Neste domingo (25) a Rússia celebra o Dia da Marinha, o principal desfile naval é realizado em São Petersburgo. Em 2021, o desfile é dedicado ao 325º aniversário da fundação da Marinha russa.
Aproximadamente 4.000 militares, 50 navios e submarinos e 50 aviões e helicópteros participarão do desfile, que conta com a presença do presidente russo Vladimir Putin.
De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, a parte naval inclui, além de outros navios, o cruzador de mísseis Marshal Ustinov, a fragata Admiral Kasatonov e as corvetas Stoiky e Gremyaschy. Pela primeira vez participa do desfile o submarino nuclear Knyaz Vladimir (projeto Borei-A).
A parte aérea da cerimônia em São Petersburgo inclui vários tipos de aeronaves, entre as quais caças Su-33, Su-27 e MiG-29, caças-bombardeiros Su-24, aviões de ataque ao solo Su-25, aeronaves antissubmarino Tu-142 e Il-38, aviões anfíbios Be-12 e helicópteros Mi-8, Ka-31R, Ka-29 e Ka-27M, entre outros. Sputnik.
24J: Ato Fora Bolsonaro em Porto Alegre (Foto: Oliven Rai / Mídia Ninja)
Os atos por ‘Fora Bolsonaro’ reuniram 600 mil pessoas em 509 atos realizados no Brasil e no exterior. O balanço foi divulgado na noite deste sábado (24) pelos organizadores, formados por movimentos sociais e partidos de esquerda.
Nas ruas, as principais bandeiras presentes foram em defesa da democracia e das eleições, contra a propina da vacina e a favor da aceleração da vacinação em todo o país.
Mais uma vez foram presentes as homenagens aos mais de 540 mil mortos vítimas da Covid.
“Não tínhamos dúvida de que este dia de protesto e de luta seria gigantesco, porque a cada dia aumenta a indignação de amplos setores da sociedade contra do governo Bolsonaro”, avalia Raimundo Bonfim, coordenador nacional da Central de Movimentos Populares (CMP), uma das entidades organizadoras dos atos.
Em nota, a Campanha Fora Bolsonaro avalia que os atos de hoje deram mais capilaridade à Campanha Fora Bolsonaro, “que se evidencia pelo aumento das cidades em que ocorreram as manifestações e mantém a relevante mobilização em seu 4º ato desde o dia 29 de maio”.
Joice Hasselmann e o marido, Daniel França (Foto: Reprodução)
Em coletiva de imprensa concedida neste domingo (25), a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) e o marido, o médico Daniel França, anunciaram que irão processar pessoas que fizeram “ilações” sobre violência doméstica depois que Joice denunciou ter sido vítima do que suspeita ser um “atentado”.
"Eu nunca agredi ninguém, não tenho nenhum motivo pra fazer isso. Estou fazendo tudo pra poder resolver a situação. Fui à polícia, convoquei imprensa", afirmou França. Em entrevistas, Joice tem dito que o marido e a mãe dela têm pedido, depois do ocorrido, para que ela deixe a política.
Sobre a noite da agressão, o médico disse que estava em casa, mas que não ouviu nada. "Eu ronco muito, por isso durmo em outro quarto, por respeito ao descanso dela. Além disso, tenho sono pesado. Estava dormindo com porta fechada e não ouvi nada. Não tem luta, não tem grito e lesões bem feitas não fazem barulho."
Neurologista, ele acrescentou que não levou Joice ao pronto-socorro, pois, por se tratar da sua especialidade, poderia ele próprio realizar os exames, em casa. "Quando a encontrei, liguei o modo médico. Ela estava no chão, então, eu a coloquei na cama, fiz todos os curativos e exames físicos e neurológicos", afirma.
