Lula defende políticas sociais dos governos do PT e afirma que “fascistas” vão "sofrer muito" se quiserem voltar ao poder
Durante a fala, Lula ressaltou a centralidade das políticas de inclusão social em seus governos. “Se vocês pegarem a história do Brasil e fizerem a conta das políticas de inclusão social, vão chegar à conclusão de que os governos do PT, sozinhos, fizeram mais do que todos os presidentes na história desse país”, afirmou.
O presidente defendeu o papel do Estado na redução das desigualdades. “Só tem uma razão do Estado: governar para as pessoas que necessitam, que trabalham, mais humildes, de classe média baixa e que não tiveram sequer chance de estudar”, disse.
Lula também citou indicadores econômicos e sociais como evidência de resultados positivos. “A gente tem a menor inflação acumulada em quatro anos da história do Brasil, o menor desemprego, a maior massa salarial”, declarou.
Ao abordar o cenário político, o presidente criticou a disseminação de desinformação e afirmou que o debate eleitoral será marcado por comparações entre governos. “Este é o ano em que a verdade vai disputar com a mentira. A mentira voa e a verdade engatinha”, disse.
Em tom mais enfático, Lula declarou: “essa gente tem que saber que eles vão sofrer muito para voltar ao governo. Se depender de mim, os fascistas nunca mais irão governar este país. Se depender de mim, de vocês, nunca mais”.
O presidente também comentou sua trajetória e disposição para seguir na vida pública. “Eu estou com 80 anos de idade. Eu não consigo evitar que a Terra continue girando. Então os anos vão passando. O que eu consigo evitar é ficar velho por causa da rotação da Terra. Eu não vou ficar velho. Eu tenho uma causa”, disse.
Ao longo do discurso, Lula reiterou seu compromisso com políticas públicas voltadas à população de baixa renda e com a construção de um país mais igualitário. - 247.
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