quarta-feira, 30 de maio de 2018

Mais de 50% dos postos da RMR já estão abastecidos, diz Sindicombustíveis

Ainda não há um balanço sobre os postos de gasolina do interior do estado de Pernambuco
Foto: João Velozo/DP
Foto: João Velozo/DP

Após os desbloqueios das rodovias, os caminhões-tanque estão começando a buscar a estabilidade. A expectativa do Sindicombustíveis é de que 200 caminhões saiam de Suape com destino aos postos de gasolina da Região Metropolitana do Recife (RMR) e do interior do estado ainda nesta quarta-feira (30).

"Mais de 50 % dos postos de gasolina da RMR já estão abastecidos. A expectativa é de que até a quinta-feira (31) 70 % dos postos estejam com combustíveis", afirma o presidente do Sindicombustíveis, Alfredo Pinheiro Ramos. Ainda não há informações sobre o abastecimento dos postos do interior de Pernambuco.

De acordo com a Sindicombustíveis-PE, em dias considerados normais, um total de 400 caminhões-tanque saem de Suape por dia. Além disso, o sindicato informa também que os terminais de Suape são responsáveis por mais 90% do combustível que circula nos postos de Pernambuco.

Desbloqueio
Segundo o sindicato,  ao meio-dia, um caminhoneiro que teria saído de Petrolina conseguiu, enfim,  chegar a Suape. O motorista estaria preso em pontos de bloqueio, desfeitos durante toda a terça-feira, após as justiças Federal e Estadual expedirem uma notificação para desocupação imediata dos pontos de bloqueio montados na BR-101 (na altura da fábrica da Vitarella) e na Avenida Portuária.

Segundo a determinação, o motorista que insistir na obstrução terá o veículo apreendido e sofrerá aplicação de multas, além de poder ser preso por descumprimento de decisão judicial e ainda ser indiciado em inquérito da Polícia Federal.(DP).


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JORGE VIANA: ELEIÇÃO PRECISA SER ANTECIPADA E LULA PODE VOLTAR COMO MANDELA

Moreira Mariz/Agência Senado | Ricardo Stuckert

247

O senador Jorge Viana (PT-AC) concedeu entrevista à TV 247 nesta quarta-feira (30) defendendo uma saída da crise que passe pela antecipação das eleições e a liberdade do ex-presidente Lula. "O povo brasileiro não aguenta mais, greves paralisam o Brasil, até quando o governo Temer irá se sustentar?", questiona o parlamentar.
O senador considera a situação do Brasil dramática. "O impeachment foi parte de uma farsa e o governo Temer afundou-se na sua frágil política econômica, além da ilegitimidade. Estamos aprofundando o País numa crise, talvez antecipar as eleições seja o caminho para redemocratizar o país, mas como parte de um acordo nacional, revendo o sistema político vicioso que temos", avalia.
Ao defender a antecipação das eleições, Jorge Viana perpassa pela durabilidade de Temer frente à presidência. "Será que o governo aguenta mais um dia, uma semana? Até a imprensa anda questionando se Temer consegue terminar seu mandato. Ainda existe uma terceira denuncia contra o presidente ilegítimo. Se a Procuradoria Geral da República (PGR) denunciá-lo, ele cai no dia seguinte", projeta.
Questionado sobre como a antecipação das eleições seria viabilizada, o senador enumera elementos que proporcionam o adiantamento. "O povo está na rua e o país paralisado, a greve dos caminhoneiros tem 80% de apoio popular, além do governo não ter mais o apoio das elites como tinha antes. O ex-ministro da fazenda Henrique Meirelles percebeu há tempo a gravidade e pulou fora do barco, o congresso aponta duras críticas ao governo. Temer está recuado", observa.
Jorge Viana ressalta que a candidatura de Lula está ativa e que o ex-presidente é o único líder capaz de tirar o Brasil da recessão e divisionismo. "Registraremos a candidatura de Lula no próximo dia 15 de junho e Lula voltará com o espírito de Mandela, ele é o personagem que pacificará o País. O gesto de Lula se apresentar à Polícia Federal sem culpa alguma entrará para história", elucida.
Ao citar Lula, o senador condena o estado de exceção enfrentado no País que, segundo ele, prendem inocentes e liberta corruptos. "Infelizmente a constituição de 1988 deu super-poderes ao judiciário e hoje as consequências são prisões arbitrárias e sem legitimidade alguma", afirma o senador.
Greve e Pedro Parente
Jorge Viana defende a greve dos caminhoneiros. "A categoria vive à margem da sociedade e foi colocada nas costas dessa gente para pagar a fatura da Petrobras, que está entregue aos acionistas". relata.
O senador Jorge Viana conclui a entrevista condenando a política de Pedro Parente. "O PSDB é dono da Petrobras, precisamos de uma CPI para investigar o que estão fazendo com a empresa. Se roubavam a Petrobras nos governos anteriores, os criminosos deveriam ser punidos, mas nada justifica o desmonte da estatal", denuncia.


