segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Homem finge ser policial e ameaça pessoas em unidade de saúde em Camaragibe, na RMR

PRISÃO EM FLAGRANTE 

A polícia realizou a prisão em flagrante do falsificador 


                               Por Portal Folha de Pernambuco
Hospital Aristeu Chaves, em Camaragibe - Foto: Reprodução / Google street view

Um homem, portando uma imitação de arma de fogo e documentos falsos de policial, ameaçou funcionários do Hospital Aristeu Chaves, em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife (RMR), nesta segunda-feira (29). Ele foi preso em flagrante por Falsidade Ideológica e Falsificação de Documento Público.

O falsificador, de 49 anos, estava exigindo atendimento priotitário na unidade de saúde. Uma unidade da Polícia Civil de Pernambuco tomou conhecimento da ameaça e conseguiu prender o homem sem que nenhuma pessoa do local ficasse ferida.

Além do simulacro de pistola, o homem portava carteiras falsas de Policial Militar, Policial Penal, Agente Penitenciário e de Agente Socioeducativo. O detido foi autuado em flagrante delito e será encaminhados à audiência de custódia.

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Lula diz no debate que está mais limpo do que Bolsonaro ou qualquer parente dele

Lula rebate acusação de corrupção e destaca aliança com Alckmin

Lula no debate da Band (Foto: Reprodução)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), líder em todas as pesquisas eleitorais, disse durante debate na Band neste domingo (28), que está muito mais limpo do que Jair Bolsonaro ou qualquer parente dele, ao rechaçar acusações de corrupção formuladas pelo ocupante do Palácio do Planalto

Lula destacou as realizações do seu governo entre 2003 e 2010 e do governo da ex-presidente Dilma Rousseff (2011-2016). 

O candidato do PT e de outros 9 partidos progressistas destacou também a aliança com Geraldo Alckmin, candidato a vice. “Eu fui procurar um companheiro com a experiência de 16 anos de governo de São Paulo para me ajudar a governar esse país. Eu sei o que fiz, sei o que vou fazer, e por isso não entro no campo da promessa fácil porque sei o quanto é difícil”. 247.




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Mais de 100 mil crianças não receberam o nome do pai este ano

 

Reconhecimento de paternidade pode ser feito em qualquer cartório

Marcello Casal/Agência Brasil

Os cartórios de Registro Civil do Brasil mostram que nos 7 primeiros meses deste ano, 100.717 crianças foram registradas sem o nome do pai. Este ano, foi registrado o menor número de nascimentos para o período desde 2016, totalizando 1.526.664 recém-nascidos, ou seja, 6,5% do total de recém-nascidos no país têm apenas o nome da mãe na certidão de nascimento.

A porcentagem é maior que os 6% registrados em 2021, quando 96.282 crianças das 1.586.938 nascidas não receberam o nome do pai. Em 2020, foram 1.581.404 nascimentos e 92.092 pais ausentes. O ano de 2019 teve 99.826 crianças apenas com registro do nome materno ante 1.718.800 nascimentos, seguido por 93.006 frente a 1.702.137 nascimentos em 2018.

Os números estão registrados no Portal da Transparência do Registro Civil, na página Pais Ausentes, que integra a plataforma nacional, administrada pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), que reúne as informações referentes aos nascimentos, casamentos e óbitos registrados nos 7.654 cartórios de Registro Civil do Brasil, presentes em todos os municípios e distritos do país.

Para o presidente da Arpen-Brasil, Gustavo Renato Fiscarelli, os números mostram que há muito a evoluir quando se trata de responsabilidade paterna. “Ambos, pai e mãe, são responsáveis pela criação dos filhos e possuem responsabilidades que precisam ser compartilhadas. Obviamente cada família vive uma realidade diferente, mas são dados substanciais que podem embasar as políticas públicas”, disse.

Fiscarelli ressalta a importância dos registradores. “Os registradores estimulam o procedimento de reconhecimento de paternidade com divulgação, programas permanentes de incentivo ao ato e ações, como os mutirões de reconhecimento de paternidade, realizados em parceria com as corregedorias gerais da Justiça”.

