quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Ex-juiz parcial Sergio Moro é alvo de protestos durante lançamento de livro no Rio: "fascista" (vídeo)

 


Sergio Moro lança livro contra corrupção em Curitiba (Foto: Foto: Reprodução/Twitter @sergiomoro)

O ex-juiz parcial Sergio Moro (Podemos), atualmente pré-candidato a presidente, foi hostilizado ao chegar para o lançamento de seu livro “Contra o sistema da corrupção”, em teatro de shopping na zona sul do Rio, nesta quinta-feira, 9.

Segundo reportagem do Valor, os manifestantes eram formados por atores e diretores do grupo de teatro chamado Cia Limite 151, que denunciaram Moro por ter sido ministro do governo Jair Bolsonaro, que “odeia a cultura”.

“Por que lançar o livro dele num teatro? Ele que participou de um governo que odeia a cultura”, disse uma das participantes do protesto, informa o Valor. (Via:247)

Forró é reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil

 CULTURA NORDESTINA

O registro foi aprovado por unanimidade, nesta quinta-feira (9), durante reunião do Iphan


                          Por Portal Folha de Pernambuco

Forró foi finalmente reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. A oficialização do título veio por meio de decisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), nesta quinta-feira (9), que votou por unanimidade pelo reconhecimento. 

Durante a reunião extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Iphan, a expressão musical foi considerada como supergênero. De acordo com o instituto, o forró leva essa classificação por agrupar ritmos e manifestações culturais como o baião, o xote, o xaxado, o chamego, o miudinho, a quadrilha e o arrasta-pé.

Para aprovar o reconhecimento, o Iphan iniciou uma pesquisa em 2019, nos nove estados do Nordeste, além do Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, para entender e identificar como se expressa o forró. Em seguida, houve também estudos nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, com a identificação de festivais sobre a expressão musical.

O pedido de consideração de registro das matrizes tradicionais do forró foi encaminhado ao Iphan pela Associação Cultural Balaio Nordeste, de João Pessoa, na Paraíba. Após a solicitação, o processo foi aberto em 2011.

Segunda a relatora do processo no conselho do Iphan, Maria Cecília Londres Fonseca, a pesquisa aponta que a primeira menção à palavra forró foi localizada em um jornal amazonense de 1914, referindo-se a seringueiros cearenses “possivelmente em suas atividades festivas". O levantamento também identificou que o mais provável é que a palavra forró venha do termo forrobodó, que já era utilizado em dicionários desde o fim do século XIX, atendendo a práticas pejorativas.


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Justiça concede medida protetiva a vereadora de SP agredida por colega

 

Cris Monteiro (Foto: Reprodução)

A Justiça concedeu à vereadora de São Paulo Cris Monteiro (Novo), 60, uma medida protetiva que impede que a vereadora Janaína Lima, 37, do mesmo partido, aproxime-se a menos de 20 metros da parlamentar. No dia 10 de novembro, as duas brigaram durante a votação da reforma da Previdência dos servidores municipais na Câmara Municipal e Cris acusou a correligionária de agarrá-la pelo pescoço.

A parlamentar ficou com ferimentos na região, como mostram fotos divulgadas no dia seguinte à discussão, e disse que teve a peruca arrancada. A briga começou no plenário e continuou no banheiro. Na ocasião, Janaína alegou que agiu em legítima defesa e não tentou enforcar a colega de sigla.

O caso foi registrado na Polícia Civil. O advogado Daniel Leon Bialski, que defende Cris Monteiro, informou que qualquer forma de comunicação entre as duas está proibida. A decisão é da Vara do Juizado Especial Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP). Por Mariene Lino, Metrópoles

Leia a íntegra no Metrópoles.



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Lula vai receber Eduardo Paes e André Ceciliano para discutir as eleições no Rio

 
(Foto: Ricardo Stuckert | Reprodução/Facebook | Thiago Lontra/Alerj)


Uma reunião domingo, 19, em São Paulo, pode mudar radicalmente o quadro da sucessão estadual no Rio. Líder absoluto em todas as pesquisas, o ex-presidente Lula vai receber para um bate papo sobre a conjuntura eleitoral dois importantes players da política fluminense: o prefeito Eduardo Paes e o presidente da Alerj, André Ceciliano.

