segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Governo de Pernambuco autoriza início do processo de retorno das aulas presenciais. Primeira etapa começa nesta terça-feira dia 08 de setembro

Governo de São Paulo remarca a volta às aulas presenciais para 7 de outubro  – O Popular Digital
O Governo de Pernambuco anunciou, já anunciou a autorização para o início do processo de retomada das aulas presenciais do ensino superior, incluindo as respectivas datas para cada etapa.
A permissão contempla as macrorregiões 1, 2 e 4, valendo para esta última apenas a 8ª Gerência Regional de Saúde (Geres), sediada em Petrolina. Também foi anunciada a prorrogação do decreto de suspensão das aulas da educação básica até o dia 15 de setembro. É importante lembrar que aulas práticas e práticas de estágio curricular para o ensino superior já tinham sido liberadas pelo Governo do Estado.
A retomada das aulas presenciais do ensino superior acontecerá de forma escalonada, com a primeira etapa prevista para o dia 8 de setembro. Nessa fase, as instituições de ensino só poderão receber até 25% da sua capacidade, dando prioridade aos concluintes. No dia 14 de setembro, as faculdades e universidades poderão retomar as atividades com até 50% da capacidade de estudantes. O retorno às aulas presenciais deste segmento de ensino segue nos dias 21 e 28 de setembro, estando as instituições de ensino autorizadas a retomarem as atividades com 75% e 100% de sua capacidade, respectivamente.
As instituições devem seguir todas as normas estabelecidas no protocolo setorial da educação, respeitando orientações sobre distanciamento social, medidas de proteção e prevenção, bem como de monitoramento e orientação. Até o final da próxima semana, será publicada uma nova versão do protocolo setorial.
As instituições e os estudantes decidirão sobre o início do processo de retomada das aulas presenciais, desde que observem as regras estabelecidas pelo Governo do Estado. As unidades de ensino poderão optar pela manutenção das aulas à distância ou pela retomada das aulas presenciais e oferta de ensino híbrido, combinando atividades presenciais e não presenciais.
“O Comitê de Enfrentamento à Covid-19, após análise dos números da pandemia em Pernambuco, autorizou o início da retomada das aulas presenciais nas instituições de ensino superior. Também foi levada em consideração a faixa etária desses estudantes, a grande maioria com mais de 18 anos. Mas é importante ressaltar que o plano de retomada está diretamente ligado ao monitoramento do comitê e, se necessário, esse cronograma de evolução das etapas de retorno às atividades presenciais do ensino superior poderá ser reconsiderado a partir dos dados da Covid-19”, explicou o secretário de Educação e Esportes, Fred Amancio.
CURSOS LIVRES – O Governo de Pernambuco já tinha autorizado a retomada das aulas presenciais dos cursos livres (línguas, formação e qualificação profissional, música e outros). Esses cursos são atividades de ensino que não se enquadram como educação básica ou ensino superior. Não está autorizada ainda a retomada dos cursos preparatórios para o ENEM, SSA e outros vestibulares, ou cursos de disciplinas específicas da educação básica (matérias isoladas, por exemplo), assim como os cursos técnicos do nível médio.
A retomada das aulas presenciais dos cursos livres está acontecendo de forma escalonada desde o dia 17 de agosto, etapa em que as instituições de ensino estavam autorizadas a atender estudantes a partir de 18 anos e receber até 25% da sua capacidade. No dia 24 de agosto, as instituições ofertantes de cursos livres deram início à segunda etapa da retomada, atendendo até 50% da capacidade de estudantes, com idade mínima de 15 anos. A partir desta segunda-feira (31.08), as instituições poderão contar com 75% da capacidade do corpo discente, com alunos a partir de 11 anos de idade. No dia 8 de setembro, início da última etapa, os cursos livres poderão atender a 100% da capacidade de estudantes.(Ascom SEI PE)

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Dívida dos EUA explode e vai a 136% do PIB, nível mais alto desde a 2ª Guerra Mundial

"Outra maneira de ver a dívida dos Estados Unidos é que ela agora atingiu uns incríveis quase 1.000% da receita federal anual", disse Michael Pento, presidente e fundador da Pento Portfolio Strategies. Segundo ele, o déficit fiscal de 2020 deve ser de US$ 3,3 trilhões, o que torna a situação "ainda pior"
Cédulas de dólar
Cédulas de dólar (Foto: REUTERS/Guadalupe Pardo)

