas do Brasil cada dia mais - Avenida Paulista. Bancada evangélica acabou - bancada do estupro - PL do estuprador - Fora Lira", afirmou um internauta.

Outro perfil afirmou que os defensores do projeto querem "obrigar as crianças a terem o filho do estuprador". "Será que o Arthur Lira está feliz? Comentem Fora Lira". 

Um internauta destacou a manifestação deste sábado (15) na Avenida Paulista. "São Paulo lotada contra o PL do estuprador. Reação gigante contra Arthur Lira e bancada do estupro". - 247.

PODER AtlasIntel: aprovação do governo Lula na área de relações internacionais registra a maior alta

Mais de 50% dos entrevistados aprovam a política externa da administração federal

Lula durante encontro do G7 na Europa (Foto: Ricardo Stuckert / PR)

A pesquisa AtlasIntel produzida em parceria com a CNN Brasil e divulgada neste sábado (15) apontou que a avaliação do governo Lula na área de Relações Internacionais aumentou de 40% em maio para 53% em junho.

A política externa foi a área com maior alta do governo. De acordo com os números, a segurança pública foi o setor onde mais houve queda de aprovação, ao passar de 31% para 27%.

Foram entrevistados 3.601 brasileiros entre os dias 7 e 11 de junho. O levantamento tem margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. - 247.



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Pesquisa Atlas mostra que 51% dos brasileiros aprovam desempenho de Lula

A aprovação do presidente continua acima do índice de desaprovação


A pesquisa do instituto AtlasIntel produzida em parceria com a CNN Brasil mostrou que 51% dos brasileiros aprovam o desempenho de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e 47% reprovam a atuação do presidente.

De acordo com os números, 2% dos brasileiros não sabem como avaliar o desempenho de Lula à frente da Presidência da República.

Foram entrevistadas 3.601 pessoas entre os dias 7 e 11 de junho. O levantamento tem margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. - 247.


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Presidente do Solidariedade, Eurípedes Junior se entrega à Polícia Federal

Ele estava foragido desde quarta-feira, quando a PF deflagrou operação contra desvios de recursos do fundo partidário nas eleições de 2022

(Foto: Divulgação/Pros)

Eurípedes Junior, presidente do partido Solidariedade, entregou-se à Polícia Federal (PF) na manhã deste sábado (15), acompanhado por seus advogados, informa a CNN Brasil. Ele se apresentou na Superintendência da PF no Distrito Federal, onde já está detido em uma cela.

O dirigente partidário era alvo de uma operação da PF deflagrada na última quarta-feira (12), que buscava cumprir sete mandados de prisão preventiva. No entanto, Eurípedes não foi localizado na data, sendo o único alvo que permanecia foragido.

A Operação da PF tinha como objeto desvios de recursos do fundo partidário nas eleições de 2022. As investigações tiveram origem na denúncia feita por um ex-dirigente do Partido Republicano da Ordem Social (Pros), hoje integrado ao Solidariedade. O principal alvo era Eurípedes Júnior.

Os agentes da PF foram às ruas cumprir sete mandados de prisão preventiva e 45 mandados de busca e apreensão em Goiás, São Paulo e no Distrito Federal, além de bloquear R$ 36 milhões e 33 imóveis. Segundo a corporação, a operação “Fundo do Poço” tem como objetivo “desarticular organização criminosa responsável por desviar e se apropriar de recursos do fundo partidário e eleitoral nas eleições de 2022, destinados a um partido político”.

Os ex-dirigentes do Pros teriam desviado cerca de R$ 36 milhões. As investigações apontaram indícios de que o grupo agiu para se apropriar dos recursos por meio de candidaturas laranjas em diferentes estados do país. Além disso, existe a suspeita de superfaturamento de serviços contratados junto a consultorias jurídicas e desvio de verbas destinadas à Fundação de Ordem Social, ligada ao partido.

“Os envolvidos estão sendo investigados pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, furto qualificado, apropriação indébita, falsidade ideológica eleitoral e apropriação de recursos destinados ao financiamento eleitoral”, diz a PF.

O dinheiro teria sido lavado a partir da criação de empresas de fachada, compra de imóveis por intermediários e superfaturamento de serviços prestados aos laranjas e ao próprio partido. - 247.


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sábado, 15 de junho de 2024

MUNDO: Movimento antivacina durante a Covid foi estimulado pelo Pentágono e tinha como objetivo atingir a China

Reportagem investigativa da Reuters revela como o setor militar estadunidense atacou as vacinas chinesas – o que teve apoio do Brasil durante o governo de Jair Bolsonaro

Bolsonaro e enterro durante a pandemia da COVID-19 (Foto: Reprodução/Youtube | REUTERS/Bruno Kelly)


Reuters – Durante o auge da pandemia de COVID-19, o Pentágono dos EUA iniciou uma campanha secreta visando contrapor a crescente influência da China nas Filipinas, país severamente afetado pelo vírus. A operação clandestina, que não havia sido anteriormente reportada, tinha como objetivo disseminar dúvidas sobre a segurança e eficácia das vacinas e outras ajudas vitais fornecidas pela China. De acordo com uma investigação da Reuters, a campanha de propaganda do exército utilizou contas falsas na internet para simular serem de filipinos, transformando-se em uma campanha antivacina.

