domingo, 4 de outubro de 2026

Pernambuco Raquel Lyra é reeleita governadora de Pernambuco

Governadora chegou ao dia da eleição em empate técnico com João Campos nas principais pesquisas e conquistou novo mandato no primeiro turno

                     Alexandre Cunha/DP


Raquel Lyra é reeleita para segundo mandato à frente do Governo de Pernambuco (Foto: Rafael Vieira/DP Foto)

A governadora Raquel Lyra (PSD) foi reeleita para comandar Pernambuco por mais quatro anos neste domingo (4), após uma das disputas mais acirradas da eleição estadual. Com quase 90% das seções apuradas, Raquel tinha 53,04% dos votos válidos, contra 44,93% do ex-prefeito do Recife João Campos (PSB).

Em números absolutos, naquele estágio da apuração, a candidata do PSD somava 2.419.446 votos, enquanto João contabilizava 2.049.536 votos. Em terceiro lugar, Ivan Moraes (PSOL) alcançou 1,58% dos votos.

A vitória garante a Raquel um segundo mandato à frente do Palácio do Campo das Princesas e encerra uma campanha marcada pela polarização entre a governadora e João Campos, que concentraram a ampla maioria das intenções de voto ao longo da disputa.

Primeira mulher eleita governadora de Pernambuco, em 2022, Raquel chegou à eleição deste domingo após quatro anos de gestão e uma campanha baseada principalmente na defesa das entregas do governo e na promessa de continuidade de projetos nas áreas de infraestrutura, abastecimento de água, educação, segurança e saúde.

Do outro lado, João deixou a Prefeitura do Recife para disputar o governo estadual e tentou reconduzir o PSB ao comando de Pernambuco, dois anos depois de completar duas décadas consecutivas de governos socialistas no estado, entre 2007 e 2022.

Disputa chegou aberta ao domingo

Apesar da vantagem registrada durante a apuração, Raquel e João chegaram ao dia da votação separados por apenas um ponto percentual na última pesquisa Datafolha.

O levantamento divulgado na véspera da eleição apontava Raquel com 49% dos votos válidos, ante 48% de João. Ivan Moraes (PSOL) e Renan Hallais (Missão) tinham 1% cada. Com margem de erro de dois pontos percentuais, o cenário era considerado de empate técnico.

A Quaest também indicava uma corrida apertada, embora com uma distância maior entre os dois principais candidatos. Na pesquisa divulgada na sexta-feira (3), Raquel aparecia com 52% dos votos válidos, enquanto João tinha 47%.

O equilíbrio não surgiu apenas nos últimos dias. Em setembro, diferentes levantamentos já apontavam uma disputa voto a voto. Pesquisa RealTime Big Data divulgada no dia 15 chegou a mostrar João com 44% e Raquel com 43%, em empate técnico. No Datafolha de 11 de setembro, a governadora tinha 47%, contra 42% do adversário. 

Campanha de confronto

A disputa também ganhou temperatura nas últimas semanas com uma sequência de ataques entre as duas principais campanhas.

Raquel apostou na comparação entre os quatro anos de sua gestão e os 16 anos consecutivos em que o PSB governou Pernambuco, além de explorar críticas à administração de João na Prefeitura do Recife. A governadora também manteve distância da polarização nacional e não declarou apoio a um candidato à Presidência.

João, por sua vez, concentrou parte da campanha nas críticas às áreas de segurança pública, saúde e abastecimento de água e buscou associar sua candidatura ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na reta final, os dois protagonizaram embates mais duros nos debates televisionados e nas propagandas eleitorais.

A campanha também foi atravessada por judicializações e acusações entre os dois grupos políticos, enquanto candidatos como Ivan Moraes buscaram confrontar a polarização estabelecida entre PSD e PSB.

