quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

SECRETÁRIOS DE EDUCAÇÃO REPUDIAM ESTUPIDEZ DE VÉLEZ E DAMARES


O Ministério da Educação (MEC) enviou ontem para todas as escolas do País um e-mail pedindo que seja lida uma carta aos alunos, professores e funcionários com o slogan da campanha de Jair Bolsonaro: "Brasil acima de tudo. Deus acima de todos." O comunicado recomenda ainda que todos estejam "perfilados diante da Bandeira do Brasil" e seja tocado o Hino Nacional. Por último, pede que as escolas filmem as crianças nesse momento e enviem os vídeos ao governo. 
Segundo relata o jornal Estado de S.Paulo, a medida provocou reações no meio educacional e entre pais de estudantes. O Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Educação (Consed) disse, em nota, que a ação fere não apenas a autonomia dos gestores, mas dos entes da Federação. 
"O ambiente escolar deve estar imune a qualquer tipo de ingerência político-partidária", disse o Consed. Para o órgão, o Brasil precisa, "ao contrário de estimular pequenas disputas ideológicas na Educação, priorizar a aprendizagem".247
A secretaria de Estado do governo de Pernambuco também rechaçou a medida. Veja a nota abaixo: 


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Em áudio que vazou pela internet Vereador de Petrolina Elias Jardim pede exoneração de servidora do Nova Semente


O áudio vazado onde o vereador de Petrolina Elias Jardim, atribuiu ter indicado e “mandado exonerar uma servidora do Programa Nova Semente”, ganhou repercussão além dos limites do Vale do São Francisco.
Segundo o Blog do Magno Martins (Recife), sem a menor cerimônia, o vereador de Petrolina, Elias Jardim, afirma, em um áudio de WhatsApp, que são dos parlamentares da base do prefeito as indicações de professores e gestores para o programa Nova Semente. Na mensagem, que vazou, Elias justifica a exoneração de uma mulher que ocuparia um cargo comissionado porque essa pessoa não teria lhe dado “satisfação” e o teria tratado com “desprezo”.
“Está saindo porque nunca me procurou. Nunca considerou a indicação. Então, não serve para mim. É isso que está acontecendo. Não é só com ela; é com muitas aqui. Vou tirar porque nunca respeitou o vereador. Nem bom dia dá”, queixou-se Elias Jardim, mostrando que estava decidido. “Não respeita, não considera. Acha que caiu de paraquedas. Se a gente indicou, essa pessoa deve satisfação a gente. Se não tem consideração, não serve”, disse.
Em seguida, o vereador reclamou que as pessoas só o procuram para pedir emprego. Depois falou que não iria “sustentar ninguém de graça”, sem, no entanto, revelar de quem estava falando. “Por isso que ela está na lista para sair. Porque nunca me visitou; nunca perguntou nada; nunca veio aqui. Todas elas sabem que professor e gestor é indicado por vereador. A ausência, o desprezo… então vai sair. Estou trocando para botar pessoas de confiança, que me respeite, me considere”, encerrou Elias.
Até o momento o vereador Elias Jardim não se pronunciou sobre o assunto. A Prefeitura de Petrolina, em nota, disse que fará uma seleção simplificada para resolver o problema.
Prefeitura de Petrolina responde sobre contratação de professores. Confira:
Nota oficial
Sobre o processo de contratação de profissionais para o programa Nova Semente, a Prefeitura de Petrolina lembra que uma seleção simplificada para contratação temporária, visando maior transparência na contratação de Assistente Educacional, Assistente de Cozinha e Assistente de Serviços Gerais, foi realizada e o resultado será divulgado até final deste mês.
Importante salientar que, diariamente, a coordenação do programa recebe diversos currículos oriundos de diferentes setores da sociedade. A apreciação deste currículo, para os demais cargos, é feita pela equipe do setor de Recursos Humanos da empresa que administra o programa em parceria com a Secretaria de Educação.
Prefeitura de Petrolina
Arthur Cunha- blog Magno Martin



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USP REPUDIA ATITUDE DE PROFESSOR BOLSONARISTA

Cecília Bastos/USP_Imagem

A Faculdade de Direito da USP reprovou publicamente as declarações de um de seus professores, Eduardo Lobo Gualazzi. Ele havia distribuído um texto aos alunos elogiando a ditadura militar e afirmando que pobres são "minoria do submundo" e LGBTS, "aberração", além de "tarados e taradas". Celso Fernandes Campilongo, diretor em exercício da faculdade, afirmou que a USP "zela pela liberdade de cátedra e expressão" mas repudia "manifestações de discriminação, preconceito, incitação ao ódio e afronta aos Direitos Humanos".
A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca mais um trecho do comunicado de Campilongo à comunidade: "é dever dos docentes, em consonância com a ordem constitucional, enfrentar estereótipos de gênero, raça, cor, etnia, religião, origem, idade, situação econômica e cultural, orientação sexual e identidade de gênero (LGBT), dentre outras, jamais incentivá-los".
Segundo Campilongo, "a liberdade de cátedra e expressão não pode se traduzir em abuso e desrespeito à diversidade". Para ele, "o respeito a todos, maiorias ou minorias, é valor inegociável. Vozes que, eventualmente, fujam dessas diretrizes não representam o pensamento prevalecente na Faculdade de Direito e merecem veemente desaprovação".


