quarta-feira, 20 de novembro de 2024

“É a reunião mais importante já feita entre Brasil e China", diz Lula sobre encontro com Xi

 

Brasil e China se tornarão parceiros ainda mais próximos, com sinergias em vários campos econômicos

Presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Xi Jinping durante encontro do BRICS na África do Sul (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a reunião com o presidente chinês, Xi Jinping, marcada para esta quarta-feira (20) em Brasília, será “a mais importante já feita entre Brasil e China”. A declaração foi dada durante entrevista ao canal chinês CGTN e reforça a expectativa de que o encontro consolide uma nova fase na parceria estratégica entre os dois países.

“Vamos ter uma reunião bilateral muito importante, onde vamos trabalhar a construção de uma parceria estratégica a longo prazo. Nós queremos compartilhar com a China aquilo que temos de especialidade, e a China compartilhar com o Brasil aquilo que ela tem de especialidade”, declarou Lula.

O encontro acontece durante a visita oficial de Xi ao Brasil, após sua participação no G20 no Rio de Janeiro. Será o primeiro encontro entre os dois líderes desde o início do terceiro mandato de Lula, em janeiro de 2023. A agenda inclui uma reunião bilateral de duas horas no Palácio da Alvorada, assinatura de acordos de cooperação e eventos formais, como um jantar no Palácio do Itamaraty.

Parceria estratégica e investimentos conjuntos

Lula destacou o papel da China na “transição ecológica e energética” do Brasil. Ele mencionou que empresas chinesas têm investido ativamente no setor de energia renovável, incluindo participações em licitações públicas e projetos de infraestrutura.

“A China tem participado muito ativamente na transição energética que estamos fazendo. Isso é muito importante porque o Brasil tem uma oportunidade histórica. Poucos países do mundo têm a possibilidade de produzir energia renovável como o Brasil tem. E aí os chineses têm dado uma contribuição muito grande”, disse o presidente.

Além disso, os dois países deverão anunciar um plano conjunto de investimentos estratégicos, evitando a adesão formal à Iniciativa Cinturão e Rota, popularmente conhecida como Rota da Seda. Segundo o assessor especial Celso Amorim, o objetivo é garantir sinergias em projetos prioritários sem comprometer a autonomia brasileira. “A gente quer a sinergia. Se para ter a sinergia eles têm que chamar de Cinturão e Rota, não tem problema. O que interessa são os projetos que têm essa sinergia”, explicou Amorim.

A parceria deve contemplar cerca de 50 projetos bilaterais, com destaque para infraestrutura, tecnologia, inteligência artificial e desenvolvimento de combustíveis sustentáveis.

Relações Brasil-China e desafios diplomáticos

Apesar do fortalecimento dos laços com a China, o Brasil mantém sua postura de não alinhamento. A decisão de evitar uma adesão formal à Rota da Seda reflete a necessidade de equilibrar as relações com as grandes potências, especialmente os Estados Unidos. Durante o governo Jair Bolsonaro, as relações com a China enfrentaram tensões devido a declarações ofensivas de membros do alto escalão, como o ex-chanceler Ernesto Araújo. Lula, no entanto, reforçou que respeita a soberania chinesa:“Não é o presidente do Brasil que tem que gostar ou não gostar do modelo chinês. Quem tem que gostar do modelo chinês são os chineses. Quem tem que gostar do modelo do Brasil é o Brasil.”

O fortalecimento da parceria com a China também é visto como uma oportunidade de ampliar o comércio bilateral e aumentar investimentos em áreas estratégicas. A expectativa é que a reunião em Brasília marque um novo patamar na relação entre as duas nações. - 247.

Cortes 247



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Carlos Bolsonaro comenta sobre inquérito do plano golpista e defende carro blindado para o seu pai

 

'Desdenham carro blindado ao ex-presidente ', escreveu o parlamentar. Internautas reagiram

Carlos e Jair Bolsonaro | Polícia Federal (Foto: Alan Santos/PR | Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)


O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) resolveu sair em defesa de Jair Bolsonaro (PL) depois que investigações da Polícia Federal apontarem a existência de um plano golpista, com o objetivo de assassinar o presidente Lula, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. 