O preço médio do gás de cozinha bateu a marca de R$ 100 na Região Norte do País. Um botijão de 13 kg de gás liquefeito de petróleo (GLP), usado para cozinhar, custa R$ 20 mais para a população nortista do que para os demais brasileiros, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).Os recorrentes reajustes promovidos pela Petrobrás em suas refinarias, onde o gás é produzido, empurraram os preços para cima em todo o Brasil. No Norte, no entanto, as alíquotas de ICMS mais elevadas pesaram ainda mais, além do custo para transportar o produto por até 3 mil km, em balsas. A informação é do jornal Estado de S.Paulo.
A alta sacrifica o acesso das famílias ao gás e muitas já usam fogão à lenha para poder cozinhar.
Neste ano, a Petrobrás está puxando a alta, o que acaba gerando um aumento também dos impostos, calculados sobre o valor do produto nas refinarias. Desde janeiro, a estatal reajustou em 38% o produto. Para compensar, a margem de lucro das distribuidoras e dos revendedores está caindo, segundo a ANP. Ainda assim, permanecem elevadas nos Estados do Norte. Em Roraima e no Acre, chegam a ser mais de três vezes superior à média do Brasil. (247).
No programa 20 MINUTOS HISTÓRIA desta terça-feira (20/07), o jornalista e fundador de Opera Mundi, Breno Altman, discorreu sobre o nascimento e funcionamento do bloqueio praticado há quase 60 anos pelos Estados Unidos contra Cuba.
Ele relembrou que, quando a Revolução Cubana triunfou, em 1º de janeiro de 1959, “ironicamente, o país se encontrava já sob um embargo parcial, decretado pelo governo Dwight Eisenhower contra a ditadura de Fulgencio Batista”.
Por aquele então, a Casa Branca queria se livrar do tirano que controlava Cuba com mão de ferro aliado à máfia ítalo-americana.
O embargo foi estabelecido em 1958, em plena insurgência guerrilheira, quando parte da elite político-militar dos EUA acreditava poder cooptar o movimento liderado por Fidel Castro para seus propósitos de “civilizar” o Estado cubano.
“Durante os primeiros meses de governo revolucionário, eram razoáveis as relações com a Casa Branca, mas Eisenhower não revogou o embargo de armas, o que levou Havana a seus primeiros contatos comerciais com o bloco socialista, então comandado pela União Soviética”, contou.
Assim, no final do primeiro ano da revolução, a situação começou a mudar com a decretação e a implementação da reforma agrária, que confiscou terras de vários empresários e latifundiários estadunidenses, e terras da família do próprio Fidel Castro.
“O governo Eisenhower reagiu com muita irritação, reverberando o ódio dos setores burgueses atingidos por aquelas medidas. A partir de abril de 1960, além do embargo de armas, fica claro que a intenção da superpotência capitalista era derrubar o governo revolucionário a qualquer custo”, argumentou Altman.
Os EUA então soltaram um comunicado recomendando sanções para impedir que recursos financeiros e mercadorias ingressassem em Cuba, com o objetivo de gerar uma situação de fome e desespero que levasse à derrubada do governo. “Estava desenhada, assim, a estratégia do bloqueio”, ressaltou.
Reação cubana ao embargo
Cientes da mudança de postura da Casa Branca, os cubanos passaram a comprar armas da URSS. Em represália, os EUA reduziram drasticamente, em somente dois meses, a importação do açúcar cubano, produto responsável por mais de 70% das receitas internacionais da ilha.
“A União Soviética respondeu a essa medida dando mais um passo na sua aliança com o governo de Fidel Castro, assumindo a compra do saldo que havia sido interditado por ordem executiva de Eisenhower, com base no Ato do Açúcar, de 1948”, agregou o jornalista.
Outras medidas foram sendo tomadas pela Casa Branca e ações militares começavam a ser estudadas, como afirmou Altman. Para ele, a decisão mais severa daquele período foi a proibição de exportação de petróleo para Cuba, “que passou a importar também esse item da União Soviética, pagando com a própria produção de açúcar”.
