quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Outubro Rosa: Prefeitura de Petrolina alerta para falta de procura de mamografias

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A campanha ‘Outubro Rosa’, de prevenção ao câncer de mama, continua em Petrolina. A prefeitura está ofertando, desde o início do mês, mais de mil exames de mamografias para as mulheres do município. Até o momento já foram atendidas cerca de 500 mulheres.
De acordo com a secretária existe um alto número de mulheres que estão faltando aos atendimentos. “Nós preparamos esse momento exclusivo para as mulheres, mas infelizmente, cerca de 30% não comparece ao procedimento, mesmo após a confirmação para nossa equipe. Isso é lamentável porque está tirando a vaga de outra pessoa que está precisando”, concluiu.
A secretária ainda pontuou que esse mutirão de mamografia tem o objetivo de zerar a fila de espera pelo procedimento para mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos. “Fizemos o levantamento das guias que estavam nas unidades de saúde e estamos agendando e ligando para essas mulheres informando o dia e o horário para fazer o exame”, frisou.
Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), a doença é causada pela multiplicação de células anormais da mama, que formam um tumor. Há vários tipos de câncer de mama, alguns têm desenvolvimento rápido, outros são mais lentos.
A estimativa é de 60 mil novos casos por ano, em mulheres cada vez mais jovens. Quanto mais cedo, porém, o diagnóstico, mais chances de cura. Existe tratamento para câncer de mama, e o Ministério da Saúde oferece atendimento por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
Ações nas unidades de saúde
O município também está promovendo dentro das unidades de saúde, com ofertas de consultas, preventivos, além de palestras para conscientizar sobre a importância da prevenção do segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e que atinge potencialmente as mulheres. (Ascom)

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Depois de apoiar o golpe, CNI prevê quebra da indústria com abertura proposta por Bolsonaro

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) alerta que as medidas de abertura da economia previstas por Bolsonaro e Paulo Guedes podem levar o país a quebrar. A CNI foi uma das mais ativas entidades empresariais em toda a operação golpista que resultou no impeachment da presidenta Dilma Roussef em 2016. Ultimamente, tem manifestado insatisfação com as medidas cogitadas pelo governo Bolsonaro
(Foto: Leonardo Attuch)


A CNI (Confederação Nacional da Indústria) afirma que o corte abrupto médio de 50% nas tarifas de importação, reduziria o PIB (Produto Interno Bruto) de pelo menos 10 dos 23 setores industriais até 2022 - indica reportagem dos jornalistas Fábio Pupo e Julio Wiziack
Esse corte de tarifas está em estudo no governo Bolsonaro e faz parte de um conjunto de medidas neoliberais de sua equipe econômica a cargo do ministro Paulo Guedes.  
Para a entidade, que encomendou um estudo à Universidade de Victoria, Austrália, a medida vai prejudicar a retomada do crescimento e manter em níveis altos o desemprego.  
O governo Bolsonaro já propôs aos parceiros do Mercosul um corte acima de 50% do imposto de importação cobrado sobre bens que entram nos territórios de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.   
A CNI tem demonstrado sua insatisfação com a medida e reclama que o governo não consultou o setor privado sobre o assunto.    
"Somos a favor da abertura, mas com diálogo e transparência. Nem a indústria nem o Congresso podem ficar de fora desse debate, pois o impacto é enorme nos estados e nos municípios industriais", afirma em nota o presidente da CNI, Robson Andrade.  
A reportagem informa que outras entidades manifestaram preocupação com a proposta, como a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) e a Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.(247)


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Aposentados e pensionistas do Igeprev têm salários antecipados devido ao ‘Dia do Servidor’


Centenas de petrolinenses já estão comemorando o ‘Dia do Servidor’, celebrado na próxima segunda-feira (28). É que, devido à data festiva, o Instituto de Gestão Previdenciária do Município de Petrolina (Igeprev) antecipou os salários de 1.087 aposentados e 286 pensionistas ligados ao instituto. Os pagamentos já estão sendo disponibilizados desde esta terça-feira (22) injetando cerca de R$ 4 milhões na economia da cidade.
De acordo com o diretor-presidente do Igeprev, Willames Barbosa, a antecipação foi feita para permitir um feriado mais tranquilo aos aposentados e pensionistas do município de Petrolina.  “O instituto tem mantido seu compromisso com muita responsabilidade com os nossos aposentados e pensionistas e essa antecipação representa um gesto de respeito. Com isso, podemos permitir que centenas de famílias possam programar um feriado mais tranquilo e divertido como eles merecem”, disse Willames Barbosa.(Ascom)