Sputnik - Especialistas referem que a dívida do país seguia aumentando nos anos anteriores à pandemia, e que os gastos exorbitantes para combater a recessão complicam ainda mais a situação.
A dívida dos EUA já atingiu seu nível mais alto desde a Segunda Guerra Mundial, e atualmente é igual ao tamanho da economia do país, disse o The Wall Street Journal, citando o Escritório de Orçamento do Congresso dos Estados Unidos (CBO, na sigla em inglês).
A pandemia levou a uma situação em que "há um grande aumento da dívida pública na maioria dos países este ano", disse Joseph Gagnon, membro sênior do Instituto Peterson, à Sputnik Internacional.
"A arrecadação de impostos diminui quando as empresas fecham ou reduzem de tamanho, e o governo gasta mais para subsidiar os trabalhadores e as empresas. Nos EUA, o corte fiscal de Trump em 2018 já tinha aumentado o déficit um pouco antes da pandemia [nos] ter atingido", disse Gagnon.
Michael Pento, presidente e fundador da Pento Portfolio Strategies, lembrou em entrevista à Sputnik que a proporção da dívida nacional em relação ao PIB dos EUA atingiu 136%, a mais alta desde a Segunda Guerra Mundial.
"Outra maneira de ver a dívida dos Estados Unidos é que ela agora atingiu uns incríveis quase 1.000% da receita federal anual", disse ele, acrescentando que o déficit fiscal de 2020 deve ser de US$ 3,3 trilhões [R$ 17,5 trilhões], o que, segundo Pento, torna a situação "ainda pior".
"Portanto, não é só a diminuição do montante da receita, que está a ser anulado pela enorme dívida; o governo está aumentando esta dívida a uma taxa equivalente a 17% do PIB anual. Em outras palavras, a ideia de que a dívida pode ser paga alguma vez é ridícula", disse Pento.
O especialista acrescentou que, embora a pandemia do coronavírus tenha exacerbado a desregulamentação nos Estados Unidos, "a dívida e os déficits têm sido um problema [no país] desde a Grande Recessão de 2008".
"Mesmo no que alguns caracterizaram recentemente como 'a maior economia da história' [durante a presidência de Trump], os déficits estavam crescendo a uma taxa de US$ 1 trilhão [R$ 5,3 trilhões] antes do vírus. O verdadeiro problema é a loucura fiscal e monetária em Washington, que foi adotada para inflar bolhas de ativos perpetuamente", disse ele.
Brian Riedl, membro sênior do Instituto de Pesquisa Política de Manhattan, ecoou Michael Pento, e enfatizou que a dívida nacional dos EUA, que era de US$ 17 trilhões (R$ 90,1 trilhões) no início de 2020, pode "subir para um espantoso montante de US$ 33 trilhões [R$ 175 trilhões] até o final da década".
"Com as compras da dívida externa relativamente estagnadas durante a última década, não está claro como a poupança interna financiará este aumento sem precedentes dos empréstimos federais", disse Riedl.

Déficits que vieram para ficar

De acordo com Riedl, "de modo geral, se espera que a pandemia acrescente US$ 2,1 trilhões [R$ 11,1 trilhões] à dívida dos EUA durante a próxima década, já que grande parte das novas despesas e perdas de renda são compensadas por poupanças provenientes de taxas de juros mais baixas sobre a dívida".
O especialista disse que, embora a pandemia e a recessão que se seguirá tenham algum dia que acabar, parece que os "trilhões de dólares da dívida vieram para ficar".
Segundo ele, "o perigo é que, com níveis de dívida de US$ 33 trilhões [R$ 175 trilhões], cada aumento de um ponto percentual na taxa média de juros paga por Washington custará US$ 300 bilhões (R$ 1,59 trilhão) em custos de juros anuais".
"As insaciáveis necessidades de empréstimo de Washington", segundo ele, "afastariam outros investimentos e prejudicariam o crescimento".
Brian Riedl concluiu que "estes déficits insustentáveis a longo prazo" serão um desafio para Washington, e ocorrerão simultaneamente a seus esforços para "acabar com a pandemia e salvar a economia".
O governo dos Estados Unidos concedeu até US$ 5 trilhões (R$ 26,5 trilhões) em fundos de resgate do coronavírus desde março de 2020. A Lei de Assistência Econômica, Alívio e Segurança do Coronavírus (CARES) foi aprovada em 27 de março no valor de US$ 2 trilhões (R$ 10,6 trilhões). A Lei de Soluções de Emergência Omnibus de Saúde e Recuperação Econômica (HEROES), de US$ 3 trilhões (R$ 15,9 trilhões), foi aprovada em maio. (247)

