"Qualquer que seja o resultado do julgamento, eu seguirei na luta pela dignidade do povo desse país", disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (23), em um discurso em Porto Alegre durante um ato de agradecimento à solidariedade de milhares de pessoas que estão acampadas na cidade para acompanhar a sessão no TRF4.
"Só uma coisa vai me tirar das ruas desse país e será no dia que eu morrer. Até lá estarei lutando por uma sociedade mais justa", disse Lula, emocionado.
Cerca de 70 mil pessoas se aglomeraram nas imediações da chamada Esquina Democrática para ouvir o discurso do ex-presidente, que afirmou que não falaria sobre o processo, e sim sobre o país. "Não vim aqui pra falar do meu processo, primeiro porque tenho advogados competentes que já provaram minha inocência, segundo porque acredito que meus juízes vão se ater aos autos do processo. Eu vim aqui falar de esperança, de sonhos. Vim falar da soberania nacional", disse Lula ao iniciar sua fala.
"As pessoas tem que entender que não estou preocupado comigo. Estou preocupado com o povo brasileiro. Eles estão desmontando o Prouni, o Fies, as escolas técnicas", destacou o ex-presidente, enumerando os retrocessos que sucederam o golpe contra a presidenta eleita Dilma Rousseff, que também acompanhou o ato.
Milhares de apoiadores do ex-presidente começaram a chegar nesta segunda-feira (22) a Porto Alegre. Diversos movimentos sociais como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra) marcharam até a cidade para demonstrar solidariedade a Lula e defender seu direito de ser candidato. "Também queria cumprimentar os companheiros da Argentina, do Uruguai, da Itália, de Portugal, da República Dominicana e da Venezuela que estão aqui com a gente", agradeceu Lula.
Caravana
O ex-presidente ressaltou que tem intenção de voltar ao estado do Rio Grande do Sul em fevereiro para mais uma etapa da caravana Lula Pelo Brasil.
Julgamento
Nesta quarta-feira (24), Lula deve acompanhar o julgamento em São Paulo. Mais tarde, ele participa de um ato na Praça da República, às 16h.(247).
O centenário monumento do cruzeiro da Praça Pio XII, mais conhecida em Petrolina como Praça do Galo, no Centro da cidade, teve sua última etapa de restauração concluída na noite de ontem (23), com a entrega do equipamento realizada pelo prefeito Miguel Coelho, em solenidade que contou com a presença da secretária Maria Elena Alencar (Cultura, Turismo e Esportes) e a vice-prefeita Luska Portela. A cruz, que foi originariamente implantada em 1901, recebeu um delicado trabalho de revitalização nos últimos meses.
Esse trabalho foi conduzido pelos mestres Cícero Rodrigues, Francisco Soares e Emerson Silva, na Oficina do Artesão. O monumento apresentava alto desgaste na base e no resplendor, deixando a peça sem brilho e aspecto de abandono. Para tornar o cruzeiro com mais vida, foi feito um envernizamento na madeira.
No ato de reinauguração, o cruzeiro recebeu a bênção do monsenhor Milton, numa cerimônia que lembrou a importância histórica e religiosa do monumento para os petrolinenses. Esses aspectos foram ressaltados por Miguel Coelho como fundamentais para fortalecer a autoestima dos moradores e valorizar a cultura da cidade.
“Monumentos e praças históricas que estavam sendo negligenciadas, agora estão sendo revitalizadas. Sempre digo que quem não valoriza o seu passado, não sabe onde quer chegar no seu futuro. Então, um monumento com tanta história e importância para nossa cidade precisa ser protegido e valorizado, pois não é apenas um monumento, mas uma parte da história de nosso povo”, explicou o prefeito.
História
O cruzeiro foi implantado em frente à Igreja Matriz, em 1901, e transferido a pedido do bispo Dom Avelar Andrade Pontes para a Praça Pio XII, no Centro, em 1970. A ideia, na época, era que o monumento fosse um marco religioso no portal de entrada da cidade e acesso em direção ao Recife. Tempos depois, o cruzeiro recebeu um galo de madeira em seu resplendor, o que influenciou a população a chamar a localidade de Praça do Galo. “Petrolina passou por grandes transformações nas últimas décadas, e hoje a entrada da cidade já está numa área bem mais distante, mas o cruzeiro continua como um símbolo da religiosidade do nosso povo”, resumiu o prefeito. As informações são da assessoria da PMP. (Foto/divulgação),(C.Britto).