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ÓLEO NO LITORAL - Contato com petróleo requer cuidados para evitar problemas de saúde

Segundo especialistas, ainda são poucas as pesquisas que indicam os efeitos do produto no corpo. Ainda assim, é preciso utilizar equipamentos de proteção

  Por: Wellington Silva, Guto Moraes e Artur Ferraz 
Pessoas se mobilizam para retirar o óleo
Pessoas se mobilizam para retirar o óleoFoto: Léo Malafaia/Folha de Pernambuco

Além dos prejuízos ambientais, o contato com o petróleo bruto traz consequências para a saúde, pois trata-se de produto tóxico. Segundo especialistas, ainda são poucas as pesquisas que avaliam os efeitos do contato humano com o produto. De qualquer forma todos são unânimes e alertam que pessoas trabalhando na limpeza de animais e de praias devem usar equipamentos de proteção, como luvas e roupas protetoras. De quinta-feira (17) até segunda-feira (21), 257 toneladas de óleo foram recolhidas no litoral pernambucano, sendo 186 toneladas tiradas apenas na segunda-feira, nas praias do Paiva, Itapuama, Pedra do Xaréu, Gaibu e Sirinhaém.

O professor do Departamento de Oceanografia da UFPE, Gilvan Takeshi, em curto prazo, o contato com o óleo pode causar irritação na pele e mucosas. "Efeitos de longo prazo seriam apenas se as pessoas ficassem expostas, constantemente, respirando alguns vapores desse petróleo. Mas como isso (o trabalho de retirada dos resíduos) está sendo feito em ambiente de praia, que é aberto e e com bastante vento, isso não deve ser um problema. Se ficar respirando o dia inteiro aquilo pode ser que tenha reação alérgica ou náusea em determinado momento. O principal efeito em longo prazo haveria caso ingerisse o produto", disse.
De acordo com a dermatologista Ana Cristina França, o contato com o óleo pode causar dermatite. Por isso, a orientação é evitar tocar a substância. Ela explica que a dermatite é um processo alérgico composto de vermelhidão no local afetado, seguida por coceira e ressecamento na região. “Dependendo do contato e da vulnerabilidade do paciente, pode haver um quadro cutâneo mais grave, em seu efeito agudo, com formação de bolha. A reação pode acontecer imediatamente, seis horas depois ou até um dia após”, detalha a especialista.

Ainda de acordo com a especialista, caso a pessoa opte por integrar as equipes voluntárias, a recomendação é utilizar roupas com proteção UV, luvas e botas que protejam a pele do contato direto com o resíduo. Uma vez que aconteça, lavar com sabonete neutro e água em abundância. O óleo mineral também pode ser utilizado. Para os olhos, a indicação é o uso de soro fisiológico. Em caso de irritação, a primeira orientação é buscar assistência médica.
Locais afetados pelo óleo
Locais afetados pelo óleo - Crédito: Arte/Folha de Pernambuco


Contenção
Para o trabalho nas praias, o governo do Estado tem contado com um efetivo de 400 pessoas mobilizadas, seja da Defesa Civil, CPRH, Corpo de Bombeiros, incorporando também equipes de apoio da Seplag e da Secretaria de Administração. O governo ainda conta com helicópteros da SDS e do Ibama, além de dez embarcações e 30 viaturas. Todo o material coletado foi levado para o Centro de Tratamento de Resíduos (CTR), em Igarassu.

De acordo com Bertotti, o comandante de Operações Navais da Marinha, almirante Leonardo Puntel, informou que amanhã chegarão três navios da Marinha para ajudar nos trabalhos realizados em Pernambuco. "Mas no ponto de vista de EPIs, boias de contenção não chegou nada. Esses são alguns dos itens previstos na implementação do Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Água", disse o secretário. Ele informou ainda que hoje mandou novo ofício para o Ministério do Meio Ambiente pedindo boias de contenção e equipamentos de proteção individual. Conforme Bertotti, o Plano prevê a instalação de um comitê que analise a extensão do dano, mas essa medida não teria sido tomada pela União.

Caos no Cabo
O Cabo de Santo Agostinho, município mais atingido ontem, foi tomado pelo petróleo. Na praia de Itapuama, era possível sentir o cheiro do óleo antes mesmo de chegar à faixa de areia, repleta de grandes placas pretas. As pedras e as ondas mais rasas também ficaram sujas de piche. Da mesma forma estavam os braços e pés descalços de Everton Miguel dos Anjos, 13, que trabalhava colhendo petróleo desde a noite de domingo, quando vieram as primeiras manchas do mar.

