Encontro ocorreu no Palácio de Belém, residência oficial do presidente português. Também estava presente o presidente de Moçambique, Filipe Nyusi
Filipe Nyusi, Marcelo Rebelo de Sousa e Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert)
O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou com o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, nesta sexta-feira (18) em Lisboa. Um dos temas da reunião foi a retomada do diálogo entre os países. O ex-prefeito Fernando Haddad acompanhou Lula no encontro.
"Em Lisboa, no encontro com o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, tive a grata surpresa de encontrar também o presidente de Moçambique, Filipe Nyusi. Aproveitamos para fazer uma reunião sobre a relação entre nossos 3 países", escreveu Lula no Twitter.
O encontro ocorreu no Palácio de Belém, residência oficial do presidente português, que deixou claro que espera do próximo governo brasileiro o tão esperado impulso na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
O Brasil ratificou em março deste ano o acordo de mobilidade da CPLP, que facilita a circulação de pessoas com Portugal e alguns países da África integrantes do bloco, como Moçambique.
Mas as regras de trânsito precisam ser definidas por cada país, como fez Portugal há pouco quando flexibilizou as regras de imigração para cidadãos da CPLP.
A expectativa portuguesa é que, com Lula, a CPLP seja turbinada, avançando não apenas na questão migratória, mas na retomada das relações econômicas, culturais e políticas, relata a mídia. Foi anunciado durante a reunião, inclusive, a retomada das cúpulas regulares entre Brasil e Portugal, conhecidas como cimeiras, a partir de 2023, que estão paradas há seis anos.
Jair Bolsonaro, em seus quatro anos de mandato, não visitou Portugal. - 247, com Sputnik.
Fernando Haddad, presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, Lujiz Inácio Lula da Silva e Marcelo Rebelo de Sousa(Photo: Ricardo Stuckert)
De acordo com o documento, o ator vai trazer 'para o estado de São Paulo a política de destruição do setor implementada por Jair Bolsonaro'
Mario Frias (Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil)
Trabalhadores da área cultural fizeram nessa quinta-feira (17) um abaixo-assinado contra a possível nomeação do ator Mario Frias para a Secretaria de Cultura do estado de São Paulo, que será governado pelo ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos) a partir do próximo ano. O documento tem como título "Não queremos o Mario Frias na cultura de São Paulo".
De acordo com o texto, o artista "não é respeitado na área cultural e trará para o estado a política de destruição do setor implementada por Jair Bolsonaro". "Mario Frias não pode assumir este importante cargo no Estado de São Paulo!", disse o abaixo-assinado.
Ex-secretário especial de Cultura do governo Jair Bolsonaro (PL), Mario Frias viveu algumas polêmicas. Em fevereiro de 2022, Frias afirmou que o ator Paulo Gustavo não morreu de Covid.
Em dezembro do ano passado, ex-secretário fez uma viagem para Nova York (EUA) ao custo de R$ 39 mil aos cofres públicos durante cinco dias. O valor representou 13 vezes o cachê de um artista que se apresenta com dinheiro obtidas via Lei Rouanet, estipulado por sua gestão em R$ 3.000.
Em julho de 2021, o ator fez um comentário racista sobre o historiador pernambucano Jones Manoel.
Ex-ministro de Bolsonaro, Tarcísio de Freitas ganhou o segundo turno da eleição no estado de São Paulo, com 55,2% dos votos, contra 44,7% de Fernando Haddad (PT). 247
Segurança foi surpreendido por um homem que vinha pela entrada de trás do prédio, no bairro de Dois Irmãos. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu.
A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) lamentou, nesta quarta-feira (16), a morte do vigilante Manoel da Silva Santos, de 47 anos, assassinado a pauladas enquanto trabalhava na madrugada da terça (15), no Recife.
Segundo nota divulgada pela universidade, o segurança, que prestava serviço como funcionário terceirizado da empresa Inteligência, tinha acabado de realizar uma ronda de moto no campus de Dois Irmãos, na Zona Norte da Capital, quando foi surpreendido por um homem, que, vindo da entrada por trás do prédio, começou a agredi-lo com pauladas. Enquanto desferia os golpes, o agressor roubou a arma do vigilante.
Nesse momento, o colega que estava no banheiro, e fazia com dupla com Manoel no posto de vigilância apareceu, flagrando a ação. O homem fugiu do local, e a vítima foi levada para uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA). De lá, o vigilante foi encaminhado para o Hospital da Restauração, na área central da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.
A UFRPE informou ainda que disponibilizará um ônibus para o transporte de amigos e familiares ao sepultamento, ainda sem data e hora marcada. A instituição também ressaltou que todas as diligências junto à empresa tercerizada e às polícias Militar, Civil e Federal foram tomadas e se solidarizou com a família de Manoel. “A Administração da UFRPE reforça o seu reconhecimento pelo excelente trabalho de Manoel e por todos os nossos agentes de segurança”, afirmou.