O ex-presidente Lula durante ato em Porto Alegre na terça-feira – Terceiro / Paulo Lisboa/Brazil Photo PressPORTO ALEGRE — Três desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) começam a decidir nesta quarta-feira o futuro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado a nove anos e meio de prisão no caso do tríplex do Guarujá. Ao julgar a apelação do petista à sentença de primeiro grau, João Pedro Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Laus poderão mudar os rumos da eleição presidencial de 2018. No limite, a decisão tem o poder de tirar da disputa o mais forte entre os pré-candidatos, dono de cerca de 30% de intenções de voto, segundo pesquisas. Os três juízes estão sob forte pressão e esquema de segurança.
Se votarem em bloco pela condenação, Lula terá menos chances de recorrer e, consequentemente, sua candidatura fica mais improvável. Se apenas um dos magistrados divergir a favor do petista, aumentam as possibilidades de recursos, dando fôlego à pré-campanha de Lula. Se o ex-presidente for absolvido, o caminho estará aberto para o seu plano de voltar ao Palácio do Planalto, embora a acusação possa recorrer também.
Qualquer que seja o resultado, o PT promete manter a candidatura de Lula até as últimas consequências e levar aos tribunais superiores um longo processo de recursos, repetindo o que já aconteceu até aqui — nos últimos anos, a defesa do petista apresentou uma medida judicial a cada três dias. Para o partido, até mesmo a condenação não impede que Lula mantenha sua campanha como pré-candidato e registre sua candidatura até 15 de agosto. Só cinco dias depois, afirmam, poderá ser pedida a impugnação, com base na Lei da Ficha Limpa, e a decisão poderá ou não vir antes da eleição, prevista para outubro. Mas, se Lula for realmente impedido de concorrer, o PT pode lançar mão de um nome alternativo para a Presidência. Os outros pré-candidatos acompanham de perto e já traçam suas estratégias com e sem o petista na corrida.
Numa última cartada antes do julgamento, a defesa de Lula pediu ontem ao TRF-4 que, caso condenado, ele possa continuar em liberdade enquanto apresenta os recursos aos tribunais superiores: o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF).(C.Geral).
O governo Michel Temer planeja elevar a idade mínima para idosos pobres receberem benefício assistencial, caso consiga aprovar a reforma da Previdência neste ano, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, responsável pela política.
Militares, que são responsáveis pela maior parte do deficit da Previdência, no entanto, estão fora dos planos da reforma.
O secretário-executivo da pasta e ministro em exercício, Alberto Beltrame, disse que a ideia é aumentar para 68 anos a idade mínima do BPC (Benefício de Prestação Continuada), que hoje está em 65 anos.
"A idade do BPC, em aprovada a mudança da idade da Previdência, tem que subir um pouco", afirmou. "O que estamos falando aqui é de colocar em torno de 68 anos."
A explicação para a mudança, segundo Beltrame, é que manter a idade do BPC em 65 anos "pode ser desestimulante à contribuição" à Previdência.
O benefício, no valor de um salário mínimo (R$ 954), é pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda. Para receber, é necessário que a renda familiar por pessoa seja inferior, hoje, a R$ 238,50.(247).
Porto Alegre teve nesta terça-feira a maior manifestação de sua história. Mais de 70 mil pessoas se reuniram na cidade em um histórico ato de apoio ao ex-presidente Lula.
Nesta quarta, o TRF-4, na cidade, vai julgar o recurso do petista de sua condenação pelo juiz Sérgio Moro no caso do triplex da OAS.
Na véspera do julgamento, uma multidão de vermelho tomou as ruas para saudar Lula, que retribuiu com um discurso emocionado, em que reafirmou sua inocência, agradeceu o apoio e falou da disposição em ajudar os brasileiros.
"Preciso que o povo participe para que a gente possa recuperar esse país. Vocês não tem noção de como foi bom esse país ser grande. Esse país vai voltar. Podem ter certeza", afirmou.
Lula destacou ainda a falta de provas para sua condenação.
"Por isso a minha tranquilidade. A tranquilidade dos inocentes. Daqueles que não cometeram nenhum crime. Eles tem medo que eu volte? Eles tem medo pelas coisas boas que nós fizemos. Por uma empregada doméstica ver sua filha estudando medicina", completou.(247).
“O juízo que produziu a sentença condenatória do cidadão e ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva parece afastar-se tanto da imparcialidade quanto da busca pela verdade”. (Foto: Júlia Dolce/ Brasil de Fato)
“Antes corra o juízo como as águas, e a justiça como ribeiro perene”(AMÓS 5:24)
EXMO. SR. DR. DESEMBARGADOR CARLOS EDUARDO THOMPSON FLORES LENZ PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA QUARTA REGIÃO.