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Em represália aos EUA, China congela renovação de vistos para repórteres de veículos americanos


Aumenta a tensão entre China e Estados Unidos
Aumenta a tensão entre China e Estados Unidos (Foto: REUTERS/Hyungwon Kang)

A China parou de renovar credenciais de imprensa para jornalistas estrangeiros que trabalham em organizações de notícia americanas, segundo os veículos. A medida é uma represália a restrições impostas a repórteres chineses que atuam nos Estados Unidos, em sua maioria correspondentes da mídia estatal do gigante asiático. Em maio, o governo Donald Trump limitou a estadia dos profissionais por 90 dias, prazo que só pode ser estendido com autorização do Departamento de Segurança Nacional.
Pelo menos cinco jornalistas de quatro veículos não conseguiram realizar a renovação anual de suas credenciais com o país asiático na semana passada. Eles receberam uma carta que os autoriza a trabalhar e a morar no país por dois meses, até o dia 6 de novembro. A informação é do jornal O Globo. 
Entre os afetados pela medida do governo chinês estão os jornalistas David Culver, da CNN, e Jeremy Page, do Washington Post, o fotojornalista Andrea Verdelli, da Getty, e dois repórteres da Bloomberg. 
O porta-voz da Chancelaria chinesa, Zhao Lijian, acusou os americanos de serem "arrogantes". "Se o governo americano realmente se importa com os jornalistas americanos, ele deveria estender os vistos para todos os jornalistas chineses o mais rápido possível, ao invés de fazer jornalistas dos dois países de reféns", disse. (247)

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Em discurso histórico, Lula se coloca à disposição do povo para voltar a ser presidente

Em seu pronunciamento de 7 de setembro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que hoje seria presidente se não tivesse sido preso político por 580 dias, se colocou mais uma vez à disposição dos brasileiros para libertar o País do pesadelo Bolsonaro. Assista e leia a íntegra do pronunciamento
Lula
Lula (Foto: Eric Gomes)

Após fazer uma crítica voraz ao governo Bolsonaro e denunciar a situação dramática do Brasil em diversos temas, em especial na agressão à soberania nacional, mas também em relação às mortes, principalmente dos mais pobres, na pandemia de coronavírus, o ex-presidente Lula se colocou à disposição do povo brasileiro para reconstruir o País em um pronunciamento histórico feito nesta segunda-feira, 7 de setembro.
“O essencial hoje é vencer a pandemia, defender a vida e a saúde do povo. É pôr fim a esse desgoverno e acabar com o teto de gastos que deixa o Estado brasileiro de joelhos diante do capital financeiro nacional e internacional. Nessa empreitada árdua, mas essencial, eu me coloco à disposição do povo brasileiro, especialmente dos trabalhadores e dos excluídos”, discursou Lula, que reafirmou a necessidade de fazer a reconstrução combatendo a desigualdade.
“Estamos falando de construir um Estado de bem-estar social que promova a igualdade de direitos, em que a riqueza produzida pelo trabalho coletivo seja devolvida à população segundo as necessidades de cada um”, disse. “Nenhuma solução, porém, terá sentido sem o povo trabalhador como protagonista. Assim como a maioria dos brasileiros, não acredito e não aceito os chamados pactos ‘pelo alto’, com as elites”, prosseguiu. (247)

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Panelaço ‘Cala a boca Bolsonaro’ ganha o país durante pronunciamento oficial do ex-capitão (vídeo)

À sombra de um pronunciamento histórico do ex-presidente Lula, ficou difícil para Bolsonaro escapar do ridículo mais uma vez. Não bastasse o tom colegial de um discurso feito às pressas e sem muita inspiração, as capitais brasileiras foram tomadas por um panelaço convocado pelo Twitter: #CalaABocaBolsonaro

Panelaço em São Paulo
Panelaço em São Paulo (Foto: Reprodução)

Várias capitais brasileiras tilintaram as panelas para manifestar a repulsa pelo pronunciament de Jair Boslonaro. São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Recife trepidaram no momento do curto discurso do ex-capitão. (247)

Eleições 2020 "A Marília Arraes está preparada pra ganhar as eleições", diz Lula no Twitter

                         Por: Anna Tenorio
Marília Arraes é deputada federal pelo PT e pré-candidata à prefeitura do Recife (Ricardo Labastier/ Divulgação Assessoria)
Marília Arraes é deputada federal pelo PT e pré-candidata à prefeitura do Recife (Ricardo Labastier/ Divulgação Assessoria)

O ex-presidente Lula (PT) voltou a declarar publicamente o seu apoio a pré-candidatura à prefeitura do Recife de Marília Arraes (PT), deputada federal. Por meio de suas redes sociais, o petista afirmou que Marília "é o retrato da mulher ocupando seu espaço sem pedir licença".


