sexta-feira, 5 de junho de 2020

ESTUDO Ensaio clínico aponta que hidroxicloroquina não tem efeito benéfico contra Covid-19

                     Por: AFP
 (Foto: MARVIN RECINOS / AFP)
Foto: MARVIN RECINOS / AFP

A hidroxicloroquina não apresenta "efeito benéfico" para pacientes com Covid-19, de acordo com os responsáveis pelo ensaio clínico britânico Recovery, que anunciaram nesta sexta-feira a cessação "imediata" da inclusão de novos pacientes nesse tratamento.

Recovery - um grande ensaio clínico, cujos resultados eram aguardados com entusiasmo - foi um dos únicos a não suspender seus testes com hidroxicloroquina, após um estudo controverso publicado no periódico "The Lancet", que apontava para a ineficácia, ou mesmo o efeito prejudicial da molécula.

Após uma análise dos resultados iniciais, "concluímos que não há efeito benéfico da hidroxicloroquina em pacientes hospitalizados com Covid-19", disseram os pesquisadores em um comunicado.

"Decidimos parar de recrutar participantes para o braço (a parte de um estudo relacionado a um tratamento específico) hidroxicloroquina do estudo Recovery, com efeito imediato", acrescentaram.

Eles disseram que decidiram tornar públicos esses "resultados preliminares, porque têm importantes consequências para o atendimento aos pacientes e para a saúde pública".

Recovery é um ensaio clínico controlado randomizado (pacientes escolhidos de forma aleatória), um método experimental considerado o mais sólido para testar medicamentos. Está sendo realizado no Reino Unido em mais de 11.000 pacientes de 175 hospitais para avaliar a eficácia de vários tratamentos para a Covid-19. 

Os testes das outras pistas de tratamento continuam. A parte da hidroxicloroquina envolveu 1.542 pacientes que receberam a molécula, em comparação com 3.132 pacientes que receberam tratamento padrão.

Os pesquisadores concluem que não há diferença significativa entre os dois grupos para a mortalidade em 28 dias, ou para o tempo de internação hospitalar.

"É decepcionante que esse tratamento seja ineficaz, mas nos permite focar nos cuidados e na pesquisa de medicamentos mais promissores", disse o principal pesquisador do ensaio, Peter Horby.

Enquanto esse tratamento tem sido amplamente prescrito em muitos países "na ausência de informações confiáveis", "esses resultados devem mudar as práticas médicas em todo mundo e demonstrar a importância de estudos randomizados em larga escala para permitir decisões sobre a eficácia e a segurança dos tratamentos", acrescentou seu adjunto, Martin Landray.

Um estudo publicado na revista médica "The Lancet" em 22 de maio concluiu que a hidroxicloroquina não era benéfica para pacientes hospitalizados com Covid-19 e poderia até ser prejudicial. Tratou-se de um estudo observacional baseado em dados coletados em 96.000 pacientes em todo mundo pela empresa americana Surgisphere, que vem, desde então, sendo criticado por uma série de pontos problemáticos.

O estudo levou à suspensão do braço da hidroxicloroquina em dois grandes ensaios: o Solidarity, sob a liderança da Organização Mundial da Saúde (OMS), e o estudo europeu Discovery.

Depois da onda de críticas contra o estudo da "Lancet" - que finalmente foi retirado na quinta-feira -, a OMS recuou nesta semana e anunciou a retomada de seus testes. O Discovery planeja fazer o mesmo.

Na quarta-feira, outro ensaio clínico randomizado realizado nos Estados Unidos e no Canadá, em menos pacientes do que o Recovery, concluiu que a molécula é ineficaz na prevenção da Covid-19.




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Covid-19: para reduzir circulação de pessoas, Prefeitura de Petrolina restringe público no comércio

                     Via;Santanavinicius


Após a retomada gradual das atividades econômicas em Petrolina, a prefeitura está intensificando ainda mais o trabalho de combate ao novo coronavírus. Nesta quinta-feira (4), o município proibiu o acesso de crianças de até 12 anos e idosos a partir de 60 anos a lojas, shopping e galerias.
De acordo com o decreto, as exceções são apenas para bancos, casas lotéricas, laboratórios, supermercados, farmácias e clínicas médicas. A decisão visa reduzir a circulação de pessoas devido à pandemia da covid-19, além de otimizar o funcionamento de estabelecimentos comerciais. Os comerciantes deverão realizar controle de acesso às suas instalações.
Além da restrição de idades, é preciso ficar atento a outras determinações como o uso de máscara, controle do número de pessoas dentro dos estabelecimentos, disponibilização de álcool em gel e aferição de temperatura de cada cliente. O comércio de Petrolina foi reaberto na última segunda-feira, 1° de junho.(Ascom/Petrolina)