Segundo mandato

Aos 47 anos, Raquel Lyra iniciou a trajetória eleitoral como deputada estadual e posteriormente comandou a Prefeitura de Caruaru por dois mandatos. Em 2022, tornou-se a primeira mulher eleita governadora de Pernambuco. Com a reeleição, ela permanecerá no comando do Executivo estadual até 2030, novamente ao lado da vice-governadora Priscila Krause (PSD).

A vitória também impede o retorno do PSB ao Palácio do Campo das Princesas. O partido governou Pernambuco de 2007 a 2022, período iniciado com Eduardo Campos e seguido pelas duas gestões de Paulo Câmara.


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Lula e Flávio Bolsonaro disputam segundo turno em 25 de outubro

Presidente busca a reeleição contra o candidato do PL após primeiro turno marcado por vantagem de Flávio e concentração de mais de 92% dos votos válidos nos dois nomes

Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro avançam ao segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubroCrédito: Ricardo Stuckert I Divulgação


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) vão disputar o segundo turno da eleição presidencial em 25 de outubro. Com 98,20% das urnas apuradas neste domingo (4), nenhum dos candidatos alcançou a maioria absoluta dos votos válidos necessária para encerrar a disputa no primeiro turno.

De acordo com os dados da apuração, Flávio Bolsonaro liderava com 47,33%, equivalentes a 55.429.315 votos, enquanto Lula registrava 44,81%, com 52.479.606 votos. A diferença entre os dois era de cerca de 2,95 milhões de votos, ou 2,52 pontos percentuais. Somados, os dois candidatos concentravam 92,14% dos votos válidos.

A realização do segundo turno em 25 de outubro está prevista no calendário oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A votação ocorrerá das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.

O resultado leva para a etapa decisiva uma disputa que dominou a campanha presidencial. Lula tenta conquistar mais um mandato à frente do Palácio do Planalto, enquanto Flávio Bolsonaro busca levar novamente o PL à Presidência, quatro anos depois da derrota de Jair Bolsonaro para o petista na eleição de 2022.

Flávio abre vantagem, mas eleição segue para segundo turno

Apesar de aparecer atrás de Lula em parte das pesquisas divulgadas na reta final, Flávio Bolsonaro terminou a apuração parcial à frente do presidente. Levantamentos publicados na véspera da eleição mostravam um cenário apertado, mas em geral indicavam vantagem numérica para Lula. Datafolha apontava 45% dos votos válidos para o petista e 42% para Flávio, enquanto a Quaest registrava 46% a 45%.

O desempenho das urnas, portanto, colocou Flávio na liderança do primeiro turno e estabeleceu uma corrida de três semanas para Lula tentar reverter uma diferença de quase 3 milhões de votos.

A disputa também confirma uma forte concentração do eleitorado nos dois principais polos políticos. Os demais candidatos, juntos, somavam menos de 8% dos votos válidos na parcial apresentada.

Cury fica em terceiro e votos dos demais entram no radar

O escritor Augusto Cury (Avante) aparecia em terceiro lugar, com 2,90% e 3.401.000 votos. Em seguida estavam Renan Santos (Missão), com 2,26% e 2.647.362 votos, e Ronaldo Caiado (PSD), com 2,20% e 2.578.991 votos.

Romeu Zema (Novo) registrava 0,28%, Samara (UP), 0,10%, Hertz Dias (PSTU), 0,04%, Clariana Barão (DC), 0,03%, Edmilson Costa (PCB), 0,02%, Veterinário Wilson Grassi (Democrata), 0,01%, e Rui Costa Pimenta (PCO), 0,01%.

A partir de agora, os eleitores dessas candidaturas passam a ser disputados diretamente pelas campanhas de Lula e Flávio.

Cury, Renan e Caiado somam mais de 8,6 milhões de votos, contingente superior à diferença registrada entre os dois classificados na parcial.

Cury, sobretudo, já vinha sendo tratado como um nome estratégico para o segundo turno. Na reta final da campanha, tanto integrantes da direita quanto da esquerda acompanhavam o posicionamento do candidato do Avante diante de uma eventual disputa entre Lula e Flávio. O escritor, porém, fez críticas aos dois campos durante a campanha e chegou a afirmar que não pretendia apoiar nenhum dos dois.

