sexta-feira, 23 de abril de 2021
ALERTA - Empresários alertam para golpe que disponibiliza falsas hospedagens em Fernando de Noronha
IBGE - Censo fica de fora do Orçamento de 2021 e é adiado novamente
Por: Marina Barbosa/
Por: Correio BraziliensePSOL aciona STF com mandado de segurança contra Lira, que ignora mais de 100 pedidos de impeachment
Por: Revista Fórum
Cinco parlamentares do PSOL protocolaram nesta sexta-feira (23), no Supremo Tribunal Federal (STF), um mandado de segurança contra o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). O documento, assinado pelas deputadas Fernanda Melchionna (PSOL-RS), Sâmia Bonfim (PSOL-SP), Vivi Reis (PSOL-PA), além dos deputados Glauber Braga (PSOL-RJ) e David Miranda (PSOL-RJ), pede para que a Corte obrigue Lira a se pronunciar sobre denúncias de crime de responsabilidade contra Bolsonaro que foram entregues à Câmara.
No pedido, os psolistas exigem que Lira se pronuncie, especificamente, sobre denúncia de crime de responsabilidade contra Bolsonaro apresentada por eles em 25 de março. Eles lembram, no entanto, que ao todo já foram protocoladas na Câmara 115 denúncias formais contra o presidente, sendo 63 pedidos de impeachment, 7 aditamentos e 45 pedidos duplicados e, até o momento, 6 pedidos foram arquivados e 109 aguardam análise.
“O Presidente da Câmara dos Deputados tem feito uma escolha deliberada pelo silêncio diante das petições que se acumulam em sua mesa, à medida que os crimes denunciados seguem impunes, repetem-se ou perpetuam-se no tempo, às custas do sacrifício da legalidade e, infelizmente, não só dela. Os equívocos – deliberados ou acidentais – do Presidente da República adiante do Governo Federal na gestão do combate à pandemia da COVID-19 têm vitimado uma média de quase 3 mil pessoas por dia no Brasil, somando um total de 381.475 mortos pela doença no Brasil em menos de um ano, de acordo com a contagem do Conselho Nacional de Secretários de Saúde “, escrevem os deputados no mandado de segurança.
Ministério prepara protocolo para uso de cloroquina contra Covid-19 e Queiroga avisa: vai virar política pública
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a pasta está elaborando um protocolo autorizando médicos a receitarem medicamentos sem eficácia científica comprovada, como ivermectina e cloroquina, no tratamento contra a Covid-19. “Esse protocolo é um guia. Uma recomendação. E quando aprovado pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia) no SUS, vai ser publicado no Diário Oficial e virar uma política pública”, disse Queiroga ao jornal O Globo.
Segundo o ministro, o protocolo atende um desejo de Jair Bolsonaro. “É o desejo do presidente da República de que os médicos tenham a autonomia de tomar as melhores decisões para seus pacientes”, destacou Queiroga. Bolsonaro defende o chamado tratamento precoce – com o uso de um coquetel de drogas sem eficácia comprovada - no combate à covid-19. O uso deste medicamentos, porém é desaconselhado pelas autoridades internacionais de saúde, como A Organização Mundial ad Saúde (OMS) em função dos riscos de reações adversas que podem, em casos graves, levar à morte dos pacientes.
“Sabemos que a Covid foi descoberta no final de 2019 e, àquela época, não havia tratamento específico e ainda hoje não há tratamento específico. Várias medicações foram aventadas entre elas essas que você citou (cloroquina e ivermectina). Hoje há consenso amplo de que essa medicação em pacientes com Covid grave, em grau avançado, não tem ação, embora em pacientes no estágio inicial, existem alguns estudos observacionais que mostram alguns benefícios desses dois fármacos que você citou. É uma questão técnica que médicos avaliam e, aí, tomam a decisão em relação à prescrição”, justificou o ministro.
“Existem níveis de evidência científica. Níveis. Nível A: evidência construída com estudos randomizados. Então você tem vários estudos randomizados testando aquela conduta. Quando você tem vários estudos, e esses vários estudos são incluídos no que chamamos de meta-análise, isso gera evidência uma A, que é a melhor evidência científica que nós temos. Mas, na nossa prática médica, nem tudo é feito com base em evidência nível A. Na evidência Nível B, tem estudo randomizado metodologicamente bem feito. Isso é uma evidência Nível B. Evidência Nível C: é a opinião pessoal do médico. Você diz “doutor, o que você acha?”. Estudos observacionais são evidências mais fracas, nível C. Mas não quer dizer que não possam ser empregadas”, completou. (247).
Bolsonaro zera recursos do Minha Casa Minha Vida e inviabiliza obras
Entre as medidas previstas no veto do presidente Jair Bolsonaro a parte do Orçamento de 2021, está um corte de R$ 1,5 bilhões nos recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), impactando diretamente as obras do Minha Casa, Minha Vida – renomeado pelo governo Bolsonaro de Casa Verde e Amarela.
Segundo a jornalista Idiana Tomazelli, do Estado de S.Paulo, o veto praticamente zerou os recursos do programa, sobrando apenas R$ 27 milhões, insuficientes para terminar obras de 200 mil unidades.
Leia mais na Fórum.
MANIFESTAÇÃO - Sintepe realiza carreata nesta manhã; categoria manterá greve até terça-feira
ESPAÇO - Terceira missão tripulada da SpaceX decola para a ISS
Por: AFP
Senado Voto casado é trunfo da esquerda para o Senado. Direita aposta em "sprint final"
Com oscilação positiva de Humberto Costa, ele e Marília Arraes aparecem liderando e, pela primeira vez, com o percentual exatamente igual: 1...