As postagens nas redes sociais criticavam a qualidade das máscaras faciais, kits de teste e a vacina Sinovac, a primeira a estar disponível nas Filipinas. Pelo menos 300 contas no X, anteriormente Twitter, foram identificadas como correspondentes às descrições compartilhadas por ex-oficiais militares dos EUA familiarizados com a operação nas Filipinas. Quase todas foram criadas no verão de 2020 e centradas no slogan #Chinaangvirus – em Tagalog, "China é o vírus". Essa postagem, identificada pela Reuters, coincidia com a mensagem, cronograma e design da campanha de propaganda antivacina do exército dos EUA nas Filipinas, disseram ex e atuais oficiais militares. A plataforma de mídia social X também identificou a conta como falsa e a removeu.

A campanha antivacina do Pentágono começou na primavera de 2020 e se expandiu além do Sudeste Asiático antes de ser encerrada em meados de 2021. Adaptando a campanha de propaganda para o público local em toda a Ásia Central e Oriente Médio, o Pentágono utilizou uma combinação de contas falsas de mídia social em múltiplas plataformas para espalhar medo das vacinas chinesas entre os muçulmanos, num momento em que o vírus matava dezenas de milhares de pessoas todos os dias. Uma parte chave da estratégia: ampliar a contestação de que, como as vacinas às vezes contêm gelatina de porco, os imunizantes chineses poderiam ser considerados proibidos sob a lei islâmica.

Movimento antivax no Brasil – No Brasil, um movimento similar de desconfiança às vacinas foi notado, tendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus filhos como figuras de destaque. Eles frequentemente se referiam às vacinas chinesas de forma pejorativa como "Vachina", ecoando sentimentos antivacina durante o período crítico da pandemia. As primeiras vacinas trazidas ao Brasil, que eram chinesas, chegaram por iniciativa do então governador de São Paulo, João Doria, intensificando um debate político e ideológico sobre a vacinação no país.

O programa militar começou sob a administração do ex-presidente Donald Trump e continuou meses após a posse de Joe Biden, encontrou a Reuters – mesmo depois que executivos de mídia social alarmados alertaram a nova administração de que o Pentágono estava produzindo desinformação sobre a COVID. A Casa Branca de Biden emitiu um decreto na primavera de 2021 proibindo o esforço antivacina, que também difamava vacinas produzidas por países rivais, e o Pentágono iniciou uma revisão interna, revelou a investigação (com informações do Brasil 247).


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SUL Porto Alegre tem ato contra 'PL do Estupro': 'homens de esquerda precisam denunciar este crime que envergonha o Brasil' (vídeo)

Manifestantes levaram cartazes dizendo "gravidez forçada é tortura"

Manifestação em Porto Alegre (Foto: Reprodução (X))

Manifestantes foram às ruas de Porto Alegre (RS) em ato contra o Projeto de Lei 1904/2024, que teve o seu regime de urgência aprovado nesta semana pela Câmara dos Deputados. Um participante do ato destacou a importância do protesto. "Nosso papel, homens de esquerda, é estarmos aqui, uma solidariedade ativa pelas companheiras mulheres contra o PL 1904, que é um verdadeiro crime, envergonha o Brasil perante o mundo". As pessoas levaram cartazes dizendo "criança não é mãe estuprador não é pai", "gravidez forçada é tortura" e "nem um passo atrás".

A proposta equipara o aborto de gestação acima de 22 semanas ao homicídio. Com a decisão, a matéria não precisará passar por alguma comissão, e será votada diretamente no plenário. Não há data definida para a votação.

O aborto é permitido no Brasil apenas em casos de estupro, deformação fetal ou quando a vida da mãe estiver em perigo. Se o projeto de lei apoiado por parlamentares evangélicos se tornar lei, os abortos realizados por vítimas de estupro seriam considerados homicídio após 22 semanas de gestação.

Grupos feministas criticaram a legislação proposta por impor penas mais severas do que as aplicadas aos estupradores no Brasil, argumentando também que as mudanças afetariam principalmente as crianças abusadas por familiares.

Estas crianças, muitas vezes sem compreensão ou apoio para se reconhecerem como vítimas de crimes, frequentemente descobrem a gravidez tardiamente.

Os protestos começaram na quinta-feira nas maiores cidades do Brasil depois que a Câmara dos Deputados aprovou urgência do projeto, o que restringe o debate sobre a proposta.

Confrontado com críticas de que as vítimas de estupro que procuram abortar poderiam enfrentar penas piores do que os estupradores, o autor do projeto de lei, Sostenes Cavalcante (PL-RJ), disse que irá propor penas mais duras para o estupro, que atualmente prevê um máximo de 10 anos de prisão.

Cavalcante é pastor evangélico e membro do partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. - 247.

* Com informações da Reuters


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Lula convoca apoiadores a participar de canal no WhatsApp, que já registra 1 milhão de seguidores (vídeo)

Após ato na avenida Paulista, presidente convida brasileiros a acompanhar as novidades no “Canal do Lula” e participar da mobilização digita...