quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Petrolina tem mais 187 novos casos do novo coronavírus

           Via: Carlos Britto

Foto: Ascom PMP/SMS divulgação

O boletim epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) registrou nesta quarta-feira (6) em Petrolina mais 187 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19). Dos novos infectados, 151 foram confirmados a partir de 414 testes rápidos da prefeitura e 36 através de exames laboratoriais.

São 100 pessoas do sexo feminino, com idades entre 02 meses e 69 anos, e 87 do sexo masculino, entre 01 e 70 anos. Dos 12.641 infectados, 10.094 já estão recuperados, o que representa 80,1% de curas desde o começo da pandemia na cidade. Em relação ao número de mortes, Petrolina mantém 157 óbitos.

As informações referentes à raça/cor/etnia seguem abaixo.

Leitos

taxa de ocupação geral dos leitos de UTI da rede é de 58,49%. Dos 53 leitos disponíveis, 31 estão ocupados, sendo 19 por pacientes de Petrolina e 12 por aqueles de outras cidades da região. Todas as informações sobre a pandemia na cidade também estão disponíveis no site da prefeitura.


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Setor privado dos EUA corta vagas de trabalho pela primeira vez em oito meses

 

Fila de desemprego nos EUA (Foto: Divulgação)

O setor privado dos Estados Unidos cortou inesperadamente vagas de trabalho em dezembro pela primeira vez em oito meses, já que as infecções por Covid-19 fora do controle provocaram uma nova onda de restrições às empresas, mantendo os consumidores afastados de restaurantes, bares e outros fornecedores de serviços.

Os empregadores do setor privado cortaram 123 mil vagas de trabalho no mês passado, mostrou nesta quarta-feira (6) o Relatório de Emprego Privado da ADP. Foi o primeiro fechamento de vagas desde abril.

Além disso, os dados de novembro foram revisados para mostrar que 304 mil vagas foram criadas, em vez das 307 mil informadas inicialmente.

Economistas consultados pela Reuters projetavam abertura de 88 mil postos de trabalho no setor privado em dezembro.

O relatório refletiu fraqueza recente nos gastos dos consumidores e dispensas persistentemente altas. Ele destaca a magnitude dos problemas econômicos provocados pela pandemia de coronavírus. WASHINGTON (Reuters).


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Xi Jinping ordena que Exército chinês esteja pronto para combate 'a qualquer segundo'

 


O líder chinês, Xi Jinping, deu ordem para que o setor militar reforce seu treino em 2021 e também para que faça uso de tecnologia de ponta em seus exercícios. Esta ordem chega no momento do aumento de tensões com a Índia e Taiwan que vem acontecendo desde o ano passado.

Sendo o chefe da Comissão Militar Central da China, Xi Jinping instruiu ao Exército de Libertação Popular da China (ELP) para manter "prontidão para combate em tempo integral", estando assim ágil para "atuar a qualquer segundo".

Vendo a tecnologia moderna como "o núcleo da eficácia de combate", o líder chinês instruiu aos militares que realizem simulações de computador durante os treinos, de modo a explorar outras formas para adicionar alta tecnologia em suas operações.

De acordo com o South China Morning Post, a menção de "lutas militares de linha de frente" não especificadas na ordem geral do início do ano ao exército se afastou das ordens anteriores emitidas pelo líder, nas quais o ELP foi instruído a "coordenar crises e deter a guerra".

Em meio a tensões crescentes

Ao longo do ano passado, as tensões entre a China, a Índia e Taiwan aumentaram exponencialmente.

As hostilidades ao longo da fronteira do Himalaia culminaram em um conflito sangrento em junho, quando 20 soldados indianos foram mortos e Pequim sofreu um número não revelado de vítimas. A atmosfera no terreno permaneceu tensa desde então, apesar de ambos os lados terem se comprometido a trabalhar para reduzir tensões.

No mês passado, a China enviou um porta-aviões para estreito de Taiwan, seguido de um navio de guerra dos EUA que havia passado no local no dia anterior.

Porém, o aumento da postura militar de Pequim na região ocorreu quando Taipé lançou um programa de rearmamento e assegurou vários negócios de armas importantes com Washington.

A China e os EUA, por sua vez, continuaram se acusando mutuamente de manobras de provocação no mar do Sul da China, tendo os seus laços ainda mais prejudicados pela guerra comercial e pelo apoio de Washington aos movimentos de protesto em Hong Kong. (Sputnik Brasil).