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Deputados de dez partidos diferentes assinam pedido de CPI contra Moro

Congressistas do PT, PSL, PSDB, DEM, PV, Podemos, PSOL, PDT, PCdoB e PSB subscrevem o requerimento, que pretende apurar “os indícios de supostos crimes de Sergio Moro quando ministro, como prevaricação, obstrução a investigações, advocacia administrativa"

(Foto: Agência Brasil)

Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os crimes praticados pelo ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, começa a ganhar corpo na Câmara Federal. 
Congressistas do PT, PSL, PSDB, DEM, PV, Podemos, PSOL, PDT, PCdoB e PSB subscrevem o requerimento. 
Proposto pelo deputado Rogério Correia, o pedido de CPI visa a apurar “os indícios de supostos crimes do Sr. Sergio Moro quando ministro, como prevaricação, obstrução a investigações, advocacia administrativa, dentre outros, tudo em proveito próprio ou alheio”.
Entre os signatários da CPI estão os deputados Kim Kataguiri, do DEM, Carlos Sampaio, Alexandre Frota e Samuel Moreira, do PSDB, e Marcelo Freixo, Luiza Erundina, David Miranda, do PSOL.
Ao todo, para instalação da CPI,  são necessárias 171 assinaturas. Até agora, o documento conta com 83. Segundo Correia, há um trabalho para ampliar o número de apoios.
Em declaração à revista Carta Capital, Rogério Correia diz que Moro, quando ministro, “prevaricou o tempo inteiro e protegeu as suas relações com a Lava Jato”. “Enviei ao Ministério da Justiça documentos para investigar integrantes da operação Lava-Jato e nada foi feito”, afirma o deputado, que continua: “Ele prevaricou porque escondeu denúncias contra o presidente [Jair Bolsonaro]”.

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PT apoia atos pacíficos: “a democracia não pode ser intimidada”

Em nota assinada pelos líderes na Câmara e no Senado, Enio Verri e Rogério Carvalho, e pela presidente, Gleisi Hoffmann, o PT diz apoiar as manifestações do próximo domingo. "Nós, do Partido dos Trabalhadores, somos solidários aos que participam destes atos e sofrem os ataques da repressão e de provocadores"

(Foto: Reprodução | Mídia Ninja)

O Partido dos Trabalhadores divulgou uma nota nesta quinta-feira (4) em apoio às manifestações marcadas para o próximo domingo (7) em defesa da democracia e contra o fascismo. A legenda recomenda aos filiados e manifestantes em geral que “redobrem os cuidados, usando máscaras para evitar contágio, mantendo distância e não entrando em provocações”. A nota é assinada pela presidente da sigla, deputada Gleisi Hoffmann, e pelos líderes na Câmara, Enio Verri, e Senado, Rogério Carvalho.
O posicionamento vai de encontro a um artigo publicado pelo professor, cientista político e antropólogo Luiz Eduardo Soares, para quem os atos serão usados por infiltrados para provocação de vandalismo e violência nas ruas e consequente repressão e execução de um golpe pelo governo de Jair Bolsonaro. O texto foi rebatido por Guilherme Boulos, líder do MTST, do PSOL e da Frente Povo Sem Medo, que afirmou que o embate deve ser feito nas ruas, até então ocupadas pela extrema direita, e com todo os cuidados devido à crise do coronavírus.
Leia a íntegra da nota:

A democracia não pode ser intimidada

As manifestações pacíficas de rua contra Bolsonaro e o fascismo são o fato novo na luta pela democracia e pela vida no Brasil. São ações legítimas, protegidas pelo Artigo 5º. Da Constituição, que garante de forma expressa o direito às liberdades de expressão, reunião e de associação.
Considerando as condições impostas pela pandemia, recomendamos que os participantes das manifestações observem da melhor maneira possível, as medidas recomendadas pela OMS, como uso de máscaras e o distanciamento social.
Os militantes democráticos que participam destes atos devem também resistir às provocações e isolar os infiltrados, que já vêm agindo para tentar desvirtuar o caráter das manifestações e dar pretexto à repressão e ao discurso de fechamento do regime.
Nós, do Partido dos Trabalhadores, somos solidários aos que participam destes atos e sofrem os ataques da repressão e de provocadores.
A tentativa de criminalização dos movimentos sociais e populares e das manifestações democráticas visa a naturalizar o projeto neofascista e autoritário do atual governo, contrário aos interesses nacionais e aos direitos do povo.
Reafirmamos nosso compromisso com a Democracia, com a Constituição e as instituições democráticas, ao mesmo tempo em que repudiamos de forma veemente toda e qualquer iniciativa voltada a criminalizar, reprimir, intimidar ou manipular os reais objetivos de movimentos e manifestações pacíficas e em defesa da democracia no Brasil.
Não aceitaremos que a Democracia seja intimidada!