Por nota, a Polícia Civil disse que registrou a ocorrência por meio da Força Tarefa de Homicídios da Capital como roubo seguido de morte/latrocínio.
"A vítima, um homem com 47 anos, segundo relatos de testemunhas, trabalhava como segurança de um estabelecimento de ensino pública, em Dois Irmãos, com outro colega que teria ido ao banheiro e ao retornar a vítima estaria em luta corporal com um desconhecido que o atingiu na região da cabeça e teria tomando sua arma, fugindo em seguida. A vítima foi levada a uma unidade hospitalar, porém não resistiu. As investigações seguem até elucidação do crime. Mais informações não podem ser repassadas no momento para não atrapalhar o curso das diligências", concluiu a corporação.
Um incêndio atinge uma área dos Estúdios Globo, conhecido no passado como Projac, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (18)
(Foto: Reprodução/Twitter)
Um incêndio atinge uma área dos Estúdios Globo, conhecido no passado como Projac, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (18). As informações são do portal CNN.
As informações foram confirmadas pela reportagem pela assessoria de imprensa da emissora. Segundo a Globo, estão sendo apuradas neste momento as dimensões e impactos do incêndio.
Em nota, o Corpo de Bombeiros afirmou que o incêndio foi controlado, sem risco de propagação, por se tratar de um galpão isolado, e que não há, até o momento, informações sobre vítimas. O combate às chamas foi realizado pelos bombeiros do Quartel de Jacarepaguá com apoio do Grupamento de Busca e Salvamento (GBS) da corporação. 247.
“Muito depois que outros líderes mundiais haviam partido das negociações climáticas das Nações Unidas no Egito, o presidente eleito do Brasil chegou - e eletrificou a reunião”
(Foto: Reprodução | Emilie Madi/Reuters)
“As expectativas são altas enquanto um Lula exuberante fala na Cúpula Climática”, afirmou o jornal The New York Times, um dos mais importantes do mundo, sobre a participação do presidente eleito brasileiro na COP 27. “Muito depois que outros líderes mundiais haviam partido das negociações climáticas das Nações Unidas no Egito, o presidente eleito do Brasil chegou - e eletrificou a reunião”, destaca o artigo.
“O entusiasmo aqui era palpável para Luiz Inácio Lula da Silva, conhecido simplesmente como Lula para a maioria. Ele derrotou recentemente Jair Bolsonaro, um homem que os ambientalistas brasileiros descrevem como um ‘pesadelo’ por presidir durante quatro anos de desmatamento desenfreado e aplicação frouxa das leis na vasta e frágil floresta tropical amazônica do país”, continua.
A reportagem destacou a popularidade de Lula. E reforçou:
“Foi a primeira viagem do Sr. Lula para fora do Brasil desde que ganhou as eleições presidenciais no final de outubro, e ele se baseou no otimismo que muitas pessoas aqui sentem agora que um defensor de um ecossistema que é crucial para o clima global está de volta ao poder”.
“A história do Sr. Lula de combater o desmatamento é o que dá a muitos de seus apoiadores na cúpula grandes expectativas para seu próximo mandato como presidente”, destaca o artigo, lembrando que:
“Quando ele se tornou presidente pela primeira vez em 2003, o desmatamento da Amazônia estava em um de seus maiores índices de sempre. Ao final de seu segundo mandato, em 2010, a taxa de desmatamento havia diminuído em 67%”.
“Mas sob o Sr. Bolsonaro, essa tendência se inverteu e a Amazônia perdeu mais de 13.000 milhas quadradas de cobertura de árvores de 2019 a 2021, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais no Brasil”, continuou.
“O Brasil havia sido definido para sediar a cúpula climática anual da ONU em 2019, mas o Sr. Bolsonaro se recusou a levá-la adiante. Na quarta-feira, o Sr. Lula propôs a realização da cúpula de 2025 em uma das cidades amazônicas do Brasil”, lembrou. (Brasil247).
Maior agência de notícias do mundo também destacou o discurso de Lula no Egito
Lula e lideranças indígenas na COP27 (Foto: Ricardo Stuckert)
O brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva recebeu as boas-vindas de uma estrela na cúpula da COP27 no Egito nesta quarta-feira, ao prometer renovar o compromisso do país com florestas tropicais para enfrentar a crise climática e se oferecer para manter futuros mandatos da ONU. conversações climáticas.
"Estou aqui hoje para dizer que o Brasil está pronto para voltar", disse Lula, recebendo aplausos da multidão de delegados na cúpula internacional do clima na cidade litorânea de Sharm el-Sheikh.