"Mais um exemplo de planejamento de assassinato. Isso sempre passa despercebido pelos defensores da democracia, suas indignações e alardes inabaláveis. Então democraticamente desdenham carro blindado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a PF alega que não há necessidade de renovação do porte de um dos contínuos alvos e tudo segue na mais pujante normalidade de ser dar inveja à Nicarágua", escreveu o parlamentar no X. 

Internautas reagiram. "Isso não justifica o plano descoberto para para matar Lula, o vice e Alexandre de Moraes no contexto de uma tentativa de golpe. . Crimes não justificam outros crimes. Isso é raciocino básico", escreveu um deles. 

Outra conta fez a seguinte postagem: "Rapaz, tinha um vereador do município do Rio de Janeiro, dando pitacos na Administração Federal. Começa tudo errado daí. Um lunático, com problemas mentais, cognição limitadíssima. Um doente mental, com acesso a dinheiro e muitas armas. Você deveria estar na cadeia!".



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Lula recebe Xi Jinping no Palácio da Alvorada

 

Presidente chinês realiza visita de Estado ao país. Lula e Xi farão reunião privada e, depois, ampliada

Lula recebe Xi Jinping no Palácio da Alvorada (Foto: Reprodução/Canal Gov)


O presidente Lula (PT) recebeu no Palácio da Alvorada na manhã desta quarta-feira (20) o presidente da China, Xi Jinping, que realiza uma visita de Estado ao país. A agenda ocorre logo após a participação de ambos na Cúpula de Líderes do G20, realizada no Rio de Janeiro.

Xi Jinping desembarcou na capital federal na terça-feira (19), trazendo consigo uma comitiva robusta que reflete a importância da visita. As atividades oficiais começam no Palácio da Alvorada, com uma reunião restrita entre os dois líderes, seguida por um encontro ampliado com suas equipes. Entre os temas discutidos estão o fortalecimento da parceria econômica, a cooperação tecnológica e a coordenação em fóruns multilaterais. Após as reuniões, será realizada uma cerimônia de assinatura de atos bilaterais e uma declaração conjunta à imprensa.

Lula oferecerá um almoço oficial no Palácio da Alvorada. À noite, o Palácio Itamaraty será palco de um jantar diplomático que encerrará as atividades formais da visita. O presidente chinês deixará o Brasil na manhã de quinta-feira (21). - 247.




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Brasil lança projeto de sinergias com a China sem aderir formalmente à Rota da Seda

 

Grandes projetos de infraestrutura serão contemplados pela parceria estratégica

Presidentes Lula e Xi Jinping no G20 (Foto: Ricardo Stuckert / PR)


Os governos do Brasil e da China lançam hoje uma parceria de investimentos que evita a adesão formal à Iniciativa Cinturão e Rota, popularmente conhecida como Rota da Seda. Nesta quarta-feira (20), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente chinês Xi Jinping anunciarão o plano conjunto durante a visita de Estado em Brasília, marcando uma etapa que busca promover investimentos estratégicos e proteger o Brasil de desgastes geopolíticos.

A decisão de lançar um projeto de sinergias, sem adesão oficial à Rota da Seda, reflete o esforço do governo brasileiro em equilibrar suas relações com potências globais, como Estados Unidos e China. Celso Amorim, assessor especial da Presidência, explicou: “A gente quer a sinergia. Se para ter a sinergia eles têm que chamar de Cinturão e Rota, não tem problema. O que interessa são os projetos que têm essa sinergia”. O enfoque está em manter autonomia e flexibilidade para escolher os projetos de interesse prioritário ao Brasil, segundo aponta reportagem de Felipe Frazão, no Estado de S. Paulo.

Desde o lançamento da Belt and Road Initiative por Xi Jinping, em 2013, a China tem mobilizado mais de US$ 1 trilhão em investimentos, conectando regiões como Ásia, Europa, África e América Latina. Embora 151 países tenham aderido formalmente, o Brasil, ao lado de Colômbia e Paraguai, preferiu manter-se à margem. Para o governo Lula, a adesão ao projeto poderia ser interpretada como uma submissão a normas políticas e acordos de confidencialidade, algo incompatível com a legislação brasileira.

