quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Lagoa Grande: Centro e Distrito de Vermelhos são os locais com mais casos confirmados de Covid-19

 

Foto: Reprodução/Internet

O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde de Lagoa Grande (PE), Sertão do São Francisco, aponta o Distrito de Vermelhos e o Centro como os locais mais afetados pelo novo coronavírus (Covid-19). Dos 496 casos confirmados do início da pandemia até esta terça-feira (19), são 112 em Vermelhos e 111 no Centro da cidade.

Os bairros que seguem na lista dos mais infectados são Chafariz (72 casos até agora), Cristo Rei (27), Morada Nova (27), Vasco (26) e Estátua (21). O município contabiliza 12 óbitos pela doença. Diferente de municípios vizinhos, o prefeito Vilmar Capellaro (MDB) não informou até o momento como será a logística para iniciar o plano de vacinação no município.(Via: Carlos Britto).


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Governo de Pernambuco recusa reajuste de 16% nas passagens de ônibus

 

Foto: Leandro de Santana/ Arquivo DP

O reajuste de 16% nas passagens dos ônibus que circulam na Região Metropolitana do Recife não recebeu o aval do Governo de Pernambuco. A proposta foi solicitada pelo pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Pernambuco (Urbana-PE).


A gestão estadual manifestou sua discordância através de nota, mas deixa a entender que existe a possibilidade de um reajuste, porém inferior ao pedido pelas empresas, já que pretende manter a tarifa da RMR entre as menores do País este ano. Recife tem o menor valor, entre as capitais brasileiras.

Por meio de nota, o Consórcio Grande Recife comenta a decisão do Governo de Pernambuco e ressalta que “o Governo de Pernambuco informa que não concorda com a proposta de reajuste no valor das passagens de ônibus, apresentada nesta terça-feira (ontem), pelos empresários do setor de transportes de passageiros da Região Metropolitana do Recife (RMR)”. 

No documento, o Grande Recife reitera que pretende manter a tarifa local como a mais barata entre as capitais do Brasil, “apesar das dificuldades adicionais impostas pela pandemia do novo coronavírus desde o início do ano passado”.

Caso o valor pedido pela Urbana fosse aprovado, as passagens do Anel A, que corresponde a mais de 80% do total de do sistema, passariam dos atuais R$ 3,45 para R$ 4,00. O Anel B aumentaria de R$ 4,70 para R$ 5,45 e o Anel G, iria de R$ 2,25 para R$ 2,60.

Em 2020, o Governo determinou que não houvesse reajuste nas tarifas, apesar do aumento de 14% solicitado, à época, pelos empresários. "Enquanto não tivermos avanços concretos no transporte público, não falaremos em aumento da tarifa", disse o governador Paulo Câmara (PSB), em janeiro do ano passado.(Via:DP).


Após falhas na logística, Pazuello diz que entregou doses de vacina antes do planejado

Sem citar números e empresas, o ministro diz que a pasta continua 'fazendo negociações e aquisições de milhões de doses de vacinas'

Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello - Foto: Euzivaldo Queiroz/Ministério da Saúde

Após uma série de problemas na logística no envio das primeiras vacinas contra Covid-19, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, gravou um vídeo nesta terça-feira (19) em que afirma que a pasta entregou doses aos estados antes do planejado.

"Tínhamos um planejamento de entregar todas as vacinas no Brasil em cinco dias. Realizamos essa missão em 24h ininterruptas. Aceleramos o processo logístico de entrega das vacinas para atender a urgência dos estados em iniciar imediatamente a vacinação em seus municípios", disse.

Apesar de já ter divulgado anteriormente que faria a distribuição em até cinco dias, Pazuello fez um acordo na segunda (18) com governadores para adiantar a entrega e o início da vacinação para as 17h do mesmo dia na maioria dos estados.

