segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Festa dos Colonos do N4, reunirá agricultores e arrecadará alimentos para instituições de Petrolina. Evento é neste sábado(07)

  Via:Vinicius de Santana

Comemorar os bons frutos da agricultura irrigada com o homem e a mulher do campo e promover um dia de lazer com ação social, esta é a proposta da 2ª festa dos colonos do Projeto Irrigado N4, na zona rural de Petrolina, que acontece no dia 7 de setembro de 2019. Evento terá vasta programação com cavalgada, desfile cívico, sorteios de prêmios, bingo e shows musicais.
De acordo com os organizadores da Festa dos Colonos do N4, Maycon Israel e Tony Rodrigues, a novidade da segunda edição do evento é que para ajudar as instituições filantrópicas de Petrolina e região, “esse ano pedimos a quem puder, contribua com a doação de 1kg de alimento na entrada da festa. Os alimentos arrecadados serão destinados as instituições de caridade e ajudarão aos mais necessitados de nossa região”, ressaltou.
A festa dos colonos do N4 é gratuita e terá a seguinte programação: às 4h da manhã acontece uma Alvorada que percorrerá as principais ruas da comunidade e após a Alvorada, acontece a Missa na Igreja Católica com grande celebração.
Das 12h às 17h, acontecerá o tradicional churrasco musical, com a animação de músicos como Ditinho do Acordeon, Nilsinho do Arrocha e mais (participação especial do Vaqueiro César Adriano). Já a partir das 17h será a vez do grande bingo no valor de R$ 4 mil.
Ainda segundo a organização, à noite a festa será animada pelos artistas: Adãozinho de Rajada, Valmir do Acordeon e Jeferson Lohan e Manel Vaqueiro.
A festa dos colonos oficial do N4 conta com o apoio da Prefeitura de Petrolina, Vereador Osório Siqueira e demais parceiros. Outras informações sobre o evento podem ser obtidas pelos números: (87) 9. 8803 – 0525, ou, 9.9162-1609, 9. 8157-7541.(Ascom)

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Fusão de programas sociais incluirá 17 milhões de crianças pobres, diz Ipea

  Por:Carlos Britto
(Foto: Reprodução)

A criação de um novo sistema de proteção social, a partir da fusão do Bolsa Família com outros programas, permitirá a inclusão de 17 milhões de crianças brasileiras em situação de vulnerabilidade que não recebem benefício do governo federal, como projeta um estudo divulgado hoje (20) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A proposta planeja a integração de Bolsa Família, Salário-Família, Abono Salarial e Dedução por Dependente no Imposto de Renda da Pessoa Física, políticas públicas voltadas à proteção da infância e dos vulneráveis à pobreza no país.
No estudo, os pesquisadores Sergei Soares, Leticia Bartholo e Rafael Guerreiro Osório avaliam que o sistema de proteção social em vigor é uma colcha de retalhos, construída ao longo dos anos, mas com buracos e sobreposições. De acordo com o Ipea, 1,6 milhão de crianças recebem Salário-Família e Bolsa Família, outras 400 mil crianças recebem Salário Família e dedução no Imposto de Renda, mas 17 milhões não têm benefício social.
O sistema proposto pelos pesquisadores prevê três benefícios: um de R$ 45 reais por criança e jovem com menos de 18 anos de idade, universal e independente da renda, o segundo de R$ 90 por criança de até quatro anos, pagos integralmente até a linha de elegibilidade e regressivo à medida que a renda aumentasse. O terceiro seria um benefício focalizado na pobreza extrema, com valor de R$ 44,00, pago a todos nessa condição, com ou sem filhos.
Base
A base do novo sistema de proteção social passa necessariamente pela manutenção do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e mantém o monitoramento de educação e saúde, mas precisa de mudanças na legislação, incluindo uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional).
De acordo com o Ipea, a fusão dos benefícios não extrapolaria os R$ 52,8 bilhões destinados às políticas de proteção à infância e à pobreza. Esse valor também não pode ser reduzido. Ou seja, com o mesmo orçamento seria possível atender todas as crianças, aumentar a cobertura dos pobres e ter o dobro do impacto sobre a desigualdade no país.