Brasília, 04 de junho de 2020.

Gleisi Hoffmann – Presidenta Nacional do PT

Rogério Carvalho – Líder da Bancada do PT no Senado Federal (247)



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Indígena que acompanhou Bolsonaro na Onu desabafa: ‘estou decepcionada’

Ysany Kalapalo, a indígena que defendeu Bolsonaro na ONU e nas redes sociais causando polêmica entre povos indígenas, confessou estar decepcionada com o ex-capitão. Ela diz: “está faltando diálogo com as minorias. Eu tinha muita expectativa de que o governo dele seria diferente, mas, depois de esperar e esperar, isso não está acontecendo"

Ysani Kalapalo
Ysani Kalapalo (Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados)

Em entrevista à BBC News Brasil, Ysani Kalapalo fez várias críticas a Bolsonaro. Segundo Kalapalo, cargos no governo têm sido ocupados com base em relações de amizade e não por competência técnica.
A reportagem do portal Uol destaca que “no início do ano, Ysani trocou farpas no Twitter com o presidente da Funai (Fundação Nacional do Índio), Marcelo Xavier. Criticado publicamente pela youtuber, Xavier disse que a processaria.”
A matéria ainda acrescenta que “integrante do povo Kalapalo, da Terra Indígena do Xingu, Ysani se mudou para São Paulo aos 12 anos para fazer um tratamento médico. Desde então, faz visitas periódicas à aldeia natal, Tehuhungu, que hoje tem como cacique seu irmão.” (247)


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PSB pede que filiados não participem de atos por temor de instrumentalização por Bolsonaro

A nota destaca que a realização de grandes aglomerações no momento pode fazer com que a disseminação do novo coronavírus piore

                 Por: Mariana Carneiro e Guilherme Seto/Folhape
Jair Bolsonaro, Presidente do Brasil
Jair Bolsonaro, Presidente do BrasilFoto: Flickr / Palácio do Planalto
A direção do PSB decidiu solicitar aos seus afiliados e apoiadores que não participem das manifestações em defesa da democracia marcadas para o domingo (7) em diversas cidades pelo país.

Em nota assinada pelo seu presidente, Carlos Siqueira, e intitulada "Ainda não é hora de tomar as ruas", o partido diz que sua decisão é embasada pelas limitações sanitárias exigidas e também pelo temor de que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aproveite as manifestações para ter uma reação radical e antidemocrática.

A nota destaca que a realização de grandes aglomerações no momento pode fazer com que a disseminação do novo coronavírus piore, o que seria preocupante "diante da flagrante fragilidade da atenção à saúde", diz a nota.

O PSB pondera que grupos infiltrados podem criar situações que favoreceriam uma "repressão proporcional aos movimentos" e também "uma reação governamental, que pode implicar o uso de medidas de exceção, o que este governo autoritário demonstra ser de seu interesse".

O pedido do partido, então, é para que as manifestações em defesa da democracia sejam mantidas nas redes sociais, "que tem sido até aqui o principal e mais efetivo veículo para a mobilização dos democratas".

"Para vencer neste momento delicado da vida política nacional, o campo democrático deve ser o mais amplo possível e articular estratégias próprias, evitando cair nas armadilhas que propõem os defensores do arbítrio. Neste momento eles desejam disseminar a desordem, e nós precisamos, ao contrário, da serenidade firme e do comedimento dos que sabem que são maioria", conclui a nota.





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ARQUIVAMENTO - Procuradoria conclui que Adélio agiu sozinho em facada e pede arquivamento de inquérito

                               Por: FolhaPress

 (Foto: Reprodução)

                                                                              Foto: Reprodução

O Ministério Público Federal em Minas Gerais se manifestou pelo arquivamento provisório do segundo inquérito policial que apura a possível participação de terceiros no atentado contra o presidente Jair Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018.

No documento enviado à Justiça Federal, a Procuradoria afirma ter concluído, após análise do material reunido pela Polícia Federal, que Adélio Bispo de Oliveira concebeu, planejou e executou sozinho o atentado.

Adélio, declarado inimputável por ter doença mental, cumpre medida de segurança no presídio federal de Campo Grande (MS).

Segundo o Ministério Público Federal, Adélio já estava em Juiz de Fora quando o ato de campanha do então candidato Bolsonaro foi programado e, portanto, o autor da facada não se deslocou até a cidade com o objetivo de cometer o crime.