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Bolsonaro suspende compras de seringas até que preços 'voltem à normalidade'

 A compra de seringas e agulhas costuma ser feita por estados e municípios. Durante a pandemia, o ministério decidiu centralizar estes insumos

Presidente da República, Jair Bolsonaro - Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta quarta-feira (6) que o ministério da Saúde suspendeu a compra de seringas "até que os preços voltem à normalidade".
Segundo o mandatário, os estados e municípios têm estoques do material para o início da vacinação contra a Covid-19.
Na semana passada, o ministério fracassou na primeira tentativa de comprar seringas e agulhas para a imunização.
Das 331 milhões de unidades que a pasta tem a intenção de comprar, só conseguiu oferta para adquirir 7,9 milhões no pregão eletrônico. O número corresponde a cerca de 2,4% do total de unidades que a pasta desejava adquirir.
"Como houve interesse do Ministério da Saúde em adquirir seringas para seu estoque regulador, os preços dispararam e o MS suspendeu a compra até que os preços voltem à normalidade", escreveu o presidente em uma rede social.
"Estados e municípios têm estoques de seringas para o início das vacinações, já que a quantidade de vacinas num primeiro momento não é grande", acrescentou.
A compra de seringas e agulhas costuma ser feita por estados e municípios. Durante a pandemia, porém, o ministério decidiu centralizar estes insumos.
Após o fracasso na primeira tentativa de compra, o governo federal restringiu a exportação de seringas e agulhas.
Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o governador Wellington Dias (PT-PI) disse que um levantamento feito pelos secretários estaduais e municipais de Saúde mostra que há seringas em estoque para aplicar cerca de 40 milhões de doses da vacina, o que daria para cobrir a primeira fase da imunização.

"O ministro Pazuello diz que começar no dia 20 [de janeiro] é uma previsão otimista. Com a importação da Índia e o registro da Coronavac nos próximos dias, digo que essa data é perfeitamente possível", afirmou.
Os governadores pressionam o ministério da Saúde a marcar uma data para o início da vacinação nacional.
Dias quer fazer nova reunião dos governadores com Eduardo Pazuello (Saúde), representantes da Anvisa, dos laboratórios, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEMRJ), e também integrantes do STF na próxima segunda (11) para definir um cronograma. (Por Folhapress).

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Governadores cobram, mas Ministério da Saúde não fornece data para início da vacinação

 

(Foto: Agência Brasil)

Governadores de diferentes estados cobraram nesta terça-feira (5) a definição de uma data para início da vacinação no Brasil por parte do Ministério da Saúde. Em resposta, no entanto, ouviram que a previsão segue a mesma: para o mês de janeiro, sem a definição de uma data.

A cobrança aconteceu durante uma reunião por teleconferência de alguns governadores com o secretário de vigilância do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros. Participaram da reunião Wellington Dias (governador do Piauí), Ronaldo Caiado (Goiás), Helder Barbalho (Pará), Waldez Goes (Amapá) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul).

Ao G1, Wellington Dias contou que a resposta ouvida pelos governadores foi que as cobranças seriam encaminhadas ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

"Nossa expectativa era de que houvesse alguma definição. A reunião foi até estressante. Cobramos uma data e não nos foi fornecida. Quando chegam os insumos? Quando começa a vacinação? O secretário disse que iria levar nossa demanda ao ministro Pazuello", disse Dias.

Wellington Dias disse ainda que propôs para a próxima segunda-feira (11) uma reunião conjunta entre os três Poderes, com representantes do Congresso, do Supremo Tribunal Federal e do ministério da Saúde, para discutir o calendário nacional de vacinação com as fabricantes de vacinas e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

"O Brasil está ficando no final da fila. Há um atraso inexplicável", afirmou Dias.

Em dezembro, Pazuello disse que a previsão para o início da vacinação no Brasil é para o final de janeiro, "na melhor hipótese", ou para o final de fevereiro, "na pior hipótese". Neste domingo (3), o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse que a vacinação pode começar no dia 20 de janeiro.

Já João Doria, governador de São Paulo, mantém para o dia 25 de janeiro a previsão do início da imunização no estado. (Sputnik Brasil).


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Queda na doação de sangue devido à pandemia preocupa hemocentros

 

Ministério da Saúde estima redução de 15% a 20%


Rovena Rosa/Agência Brasil

Preocupados com os níveis dos estoques de sangue e de hemoderivados, hemocentros de diferentes regiões do Brasil estão tentando sensibilizar a população para a importância da doação de sangue.

A habitual preocupação com os estoques, principalmente durante o período de festas de fim de ano e férias de verão, este ano foi potencializada pelas mudanças comportamentais impostas pela pandemia da covid-19, que afastou muitos doadores ao longo do ano passado.

O Ministério da Saúde ainda não tem os números consolidados, mas estima que, em 2020, o medo da doença que, no Brasil, matou 197,7 mil pessoas até essa terça-feira (5), pode ter causado uma diminuição da ordem de 15% a 20% no total de doações de sangue em comparação a 2019.