Campanha recomeça com disputa apertada

O confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro já era apontado pelas pesquisas como potencialmente equilibrado. Na véspera da votação, o agregador do UOL calculava 45,1% para Lula e 44,8% para Flávio em uma simulação de segundo turno, uma diferença de apenas 0,3 ponto percentual.

A campanha do segundo turno terá início com um desafio diferente para cada candidato. Flávio tentará preservar e ampliar a vantagem conquistada nas urnas, enquanto Lula precisará avançar sobre o eleitorado que escolheu outras candidaturas e reduzir a diferença registrada no primeiro turno.

Durante a reta final da primeira etapa, Flávio já havia direcionado parte de sua estratégia aos eleitores de Ronaldo Caiado e Augusto Cury, apresentando-se como o nome capaz de derrotar Lula. A campanha petista, por sua vez, concentrou ataques ao adversário e buscou mobilizar sua base em torno das políticas sociais do governo e da contraposição ao bolsonarismo.

Mais de 32 milhões não foram votar

A apuração também registrava uma abstenção de 32.805.985 eleitores, equivalente a 21,06%. Outros 3.595.907 votos foram anulados e 2.265.036 foram depositados em branco.

Esse contingente acrescenta outra frente à disputa. Além de conquistar os eleitores dos candidatos eliminados, PT e PL terão três semanas para tentar levar às urnas parte dos milhões de brasileiros que não compareceram no primeiro turno.

Segundo o TSE, 158.765.543 eleitoras e eleitores estavam aptos a votar nas eleições de 2026. O segundo turno será realizado no domingo, 25 de outubro, novamente das 8h às 17h pelo horário de Brasília.

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão relativa ao segundo turno está prevista para ocorrer entre 9 e 23 de outubro, segundo o calendário da Justiça Eleitoral.

Ao fim dessa nova etapa, o vencedor será escolhido pela maioria dos votos válidos e tomará posse na Presidência da República em 5 de janeiro de 2027, conforme o calendário estabelecido pela Justiça Eleitoral. - 247.


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Lula vence eleição contra Flávio Bolsonaro na China

Xangai é a cidade chinesa com maior número de votos para Lula entre três regiões analisadas

Luiz Inácio Lula da SilvaCrédito: Ricardo Stuckert


Na China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as eleições presidenciais entre os eleitores brasileiros que votaram nas urnas de Pequim, Xangai e Cantão, na China Continental. A informação foi divulgada neste domingo (4) pela jornalista brasileira radicada na China Iara Vidal, com base nos boletins de urna das três localidades.

Somados os resultados, Lula recebe 268 dos 408 votos nominais, o equivalente a 65,7% dos votos destinados a candidatos até o momento. Flávio Bolsonaro (PL) fica em segundo lugar, com 98 votos, ou 24,0%. A diferença entre os dois candidatos foi de 170 votos.

Em Pequim, Lula obtém 104 votos, contra 22 de Flávio Bolsonaro. A seção registra 134 votos nominais, dos quais 77,6% são destinados ao presidente.

Em Xangai, Lula recebe 116 votos, enquanto Flávio Bolsonaro registra 41. A seção contabiliza 182 votos nominais. Com isso, Lula alcança 63,7% dos votos nominais, e Flávio Bolsonaro, 22,5%. O boletim registra ainda três votos em branco e 12 nulos, em um total de 197 eleitores que compareceram à seção.

Em Cantão, Lula recebe 48 votos, contra 35 de Flávio Bolsonaro, em um universo de 92 votos nominais. O presidente obtém 52,2% dos votos nominais registrados na localidade.

Consideradas as três regiões, Lula recebe mais de seis em cada dez votos nominais. A diferença de 170 votos em relação a Flávio Bolsonaro representa uma vantagem de aproximadamente 41,7 pontos percentuais.