Acompanhado de quatro irmãos e alguns vizinhos, ele mora no bairro de Ponte dos Carvalhos. “Minha mãe abriu o bar aqui em Itapuama e eu vim para ajudar. Tinha nada para fazer”, revelou. No meio dos cerca de dois mil voluntários que juntavam o petróleo bruto para guardar nos cinco mil sacos de náilon distribuídos pela prefeitura, Everton era parte do cenário de confusão e correria que dominou Itapuama na tarde desta terça-feira. Enquanto a maré enchia, eles denunciavam a falta de orientação técnica. “Não tem governo que faça o que estamos fazendo. A gente deve tirar o resíduo com o mínimo de areia possível. Precisa de luva, mas também de material de trabalho”, protestou a bióloga Gabriela Barros.

Minutos depois, o secretário de Serviços Públicos da cidade, Raimundo Sousa, mandou duas retroescavadeiras para a remoção do material e reclamou da falta de apoio. “Esse acidente é de grandes proporções. Estamos administrando isso no peito e na raça. Isso nunca aconteceu em nossa região. O Cabo de Santo Agostinho é a cidade mais afetada por conta da geografia. A maré veio e a situação ficou mais agressiva. O município por si só não vai dar resposta”, afirmou.



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INVESTIGAÇÃO - João Campos protocola pedido de criação de CPI do Vazamento de Óleo


 (Foto: Agência Câmara)

O deputado João Campos (PSB-PE) protocolou, nesta quarta-feira (23), na Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Vazamento de Óleo, que pretende investigar responsabilidades pelo maior desastre ambiental no litoral do nordeste e eventuais omissões do governo federal. O requerimento de Campos recebeu mais de 250 assinaturas de deputados de todos os 25 partidos com representação na Casa - o número mínimo de adesões é 171. Segundo ele, caso a CPI tenha sua instalação autorizada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ela também vai propor inovações jurídicas para evitar a ocorrência de novas tragédias ambientais no país.

"Diante do maior desastre ambiental em extensão da história do país, o parlamento brasileiro não pode deixar de ter o seu protagonismo e ajudar o seu povo que aqui representamos. Esta CPI tem o interesse claro de investigar as origens das manchas [de óleo], avaliar as medidas que estão sendo tomadas pelos responsáveis e poder produzir inovações jurídicas para permitir que não venham a acontecer novos desastres como esse e melhorar a capacidade de ações mitigatórias do Estado brasileiro", disse Campos, antes de frisar que a grande adesão à CPI reflete o caráter suprapartidário da iniciativa.

"Nós estamos aqui representando mais de duzentos e cinquenta deputados e deputadas do parlamento brasileiro, dos vinte e cinco partidos aqui representados mostrando que essa luta não é uma luta político partidária, mas uma luta de quem defende uma região brasileira, de quem defende o direito à natureza brasileira, de quem tem cuidado com a nossa sociedade, com nossa preservação , com nosso ecossistema", afirmou.

Ele contou que o movimento pela criação da CPI não recebeu qualquer tipo de resistência do deputado Rodrigo Maia. "Tivemos uma reunião com o presidente Maia, onde a oposição inteira participou, depois houve uma reunião no colégio de líderes. Tivemos o apoio de diversos líderes que fecharam suas bancadas e colocaram à disposição para apoiar a CPI. O presidente pediu que nós colocássemos assinaturas e apresentássemos à Secretaria da Mesa para avaliação desta Casa", relatou. 

Logo após a CPI ser protocolada, a Secretaria-Geral da Mesa começou a conferir as assinaturas. Segundo o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), líder da oposição, o elevado número de assinaturas mostra que o compromisso do parlamento com a preservação ambiental está acima das lutas políticas.

"É uma Comissão Parlamentar de Inquérito para avaliar o mais grave crime ambiental cometido no Brasil, as origens das manchas, avaliar as medidas que foram tomadas, ou que deixaram de ser tomadas pelo governo, e também tomar uma decisão sobre quais medidas legislativas a adotar daqui para a frente para evitar que um novo crime como este ocorra", afirmou o líder.

Já o deputado Tadeu Alencar (PSB-PE) afirmou que o governo federal pode estar incorrendo em crime de responsabilidade, pelo fato de dispor de protocolo para agir em situações como a do grande vazamento de óleo no litoral nordestino, iniciado em setembro. Durante todo esse período, o governo tem sido criticado por não agir de acordo com a gravidade do desastre ambiental.

"Há sessenta dias que o Brasil vive o maior desastre ambiental no litoral brasileiro. O governo federal, de forma absolutamente negligente, faltando com as suas obrigações primárias, tem um protocolo para esse tipo de acidente. Mas o governo federal fez vista grossa e, sessenta dias depois, volto a dizer, de forma negligente, gravemente omissa, tem uma previsão legislativa, inclusive, quem é negligente em relação a esse protocolo ou omisso, incorre em crime de responsabilidade", afirmou o paramentar.