No Rio de Janeiro, mesmo com todos os esforços e campanhas para atrair novos voluntários, o HemoRio (Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti) contabilizou uma queda de 4,4% no número de bolsas de sangue coletadas: foram cerca de 78.400 unidades, em 2020, contra aproximadamente 82 mil bolsas, em 2019.

Segundo o Ministério da Saúde, não houve registros de desabastecimento ao longo de 2020. Fato que, segundo representantes de hemocentros consultados pela Agência Brasil, pode ter ocorrido devido à adoção de medidas preventivas, como a suspensão temporária de cirurgias eletivas. Mesmo assim, houve situações em que o ministério precisou acionar o plano nacional de contingência e transferir milhares de bolsas de sangue de unidades da Federação em situação mais folgada para outras onde o nível dos estoques era considerado crítico.

“O principal risco deste cenário seria um possível desabastecimento de sangue e o consequente comprometimento da assistência”, informou o ministério em nota enviada à Agência Brasil. O desabastecimento colocaria em risco a vida de pessoas que precisam receber transfusão de sangue ao serem submetidas a tratamentos, cirurgias e procedimentos médicos complexos, ou que tratam os efeitos de anemias crônicas, complicações da dengue, da febre amarela ou de câncer.

Na nota que enviou à reportagem, o ministério também garantiu que está acompanhando a situação nos maiores hemocentros estaduais para, se necessário, adotar as medidas que minimizem “o impacto de eventuais desabastecimentos de sangue”.

“Através das ações e providências já tomadas pelo ministério, junto com as ações locais realizadas pelos estados, como a mobilização e sensibilização de doadores e estratégias para a redução do consumo de sangue, a situação tem se mantido estável”, garantiu a pasta – que afirma ter investido, em 2020, R$ 1,680 milhão em projetos de ampliação, reforma e qualificação da rede de sangue e hemoderivados, além da compra de medicamentos e equipamentos. Em 2019, foram investidos R$ 1,548 milhão.

Amazonas

Após coletar, em 2020, 4,6% menos bolsas de sangue do que em 2019 (foram 51.800 doações contra 54.300), a Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) começou o ano com metade do volume que considera ideal em termos de estoque.

A maior preocupação é com o volume armazenado de sangue do tipo O+, que representa cerca de 70% da demanda estadual, e com todos os de fator RH negativo, menos comuns entre a população brasileira e, portanto, mais difíceis de obter. 

Infográfico mostra bancos de sangue no DF em janeiro de 2021.

“A pandemia afastou significativamente as pessoas [dos postos de coleta], principalmente em meados de março, abril e maio [de 2020], quando o estoque caiu cerca de 40%”, informou a Hemoam à Agência Brasil. “Para dar conta de toda demanda diária, precisamos do comparecimento de 200 a 250 doadores por dia. Ultimamente esse número está na média de 100 doadores”, acrescentou o órgão em uma mensagem divulgada pelas redes sociais.

Responsável por distribuir sangue para 27 unidades de saúde públicas e privadas de Manaus e para 42 outras cidades amazonenses, a fundação tem mais de 500 mil voluntários cadastrados; mas apenas 150 mil dessas pessoas doam sangue regularmente.

Ceará

Devido às restrições de segurança, como o distanciamento social, a maioria dos hemocentros do país adotou medidas como o agendamento prévio de doações, além de reforçarem os cuidados com a higiene dos postos de coleta de sangue. Ainda assim, o impacto da pandemia se fez sentir.

O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), por exemplo, recebeu, em 2020, 92.524 doações de sangue, enquanto, em 2019, foram coletadas 101.066 bolsas de sangue. O Hemoce garante que o menor número de doadores em função da pandemia não chegou a comprometer o atendimento das cerca de 480 unidades de saúde cearenses, e que chegou até mesmo a fornecer bolsas de sangue para outros estados, como Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Sergipe.

Embora, atualmente, os estoques se encontrem dentro do que o centro classifica como “margem de segurança” para atendimento, o Hemoce segue usando as redes sociais para incentivar as doações.

Distrito Federal

No Distrito Federal, os níveis dos estoques da Fundação Hemocentro de Brasília de dois dos oito tipos sanguíneos mais comuns são considerados críticos. “O ano de 2021 começou com os estoques de O positivo e O negativo em níveis baixos”, informou o órgão responsável por garantir o fornecimento de sangue e seus componentes para a rede de saúde pública local. A quantidade de sangue tipo B- disponível nessa segunda-feira (4) também era considerada baixa. 

Infográfico mostra bancos de sangue no DF em janeiro de 2021.