A logística de envio, no entanto, foi marcada por alterações repentinas de horários de voos e atropelos na comunicação, conforme publicou o jornal Folha de S.Paulo. A situação provocou críticas de governadores e autoridades de saúde locais e fez com que ao menos 11 estados iniciassem a vacinação só nesta terça (19).

No vídeo, Pazuello cita "dificuldades impostas pelas dimensões continentais do país" e afirma que a entrega foi concluída às 11h desta terça, com "esforço de instituições públicas e privadas".

Sem citar números e empresas, o ministro diz que a pasta continua "fazendo negociações e aquisições de milhões de doses de vacinas com outros laboratórios".

Questionado sobre quais seriam essas possíveis novas aquisições, o Ministério da Saúde não respondeu até o momento. Segundo membros da pasta, não houve novos acordos recentes.

Sem conseguir obter os 2 milhões de doses da vacina de Oxford que estavam previstas para ser importadas da Índia, até então tidas como principal aposta para iniciar a vacinação, o governo iniciou a estratégia nesta segunda (18) com a distribuição de 4,6 milhões de doses da Coronavac, do Butantan.

Nos últimos meses, a Coronavac esteve no meio de um guerra política travada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com o governador paulista, João Doria (PSDB), o que levou o ministério a suspender temporariamente um acordo para obter 100 milhões de doses.

O contrato só foi fechado no início deste mês, mas a entrega ainda enfrenta impasses devido à dificuldade de obter insumos da China para produzir mais doses. Problema semelhante ocorre com a Fiocruz. (Por Folhapress).


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Trump perdoa Steve Bannon, guru da extrema-direita mundial

Nos seus últimos minutos na Casa Branca, Donald Trump concedeu o perdão presidencial ao guru do neofascismo global, que exerce forte influência sobre a família Bolsonaro.

Steve Bannon é cercado por fotógrafos ao deixar Corte Federal de Manhattan, em NY, solto depois de pagar fiança, na quinta-feira (20). (Foto: Reuters/Andrew Kelly)

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu clemência ao ex-assessor da Casa Branca Steve Bannon como parte de uma onda de perdões e comutações emitidas em suas últimas horas de mandato, mas não perdoou a si mesmo, a membros de sua família ou ao advogado Rudy Giuliani.

Trump deixa o cargo na quarta-feira, quando Joe Biden é empossado como o próximo presidente do país. Funcionários da Casa Branca argumentaram com Trump que ele não deveria perdoar a si mesmo ou sua família porque pode parecer que eles são culpados de crimes, de acordo com uma fonte familiarizada com a situação.

Bannon, que foi um conselheiro-chave na corrida presidencial de Trump em 2016, foi acusado no ano passado de burlar os partidários do próprio presidente por causa de um esforço para levantar fundos privados para construir o muro do presidente na fronteira EUA-México. Ele se declarou inocente.

“Bannon foi um líder importante no movimento conservador e é conhecido por sua perspicácia política”, disse a Casa Branca em um comunicado.

Funcionários da Casa Branca aconselharam Trump a não perdoar Bannon. Os dois homens reacenderam recentemente seu relacionamento, enquanto Trump buscava apoio para suas alegações não comprovadas de fraude eleitoral, disse uma autoridade familiarizada com a situação.

Como parte de mais de 140 indultos e comutações, Trump também perdoou Elliott Broidy, um ex-grande arrecadador de fundos para Trump que se confessou culpado no ano passado por violar leis de lobby estrangeiras, e o ex-prefeito de Detroit Kwame Kilpatrick, que cumpria uma pena de prisão de 28 anos em acusações de corrupção. (WASHINGTON (Reuters).


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terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Forte terremoto atinge Argentina e Chile

Um forte terremoto de 6,4 na escala Richter atingiu a Argentina, de acordo com o Serviço Geológico dos EUA. A profundidade foi de 11 quilômetros.

(Foto: Reprodução)


Um forte terremoto de 6,4 na escala Richter atingiu o Oeste da Argentina e também o Chile, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos. 