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CAMINHONEIRO É MORTO COM PEDRADA NA CABEÇA EM RONDÔNIA

Reprodução

Agência Sputnik - Um caminhoneiro foi morto nesta quarta-feira (30) com uma pedrada na cabeça enquanto passava por um ponto de manifestação dos grevistas em Rondônia.
A Polícia Rodoviária Federal informou que a vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. 
A cidade de Vilhena (RO), onde ocorreu o incidente, não tem mais bloqueios nas estradas, mas manifestações teriam sido convocadas pelos caminhoneiros grevistas na BR-364. 
A pedra foi lançada contra o caminhão, que atravessou o pára-brisa e acertou a cabeça da vítima. O nome do motorista não foi divulgado. 
Foram relatadas manifestações de caminhoneiros em 18 estados nesta quarta-feira, apesar de que os bloqueios nas estradas só ocorrem em 8 regiões. 


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LIBERAÇÃO Em Suape, caminhões com GLP e combustível são liberados sem dificuldade

'População pode ficar tranquila' diz comandante das operações policiais no complexo sobre o abastecimento em Pernambuco
Um efetivo de 413 policiais vai permanecer no complexo para garantir a livre circulação de caminhões no complexo. Foto: Sávio Gabriel/Esp. DP
Um efetivo de 413 policiais vai permanecer no complexo para garantir a livre circulação de caminhões no complexo. Foto: Sávio Gabriel/Esp. DP

Até às 9h40 da manhã desta quarta-feira (30), cerca de 400 caminhões com gás liquefeito de petróleo (GLP) - o gás de cozinha -, e combustível conseguiram entrar e sair sem dificuldade no Porto de Suape para realizar abastecimento. 

A ação foi possível porque durante a madrugada de hoje a Polícia Militar (PM), juntamente com a Polícia Civil (PC) e o Corpo de Bombeiros, dialogaram com os manifestantes para desobstruir a via. 

Um efetivo de 413 policiais vai permanecer no complexo para garantir a livre circulação no complexo portuário. O comandante Ely Jobson, diretor adjunto das unidades especializadas da PM, assegurou que a população pode ficar tranquila sobre o abastecimento em Pernambuco. 

Segundo o comandante, alguns caminhoneiros estavam parados por uma coesão de um pequeno grupo e tinham medo de desarticular o protesto. Mas uma vez que os primeiros caminhões começaram a sair, os outros seguiram adiante. 


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BATEU O DESESPERO EM BRASÍLIA; TEMER É UMA BATATA QUENTE PARA O PAÍS