Xangai é a cidade com o maior número de votos para Lula entre as três regiões analisadas, com 116. Pequim, por sua vez, apresenta a maior proporção de votos destinados ao candidato, com 77,6% dos votos nominais.

Ao todo, as três seções registram 432 comparecimentos: 136 em Pequim, 197 em Xangai e 99 em Cantão. Os boletins contabilizam, respectivamente, 342, 739 e 419 eleitores aptos.

Em Hong Kong, região administrativa especial da China, o senador venceu por uma margem estreita. O candidato do PL recebeu 105 votos, contra 99 do presidente Lula.

Em Taiwan, Flávio Bolsonaro recebeu 107 votos. O presidente Lula recebeu 77 votos.

O resultado oficial da votação no exterior seguirá o mesmo cronograma da apuração nacional e será divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após as 17h, no horário de Brasília. - 247.



Lula obtém 83% dos votos válidos em Berlim

Presidente registra ampla vantagem na capital alemã; Flávio Bolsonaro fica com 9,86% dos votos válidos

Presidente Luiz Inácio Lula da SilvaCrédito: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conquistou 83,02% dos votos válidos entre os brasileiros que votaram em Berlim, na Alemanha, neste domingo (4), primeiro turno das eleições presidenciais de 2026. Flávio Bolsonaro (PL) ficou em segundo lugar, com 9,86%.

Os números foram divulgados a partir da apuração das urnas na capital alemã. Renan Santos (Missão) apareceu na sequência, com 2,04%, enquanto os demais candidatos somaram, juntos, 5,09% dos votos válidos.

As urnas em Berlim foram fechadas às 17h no horário local, meio-dia em Brasília. A votação na cidade foi marcada por longas filas em frente à Embaixada do Brasil. Cerca de 15 mil brasileiros eram esperados para participar do pleito, e houve relatos de eleitores que aguardaram até duas horas para votar.

Além de Berlim, brasileiros também foram às urnas em Hamburgo, Munique, Colônia e Frankfurt. No exterior, os eleitores votam somente para presidente e vice-presidente da República.

O resultado obtido por Lula em Berlim reforça uma tendência já observada em parte dos primeiros boletins de urna divulgados fora do país. Na Austrália, por exemplo, o petista obteve 4.562 votos, equivalentes a 53,98% dos válidos, contra 2.579 votos, ou 30,52%, de Flávio Bolsonaro.

No Japão, porém, a apuração parcial apresentava cenário diferente. Segundo dados divulgados pelo UOL e reproduzidos pela DW, com 60 das 119 urnas contabilizadas, Flávio Bolsonaro tinha 12.066 votos, enquanto Lula somava 2.240.

O resultado oficial da votação no exterior será divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após o encerramento da votação no Brasil, previsto para as 17h pelo horário de Brasília.

Quase 919 mil brasileiros votam no exterior

As eleições de 2026 registram um número recorde de brasileiros habilitados a votar fora do país. São quase 919 mil eleitores, aumento de 31,8% em comparação com o pleito de 2022.

O eleitorado brasileiro no exterior está distribuído por 186 cidades de 134 países. Os Estados Unidos concentram a maior quantidade de eleitores, com cerca de 265 mil registros. Portugal aparece em seguida, com 134 mil, seguido pelo Japão, com 88,3 mil, Canadá, com 46,4 mil, Reino Unido, com 42 mil, e Alemanha, com aproximadamente 41,5 mil.

Lisboa é o maior colégio eleitoral brasileiro fora do país, com cerca de 78 mil eleitores registrados.

Apesar do aumento do número de brasileiros aptos a votar no exterior, a abstenção historicamente permanece elevada. Em 2022, aproximadamente 51% dos eleitores registrados fora do Brasil não compareceram às urnas.

Disputa nacional apertada

Os primeiros resultados internacionais aparecem em meio a uma eleição presidencial marcada por forte equilíbrio entre Lula e Flávio Bolsonaro nas pesquisas nacionais.