A profundidade foi de apenas 11 quilômetros, raso e com maior potencial de danos. O epicentro foi situado perto da cidade de Pocito, ao Norte de Mendoza e ao Sul de San Juan, na Argentina. 

O abalo sísmico foi sentido até na cidade de Buenos Aires, além das cidades de Mendoza, Córdoba e Rosário.(247). 


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Governo Bolsonaro admite que ataques à China estão travando chegada de insumos para vacina ao Brasil

Integrantes da equipe econômica e do Ministério da Saúde afirmaram que "incidentes diplomáticos" atrasaram a chegada dos insumos para a produção da vacina de Oxford comprados da China. Ernesto Araújo, depois de todos os ataques, agora tem mantido contato diário com o seu correspondente chinês.

(Foto: ABr | Reuters)


Membros do alto escalão do governo Jair Bolsonaro admitem que a relação conturbada do País com a China tem impedido a importação de insumos para a produção das vacinas contra o coronavírus. O receio é o de que não chegue ao Brasil o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), princípio ativo da CoronaVac, vacina produzida pelo Instituto Butantan (SP) em parceria com  o laboratório chinês Sinovac. De acordo com integrantes do governo, a ordem agora é para uma reaproximação com o governo chinês. Até o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, tem mantido contato diário com o seu correspondente chinês. A informação foi publicada pela CNN Brasil

Submisso ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Bolsonaro atacou a China em várias ocasiões. Um dos ataques aconteceu em outubro, quando ele disse que o governo não compraria vacina da país asiático. "Alerto que não compraremos vacina da China", disse. 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), marcou uma audiência de urgência com o embaixador da China, Yang Wanming, para falar sobre o atraso no envio de insumos para a fabricação de vacinas no Brasil.

Integrantes da equipe econômica e do Ministério da Saúde, comandado pelo general Eduardo Pazuello, afirmaram que "incidentes diplomáticos" atrasaram a chegada dos insumos para a produção da vacina de Oxford comprados da China.

De acordo com auxiliares do ministro da Economia, Paulo Guedes, o dosincidentes foi o ataque do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) ao embaixador da China em Brasília, Yang Wanming, em novembro do ano passado. Na época, o parlamentar disse que o governo brasileiro declarou apoio a uma "aliança global para um 5G seguro, sem espionagem da China".

Em nota, a embaixada chinesa no Brasil classificou a postagem do parlamentar como "totalmente inaceitável para o lado chinês e manifestamos forte insatisfação e veemente repúdio a esse comportamento". "A parte chinesa já fez gestão formal ao lado brasileiro pelos canais diplomáticos", acrescentou a embaixada chinesa.

Atualmente, o Brasil ocupa o terceiro lugar no ranking global de casos de coronavírus (8,5 milhões), atrás de Índia (10,5 milhões) e Estados Unidos (24,6 milhões). O governo brasileiro também registra a segunda maior quantidade de mortes (210 mil) provocadas pela pandemia. Os EUA têm o maior número de óbitos (408 mil). 

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Eduardo Bolsonaro apagou postagem em que resolveu atacar a China. Foto: Reprodução (Twitter)


 

São consideradas instituições com mais de 4 milhões de clientes


Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O Banco Inter ficou em primeiro lugar no ranking de reclamações contra instituições financeiras no quarto trimestre de 2020, de acordo com dados divulgados hoje (19) pelo Banco Central (BC). Para a elaboração do documento, foram consideradas as instituições com mais de 4 milhões de clientes. O conglomerado (banco e subsidiárias) do Banco Itaú ficou em segundo lugar e o conglomerado da Caixa Econômica Federal ficou em terceiro.

Para elaborar o ranking, as reclamações procedentes são divididas pelo número de clientes da instituição financeira e multiplicadas por 1 milhão. O índice gerado representa o número de reclamações do banco para cada grupo de 1 milhão de clientes.