"A @MariliaArraes está preparada pra ganhar as eleições. Estou muito feliz com a candidatura dela. Ela é o retrato da mulher ocupando seu espaço sem pedir licença. A Marília é porreta, boa de briga. E o Recife tem muito forte a marca do PT", escreveu o presidente Lula. A publicação foi feita na sexta-feira, 4 de setembro.

A declaração do ex-presidente Lula aconteceu um dia após a divulgação de uma nota assinada pelo Diretório Municipal do PT, questionando declarações que a deputada teria dado em uma entrevista anterior. Na entrevista Marília Arraes foi questionada sobre como ficaria a relação do Recife com o governo federal caso fosse eleita prefeita, já que seu partido faz oposição ao presidente. A deputada respondeu explicando sobre o papel do gestor.

A resposta não agradou o Diretório, que anteriormente fez parte do grupo que defendia a retirada da pré-candidatura de Marília Arraes para apoiar o pré-candidato do PSB à prefeitura do Recife, deputado federal João Campos. 

Marília Arraes respondeu o Twett do ex-chefe do executivo nacional, agradecendo pelo apoio recebido, também de forma pública. "Obrigada, presidente! Seguimos firmes!", respondeu ao correligionário.

A declaração do líder petista nas redes sociais reforçou que Marília tem o apoio de dirigentes nacionais à sua postulação ainda que haja resistência ao seu nome nos Diretórios Municipais e Estaduais. 

Aliança PT/ PSB e impacto nas eleições 2020


Nas eleições gerais de 2018, Marília Arraes se colocou a disposição do diretório estadual do PT para concorrer ao Governo do Estado. Mas por fruto de uma articulação envolvendo petistas e socialistas a época seu nome foi retirado e o PT passou a apoiar a campanha a reeleição do governador Paulo Câmara e apoios foram trocados em outros Estados. Nacionalmente o PSB declarou neutralidade nas eleições presidenciais. 

Neste ano, para as disputas municipais, Marília Arraes colocou novamente seu nome a disposição do partido para concorrer, mas desta vez ao cargo de prefeita. No Recife, o PSB conclui o segundo mandato do prefeito Geraldo Julio e tenta emplacar João Campos, primo de Marília, como candidato a sucessão. Marília Arraes travou uma intensa disputa com os diretórios estadual e municipal para se viabilizar pré-candidata e tendo conseguido o apoio da Executiva Nacional do PT para concorrer neste ano, já segue em ritmo de pré-campanha. A data das convenções partidárias do PT na capital ainda não foram oficializadas. (DP)




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VIAGEM Terraplanistas ficam perdidos em alto-mar ao tentar atingir 'borda do mundo'

                         Por: Estado de Minas
 (Foto: Clarín/Reprodução) 
Foto: Clarín/Reprodução


Que a Terra é redonda, a ciência já provou, mas para um grupo que insiste em questionar o fato, esse corpo celeste onde habitamos é plano. E foi na busca de alcançar a borda deste planeta em suposto formato de disco que um casal de terraplanistas italiano se perdeu em alto-mar e precisou ser resgatado. A história, no mínimo curiosa, foi publicada pelo jornal argentino Clarín.

De acordo com a publicação, os dois partiram do porto da ilha de Lampedusa (entre a Sicília, na Itália, e o Norte de África) oceano adentro com a missão ancorar no limite do fim da Terra e o espaço.

Só que plano foi abortado, quando o casal se perdeu no Mar Mediterrâneo. O barco deles foi encontrado por um funcionário do Ministério da Saúde da Itália, chamado Salvatore Zichichi, que os ajudou a usar uma bússola para navegar de volta para o porto.

“O engraçado nisso é que eles usaram uma bússola que funciona de acordo com o magnetismo da Terra, um conceito que, como pessoas que acreditam na Terra plana, eles deveriam rejeitar”, declarou Zichichi.

De volta à Itália, o casal teve de passar por várias semanas de quarentena por causa da pandemia da Covid-19. 





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Sim, o presidente Lula merece um quarto mandato e tem o apoio do Brasil 247

A reconstrução foi o primeiro passo. O próximo é transformar o país, com melhores empregos, mais igualdade, mais tecnologia e mais soberania...