Na pesquisa Quaest divulgada na véspera da eleição, Lula aparecia com 46% dos votos válidos, contra 45% de Flávio Bolsonaro. Já o Datafolha indicava 45% para o presidente e 42% para o candidato do PL, também em cenário de disputa acirrada dentro da margem de erro.

Lula votou pela manhã em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Flávio Bolsonaro votou no Rio de Janeiro, em uma escola municipal de Vila Isabel, na Zona Norte da capital fluminense.-247.


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Lula vence na Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Malásia e Singapura

O resultado oficial da votação no exterior seguirá o mesmo cronograma da apuração nacional e será divulgado pelo TSE após as 17h, no horário de Brasília

Luiz Inácio Lula da SilvaCrédito: Ricardo Stuckert


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu a votação da disputa presidencial na Austrália, na Nova Zelândia e na Coreia do Sul, onde eleitores brasileiros já puderam votar de acordo com a correspondência entre o horário local e o de Brasília.
De acordo com dados, Lula já superou Flávio Bolsonaro nesses países, embora ainda restem poucas urnas a serem contabilizadas. Na Austrália, o presidente alcançou 5.283 votos, contra 2.022 de Flávio Bolsonaro, com três seções ainda pendentes de apuração.

Na Nova Zelândia, Lula recebeu 234 votos, ante 34 de Flávio Bolsonaro, resultado equivalente a 70,48% contra 19,28%.

Na Coreia do Sul, Lula obteve 123 votos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 72, em um placar de 56,94% a 33,33%.

A Malásia também deu vitória ao atual presidente. Dos 82 votos válidos registrados no país, Lula recebeu 44, enquanto Flávio Bolsonaro obteve 27.

Em Singapura, dos 348 votos válidos, 190 foram destinados ao presidente e 92 a Flávio Bolsonaro.

O presidente Lula também triunfou na China Continental. O presidente obteve 65,7% dos votos dos eleitores brasileiros registrados na China Continental (sem contar Hong Kong).

O eleitorado brasileiro no exterior está distribuído por 134 países e 186 cidades. Os Estados Unidos concentram o maior contingente, com cerca de 265,4 mil eleitores, seguidos por Portugal e Japão.

O resultado oficial da votação no exterior seguirá o mesmo cronograma da apuração nacional e será divulgado pelo TSE após as 17h, no horário de Brasília. - 247.


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Lula vence com ampla vantagem votação na Palestina

O presidente Lula (PT) recebeu 93,09% dos votos em Ramallah. Por sua vez, Flávio Bolsonaro (PL) venceu a votação em Israel.

Bandeira da Palestina e Luiz Inácio Lula da SilvaCrédito: Reuters

O presidente Lula (PT) recebeu 1.078 votos (93,09%) nos três boletins da jurisdição eleitoral de Ramallah.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) obteve 46 votos (3,97%).

Dos 2.135 eleitores aptos, 1.202 compareceram às urnas. Foram registrados ainda 16 votos em branco e 28 nulos.

Por sua vez, Flávio Bolsonaro venceu a votação em Israel.

Ele recebeu 523 votos (74,29%) entre os brasileiros na jurisdição de Tel Aviv. O presidente Lula teve 92 votos (13,07%).

Dos 3.442 eleitores aptos, 730 compareceram às urnas. Houve ainda 14 votos em branco e 12 nulos. - 247.


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Mundo Lula vence em Paris com 78,3% dos votos válidos

 Dados são estimativas extraoficiais

LulaCrédito: REUTERS/Mateus Bonomi

Segundo estimativas extraoficiais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve 78,3% dos votos válidos em Paris, França, informou a RFI neste domingo (4). - 247.

Após reeleição, Raquel Lyra afirma que vai desmontar palanques e agradece a Lula

  A governadora afirmou que continuará buscando recursos do governo federal para investimentos em Pernambuco                      Por Antho...