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Bolsonaro terá que fazer nova cirurgia por causa de facada

Presidente passará por uma nova cirurgia, desta vez, para correção de uma hérnia incisional e deve ficar cerca de dez dias afastado do Planalto
  Por: Folhapress
Bolsonaro passará por nova cirurgia
Bolsonaro passará por nova cirurgiaFoto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) terá que fazer uma nova cirurgia em consequência da facada que sofreu durante a campanha eleitoral, em setembro do ano passado. A necessidade da intervenção foi confirmada em avaliação médica neste domingo (1°).
A data da operação não foi divulgada, mas Bolsonaro indicou em uma rede social que deve ficar cerca de dez dias afastado do Planalto para se submeter ao procedimento e se recuperar.

O médico Antonio Luiz Macedo, membro da equipe que tratou o presidente no hospital Albert Einstein após o atentado, fez a avaliação no paciente no aeroporto de Congonhas, logo após Bolsonaro desembarcar na capital paulista, por volta das 8h. O motivo da cirurgia não foi confirmado, mas na sexta-feira (30) Macedo afirmou à Folha que havia o risco de Bolsonaro ter hérnia na região atingida pela facada e depois submetida a três cirurgias.

O problema é considerado normal em um quadro clínico como o dele, que passou por um trauma de grande dimensão e sucessivas operações na área. O surgimento de hérnias era esperado porque a parede abdominal do presidente ficou fragilizada após tantos cortes e procedimentos cirúrgicos.

Como o tecido fica menos resistente, pode acontecer que parte de algum órgão abdominal rompa a parede muscular, criando um volume sob a pele. A operação de hérnia é considerada de médio porte, sem grandes riscos.

Em postagem nas redes sociais, Bolsonaro escreveu: "Pelo que tudo indica curtirei uns 10 dias de férias com eles brevemente". Ele publicou uma foto ao lado de Macedo e do médico Leandro Santini Echenique, que também fez a avaliação. Macedo e Echenique integraram a equipe responsável por cuidar de Bolsonaro no Einstein, para onde ele foi transferido após receber o atendimento emergencial na Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora (MG).

Em julho, após mais de 40 anos no Einstein, Macedo migrou para a Rede D'Or São Luiz. A nova operação no presidente deverá ser feita no Hospital Vila Nova Star, na Vila Nova Conceição (zona sul), que faz parte da rede.

A cirurgia mais recente de Bolsonaro ocorreu no Einstein, em janeiro, para reconstruir o trânsito intestinal, afetado pelo trauma, e retirar do abdômen a bolsa de colostomia (recipiente externo para armazenar fezes). Os médicos consideraram bem-sucedida a recuperação, apesar de complicações que surgiram ao longo do processo, mas foram rapidamente contornadas.

"A condição física ajudou muito, porque ele foi atleta e possui uma musculatura forte. Isso tudo ele usou agora, no trauma", disse Macedo, relembrando o passado de militar do presidente. Como mostrou a Folha, o ataque que o então candidato sofreu em Juiz de Fora completa um ano no dia 6 de setembro e virou trunfo político para o presidente. Ele busca manter o assunto em evidência, mencionando, sempre que pode, o crime perpetrado por um "representante da esquerda".

Adélio Bispo de Oliveira, o autor, que está preso na penitenciária federal de Campo Grande (MS), foi filiado ao PSOL entre 2007 e 2014. Declarado inimputável, por sofrer de problemas mentais, ele foi absolvido pela Justiça em junho. O presidente viajou à capital paulista neste domingo para participar de culto celebrado pelo bispo Edir Macedo, no Templo de Salomão, no Brás (região central).

O líder da Igreja Universal do Reino de Deus, que também é dono da TV Record, apoiou a campanha de Bolsonaro em 2018 e mantém boas relações com o governo.
Segundo a agenda oficial de Bolsonaro, o presidente passa o dia em São Paulo e retorna a Brasília às 18h45. Não foram informados compromissos dele na capital paulista no período da tarde.