  (247)
Adriano Machado/Reuters

Temer virou uma batata quente para o país. O golpe lançou o Brasil no caos, seu governo está no chão e há perplexidade e mesmo desespero no mundo político em Brasília. O clima de fim de festa e confusão é tamanho que, na noite de segunda-feira, segundo apurou o 247, líderes dos partidos na Câmara dos Deputado, em clima de pânico, acorreram a uma reunião na residência oficial do presidente da Casa, Rodrigo Maia. A ideia sobre a mesa foi para que Maia viabilizasse a convocação do Conselho da República. Até líderes de partidos de esquerda teriam concordado com a ideia estapafúrdia, pois quem convoca o Conselho é o presidente da República. Maia comprometeu-se com a ideia que parece ter se tornado  espuma, como tantas outras na capital nesses dias. A questão é: o que fazer com Temer? O país não o suporta mais, mas os líderes partidários estão com receio de tirar o miserável.
A situação de confusão em Brasília é tamanha que o Carlos Marun, amigo do peito de Eduardo Cunha e secretário de Governo de Temer, chegou a telefonar na segunda-feira para o líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta, e para outros parlamentares do PT suplicando para que o partido atuasse contra as greves dos caminhoneiros. Segundo Pimenta, Marun "ligou para a pessoa errada". Depois de terem derrubado Dilma, os golpistas agora pedem água para o PT, por não conseguirem gerir o país.
A sensação de que passou dos limites generaliza-se. O presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Jr., disse nesta terça (29) no Fórum de Investimentos Brasil 2018 que “o Brasil não merecia passar pelo que está passando agora” e que "escorregamos e voltamos para trás”. O clima é de debandas entre as forças que apoiaram o golpe. A Folha de S.Paulo, até agora um dos pilares de sustentação do governo do golpe abandonou o barco no editorial de hoje, qualificando Temer como "cadáver entronado" e sua permanência como "aviltamento da Presidência da República”. 
A saída menos traumática e democrática para a crise em que o golpe mergulhou o país seria a renúncia de Temer e a convocação de eleições diretas antecipadas, mas ele e a quadrilha seguram-se ao poder com unhas e dentes, com medo da prisão que parece inevitável depois de saírem do governo. O calendário é cruel com o Brasil: fala-se a todo momento de outubro, a data das eleições (são longos quatro meses até lá), mas a posse do novo presidente será apenas em janeiro -o país aguenta mais sete meses de desgoverno? 
Ao mesmo tempo, o outro caminho para a saída de Temer, o processo de impeachment, parece ser arrastado demais para a urgência do momento. 
Tereza Cruvinel, colunista do Jornal do Brasil, resumiu o impasse desta maneira: "Há um consenso no Congresso: o governo acabou. Será difícil e até arriscado, para a própria democracia, atravessar com ele os quatro meses que faltam para a eleição. Para a posse do novo presidente serão sete. Mas há também um dilema: vale à pena varrer Temer agora? O tempo que falta é longo para a gravidade da situação mas é curto para uma troca segura de governo. A não ser pela renúncia, que dele não virá." Ela acrescenta: "Há quem pense na antecipação da eleição mas isso só aconteceria por um acordo interpartidário, e a centro-direita não topará porque não tem candidato competitivo. As pesquisas continuam mantendo Lula e Bolsonaro na dianteira".
Em seu artigo, Cruvinel recolheu opiniões de alguns protagonistas de Brasília:
"'As próximas horas serão cruciais', diz o líder do PSB, deputado Júlio Delgado. 'Ou a greve murcha lentamente, prolongando a sangria do país, ou a coisa vai engrossar, com a adesão de outras categorias e protestos de rua. Os petroleiros vão parar, os fiscais da Receita estão parados. Dependendo do que acontecer agora, alguma coisa terá que ser feita', diz Delgado.
O líder do PSOL, deputado Chico Alencar, acrescenta: 'Este dilema está posto, e foi agravado pelo temor de intervenção militar, mas até o Bolsonaro repudiou essa pregação insana. Não há governo mas parece que teremos de chegar à eleição pisando sobre este tapete roto e sujo que é o Temer'.
Os (ex) aliados do governo também especulam sobre tudo isso, mas entre eles. O problema é que, não tendo candidato viável, ainda preferem a travessia na pinguela, com todos os riscos."
A questão é: a pinguela não está aguentando mais o peso do governo do golpe. 


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GREVE DOS CAMINHONEIROS Com medo de represálias, motoristas deixam greve com escolta policial

Patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal precisaram escoltar dezenas de carretas paradas desde a última segunda-feira em estradas do país
Foto: Tânia Rego / Agência Brasil
Foto: Tânia Rego / Agência Brasil

O medo de represálias por parte de caminhoneiros em greve impede o fim dos acampamentos em rodovias do País. Motoristas que querem retornar à estrada estão contando com ajuda de patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para deixar os piquetes. No fim da tarde de terça-feira (29) segundo a PRF do Vale do Paraíba, pelo menos 27 carretas saíram escoltadas de quatro pontos de paralisação da via Dutra.

"Saí de lá por volta de 15h, com ajuda da polícia", contou um motorista que ficou parado no trevo de Santa Isabel por uma semana e que desde quinta-feira (24) pedia para ser liberado no local, sem ser autorizado por líderes do acampamento. Pedindo para não ser identificado, o motorista contou que colegas continuavam com medo de voltar ao trabalho. "Quando a PRF chegou fui até eles e pedi para ir embora", disse. "O pessoal que tentou sair foi apedrejado", contou outro motorista, que permanece no piquete. "A gente quer ir, mas não pode", emendou outro, do Rio, preso no km 186. 

Mas nem todos querem seguir viagem. "Vou ficar", rebateu o caminhoneiro Eduardo Santos, motorista de uma empresa de São Bernardo do Campo que tem um caminhão preso no bloqueio desde o segundo dia da paralisação. "Ninguém está sendo impedido de sair não", afirmou. No fim da tarde, comboios de caminhões de gás podiam ser vistos trafegando naquele trecho da Dutra, escoltados pelo Exército.