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Derrotado na Argentina, Bolsonaro ameaça implodir o Mercosul

Com a provável derrota de seu candidato Maurício Macri, que produziu recorde de pobreza na Argentina, Jair Bolsonaro ameaçou acabar com o Mercosul. “Digamos que a volta da turma do Foro de São Paulo e da Cristina Kirchner pode colocar em risco todo o Mercosul. Em se possivelmente colocando em risco todo o Mercosul, você tem que ter uma alternativa no bolso”, afirmou
(Foto: José Dias/PR)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que uma eventual vitória na Argentina da chapa de oposição formada por Alberto Fernández e Cristina Kirchner pode colocar o Mercosul em risco.
Em conversa com jornalistas em Tóquio, onde está em viagem oficial, o presidente disse esperar que um novo governo argentino mantenha o mesmo ímpeto comercial, mesmo que o atual presidente, Mauricio Macri, não seja reeleito,
Se isso não acontecer, disse, o Brasil pode se reunir com Paraguai e Uruguai e “tomar uma decisão”.
“Temos que contar sempre com o improvável e como reagir a possíveis mudanças. Digamos que a volta da turma do Foro de São Paulo e da Cristina Kirchner pode colocar em risco todo o Mercosul. Em se possivelmente colocando em risco todo o Mercosul, você tem que ter uma alternativa no bolso”, afirmou.
Bolsonaro citou o exemplo da suspensão do Paraguai do bloco, em 2012, depois do impeachment do então presidente Fernando Lugo. O Brasil coordenou uma ação que considerou o processo, feito em poucos dias, uma quebra da cláusula democrática do Mercosul.
No período de suspensão, de cerca de um ano, Uruguai, Argentina e Brasil aceitaram a entrada da Venezuela no bloco, que já havia sido aprovada pelos Congressos dos três países mas tinha resistência do Paraguai. O país acabou sendo expulso mais tarde por não ter cumprido as regras de adesão.
“O que nós queremos é que a Argentina continue, na questão comercial, caso a oposição vença, da mesma forma que o Macri. Do contrário, nós podemos nos reunir com Uruguai e Paraguai e tomar uma decisão”, disse Bolsonaro.
“Não semelhante àquela lá atrás, que lá foi outro propósito. Nosso propósito não é facilitar a esquerda formar uma grande pátria bolivariana. A nossa ideia é abrir o mercado e fazer comércio com o mundo todo.”
(BRASÍLIA (Reuters)


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ÓLEO NO LITORAL - Amostras de água das praias atingidas por óleo serão analisadas

As ações terão início na manhã desta quinta-feira, 
na praia do Paiva
  Por: Portal FolhaPE
Óleo atinge a praia do Janga
Óleo atinge a praia do JangaFoto: Léo Malafaia/Folha de Pernambuco

A Agência Estadual do Meio Ambiente (CPRH) iniciou, na manhã desta quinta-feira (24), coleta de amostras de água de todas as praias pernambucanas atingidas pelo óleo. O material será encaminhado para análise no laboratório de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Ainda não há previsão de quando o resultado ficará pronto. 

A princípio, a equipe estará concentrada na Praia do Paiva, no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife. Duas frentes de trabalho foram montadas pela CPRH. Uma seguirá para o Litoral Sul e outra para o Litoral Norte do Estado. A Secretaria de Meio Ambiente de Pernambuco (Semas) recomenda que os banhistas evitem entrar na água nas praias atingidas no Estado. 

O Governo de Pernambuco recolheu, até quarta-feira (23), 958 toneladas de óleo das praias pernambucanas atingidas, total que já foi transportado ao Centro de Tratamento de Resíduos Pernambuco, em Igarassu, também na RMR. Na tarde da quarta, o governador Paulo Câmara reuniu prefeitos das cidades atingidas pelas manchas de óleo. Os representantes dos municípios litorâneos relataram a situação das suas respectivas praias e a preocupação em comum com a população e o meio ambiente.

No encontro, o governador destacou as medidas adotadas para conter a chegada do óleo e a limpeza das praias atingidas. O Estado já mobilizou 400 pessoas, de diversos órgãos estaduais, e mais 50 reeducandos para realizar os trabalhos de contenção, limpeza e prevenção das praias. Ainda foram implantados 2.145 metros de barreiras de contenção nos estuários, além dos 200 metros implantados pela Petrobras/Transpetro.




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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

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