Lula venceu a eleição presidencial no mês passado contra o presidente de direita Jair Bolsonaro, que presidiu a crescente destruição da floresta amazônica e se recusou a realizar a cúpula do clima de 2019 originalmente planejada para o Brasil.
Lula, um ex-presidente que deve iniciar seu terceiro mandato em janeiro, disse aos delegados que buscaria tornar o Brasil o anfitrião da COP30 em 2025 e que pretendia colocar o local na floresta amazônica, em vez da região costeira mais populosa.
A Amazônia, a maior floresta tropical do mundo, com mais de 6 milhões de quilômetros quadrados, absorve grandes quantidades de gases de efeito estufa que, se liberados, destruiriam as metas climáticas globais.
“Não há segurança climática para o mundo sem uma Amazônia protegida”, disse ele, explicando que queria que as pessoas conhecessem a região. “Não pouparemos esforços para zerar o desmatamento e a degradação de nossos biomas até 2030”.
A multidão em pé incluía dois ex-ministros do meio ambiente, legisladores, governadores, ativistas e indígenas com cocares tradicionais. O presidente da COP27, Sameh Shoukry, do Egito, acompanhou Lula ao palco.
Lula enfatizou que a mudança climática só pode ser enfrentada de mãos dadas com a justiça social, com a multidão aplaudindo seus pronunciamentos sobre o fim da desigualdade e a melhoria das condições de vida dos indígenas.
Ele também criticou os líderes globais por não priorizarem a mudança climática, dizendo que ignoraram os alertas sobre a situação do planeta enquanto gastavam trilhões de dólares em guerras.
"O planeta está a cada momento nos alertando de que precisamos uns dos outros para sobreviver", disse ele.
"No entanto, ignoramos esses alertas. Gastamos trilhões de dólares em guerras que trazem destruição e morte, enquanto 900 milhões de pessoas no mundo não têm o que comer."
Lula acrescentou que está pedindo aos países ricos que cumpram sua promessa anterior de fornecer US$ 100 bilhões por ano aos países pobres para ajudá-los a se adaptar às mudanças climáticas e reduzir as emissões de gases do efeito estufa.
Foi seu segundo discurso na coletiva de quarta-feira, ambas repletas de admiradores gritando "Lula! Lula!" e sacudindo as paredes do local da conferência com seus aplausos.
Lula atravessou a conferência com um pequeno destacamento de segurança estendendo a mão para cumprimentá-lo.
A Cúpula da Terra do Brasil em 1992 no Rio de Janeiro preparou o palco para todos os principais acordos ambientais internacionais desde então, com a assinatura da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que visa prevenir mudanças climáticas extremas e foi a base das reuniões da COP.
A escolha de Lula de fazer da cúpula da COP27 o foco de sua primeira visita internacional desde que foi eleito ajudou a energizar as negociações deste ano.
"É muito positivo que ele venha para cá como presidente eleito porque o atual presidente nunca compareceu às COPs", disse Carlos Nobre, cientista do clima da Universidade de São Paulo.
Ele disse que Lula mudaria as políticas ambientais do Brasil em "180 graus" das de Bolsonaro.
Bolsonaro nomeou céticos do clima como ministros e viu o desmatamento na floresta amazônica do Brasil atingir um pico de 15 anos.
Lula reduziu o desmatamento a níveis quase recordes em sua primeira presidência, de 2003 a 2010.
Para seu novo governo, ele prometeu um plano abrangente para restaurar a aplicação da lei ambiental que foi corroída sob Bolsonaro e criar empregos verdes.
Na terça-feira, Lula se encontrou com o enviado climático dos Estados Unidos, John Kerry, e o negociador-chefe climático da China, Xie Zhenhua.
Na quinta-feira, Lula se reunirá com a sociedade civil e grupos indígenas, além do secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres. Ele parte na sexta-feira para Portugal para se encontrar com autoridades do governo de lá. (SHARM EL-SHEIKH, Egito (Reuters).
Presidente eleito fará pronunciamento em área da ONU destinada a negociações
(Foto: REUTERS)
O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá agenda de chefe de Executivo durante sua participação na Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP 27) no Egito, nesta semana. O jornal francês Les Echos afirmou que o petista "é esperado como estrela no Egito", em matéria publicada nesta segunda-feira (14).
Lula tem encontros confirmados com o secretário-geral da ONU, António Guterres, o presidente do país anfitrião, o general Abdel Fattah El-Sisi, e com lideranças de outros países interessados em auxiliar no combate ao desmatamento.