Reconhecimento

Desde 2012, o procedimento de reconhecimento de paternidade pode ser feito diretamente em qualquer Cartório de Registro Civil. Assim, não é mais necessária decisão judicial nos casos em que todas as partes concordam com a resolução.

Nos casos em que iniciativa seja do próprio pai, basta que ele compareça ao cartório com a cópia da certidão de nascimento do filho, sendo necessária a anuência da mãe ou do próprio filho, caso este seja maior de idade.

Em caso de filho menor, é necessário a anuência da mãe. Caso o pai não queria reconhecer o filho, a mãe pode fazer a indicação do suposto pai no próprio cartório, que comunicará aos órgãos competentes para que seja iniciado o processo de investigação de paternidade.

Desde 2017 também é possível realizar em cartório o reconhecimento de paternidade socioafetiva, aquele onde os pais criam uma criança mediante uma relação de afeto, sem nenhum vínculo biológico, desde que haja a concordância da mãe e do pai biológico.

Neste procedimento, caberá ao registrador civil atestar a existência do vínculo afetivo da paternidade ou maternidade mediante apuração objetiva por intermédio da verificação de elementos concretos: inscrição do pretenso filho em plano de saúde ou em órgão de previdência; registro oficial de que residem na mesma unidade domiciliar; vínculo de conjugalidade (casamento ou união estável) com o ascendente biológico; entre outros. (Por Agência Brasil - São Paulo).

Edição: Fernando Fraga



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domingo, 28 de agosto de 2022

Debate dos presidenciáveis: quem confirmou e como será

A TV 247 fará uma cobertura do debate, que inicia às 21hs, com um esquenta a partir das 20hs, com a análise e comentários de diversos jornalistas

(Foto: reprodução)

Neste doming (28) acontece o primeiro debate presidencial de 2022 promovido pela Band, em São Paulo, e será realizado por um pool de emissoras formado pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, pela TV Cultura, pelo jornal Folha de São Paulo e o UOL, além do Google.

Confirmaram a praticipação Felipe D’Avila, Soraya Thronicke, Simone Tebet, Ciro Gomes, Jair Bolsonaro e Lula.

A TV 247 fará uma cobertura do debate, que inicia às 21hs, com um esquenta a partir das 20hs, com o time de jornalistas e analistas do 247. Após o evento, à meia-noite, a TV 247 terá uma edição especial, repercutindo o encontro entre os presidenciáveis.

Como será o debate 

Primeiro bloco

Mediadores: Eduardo Oinegue e Adriana Araújo (Band)

Todos os presidenciáveis terão um minuto e meio para responder perguntas programáticas. Será uma questão para cada dois candidatos. As respostas acompanham a ordem de posicionamento no estúdio, conforme sorteio prévio: Felipe D’Avila, Soraya Thronicke, Simone Tebet, Jair Bolsonaro, Lula e Ciro Gomes.

Em seguida, haverá o primeiro confronto direto. Também por ordem de sorteio, cada um escolhe quem vai responder e tem um minuto para fazer a pergunta. O candidato que for responder terá um total de quatro minutos para administrar entre a resposta e a tréplica. Aquele que perguntou tem um minuto para a réplica. Todos perguntam e todos respondem, nesta ordem: Jair Bolsonaro, Ciro Gomes, Felipe D’Avila, Soraya Thronicke, Lula e Simone Tebet.


Segundo bloco

Mediadores: Eduardo Oinegue e Adriana Araújo (Band)

Seis jornalistas das empresas que integram o pool fazem perguntas para os candidatos e escolhem quem comenta. Um minuto para a pergunta e um minuto para o comentário. O candidato que responde terá quatro minutos para dividir como quiser entre resposta e réplica. Todos respondem e todos comentam.


Terceiro bloco

Mediadores: Leão Serva (TV Cultura) e Fabíola Cidral (UOL)

Novo confronto direto entre os candidatos, também com ordem definida previamente em sorteio (Simone Tebet, Soraya Thronicke, Ciro Gomes, Jair Bolsonaro, Lula, Felipe D’Avila). Um minuto para a pergunta, um para a réplica e quatro minutos administrados entre resposta e tréplica.

Na sequência, mais uma série de perguntas programáticas para todos os candidatos, em ordem previamente sorteada, com um minuto para a resposta. Uma pergunta para cada dois candidatos, nesta ordem: Ciro Gomes, Soraya Thronicke, Lula, Simone Tebet, Felipe D’Avila e Jair Bolsonaro.