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Após um mês de crime da Vale em MG, manifestantes cobram justiça e cuidados com o Rio São Francisco

  Via:Vinicius de Santana

Seguindo uma mobilização nacional, trechos das principais ruas do centro da cidade de Juazeiro (BA) deram passagem na manhã desta segunda (25) a um Ato Político organizado por movimentos populares e instituições de apoio da região. Quem caminhava na via, segurava faixas, microfone, distribuíam panfletos ou quem simplesmente parou suas atividades pra prestar atenção na movimentação na rua, expressava sua solidariedade com as vítimas do crime da Vale ocorrido a exato um mês em Brumadinho (MG) e clamava pela vida do Rio São Francisco.
O Ato teve concentração na Praça Dedé Caxias, reunindo participantes da área urbana e rural de Juazeiro e de outros municípios do Sertão do São Francisco, na Bahia, bem como de Pernambuco. Em caminhada, as/os manifestantes seguiram até a Orla Nova, onde aconteceu uma celebração inter-religiosa guiada pela representante dos povos de terreiro, Ioná Pereira, e pelo bispo da Diocese de Juazeiro, Dom Beto Breis.
Pescadores/as, agricultores/as, atingidos pela Hidrelétrica de Sobradinho e Itaparica, lideranças comunitárias, artistas, estudantes e religiosos/as, fizeram pronunciamentos, cantaram ou ecoaram gritos de ordem durante o trajeto, despertando a população para a gravidade do problema e cobrando justiça. O trabalhador do comércio de Juazeiro que assistia a manifestação, Cassiano Souza, externou sua preocupação com as consequências do crime e disse que não só a população “mas os governos também tem que se mobilizar”.
A situação de tristeza e o medo de que as águas doces que abastece a região sejam prejudicadas foram os motivos que levaram ao Ato a moradora da comunidade de Ferrete, em Curaçá, Sônia Medrado. Se a água do São Francisco chegar a ficar imprópria para consumo “nós vamos morrer tudo, porque não tem de onde tirar água mineral aqui”, adianta com preocupação Dona Sônia.
Impactos e Ameaças regionais
Curaçá é um dos municípios da região banhados pelo Rio São Francisco e que já conta com mais de 80% do seu território mapeado para exploração mineral. Além disso, de acordo com informações da Prefeitura, em 2016 mais de 10 empresas já desenvolviam pesquisa ou exploração em uma média de 20 localidades. Dom Beto citou os prejuízos que a mineradora Galvani tem causado na comunidade de Angico dos Dias, em Campo Alegre de Lourdes, onde já se constata contaminação de lagoa, poluição do ar e uma série de outros direitos tirados da população local.
Rizoneide Gomes, da Comissão Pastoral dos/das Pescadores/as – CPP, lembra que o Rio São Francisco já vem sendo contaminado diariamente com o alto índice de agrotóxico, esgotos e outros empreendimentos, inclusive a mineração. “A gente vê essa situação com muita preocupação porque infelizmente os órgãos fiscalizadores não tem uma ação efetiva pra fazer as vistorias necessárias”, lamenta Rizoneide.
A respeito do risco de contaminação da Calha do Velho Chico devido ao crime da Vale, a promotora de Justiça do Ministério Público da Bahia, representante do Núcleo do São Francisco – Nusf, Luciana Khoury, sinaliza que há falas técnicas de que isso não irá acontecer, pois a pluma de rejeito seria retida na Hidrelétrica de Retiro de Baixo, no estado mineiro. Entretanto, ela destaca que neste caso há contenção da pluma, popularmente chamada de lama, porém a água segue com metais pesados, o que pode impactar a fauna e flora aquática e o consumo humano. Ela informa ainda que foi instaurado um Inquérito Civil para acompanhar com maior rapidez os impactos e agilizar possíveis formas de prevenção.
Impunidade
Até o momento, os proprietários e principais investidores da empresa Vale não responderam a punições severas pelos crimes de 2015, com o rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana, também em Minas Gerais e agora o de 2019. “A Vale continua impune, continua na sua operação normal, com mesmo modelo de barragem, com mesmo modelo de exploração”, denuncia Roberto Oliveira, da Coordenação Nacional do Movimento de Atingidos por Barragens – Mab.
A abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI para investigar a Vale e a mineração de forma geral vem sendo pautada junto a parlamentares mineiros e do país, segundo Roberto. “Trata-se de um modelo de mineração, de um modelo de desenvolvimento que o Estado brasileiro é totalmente conivente, que não visa a natureza, não visa o povo. O que fica pro Brasil é a socialização da miséria, da fome e do sangue”, afirma o militante.
“Todo crime exige punição, a Vale deve ser punida”, expressou Dom Beto durante a celebração. O religioso destaca como um dos objetivos do Ato também chamar atenção da sociedade e exigir das autoridades o cuidado com o Rio São Francisco, considerando que as águas já estão comprometidas devido a contaminação do Rio Paraopeba, afluente do Velho Chico, e com os metais que serão levados rio abaixo, ultrapassando barragens, atingindo vidas.
O Ato em solidariedade às vítimas de Brumadinho e em defesa do Rio São Francisco em Juazeiro foi organizado por movimentos sociais e organizações populares, como o Mab, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Comissão Pastoral da Terra (CPT), CPP e a Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA). Em outras regiões da Bacia do São Francisco e do país também houve manifestações.