Nos bastidores, embaixadores e diplomatas brasileiros discutiram as implicações de uma adesão formal. “Quanto mais você se aproxima da China, mais deixa de ter apoio em outros cantos. O Brasil precisa calibrar suas atitudes para não se desacreditar junto a outros países”, afirmou um embaixador sob anonimato.

Interesses estratégicos e projetos futuros

A parceria Brasil-China contempla pelo menos 50 projetos bilaterais, com destaque para investimentos em infraestrutura, tecnologia e inteligência artificial. Entre as propostas está o desenvolvimento de combustível de aviação sustentável (SAF) e a ampliação de rotas de transporte que conectem o Brasil aos seus vizinhos sul-americanos. O Palácio do Planalto, inclusive, propôs à China um fundo para a recuperação de pastagens degradadas, parte de sua agenda ambiental.

Apesar de ainda haver incertezas sobre a venda de 20 aeronaves Embraer a empresas chinesas, sinalizando que a negociação não se concluiu na visita de abril de 2023 de Lula a Pequim, a expectativa é que os projetos discutidos impulsionem um novo patamar na relação bilateral.

A pressão das potências e a busca pela independência

A diplomacia brasileira enfrenta o desafio de equilibrar as relações com a China e os Estados Unidos, especialmente em um cenário de disputas geopolíticas. Autoridades norte-americanas, como o embaixador Brian A. Nichols, alertaram sobre os riscos dos investimentos chineses, mencionando uma “armadilha da dívida”. Por outro lado, a embaixada chinesa rebateu as críticas americanas, classificando-as como “irresponsáveis”.

A postura brasileira, de evitar o alinhamento a uma única potência, reforça a tradição de não-alinhamento do País. Lula destacou essa abordagem: “Não vamos fechar os olhos à Rota da Seda”, afirmou, sublinhando a importância de uma avaliação cuidadosa dos benefícios e riscos. - 247.

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Alexandre de Moraes conduzirá pessoalmente novo depoimento de Mauro Cid

 

Ex-ajudante de ordens de Bolsonaro deverá esclarecer contradições entre seu acordo de delação premiada e descobertas da PF sobre a trama golpista

Mauro Cid (à esq.) e Alexandre de Moraes (Foto: Reprodução | ABR)


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), assumirá a condução do depoimento do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), marcado para a tarde de quinta-feira (21), informa Teo Cury, da CNN Brasil. A audiência, prevista para as 14h, ocorre no contexto de uma investigação sobre uma suposta trama golpista, cujos desdobramentos levaram à prisão de cinco suspeitos nesta terça-feira (19).  

Cid foi convocado a prestar esclarecimentos devido a contradições entre seu acordo de delação premiada, firmado em setembro de 2023, e informações levantadas pela Polícia Federal (PF). A corporação encaminhou um relatório ao STF detalhando omissões e inconsistências nos depoimentos recentes do militar, que podem comprometer a validade de sua colaboração com a Justiça.  

Em um depoimento de quase três horas à PF na terça-feira, Mauro Cid negou qualquer envolvimento ou conhecimento sobre planos que incluíam a tentativa de um golpe de Estado e o assassinato do presidente Lula (PT), do vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), e do próprio ministro Alexandre de Moraes. Investigadores, no entanto, apontam indícios de que o militar teria ocultado informações cruciais.  

Conexão com a trama golpista - O militar, que já havia sido preso em março de 2023 por envolvimento em outros crimes investigados pela Justiça, ganhou liberdade condicional após fechar o acordo de delação premiada. No entanto, os avanços da investigação colocam sob suspeita sua narrativa, especialmente após ele ter mencionado que Jair Bolsonaro teria sondado comandantes das Forças Armadas sobre a viabilidade de um golpe de Estado. A suposta reunião teria ocorrido no Palácio da Alvorada logo após a derrota do ex-presidente nas eleições de 2022.  

A PF acredita que o plano golpista também poderia envolver ataques contra integrantes do Judiciário e membros do governo eleito, incluindo a tentativa de assassinato de figuras centrais da administração. A prisão dos cinco suspeitos nesta semana reforça o avanço das apurações e amplia a pressão sobre Mauro Cid.  