Em seguida, cada candidato terá dois minutos para fazer suas considerações finais, em ordem invertida ao início do debate: Ciro Gomes, Lula, Jair Bolsonaro, Simone Tebet, Soraya Thronicke e Felipe D’Avila. 


Ausência

Conforme definido com os partidos, se algum candidato não comparecer ao debate, o púlpito ficará vazio.


Direito de Resposta

Em caso exclusivamente de ofensa moral e pessoal, o candidato poderá solicitar ao mediador direito de resposta imediatamente após o término da fala de quem estiver com a palavra. O mediador submeterá a avaliação ao comitê formado por quatro jornalistas do pool e um advogado. A resposta será dada ainda no mesmo bloco. Na hipótese de deferimento do pedido de resposta, serão concedidos 45 segundos. Brasil247




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Lula parabeniza Janja pelo seu aniversário: "Ao seu lado meus dias são mais felizes"

Outras lideranças políticas e artistas também felicitaram Janja pelas redes

(Foto: Reprodução)

O candidato à presidência pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva usou as redes sociais para parabenizar Rosângela Silva, a Janja, sua esposa, neste sábado (27), pelo aniversário dela.

"Feliz aniversário, Janjinha. Ao seu lado meus dias são mais felizes. Muitos anos de vida, muita saúde, felicidades e tudo de melhor, porque você merece, meu bem", escreveu lula.

Outras lideranças políticas e artistas também felicitaram Janja pelas redes. 

Em seu perfil no Twitter, Alckmin desejou à Janja um “ciclo acompanhado por muitas alegrias, saúde, paz e uma grande vitória logo mais”. Ele publicou uma foto em que aparecem Janja e sua mulher, Lu Alckmin, ao lado uma da outra. Lula e Alckmin estão logo atrás das duas.

O líder da oposição no Senado Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse que é "honra" fazer parte da "reconstrução do país", ao lado de Lula e Janja.

"Um feliz aniversário à nossa querida primeira-dama @JanjaLula. Uma honra fazer parte da reconstrução do país junto contigo e com @LulaOficial! O amor vencerá o ódio! Felicidades!", escreveu o senador no Twitter. 247


 

 

 




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Lula confirma presença no debate da Band, com ou sem Bolsonaro

 Ex-presidente fez anúncio em suas redes sociais na tarde deste sábado

Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: REUTERS)

O candidato à presidência pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, confirmou a presença no debate da Band deste domingo (28) em suas redes sociais. 

"Nos vemos na Band amanhã, 21 horas", escreveu o ex-presidente em seu Twitter.

Havia uma suspeita de que o presidenciável petista não fosse comparecer devido ao jogo de cenas promovido por seu principal concorrente, Jair Bolsonaro (PL), que havia confirmado, nesta sexta-feira (26), que não iria ao debate após a boa performance de Lula na sabatina do Jornal Nacional no dia anterior. O atual chefe do Executivo, no entanto, voltou atrás e deixou a participação em aberto: "Achava que não devia ir, agora acho que devo."

O entorno de Lula já vinha "assumido postura mais favorável ao comparecimento" nos últimos dias, segundo a coluna do Lauro Jardim no jornal o Globo. 247



Marcelo Pimentel: alto comando das Forças Armadas não aderirá ao golpismo de Bolsonaro

Coronel da reserva diz que 'partido militar' em torno do presidente está isolado na instituição, que não oferecerá grandes problemas para um terceiro governo Lula; veja na íntegra

Coronel Marcelo Pimentel (Foto: Arquivo Pessoal | ABR)

O coronel da reserva do Exército brasileiro Marcelo Pimentel afirmou no programa 20 MINUTOS desta quinta-feira (25/08) que o grupo formado por generais também da reserva no entorno de Jair Bolsonaro não tem apoio militar para concretizar as ameaças golpistas do presidente. 

“O golpe é uma narrativa, sempre vinculada a Bolsonaro e a dois ou três generais que fazem o papel de parecem suscetíveis de desencadear o golpe. Mas são todos generais da reserva, como vão desencadear o golpe sem apoio das Forças Armadas e sem tropas?”, questionou Pimentel durante a entrevista ao jornalista Breno Altman.