O resultado é, portanto, avaliado proporcionalmente à quantidade de clientes de cada instituição. Com esse cálculo, o Inter ficou com o índice de 111,52. As queixas contra o Itaú resultaram no índice de 31. E a Caixa ficou com índice 30,85. O Banco Inter tem 8.069.837 clientes, o Itaú tem 83.674.760, e a Caixa, 143.971.402.

ranking passou por uma mudança. Até outubro do ano passado, o BC incluía na lista principal as instituições com mais de 4 milhões de clientes. Após reclamações de que a metodologia prejudicava bancos médios e beneficiava grandes conglomerados, o órgão passou a incluir na lista principal apenas as dez maiores instituições do país, com pelo menos 8 milhões de clientes, e deixou o restante para uma lista secundária.

Queixas

De outubro a dezembro do ano passado, o BC recebeu 900 queixas consideradas procedentes contra o Banco Inter a maioria por “Irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços, exceto as relacionadas a cartão de crédito, cartão de débito, internet banking, terminais de atendimento eletrônico, credenciadora e operação de crédito”.

O Itaú recebeu 2.594 reclamações, a maioria delas também sobre problemas com o crédito consignado. A Caixa recebeu 4.442, sendo a maior parte das reclamações sobre problemas com integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços de internet banking.

Entre os dez principais bancos do país, o Santander, apareceu em quarto lugar no ranking com índice 29,91. Em seguida, na quinta colocação, vem o Banco do Brasil, com índice 22,63. Na sexta posição vem o Bradesco, com índice 16,96.

Principais problemas

A maioria das reclamações consideradas procedentes pelo Banco Central decorreu de problemas na oferta ou na prestação de informação sobre crédito consignado (10.518), em operações de crédito (3.429) e em cartões de crédito (2.639). No total, o BC considerou procedentes 30.780 queixas de clientes contra os bancos no país.

A insatisfação com serviços e produtos oferecidos por instituições financeiras pode ser registrada no BC, e as reclamações ajudam na fiscalização e na regulação do Sistema Financeiro Nacional. Quando a reclamação chega ao Banco Central, é encaminhada para o banco, que tem prazo de dez dias úteis (descontados sábados, domingos e feriados) para dar uma resposta, com cópia para o BC.

Os canais de atendimentos do BC estão disponíveis na internet, pelo aplicativo BC+Perto, por correspondência, presencialmente ou pelo telefone 145.

Entretanto, o Banco Central recomenda que a reclamação seja registrada, primeiramente, nos locais onde o atendimento foi prestado ou no serviço de atendimento ao consumidor (SAC) do banco, nas ouvidorias das instituições  e nos órgãos de defesa do consumidor.

Bancos

Agência Brasil entrou em contato com as três instituições financeiras mais citadas na lista principal, dos dez maiores bancos do país. Em nota, o Itaú Unibanco informou que trabalha de forma intensa e contínua na análise das reclamações registradas pelos clientes, de forma a identificar oportunidades de melhorias nos nossos processos, produtos e serviços. A instituição reiterou o compromisso com a satisfação dos clientes e disse estar sempre à disposição para resolver as demandas pelos diversos canais de atendimento.

A Caixa informou que usa as demandas registradas pelos seus clientes para a melhoria de processos, serviços e produtos. Segundo o banco, melhorias implementadas nos últimos meses têm resultado em redução nas reclamações relativas às plataformas e operações. A instituição também ressaltou que aumentou de forma exponencial a rede de atendimento durante a pandemia e empreendeu uma grande operação de pagamento de benefícios sociais nos últimos meses.

A reportagem aguarda retorno do Banco Inter. Assim que a instituição fornecerem posicionamentos, eles serão incluídos no texto.(Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil - Brasília).

Matéria atualizada às 1901 para acréscimo da posição da Caixa

Edição: Maria Claudia



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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

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