Segundo a fundação, entre janeiro e dezembro de 2020, os postos de coleta receberam pouco mais de 47,5 mil doações de sangue. Menos que as 51 mil doações registradas no mesmo período de 2019. Já transfusões foram realizadas 72 mil no ano passado, contra 76 mil em 2019.

A fundação afirma ter “estoques estratégicos” para abastecer toda a rede pública e os hospitais conveniados do Distrito Federal por até sete dias, dependendo do hemocomponente (hemácia, plasma ou plaqueta) em caso de falta de doadores.

São Paulo

Vinculada ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e responsável por abastecer a mais de 100 instituições de saúde da rede pública paulista, a Fundação Pró-Sangue coletou, em 2020, 108.707 bolsas de sangue. O resultado é não só inferior ao registrado em 2019, quando foram coletadas 114.050 bolsas, como mantém a tendência de queda dos últimos cinco anos.

AnoColeta de bolsas de sangue (Fundação Pró-Sangue)
2015131.068
2016124.063
2017123.851
2018118.997
2019114.050
2020108.707

 

A preocupação da fundação é que, geralmente, em janeiro, o número de doações caem ainda mais, podendo chegar a um resultado 30% inferior à média mensal por conta das férias de verão. Neste início de 2021, os níveis dos estoques de sangue do tipo B- e O- já estão em situação crítica, enquanto os dos tipos O+ e A- colocaram a fundação em alerta.

“Os tipos O- e O+ estão sempre críticos”, acrescentou a Pró-Sangue, em nota em que explica que o sangue do tipo O+ é o mais demandado, por ser o mais comum entre a população brasileira e compatível com todos os outros tipos positivos. Já o O-, além de menos comum, é muito usado em atendimentos médicos emergenciais por ser compatível com outros tipos sanguíneos, independente de serem positivos ou negativos.

Segurança

O Ministério da Saúde garante que os hemocentros de todo o país estão preparados para receber os doadores com segurança, sem aglomerações, e em conformidade com as recomendações das autoridades sanitárias. A maioria, senão a totalidade dos postos de coleta, está funcionando com atendimento pré-agendado, de maneira que vale a pena o interessado consultar, na internet, a página ou as redes sociais do hemocentro do estado em que reside.

Para doar, o candidato tem que ter entre 16 e 69 anos de idade - menores de 18 anos precisam do consentimento formal dos responsáveis. O voluntário deve pesar mais que 50 kg e apresentar-se munido de documento oficial com foto. Pessoas com febre, gripe ou resfriado, diarreia recente, grávidas e mulheres no pós-parto não podem doar temporariamente.

O procedimento para doação de sangue é simples, rápido e totalmente seguro. Não há riscos para o doador, porque nenhum material usado na coleta do sangue é reutilizado, o que elimina qualquer possibilidade de contaminação. 

Cada voluntário pode doar sangue até quatro vezes ao ano, no caso de homens, e três vezes caso se trate de uma mulher, com intervalos mínimos de, respectivamente, dois e três meses. Para checar outras restrições, recomendações e informações, acesse a página do Ministério da Saúde. (Por Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil - Brasília).

Edição: Fábio Massalli



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RISCO À SAÚDE PÚBLICA Conselho denuncia falsos nutricionistas que prescreviam dietas em Pernambuco

 

Farsantes atuavam nas cidades do Recife e de Vitória de Santo Antão


O Conselho Regional de Nutricionistas 6ª Região (CRN-6) apresentou, nessa terça-feira (5), queixa-crime contra dois falsos nutricionistas que atuavam nas cidades do Recife e de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata de Pernambuco.

Segundo o CRN-6, os falsos profissionais prescreviam dietas para a população. A prescrição dietética é uma atividade privativa do nutricionista, conforme a Lei Federal N° 8.234/91.

A atuação de falsos nutricionistas, portanto, significa sérios riscos à saúde.

“A prescrição dietética é prática daquele graduado e com registro ativo no Conselho de Classe. Além disso, a prescrição de dietética sem o menor conhecimento técnico-científico é um crime contra a saúde pública”, explica o presidente do CRN-6, Samuel Paulino.

A ação faz parte de ações do CRN-6 para combater o exercício ilegal da profissão de nutricionista em toda a jurisdição - Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte. 

O conselho já prestou queixa-crime contra outros falsos nutricionistas nos estados da Paraíba e Rio Grande do Norte. 

No documento entregue à Polícia Civil, o Conselho apresentou uma série de ações e relatos que apontam a prática da contravenção penal. 

Exercer ilegalmente uma profissão regulamentada é considerado contravenção penal, passível de multa e até de prisão de 15 dias a 3 meses. (Por Portal Folha de Pernambuco).


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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...