Os representantes da Procuradoria afirmam ainda que Adélio não mantinha relações pessoais com nenhuma pessoa na cidade mineira, tampouco estabeleceu contatos que pudessem ter exercido influência sobre o atentado.

Além disso, frisam os procuradores que ele não efetuou ou recebeu ligações telefônicas ou troca de mensagens por meio eletrônico com possível interessado no atentado ou relacionadas ao crime.

As investigações da polícia, de acordo com a Procuradoria, deixaram claro que, nas contas bancárias de Adélio e de seus familiares também investigados, não houve movimentação financeira incompatível com seus trabalhos ou com seus padrões de vida.

A apuração não encontrou valores atípicos ou de origens desconhecidas nas contas do suspeito ou de seus familiares. "Não há respaldo à hipótese de que o delito pudesse ter sido praticado mediante pagamento", afirma o Ministério Público Federal.

Apesar de as conclusões do inquérito apontarem para Adélio como único autor do crime, o pedido de arquivamento enviado à Justiça Federal é provisório, em razão de diligências que dependem de decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) para serem concluídas e que poderiam, em tese, revelar a existência de grupo ou pessoas no atentado.

Para a Procuradoria, resta a identificação da origem dos honorários alegadamente pagos para a defesa de Adélio Bispo, a qual não foi contratada pelo próprio acusado nem por seus familiares.

"Nesta investigação, também não há suspeita de participação dos advogados na infração penal. E a identificação da origem dos honorários alegadamente contratados faz-se igualmente necessária à completa elucidação do fato. Trata-se da linha de investigação ainda pendente, em coerência com a orientação de exaurimento de todas as hipóteses cogitadas", diz a manifestação.

Com a conclusão da Polícia Federal de que não houve mandante da facada, o foco do presidente no caso passa a ser o julgamento no STF sobre a perícia em materiais apreendidos com advogados do autor do crime.

O caso foi remetido à corte em fevereiro, mas está parado. Como a ação ainda não foi distribuída internamente, não foi escolhido nem sequer o ministro relator. A decisão sobre o assunto é considerada importante porque pode fornecer elementos para abrir novas frentes de investigação.

Como o jornal Folha de S.Paulo mostrou em abril, a PF descartou no inquérito a participação de terceiros no planejamento ou na execução da facada, confirmando a tese de que Adélio agiu sozinho.

Esse foi o segundo inquérito aberto pela PF sobre o caso. O primeiro, finalizado ainda no mês do atentado, setembro de 2018, já havia demonstrado que Adélio atuou por conta própria ao tentar assassinar o então presidenciável durante um ato de campanha em Juiz de Fora. O autor está preso desde então.

A pressão sobre a investigação se elevou com afirmações de Bolsonaro que puseram em xeque o trabalho da PF. O presidente e seus apoiadores voltaram a propagandear a versão de que o crime teria sido encomendado a Adélio, o que nunca ficou provado nos inquéritos.

A insatisfação de Bolsonaro com o resultado foi um dos ingredientes alegados por ele para a troca no comando da corporação, o que levou ao pedido de demissão do ex-ministro da Justiça Sergio Moro.

Agora, o STF terá que decidir se autoriza ou não a análise de celulares, documentos e outros itens apreendidos pela PF no escritório do advogado Zanone de Oliveira Júnior, que assumiu a defesa de Adélio logo após o fato. Desde o fim do ano passado, ele é representado pela DPU (Defensoria Pública da União).

A corte dirá se o exame dos materiais viola o sigilo profissional do advogado, garantido pela Constituição. A perícia foi suspensa em 2019, após a Justiça atender a um pedido apresentado pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).
O debate judicial estava ocorrendo no TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), que em fevereiro resolveu encaminhar o caso ao STF por se tratar de assunto constitucional.

Os registros recolhidos no escritório de Zanone poderiam fornecer pistas sobre possíveis contratantes ou financiadores de Adélio, abrindo caminho para eventualmente se chegar a nomes de terceiros envolvidos na tentativa de assassinato. O defensor sempre refutou essa hipótese.

O advogado Antônio Pitombo, que representa Bolsonaro no processo, confirmou à reportagem que as atenções agora se voltam para o Supremo. "Há uma prova pertinente e relevante que depende do julgamento de um mandado de segurança, que se encontra no STF", afirmou, referindo-se aos itens apreendidos.

Mesmo sem um veredito, a PF trabalha com a possibilidade de reabrir a investigação no futuro caso o STF autorize o pente-fino nos materiais.




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Sim, o presidente Lula merece um quarto mandato e tem o apoio do Brasil 247

A reconstrução foi o primeiro passo. O próximo é transformar o país, com melhores empregos, mais igualdade, mais tecnologia e mais soberania...