A conversa decorre da necessidade de se promover a imediata aglutinação das forças progressistas a partir do lançamento da candidatura do ex-juiz Sérgio Moro. Pesquisas recentes mostram a consolidação das posições de Lula, Bolsonaro e, em terceiro, Moro. As demais candidaturas não se mostram competitivas.

É fato que Lula deseja caminhar no Rio ao lado de Paes. Também não é novidade que Ceciliano passou a ser um dos principais interlocutores do ex-presidente no estado. Portanto, o encontro tem o condão de apontar novos rumos para as alianças fluminenses do PT. E pode produzir mudanças significativas no quadro atual. Por Ricardo Bruno, da Agenda do Poder


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Câmara aprova urgência para PL que reduz poder de governadores sobre a PM

 
(Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)

A Câmara dos Deputados aprovou na noite de quarta-feira (8) o regime de urgência para o Projeto de Lei (PL) 4363/01, que cria a Lei Orgânica da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, com normas gerais de organização do efetivo e de material bélico, convocação e mobilização das polícias militares e corpos de bombeiros, segundo a Agência Câmara.

Na prática, o PL reduz o poder dos governadores sobre as polícias militares. 

O projeto estava na gaveta há alguns anos, mas voltou com força em 2018 por causa da pressão da chamada "Bancada da Bala" na Câmara.

Entre as mudanças previstas no PL está o processo para escolha dos comandantes-gerais das polícias militares e dos corpos de bombeiros militares, que devem ser nomeados a partir de “lista tríplice elaborada pelos oficiais possuidores do curso de comando e estado-maior”.

O escolhido, segundo o projeto, assume um mandato de dois anos, dificultando sua demissão. Ele também terá garantidas “as mesmas prerrogativas de secretário de Estado”. 247


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Senado aprova projeto com medidas de proteção para entregadores de aplicativo

 

Entregadores de aplicativo (Foto: Reprodução/Twitter)


O Plenário do Senado aprovou em votação simbólica, nesta quinta-feira (9), o projeto (PL 1.665/2020) que cria medidas de proteção social e de saúde para entregadores de aplicativo, enquanto durar a emergência de saúde pública decorrente da pandemia de covid-19. O relator foi o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). A matéria segue para sanção.

— O presente projeto se limita a determinar medidas emergenciais diante da crise sanitária, econômica e social decorrente da pandemia do coronavírus e representa um avanço importante para que, no futuro, o Congresso Nacional promova um amplo debate sobre os direitos trabalhistas e a nova economia proporcionada pelos serviços dos aplicativos — afirmou o relator.

Uma das medidas previstas no texto é a determinação de que a empresa de aplicativo de entrega contrate seguro contra acidentes, sem franquia, em benefício do entregador nela cadastrado para cobrir exclusivamente acidentes ocorridos durante o período de retirada e entrega de produtos.

O seguro deve abranger, obrigatoriamente, acidentes pessoais, invalidez permanente ou temporária e morte. Na hipótese de o entregador trabalhar para mais de uma empresa de aplicativo de entrega, a indenização deverá ser paga pela seguradora contratada pela empresa para a qual o trabalhador estiver prestando serviço no momento do acidente.

Segundo o texto aprovado, a empresa deve pagar ao entregador afastado por covid-19 uma ajuda financeira durante 15 dias equivalente à média dos três últimos pagamentos mensais recebidos pelo entregador. Para comprovar a contaminação, o trabalhador deve apresentar o resultado positivo no teste RT-PCR ou laudo médico atestando o afastamento. A ajuda poderá ser prorrogada por mais dois períodos de 15 dias.