Ameaça ao acordo de delação - Caso fique comprovado que o tenente-coronel mentiu ou omitiu informações em seus depoimentos, o acordo de delação premiada firmado com a Justiça pode ser anulado. Isso exporia o militar a penalidades mais severas e colocaria em risco sua estratégia de colaboração com as autoridades.  

Fontes ligadas ao caso afirmam que a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a defesa de Mauro Cid foram notificadas da audiência desta quinta-feira, considerada decisiva para esclarecer pontos obscuros nas investigações. - 247.


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Gleisi pede prisão de Bolsonaro por plano golpista que visava matar Lula: "seria o maior beneficiário dos crimes"

 

“O Brasil só terá paz quando todos os terroristas da extrema-direita pagarem por seus crimes”, disse a presidente do PT

Gleisi Hoffmann (Foto: Zeca Ribeiro / Câmara)


A presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann, pediu a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por participação em uma trama golpista que pretendia matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo as investigações da Polícia Federal, além do assassinato de Lula, a trama envolvia a morte do vice-presdiente Geraldo Alckmin (PSB) e a instalação de uma Gabinete de Crise comandado pelos generais Walter braga Netto e Augusto Heleno, o que seria o primeiro passo de uma ditadura bolsonarista.

Gleisi lembra que os envolvidos nessa trama golpista são aliados de Bolsonaro, incluindo ex-ministros efetivos ou interinos de seu governo. “Todos os autores do plano para assassinar Lula, Alckmin e Moraes foram ministros efetivos ou interinos de Jair Bolsonaro. A trama foi discutida e aprovada na casa do candidato a vice de Bolsonaro. O plano Punhal Verde Amarelo foi impresso no Palácio do Planalto, onde ele tinha gabinete, e levado ao Alvorada, onde se escondia”, criticou.

A deputada cobrou a punição de Bolsonaro, já que ele seria o maior beneficiado do plano golpista e, portanto, as narrativas que afirmam que o ex-presidente não sabia da articulação não fazem sentido. “O maior beneficiário dos crimes e do golpe seria Jair Messias Bolsonaro. E agora querem dizer que ele não tinha nada com isso? O Brasil só terá paz e só ficará livre dos terroristas da extrema direita quando todos eles pagarem por seus crimes, a começar pelo chefe”, disse. - 247.

terça-feira, 5 de novembro de 2024

GESTORA DA GRE EM PETROLINA PROFESSORA CÉLIA REGINA COMEMORANDO MAIS UM ANIVERSARIO

Professora Célia Regina

Hoje é um dia especial em nosso calendário, pois finalmente chegou o seu dia. É um momento de ser feliz, de se alegrar e desejar coisas boas, afinal não é todos os dias que temos um motivo bom para ser comemorado.

Eu espero que esteja feliz com esta data, tirando proveito de cada momento, cada sorriso que lhe seja direcionado, cada emoção que passar no dia de hoje. Curta bastante se alegre e divirta-se! 

Que seu aniversário seja um marco de realizações em sua vida, pois o momento é especial para sua família e muitos que com certeza te admiram e torcem muito por você, e entre eles estou eu, pode acreditar.

Você está no auge da maturidade, da experiência, e tem que se orgulhar muito por isso. Obrigado por fazer parte da minha vida, por ser atenciosa comigo nos momentos que busquei a sua ajuda e pude contar com você. 

Pedirei sempre a Deus que te proporcione essa data por muitos e muitos anos, conserve bons dias em seu viver e que possamos continuar nos entendendo em nosso relacionamento de trabalho e como amigo também.

Feliz Aniversário, que você esteja feliz com esta data! 

Homenagem do seu amigo e funcionário da Gerência Regional de Educação - GRE, Bianelis Almeida Dantas - (BILL).

 


Professora Célia Regina


Professora Célia Regina



Professora Célia Regina

Professora Célia Regina comemorando em família






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Sim, o presidente Lula merece um quarto mandato e tem o apoio do Brasil 247

A reconstrução foi o primeiro passo. O próximo é transformar o país, com melhores empregos, mais igualdade, mais tecnologia e mais soberania...