“O governo norte-americano retaliou novamente, por baixo dos panos, fazendo com que as três companhias petrolíferas estadunidenses sediadas na ilha se recusassem a refinar o petróleo soviético. O governo revolucionário não deixou barato: nacionalizou essas empresas, sem indenizações, incorporando-as a uma companhia estatal”, relatou.
A resposta de Eisenhower foi proibir a venda de quaisquer produtos norte-americanos a Cuba, com exceção de comida e remédios: “estava começando o bloqueio”.
Às vésperas de encerrar seu mandato, em janeiro de 1961, Eisenhower rompeu relações diplomáticas com a ilha e intensificou as sanções econômicas, além de deixar planejada o que viria ser conhecida, em abril de 1961, como a Invasão da Baía dos Porcos, uma ação militar dos grupos contrarrevolucionários com treinamento, financiamento e apoio logístico dos EUA, “fragorosamente derrotada pelos revolucionários cubanos”.
“Logo em seguida a essa importante vitória militar, Fidel declara o caráter socialista da revolução e oficializa seu alinhamento com a União Soviética”, narrou o jornalista.
“Humilhada”, a Casa Branca, governada já por John Kennedy, aprovou o Ato de Assistência Internacional, proibindo qualquer ajuda ou financiamento a Cuba e autorizando o presidente a impor bloqueio total contra o regime revolucionário.
Consolidação do bloqueio
“Além da proibição da exportação de bens e serviços a Cuba, com o Ato ficava proibida também a importação de quaisquer produtos cubanos ou mesmo de mercadorias provenientes de outros países que tivessem matéria-prima ou peças de origem cubana”, enfatizou Altman.
Ele enumerou outras medidas e emendas que seguiram o Ato, por exemplo proibindo que qualquer país desse ajuda ou financiasse Cuba, “terceirizando o bloqueio”. Kennedy também restringiu a venda de alimentos e medicamentos apenas àqueles que não recebessem subsídios governamentais.
As viagens de estadunidenses à ilha foram proibidas após a Crise dos Mísseis, em outubro de 1962. O governo ainda congelou todos os saldos bancários e propriedades de Cuba em território norte-americano.
“As relações comerciais e financeiras de Cuba com os EUA e os demais países capitalistas praticamente deixaram de existir, com a ilha se incorporando plenamente ao sistema socialista, através da integração ao COMECON – Conselho para Assistência Econômica Mútua -, liderado pela URSS. Sob esse modelo, Cuba iria estabilizar relativamente sua economia e encontrar fundos para desenvolver um forte estado de bem-estar social, especialmente serviços públicos e universais de qualidade em saúde e educação”, ponderou o jornalista.
Fim da URSS
Segundo Altman, durante quase 30 anos a URSS neutralizou parcialmente o bloqueio dando segurança aos cubanos, “o que fez com que dessem muito mais destaque à solução das questões sociais do que à diversificação da economia”.
“O fim da União Soviética, porém, levaria a um gravíssimo cenário nos anos 90, quando o bloqueio norte-americano volta a se fazer sentir com todas as forças”, lamentou.
Cuba teve uma queda superior a 30% de seu produto interno bruto entre 1991-1993, perdendo 70% de suas receitas em exportação e se vendo obrigada a cortar suas importações em mais de 50%, conduzindo a uma etapa de forte escassez, inclusive de produtos básicos e alimentos.
“Foi o chamado período especial, vigente até o final dos anos 90, quando Cuba abriu parcialmente sua economia para investimentos privados, especialmente em turismo, tratando de atrair os dólares e euros necessários a manter ativas suas compras internacionais, especialmente de energia e alimentos, obrigatoriamente pagos à vista, praticamente sem qualquer crédito, por conta das regras do bloqueio norte-americano”, explicou.
Para Altman, esse era o sinal de que Cuba “estava decidida a manter viva sua revolução e o sistema socialista, adaptando sua economia para esses objetivos”.