Na quarta-feira (16), Lula participa do evento "Carta da Amazônia – uma agenda comum para a transição climática", na qual tamvém estão presentes os governadores Waldez Góes (PDT-AP), Gladson Cameli (PP-AC), Mauro Mendes (União Brasil-MT), Helder Barbalho (MDB-PA), Wanderlei Barbosa (Republicanos-TO) e Coronel Marcos Rocha (União Brasil-RO).
O grupo de governadores deve entregar um planejamento com ações de controle do desmatamento, como parte de um movimento para conseguir financiamento e realinhamento internacional após a derrota de Jair Bolsonaro (PL). Helder Barbalho foi o responsável pelo convite feito a Lula para participar da COP.
No mesmo dia, Lula fará um pronunciamento na Zona AzuL, que é uma área administrada pela Organização das Nações Unidas (ONU), onde ocorrem negociações entre lideranças dos países. No local, todos os participantes devem ser credenciados pelo Secretariado da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima.
"Este ano, serão 156 pavilhões dentro da Zona Azul, o dobro do que em Glasgow [que sediou a COP de 2021]. Muitas agências da ONU, países e regiões estarão representados, e também haverá pela primeira vez um pavilhão da Juventude e um Pavilhão Agroalimentar", divulgou o escritório da ONU no Brasil em seu site.
No dia seguinte, Lula tem um encontro com representantes da sociedade civil brasileira, no Brazil Climate Action Hub – trata-se de um espaço criado em 2019, durante a COP25, realizada em Madri, na Espanha, com o objetivo de dar visibilidade à ação climática brasileira. Mais tarde, ainda no mesmo dia, o presidente eleito tem um encontro com o Fórum Internacional dos Povos Indígenas para Mudanças do Clima.
Presença de Lula contrasta com ausência de Bolsonaro
A expectativa em torno da presença de Lula na COP27 contrasta com a ausência de Jair Bolsonaro, que segue na Presidência da República até 31 de dezembro. Em seu lugar, o atual mandatário mandou para o evento o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, que chega ao Egito nesta terça-feira (15).
No segundo dia de evento, em 9 de novembro, Leite participou de um painel online no qual afirmou que a agricultura brasileira "é a maior agricultura regenerativa do mundo por uma característica da nossa agricultura tropical, que protege o solo, que melhora o solo, que fixa carbono no solo e ao mesmo tempo cuida de florestas nas áreas de reserva legal, de preservação permanente, cuida de suas nascentes, cuida do seu solo em relação à erosão".
O ministro ignorou, entretanto, o desmonte das agências de fiscalização do meio ambiente no governo Bolsonaro. Dados do relatório "O financiamento da gestão ambiental no Brasil: uma avaliação a partir do orçamento público federal", publicado em agosto pelo Instituto Socioambiental (ISA) e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mostram que, enquanto o orçamento para políticas ambientais atingiu o pico de R$ 13,3 bilhões em 2014, durante o governo Dilma Rousseff (PT); o valor diminuiu para R$ 3,7 bilhões, em 2021, no governo Bolsonaro. O valor representa um tombo de 71%.
O governo também já recebeu do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe) o dado anual do desmatamento na Amazônia, mas deve divulgá-lo somente após a COP27, segundo apuração da Folha de S. Paulo.
O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) repercutiu a notícia em seu perfil no Twitter. "Bolsonaro já recebeu do INPE o dado anual de desmatamento da Amazônia, mas só vai divulgar depois da COP27 porque a destruição é recorde. É por isso que Lula será recebido na COP como chefe de Estado e Bolsonaro continuará em seu cantinho, calado e insignificante", publicou.
Não é a primeira vez que Bolsonaro decide publicar os dados do Inpe após a realização do evento, indo contra uma tradição que vinha se estabelecendo desde 2005, no primeiro governo Lula. No ano passado, os dados só vieram a público após o fim da COP26, que ocorreu na Escócia. Embora a informação sobre o desmatamento na Amazônia estivesse disponível desde 27 de outubro de 2021, o governo Bolsonaro divulgou os dados somente em novembro.
Bolsonaro nunca foi à COP
Bolsonaro também não foi à COP26 e enviou o ministro Joaquim Leite. Na ocasião, o presidente enviou um vídeo para o evento, no qual afirma que "o combate à mudança do clima, sempre fomos parte da solução, não do problema".
O presidente também não deu as caras na COP25, em 2019, em Madri, na Espanha. Mais do que isso, Bolsonaro defendeu que o evento não fosse realizado no Brasil. "Eu não aceitei, eu que decidi. Estariam fazendo um carnaval aqui no Brasil. Eu quero saber: alguma resolução para a Europa começar a ser reflorestada? Alguma decisão ou só ficam perturbando o Brasil? É um jogo comercial", afirmou Bolsonaro à imprensa na ocasião. - Brasil de Fato.