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Barreiras de contenção colocadas no Rio Paraopeba ainda não mostram eficácia, diz CBHSF

(Foto: Michelle Parron)


As membranas de contenção da lama de rejeitos oriunda do rompimento da barragem da Mineradora Vale, em Brumadinho, que matou o leito do Rio Paraopeba, em Minas Gerais, ainda não mostraram sua eficácia conforme a expectativa dos órgãos ambientais. Os equipamentos, instalados pela Vale, que deveriam, pelo menos, reduzir a velocidade de deslocamento da lama e realizar sua filtragem, ocasionaram, inclusive, mortandade de peixes ainda sobreviventes na região. A revelação foi feita na segunda-feira (25), durante reunião promovida pela Agência Nacional de Águas (ANA), em Brasília (DF), e transmitida por videoconferência para os estados banhados pelo Rio São Francisco.
Participante da reunião representando o grupo de procuradores federais que atuam na bacia hidrográfica do Rio São Francisco, o procurador da República Antonio Arthur Barros Mendes estranhou que fique a critério da empresa responsável pelo rompimento da barragem a escolha da tecnologia para contenção e filtragem da lama, que avança no Paraopeba, sugerindo a necessidade de uma atitude mais proativa do poder público nessa questão. Reforçando as palavras do procurador, o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), Anivaldo Miranda, voltou a cobrar das autoridades envolvidas que a Vale seja obrigada a contratar com celeridade a melhor tecnologia internacional dada a gravidade dos impactos que a lama está provocando no Paraopeba com reflexos que, em breve, poderão ser sentidos no Rio São Francisco.
Também durante o encontro, a equipe técnica do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) apresentou o Plano Emergencial de Monitoramento do Rio Paraopeba. Nele, constam que estão instalados 17 pontos de monitoramento, que medem parâmetros de qualidade da água e relacionam a série de metais pesados e sua concentração.
No decorrer da videoconferência, o procurador Antonio Arthur indagou, quando da apresentação dos técnicos da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) – empresa que, junto com a companhia Furnas, é responsável pela operação da Usina Hidrelétrica de Retiro Baixo, último obstáculo para diluição da lama antes do Lago de Três Marias -, se as empresas em questão ou os órgãos públicos de monitoramento ambiental possuem alguma metodologia acessível para estabelecer modelagens de como esse material poluente se comporta, do ponto de vista de sua dinâmica e de suas substâncias componentes, em corpos hídricos como os rios Paraopeba e São Francisco, e se empresas especialistas nessa área estão ou foram contatadas. A resposta foi de que não há informações disponíveis a esse respeito.
Surpresa
A reunião mostrou que são muitas as dúvidas apresentadas sobre o cenário de crise. A representante da Usina Hidrelétrica de Retiro Baixo na reunião, Ana Alice, também prestou informações que causaram surpresa. Na reunião promovida na semana passada, a informação era de que a geração de energia estaria suspensa. De acordo com Alice, porém, a empresa reduziu a geração de energia, mas não suspendeu. Com capacidade máxima de geração de 82 Megawatts (MW), a geração tem sido de 70 MW no momento. A operação só deverá ser suspensa, segundo informou, se o índice de turbidez da água – nível de luminosidade do líquido – atingir o índice de 2.000 UNT (unidades nefelométricas de turbidez). Atualmente, segundo ela, esse patamar está em 298, conforme dados catalogados na última sexta (22).
Ainda de acordo com a representante da usina hidrelétrica, o volume útil do reservatório é de aproximadamente 40 hectômetros cúbicos e afluência de 114 metros cúbicos por segundo (m³/s). Segundo ela, o reservatório tem sido alimentado para se manter um volume útil suficiente para contribuir com o barramento e diluição de rejeitos. Isso porque, conforme suas explicações, quanto maior a quantidade de água retida, melhor é o resultado nesse trabalho. A área do reservatório de Retiro Baixo possui 22,5 quilômetros quadrados (Km²), com profundidade máxima de 44 metros e é, conforme já assinalado, a última represa antes do reservatório de Três Marias, a qual verte água diretamente para o Rio São Francisco.
O presidente do Comitê do Rio Paraopeba, Winston Caetano de Souza, aproveitou a oportunidade para informar que o colegiado não tem participado de qualquer fórum de discussão desde que aconteceu o dano ambiental. “Temos pedido ações mais efetivas, pois se a pluma atingir o São Francisco, será um grande impacto econômico para a região, sobretudo para os usuários das águas do Lago de Três Marias. É necessário saber qual a qualidade das barreiras instaladas para a contenção dos rejeitos. Também temos cobrado participar das discussões promovidas pelo governo do Estado, pelo Igam, pela empresa Vale, enfim por todos aqueles envolvidos nesse problema, para que nos insiram nas discussões”, protestou Winston.
Iniciativas
O presidente do CBHSF, Anivaldo Miranda, alertou quanto às iniciativas que ainda devem ser tomadas para minimizar os graves impactos da lama, que não há tempo para estudos demorados das possíveis metodologias a serem empregadas, e sim a determinação do poder público à empresa Vale para que adquira essas metodologias e tecnologias inclusive no mercado internacional. Miranda também cobrou da Vale o ressarcimento aos gastos feitos pelo Comitê do Paraopeba, que estava em fase de conclusão de estudos do seu Plano Diretor da gestão hídrica e a definição de um protocolo de segurança, que envolva o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), ANA, Ministério da Saúde e órgãos ambientais do Estado de Minas, no que diz respeito à conveniência de manter a geração hidrelétrica na Usina de Retiro Baixo, no momento em que a pluma já está tecnicamente adentrando o reservatório daquela usina.
O objetivo, ao definir esse protocolo, é o de atender aos ditames da Lei Nacional de Recursos Hídricos, a qual garante o abastecimento humano como prioritário. Por esse motivo, o presidente do CBHSF até considerou prudente a suspensão da geração de energia em Retiro Baixo, até que haja plena certeza de que os usos para abastecimento humano, pesca e aquicultura não serão afetados em níveis acima daquilo que é legalmente estabelecido. (Fonte: Ascom CBHSF)