Pimentel se formou pela Academia Militar de Agulhas Negras (AMAN) em 1987, dez anos após a entrada de Bolsonaro na instituição. Pertence, portanto, à geração seguinte aos militares que passaram pela escola a partir de 1969 e integram o atual governo.

Ele interpreta a relação desse grupo, que chama de “partido militar”, com a cúpula hierárquica das Forças Armadas: “você não ouve nenhuma manifestação de general da ativa do atual alto comando. São os generais das turmas de 1981 até 1985, o comandante é da turma de 1980. No jogo do mau e do bom policial, pretendem ser reconhecidos pelo próximo governo como a garantia de que vai conseguir governar”. E arremata: "Minha geração não é golpista, pelo contrário”. 

Assim, o coronel vê poucas possibilidades de que as Forças Armadas apresentem riscos para um eventual terceiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva. 

Voz militar dissidente, Pimentel nada contra a corrente também quanto ao golpismo do “partido militar”, que julga retórico. “O golpe é narrativo. Sei que isso contraria o senso comum, mas me sinto na obrigação de dizer até para defender meus companheiros no alto generalato, apesar de não ser defendido por eles, muito pelo contrário”. 

Em sua leitura, o “partido militar” constituído pelos generais Augusto Heleno, Eduardo Villas Boas, Carlos Alberto dos Santos Cruz, Walter Braga Netto, Fernando Azevedo, Edson Pujol, Hamilton Mourão e Luiz Eduardo Ramos, entre outros, construiu um projeto de poder e hegemonia fundamentado no voto democrático. 

“Uso a expressão partido porque desta vez a ruptura institucional não faz parte da ação planejada. Chegaram ao poder pelo voto, pelo menos sob o aspecto formal, avalizados pelas autoridades eleitorais e pela própria sociedade”, afirma.

Pimentel argumenta que o projeto de hegemonia por via ao menos formalmente democrática não prevê golpes como os tradicionais. “Os golpes hoje são mais inteligentes, nem têm nome de golpe, às vezes nem parece que foi. Os militares estão no poder, sem ruptura, e estamos preocupados com o golpe do capitão, que vai fazer isso com quem? Sara Winter? Daniel Silveira?”, ironiza.

Ameaças golpistas

As ameaças golpistas, portanto, têm o objetivo primeiro de conservar um protagonismo político militar que Pimentel classifica como “anacrônico, anti-histórico, impróprio, indevido, insensato e às vezes expresso de forma ilegal”. 

Adversário da participação militar na política, seja pela direita, pela esquerda ou pelo centro, o coronel compara a atual configuração à do Segundo Império, quando vigorou uma aliança de poder entre senhores de terra, magistrados, militares das cúpulas hierárquicas (com títulos de nobreza, como Duque de Caxias) e a cúpula da Igreja Católica. 

“Nossa conjuntura de 2022 tem o agronegócio, os magistrados decisivos no processo de deposição de Dilma [Roussef] em 2016 e no processo eleitoral de 2018, os militares e os religiosos, desta vez evangélicos”, compara.

As classes dominantes costumam apoiar os projetos e golpes militares, mas não em todos os casos: “este protagonismo é tolerado pelas elites, o que demonstra que elas parecem ter um lado e aprovar se for do lado que ajuda seus interesses de classe”. 

Pimentel rebate uma crítica que recebe com frequência, de que daria importância demais aos militares, nos processos golpistas a partir de 2016 ou no governo Bolsonaro. "Não nego que haja outras forças, mas o protagonismo é evidente. As escolas cívico-militares são exemplo. Sargentos, tenentes, capitães inativos vão ser bedéis de escolas públicas Brasil afora, internalizando esses valores, tirando do professor a missão de formação intelectual e afetiva do aluno”. 

Suas explicações e denúncias, segundo afirma, almejam contribuir no sentido contrário, de relegar o “partido militar” às notas de rodapé da história do Brasil. Opera Mundi.


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Quem são os 16 novatos eleitos para a Alepe em 2026

  Novos parlamentares incluem ex-prefeitos, vereadores, estreantes na política e veteranos                                   Por Emerson Sa...