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VITÓRIA DE SANTO ANTÃO - Mulher é presa acusada de esganar filho de 3 meses

 O caso está sendo investigado pelo delegado Marcos Maggi, titular da Delegacia de  Vitória de Santo Antão. Crédito: arquivo DP
O caso está sendo investigado pelo delegado Marcos Maggi, titular da Delegacia de Vitória de Santo Antão. Crédito: arquivo DP

A Polícia Civil de Pernambuco autuou em flagrante Solange Vicente Rodrigues, 20 anos, pela morte de seu filho, C.V.L de três meses. O fato ocorreu na manhã desta segunda (2), no município de Vitória de Santo Antão, Zona da Mata de Pernambuco.

O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML). A mulher será encaminhada para audiência de custódia. O caso foi registrado na 17ª DPH, o delegado Marco Maggi está à frente da investigação.

A morte do bebê foi denunciado por vizinhos. As primeiras informações indicam que o bebê foi morto por asfixia. A polícia também irá investigar se outro filho de Solange, que era gêmeo do que foi asfixiado, morto no parto, foi ou não assassinado. 

Ainda não há informações se a mulher sofre de depressão pós-parto. Solange Rodrigues já foi ouvida pelo delegado e aguarda decisão judicial. (DP)




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ECONOMIA - Bolsonaro derrete até na pesquisa do mercado financeiro

(Foto: Adriano Machado/Reuters)

Marcos Mortari, Infomoney - Alvo do vazamento de trocas de mensagens com procuradores e protagonista de desentendimentos recentes com o presidente Jair Bolsonaro (PSL), o ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) não perdeu apenas espaço no governo nos últimos meses.
O ex-juiz responsável por sentenças da Operação Lava-Jato em Curitiba (PR) vem sofrendo com uma ininterrupta piora de imagem junto à opinião pública desde que trocou a magistratura por um ministério na atual administração, mas mantém supremacia do apoio popular ante outras figuras da política nacional.
É o que mostra a 10ª edição da pesquisa XP/Ipespe, realizada entre os dias 27 e 29 de agosto. Segundo o levantamento, em uma escala de 0 a 10, Sérgio Moro recebe nota média 6,0 junto à população. O resultado representa uma queda de 1,3 ponto em relação a janeiro - quando começaram as medições. Para acessar a íntegra da pesquisa, clique aqui.
De lá pra cá, as avaliações positivas (superiores a 6) de Moro foram de 67% da totalidade das respostas para 52%, enquanto as negativas (inferiores a 4) saltaram de 17% para 31%. As variações foram as maiores entre as personalidades políticas testadas pela pesquisa.
Apesar da piora, o desempenho do ministro ainda é o melhor entre os nomes avaliados, incluindo o do próprio presidente Jair Bolsonaro. Prestes a completar oito meses de governo, o mandatário tem nota 5,5, ante 6,7 obtida no primeiro mês de gestão - superado por outro ministro seu: Paulo Guedes (Economia), com nota 5,8.
No período, as avaliações positivas de Bolsonaro foram de 60% para 48%, ao passo que as negativas subiram de 20% para 33%. A pesquisa ouviu 1.000 eleitores de todas as regiões do país, a partir de entrevistas telefônicas realizadas por operadores. A margem máxima de erro é de 3,2 pontos percentuais.
O ministro também leva vantagem sobre o presidente na associação com o combate à corrupção pela população. Para 38% dos entrevistados, é Moro quem mais representa tal bandeira. Outros 24% veem Bolsonaro como o principal porta-voz da agenda. O levantamento mostra que 18% dos entrevistados apontam os dois igualmente enquanto 16% não veem nenhum deles.  
O levantamento também ouviu a opinião dos eleitores sobre a relação entre Bolsonaro e Moro. Para 29%, a dupla tem muita sintonia, enquanto 38% veem alguma sintonia e 25% não enxergam sintonia. Outros 8% não souberam ou preferiram não responder ao questionamento.(247)
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AMAZÔNIA Projetos que visam aumentar proteção à Amazônia estão parados no Congresso

Um dos critérios para que a área mínima de reserva legal possa ser reduzida de 80% para até 50% 
nos estados da Amazônia
  Por: Danielle Brant e Daniel Carvalho, da Folhapress
Amazônia
AmazôniaFoto: Lula Sampaio/AFP

Projetos que poderiam ter reforçado a proteção da Amazônia e freado o desmatamento ilegal na região estão parados no Congresso, que, nos primeiros oito meses do ano, priorizou agendas econômicas e de segurança.