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Boa noticia. Quadro clínico do Deputado Gonzaga Patriota evolui satisfatoriamente

                                                   Via:Vinicius de Santana
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O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE), segue internado sob observação, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Patriota foi transferido ontem da UTI, para uma semi-intensiva. O quadro do parlamentar é estável e, segundo o boletim médico, os exames realizados mostram que a recuperação de Patriota está evoluindo bem.
O socialista pernambucano agradece, mais uma vez, o carinho e a preocupação de todos os seus amigos e familiares e, com isto somado a ajuda de Deus, em breve, retornará a sua rotina diária.(Ascom)


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PERÍCIA ATESTA: JUÍZA USOU ARQUIVO DE TEXTO DE MORO EM SENTENÇA CONTRA LULA


A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comprovou, por meio de um exame pericial, que a juíza da 13ª Vara Federal de Curitiba, Gabriela Hardt, que condenou o ex-presidente a 12 anos e 11 meses de prisão no caso do sítio de Atibaia, copiou trechos inteiros do "mesmo arquivo de texto" usado pelo atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, na sentença do caso do triplex do Guarujá.
De acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, o exame feito pelo Instituto Del Picchia aponta diversas similaridades entre as duas sentenças. Em um dos "lapsos" da magistrada, um trecho inteiro sobre o triplex foi reproduzida na penúltima página da sentença, incluindo a referência a "um apartamento".
O resultado da perícia será utilizado pela defesa do ex-presidente em recursos que serão impetrados junto ao Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4) e, também, às instâncias superiores.
Questionada sobre o assunto, Gabriela Hardt disse, por meio de sua assessoria, que não iria se manifestar sobre o caso.(247)


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Eleições 2026 - Dani Portela (PT) é a deputada estadual mais votada de Pernambuco

  As informações são da apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)                       Por Portal Folha de Pernambuco      A petista r...