Os EUA, por sua vez, resolveram passar a uma nova ofensiva, aproveitando o cenário pós-soviético para tentar estrangular e derrotar a revolução cubana, reforçando o bloqueio.
Em 1992, George Bush aprovou duas leis que, além de transformar em normas legislativas as principais medidas do bloqueio, permitiam ao governo punir companhias estrangeiras que comercializassem ou fizessem operações financeiras com Cuba.
Relaxamento e recrudescimento do bloqueio
No entanto, “por pressão dos agricultores e fazendeiros estadunidenses, algum relaxamento foi estabelecido na comercialização de alimentos nos anos 2000, tanto no governo Clinton quanto na administração de Barack Obama, permitindo a venda de alimentos por razão humanitária, mas sempre com pagamento à vista”, ressaltou Altman.
Destacando o governo Obama, ele relembrou que as relações diplomáticas com a ilha chegaram a ser restabelecidas em 2014, inclusive com uma visita do presidente estadunidense à ilha.
“Foi um curto período de relaxamento do bloqueio, revertido quando Donald Trump chegou à Casa Branca e radicalizado durante a pandemia, sem que o governo Joe Biden tenha alterado esse comportamento”, enfatizou.
Trump adotou cerca de 250 medidas de recrudescimento do bloqueio entre 2017 e 2020.
Apesar da Assembleia Geral das Nações Unidas condenar o bloqueio, todos os anos desde 1991, com os EUA votando isolado, geralmente na companhia de Israel e alguns pequenos países, “a Casa Branca viu no novo coronavírus a oportunidade de, outra vez mais, apertar o garrote sobre a revolução cubana, seguindo a velha instrução de 1960: produzir fome e desespero para derrubar o governo revolucionário”.
Havana calcula que o bloqueio tenha custado ao país, nesses 60 anos, algo como 800 bilhões de dólares, em valores atualizados, o equivalente ao produto interno bruto cubano de três anos.
“Atualmente, representa o grande fator a explicar um novo período de escassez e dificuldades, base material para o mal-estar social que serve de base para os protestos que ocorreram e que são aproveitados pelos inimigos do governo cubano para tentar colocar um fim à revolução que teima em resistir”, concluiu. Opera Mundi.
Uma celebração ecumêmica em memória
das mais de 500 mil vítimas da pandemia da covid-19 no Brasil, será realizada
neste sábado (24), com concentração na praça da Catedral, às 9h. Segundo os
organizadores, também será realizado um protesto contra o governo de Jair
Bolsonaro, a favor da vacinação contra a Covid-19, e também em defesa do
auxílio emergencial no valor de R$ 600 e contra a reforma administrativa e as
privatizações. A concentração está marcada para às 9h, na praça da Catedral.
Para o ato ecumênico, confirmaram
participação as seguintes entidades: Movimento Fé e Vida (Socorro Ferreira);
Centro Ecumênico de Estudos Bíblicos – Cebi (Wilson Alencar); Movimento dxs
Trabalhadorxs Cristãs/ãos – MTC (Benedito Ramos); Candomblé – Ilê Darà Axé Omo
Logun Edé (Pai Adeílson); Igreja Episcopal Anglicana do Brasil – IEAB (Herlon
Bezerra); Espiritismo (Gilberto Santana); Ateísmo (Chico Egídio); Católico
(Zezinho de Mindu/ex-seminarista); Umbanda (em articulação); e Evangélicos (em
articulação).
Outro objetivo do ato, de acordo
com os organizadores, é pressionar o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur
Lira (PP-AL) a pautar um dos 120 pedidos de impeachment de Bolsonaro. O mais
recente, conhecido como “super pedido”, foi protocolado em 30 de junho por
entidades, lideranças, partidos políticos (de esquerda e direita) e movimentos
sociais.