A questão da destruição da floresta ganhou força nas últimas semanas, desde que dados do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (Inpe) indicaram um aumento dos focos de queimada na Amazônia, o que levou chefes de Estado de outros países a criticar a política ambiental do governo Jair Bolsonaro (PSL).

O presidente, por sua vez, atribuiu a crise inicialmente à atuação de ONGs, mesmo sem provas. O setor agrícola teme que a crise provoque sanções ou um boicote a produtos nacionais.
Dentre as propostas analisadas pela reportagem há textos que aumentariam a punição para quem fosse flagrado destruindo florestas e que preveem reclusão de até quatro anos, além do pagamento de multas, para quem provocasse incêndios em vegetação nativa -algo que, se aplicado, poderia coibir ações coordenadas como o "dia do fogo", em que fazendeiros do Pará combinaram queimadas.

Presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara, o deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP) propõe mudanças na lei que regula os crimes contra a flora.

Destruição da floresta ou outra forma de vegetação, por exemplo, acarretaria reclusão de dois a quatro anos, além do pagamento de multa. O corte de uma árvore em área de preservação permanente estaria sujeito à detenção de um a três anos e também a multa.

"É uma forma de diminuir a impunidade na Amazônia. Não pode ser terra de ninguém, em que ninguém paga multa por desmatar", diz o parlamentar.

O deputado Zé Vitor (PL-MG) apresentou proposta que possibilita que doações a entidades sem fins lucrativos que atuem na proteção do meio ambiente sejam deduzidas do Imposto de Renda -mesmo que, diante da grave crise fiscal do país, as chances de que isso passe sejam próximas a zero.

Há dois anos, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) apresentou um projeto que trata da concessão de incentivos fiscais e econômicos a produtores rurais da Amazônia Legal que promovam a preservação ou a recuperação da cobertura florestal em seus imóveis.

"A criação de instrumentos econômicos que recompensem aqueles que contribuem para a conservação da natureza pode ser mais efetiva do que a mera ação fiscalizadora e sancionadora do Estado, especialmente em um país de dimensões continentais e com enormes extensões de florestas como o Brasil", argumenta o senador em seu texto.

A última movimentação do projeto foi em maio, quando foi distribuído para emissão 
de relatório na Comissão de Meio Ambiente. Por outro lado, também está parado desde maio um projeto apresentado pelo senador Mecias de Jesus (PRB-RR) que flexibiliza no Código Florestal um parágrafo que permite a redução da reserva legal em imóveis rurais da Amazônia Legal.

Um dos critérios para que a área mínima de reserva legal possa ser reduzida de 80% para até 50% nos estados da Amazônia é que mais de 65% do território esteja ocupado por unidades de conservação da natureza de domínio público e por terras indígenas homologadas.

Em seu projeto, o senador propõe a inclusão de áreas de domínio das Forças Armadas na contabilização deste percentual. Além disso, ele dispensa o estado da aprovação do Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE).

O ZEE é um instrumento de organização do território que tem que ser obrigatoriamente seguido na implantação de planos, obras e atividades públicas e privadas. Ele estabelece medidas e padrões de proteção ambiental para assegurar a qualidade ambiental, dos recursos hídricos e do solo e a conservação da biodiversidade, garantindo o desenvolvimento sustentável e a melhoria das condições de vida da população.

"Defendemos essa alteração por entender que um estado da Amazônia Legal que contribui com mais de 65% do seu território preservado, já demonstrou seu compromisso e seu sacrifício em prol da causa ambienta", argumenta o senador ao justificar o projeto.