— É uma matéria mais do que pertinente e um ato de justiça para esses trabalhadores que tanto têm sido explorados, espoliados, sobretudo, neste momento da pandemia. A emergência sanitária decorrente da pandemia que ora vivenciamos demanda uma ação decisiva no sentido de adaptar a institucionalidade vigente às necessidades sociais decorrentes da condição de excepcionalidade sanitária — avaliou Randolfe.

Prevenção

Em relação à prevenção da contaminação por coronavírus, o texto prevê que a empresa de aplicativo de entrega deve fornecer ao entregador informações sobre os riscos de contrair esse vírus e os cuidados necessários para se prevenir do contágio e evitar a disseminação da doença.

Itens como máscaras, álcool em gel ou outro material higienizante devem ser disponibilizados aos entregadores pelas empresas de aplicativo para a proteção pessoal durante o trabalho. Alternativamente, isso poderá ocorrer por meio de repasse ou reembolso de despesas.

Segundo o texto, a empresa de aplicativo poderá fornecer alimentação ao entregador por intermédio dos programas de alimentação do trabalhador previstos na Lei 6.321, de 1976.

Contágio

Já as empresas que fornecem o produto a ser entregue deverão adotar medidas para evitar o contato do entregador com outras pessoas durante o processo de retirada e entrega de seus produtos e serviços, dando preferência para o pagamento pela internet.

Terá ainda de permitir que o entregador utilize as instalações sanitárias de seu estabelecimento e garantir o acesso a água potável.

Contrato

Quanto ao contrato ou termo de registro celebrado entre a empresa de aplicativo e o entregador, o texto prevê que deverão constar expressamente as hipóteses de bloqueio, suspensão ou exclusão do entregador pela plataforma digital.

Essas situações deverão ser comunicadas ao trabalhador com antecedência mínima de três dias úteis, acompanhadas das razões que as motivaram, preservada a segurança e a privacidade do usuário da plataforma (no caso de denúncia, por exemplo).

Esse prazo não vale para os casos de ameaça à segurança e integridade da plataforma, dos restaurantes e consumidores em razão da suspeita de prática de infração penal prevista na legislação.

Randolfe apresentou emenda para melhorar a redação de trecho do texto aprovado que garante que os benefícios e as conceituações da futura lei “não servirão de base para caracterização da natureza jurídica da relação entre os entregadores e as empresas de aplicativo de entrega”.

Indenização

Pelo descumprimento das regras, o projeto penaliza a empresa de aplicativo ou a empresa que utilize seus serviços com advertência e, no caso de reincidência, pagamento de multa administrativa de R$ 5 mil por infração cometida.

O texto original do PL 1.665/2020 é de autoria dos deputados Ivan Valente (Psol-SP), Luiza Erundina (Psol-SP), Marcelo Freixo (Psol-RJ), Fernanda Melchionna (Psol-RS), David Miranda (Psol-RJ), Sâmia Bomfim (Psol-SP), Áurea Carolina (Psol-MG), Edmilson Rodrigues (Psol-PA), Maria do Rosário (PT-RS) e Talíria Petrone (Psol-RJ). Agência Senado.


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“Como eu posso aceitar o cartão vacinal se eu não tomei?”, questiona Bolsonaro

 
Jair Bolsonaro (Foto: Agência Brasil)


O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar nesta quinta-feira (9/12) a exigência do comprovante de imunização contra a Covid-19, apelidado de passaporte da vacina. O mandatário disse que não vai instituir a obrigação porque ele mesmo não se imunizou.

“Queriam que a gente impusesse aqui a obrigação do cartão vacinal. Como eu posso aceitar o cartão vacinal se eu não tomei vacina? E é um direito meu de não tomar, como é direito de qualquer um”, disse o presidente em discurso durante evento de comemoração ao Dia Internacional contra a Corrupção. Metrópoles

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ACIDENTE Avião de Rey Vaqueiro cai em pista particular e pega fogo no Rio Grande do Norte

  Não houve feridos com quadro grave; cantor cancelou dois shows que faria em Pernambuco                                   Por Agência O Gl...