O patrulheiro da PRF que fazia a ronda no trevo de Santa Isabel orientava os descontentes a evitar sair no período noturno para evitar ataques aos veículos na estrada.

Divisão 

Sem liderança unificada, caminhoneiros concentrados no km 204 da rodovia, na altura do município de Seropédica - maior ponto de mobilização do Rio - dividiram-se quanto à manutenção da greve. Alguns declararam não se sentir representados por associações que negociaram com o governo federal e prometeram ficar ali até que o preço dos combustíveis baixe nas bombas. Outros se disseram cansados e determinados a voltar a trabalhar para recuperar o prejuízo dos dias parados.

Os caminhoneiros que resistem afirmaram que querem ser recebidos pessoalmente pelo governo, em Brasília. Garantiram que a paralisação continua a ganhar força por meio de mensagens no WhatsApp.

"Os sindicatos só representam os patrões. O (presidente Michel) Temer não recebeu o bandido da JBS (Joesley Batista) de noite? Por que não (recebe) a gente? Não vamos sair daqui. Não saiu no Diário Oficial a redução do combustível, não baixou na bomba", disse Marcos Santos, uma das principais vozes do grupo. O caminhoneiro tem 45 anos de idade e 30 de boleia. Para ajudar os pais, começou a dirigir aos 15, com a carteira do irmão.

"São 500 caminhões desse lado da Dutra e 500 do outro. Aqui temos famílias, crianças, mas somos tratados como marginais. A pista e o acostamento estão liberados, e estamos numa área particular, cedida, então a polícia não pode multar ninguém. Só queremos nossa dignidade, não podemos perder essa batalha. A gente ganha por frete, mas o que sobra no final não dá para o sustento da família", continuou Santos, com lágrimas nos olhos. Ele está na Dutra há nove dias.

Luziânia

Em Luziânia, à beira da BR-040, que liga Brasília à região Sudeste do País, José Altair Martins, caminhoneiro de Goiás, apontado por motoristas como um dos líderes do movimento, diz que a mobilização não aceita o acordo anunciado pelo governo e que ninguém vai embora. Ele nega qualquer tipo de influência política externa e diz que os grevistas atuam por conta própria.

"Eu não sou dono de caminhão. Sou empregado. Nem patrão eu tenho eu trabalho por minha conta, por comissão. E a mobilização não vai acabar. Enquanto depender de mim e de muitos, não vai acabar", disse. Alguns caminhoneiros, porém, decidiram voltar para a estrada e foram acompanhados pela polícia. Não houve tentativa de impedir a saída, apenas hostilidades entre os caminhoneiros. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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PF ESTOURA ESQUEMA DOS GOLPISTAS JEFFERSON, JOVAIR E PAULINHO NO TRABALHO


 247
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (30), uma operação contra fraudes na concessão de registros sindicais junto ao Ministério do Trabalho. Dentre os alvos visados pela operação estão os deputados federais Paulinho da Força (SD-SP), líder da central Força Sindical, Jovair Arantes (PTB-GO) e Wilson Filho (PTB-PB) -a PF está no gabinete dos três. A operação Registro Espúrio está cumprindo 64 mandados de busca e apreensão, 8 mandados de prisão preventiva e 15 mandados de prisão temporária. 
A ação da PF acontece depois que o deputado Paulinho e a Força Sindical, que apoiaram o golpe contra Dilma, praticamente romperam com Temer, desde a fracassada reforma da Previdência e a reforma trabalhista. Nos últimos meses, a Força Sindical voltou a atuar unificadamente com a CUT.
A prisão preventiva dos parlamentares chegou a ser pedida pela Polícia Federal, mas a solicitação foi negada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin. Conforme os investigadores, a operação visa apurar o loteamento do Ministério do Trabalho entre o PTB e o Solidariedade. As investigações apontam, ainda, que o núcleo político do esquema contaria com a participação do ex-deputado e presidente do PTB, Roberto Jefferson, além dos deputados Paulinho da Força e Wilson Filho.
Os mandados expedidos pela Justiça Federal estão sendo cumpridos no Distrito Federal, São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais e dizem respeito aos crimes de organização criminosa, corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro.


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Eleições 2026 - Dani Portela (PT) é a deputada estadual mais votada de Pernambuco

  As informações são da apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)                       Por Portal Folha de Pernambuco      A petista r...