O ato acontecerá também em outras
cidades do país. De acordo com o Mandato Coletivo, do vereador Gilmar Santos
(PT), de Petrolina, os movimentos sociais, entidades sindicais, sociais e
estudantes, que organizam a ação, acreditam que o protesto deste sábado será o
maior dos três que já ocorreram, em 19 e 29 de junho e 3 de julho. Na última
manifestação, realizada em 3 de julho (#3J), cerca de 300 pessoas participaram
do ato em Petrolina, entre representantes de sindicatos, partidos políticos,
como UP, PT, PCB, PSOL, PCdoB e de movimentos sociais.
A organização recomenda que os
manifestantes respeitem todos os protocolos de segurança sanitária, como o uso
de máscaras, álcool em gel e distanciamento.
Apesar de a vacinação contra a Covid-19 ter ganhado tração, o que vem se manifestando nas reduções das médias móveis de mortes e casos registrados da doença, o atraso na compra dos fármacos faz com que aproximadamente 77% das pessoas elegíveis para tomar as doses — acima de 18 anos de idade — não estejam completamente imunizadas. Representa que o Brasil ainda precisa aplicar cerca de 190 milhões de injeções para atingir a imunização completa de toda a população adulta, de acordo com um estudo da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).
Segundo os pesquisadores, ainda que a velocidade de crescimento da cobertura vacinal tanto com o esquema completo quanto com a primeira dose tenha aumentado consideravelmente nas últimas semanas, o ritmo ainda é insuficiente para que o país “chegue à cobertura vacinal desejável, de pelo menos 90% da população imunizada com a segunda dose, até 31 de dezembro de 2021”.
Por isso, o levantamento elaborado pelos professores Guilherme Loureiro Werneck, Ligia Bahia e Jéssica Pronestino de Lima Moreira, da UFRJ e da Uerj, e Mário Scheffer, da USP, conclui que “caso a oferta de vacinas e a velocidade de vacinação não aumentem substancialmente, a imunização completa de pelo menos 90% na população elegível (acima de 18 anos) só poderia ser alcançada no primeiro trimestre de 2022”.
Otimismo
A conclusão é contrária ao que afirma o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que fala em imunizar toda a população brasileira com mais de 18 anos até o final deste ano. “Temos doses suficientes para o segundo semestre e é possível garantir que até o final do ano de 2021 tenhamos a nossa população inteiramente vacinada”, disse à reportagem em abril.
Na época, o ministro ainda nem contava com alguns dos problemas relatados no levantamento pelos pesquisadores. Um deles é a quantidade de idosos não imunizados. Mesmo que a vacinação de pessoas com mais de 60 anos tenha sido dada como “concluída”, e os estados e municípios tenham avançado nas faixas etárias, os dados da pesquisa — obtidos no site do OpenDataSUS, em 18/07/2021 — apontam que na população acima de 60 anos, 5% ainda não receberam qualquer dose. Pior: 31% ainda não estão completamente protegidos, com duas aplicações ou a única da Janssen.
Ao observar esse grupo com mais de 60 anos, entre os que tomaram a primeira dose, cerca de 7% (ou 2,1 milhões de cidadãos) não retornaram para receber a segunda ou ainda não tiveram sua aplicação adicional registrada no sistema. O problema vem sendo observado pelo Ministério da Saúde, que contabiliza cerca de 4 milhões de pessoas atrasadas para tomar a injeção que fecha o ciclo de imunização.
Para tornar o quadro de vacinação ainda mais irregular por conta das lacunas nas várias faixas etárias, alguns governos estaduais anunciam novas metas — como a imunização de crianças e adolescentes, de 12 a 17 anos, ainda este ano, e a aplicação de terceira dose (reforço da vacinação) para toda ou parte da população adulta vacinada. “Em todos esses cenários, a oferta de doses terá que ser muito maior do que a prevista para vacinar a população adulta em 2021”, alertam os pesquisadores.