Na semana passada, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), criou uma comissão permanente de deputados e senadores para discutir mudanças climáticas.
Os parlamentares elegeram o senador Zequinha Marinho (PSC-PA) para presidir a comissão, rompendo acordo que havia sido anunciado por Alcolumbre, segundo o qual o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) assumiria o comando do colegiado.
Zequinha Marinho é alinhado com projetos da pauta ambiental do presidente Jair Bolsonaro como o avanço da regularização fundiária na região amazônica.

O líder da Minoria no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), conseguiu assinaturas em apoio à criação de uma comissão parlamentar de inquérito para apurar as causas da ampliação dos índices de desmatamento na Amazônia Legal.

O senador Plínio Valério (PSDB-AM) protocolou requerimento para criação de outra CPI, desta vez com foco na atuação de "ONGs de fachada" na Amazônia e na destinação dos recursos do Fundo Amazônia.

Para que as CPIs de fato existam é preciso anuência do presidente da Casa.
As queimadas na Amazônia foram o tema de mais de uma dezena de discursos no Congresso na semana passada.

"Queria que essa empolgação contaminasse a Comissão do Meio Ambiente. Aliás, quero informá-los de que amanhã teremos reunião e que temos 34 Senadores que não participam. Por que não fazemos esse debate lá dentro? É muito bom pegar o microfone aqui e defender", disse aos colegas, na terça (27), o presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado, Fabiano Contarato (Rede-ES).

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), apresentou ao STF (Supremo Tribunal Federal) uma petição requisitando para educação e para a Amazônia os R$ 2,5 bilhões depositados em janeiro pela Petrobras em uma conta vinculada à Justiça Federal, resultado de um acordo feito com a Justiça dos Estados Unidos.

A maior parte do valor seria usado para abastecer um fundo que investiria em projetos de combate à corrupção, o que foi previsto em acordo assinado com o Ministério Público Federal.

O"presidente da Câmara pede que, dos R$ 2,5 bilhões, R$ 1,5 bilhão sejam destinados ao pagamento de despesas relacionadas ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.

Outros R$ 200 milhões serviriam para descontingenciar o bloqueio orçamentário em programas de meio ambiente, e R$ 800 milhões poderiam ser alocados em ações orçamentárias voltadas à prevenção e combate de incêndios florestais.



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Finalmente: Justiça dá prazo de dez dias para dono remover embarcação da Orla de Juazeiro

   Via:Carlos Britto
Embarcação abandonada na Orla de Juazeiro-BA. (Foto: Duda Oliveira/Blog do Carlos Britto)


A embarcação Costa e Silva, há anos na Orla de Juazeiro (BA), finalmente será removida do local. Pelo menos é o que se espera após a justiça conceder uma liminar determinando que o proprietário proceda a retirada da estrutura, no prazo máximo de dez dias, sob pena de multa diária de R$ 5.000,00 em caso de descumprimento. A barca hoje impede a continuidade da obra do Parque Fluvial.

De acordo com a prefeitura, desde o início das intervenções de requalificação das margens do Rio São Francisco, a Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano (Semaurb) vem notificando o proprietário e aplicando sanções pela permanência da embarcação no local. O dono, no entanto, conforme a prefeitura, acionou a justiça na tentativa de ser desobrigado de cumprir a retirada.
Em pleito movido pela Procuradoria Geral do Município, o juiz da 1ª Vara de Fazenda Pública de Juazeiro, Wanderley Andrade de Lacerda, concedeu, no último dia 30 de agosto, a liminar que obriga a remoção da barca. Decorridos 20 dias sem o efetivo cumprimento da decisão, o município de Juazeiro, segundo a mesma sentença, estará autorizado a promover a remoção e cobrar do proprietário os custos da mesma.


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Eleições 2026 - Dani Portela (PT) é a deputada estadual mais votada de Pernambuco

  As informações são da apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)                       Por Portal Folha de Pernambuco      A petista r...