Religiosos e religiosas brasileiras se dirigem ao Senhor Desembargador, na condição de Presidente do TRF4, e de julgador em segunda instância do recurso impetrado pela defesa do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, a fim de demonstrar nossa preocupação frente ao julgamento a ser realizado no dia 24 de janeiro de 2018.
A noção de justiça para o povo de fé é muito cara. Ela radica-se num conceito mais amplo de equidade social, distribuição igualitária de riquezas e participação ativa e isonômica de todas as pessoas que compõem o conjunto da sociedade nas decisões que dizem respeito aos seus destinos. À noção de justiça está ligado o conceito de juízo justo.
Uma tradição antiga vinda do livro de Deuteronômio conclama os juízes dizendo: “Não sereis parciais no juízo; ouvireis assim o pequeno como o grande…” (Deuteronômio 1:17). E a tradição profética liga justiça à verdade para fins da construção da paz: “Eis as coisas que deveis fazer: falai a verdade cada um com o seu próximo, executai juízo nas vossas portas segundo a verdade em favor da paz” (Zacarias 8:16).
O juízo que produziu a sentença condenatória do cidadão e ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva parece afastar-se tanto da imparcialidade quanto da busca pela verdade com fins de construção da paz. A sentença nos parece inepta uma vez que não se firma em provas reais e concretas e resulta de um processo desenvolvido a partir de práticas estranhas ao direito brasileiro desrespeitando a própria Constituição Federal de 1988.
Escutas ilegais, tais como aquelas feitas ao escritório dos advogados de defesa do ex-presidente Lula e à Presidenta da República Dilma Rousseff, são vedadas expressamente pela Constituição Federal (art. 5°, LVI), o que, por si só, deveria tornar o processo nulo. A condução coercitiva televisionada e a publicidade midiatizada de partes da ação processual, antecedendo a comunicação destas à própria defesa, transformaram este processo em espetáculo e violaram o conceito do devido processo legal colocando sob suspeita a imparcialidade do juiz. Tais práticas nos parecem suficientemente graves, mas ainda mais perturbadora é a condenação do ex-presidente Lula por “prática de corrupção passiva” com base em um apartamento tríplex do qual ele não é o proprietário e sobre o qual ele não tem a posse. Só é proprietário de um imóvel quem o tem registrado em seu nome; e só tem a posse de um imóvel alguém que o utiliza. Nenhuma das duas figuras aplica-se ao ex-presidente Lula em relação ao tríplex no Guarujá. Deste modo, no lugar das provas fáticas do conjunto probatório, o juiz julga com base na convicção e presunção, sem o apoio das provas.
Estamos conscientes, por meio da entrevista publicada pelo Estadão em 06 de agosto de 2017, que o Senhor Desembargador considera a sentença do Juiz Sérgio Moro “tecnicamente irrepreensível” e avalia que ele “fez exame minucioso e irretocável da prova dos autos”. Diante da questão fulcral da ausência de provas fáticas, o Senhor Desembargador afirmou que “uma das grandes questões jurídicas com que o Tribunal irá se debater” é “se a prova indiciária é suficiente para embasar um conteúdo condenatório.” [1]
A maioria de nós não é da área jurídica, mas nós esperamos que a prova indiciária não seja suficiente para embasar um conteúdo condenatório. Não se pode condenar alguém por uma presunção de corrupção. A presunção, constitucionalmente assegurada a todos os cidadãos e a todas as cidadãs, é a presunção de inocência (CF Art. 5°, LVII). Utilizar a presunção e os indícios para fins condenatórios é, a nosso ver, um deslocamento de sentido da legislação penal e uma violência aos direitos fundamentais das pessoas, pois, como afirma o Jurista e Professor Afrânio Silva Jardim, “o(s) indício(s), por mais fortes e contundentes que sejam, não são hábeis a provar a própria “existência” do crime – que alguns chamam de materialidade.” [2]
A fragilidade de uma condenação nestas condições debilita o direito, o sistema judiciário e a noção de justiça.
Ademais, como afirmou John Adams com base em Cesare Beccaria, no julgamento do Massacre de Boston, “é preferível absolver vários culpados do que condenar um inocente”. [3]
Deste modo, vimos requerer que este egrégio Tribunal, para além da tecnicidade jurídica, decida com base na verdade verificada através de provas concretas e naquilo que tenha o potencial de construir a paz.
Floridalva Paiva Dias de Sá Cavalcanti, tutora do programa de cultura de paz do Centro de Estudos Budistas Bodisatva.
Franklin Felix, psicólogo, Movimento Espíritas pelos Direitos Humanos, São Paulo/SP.
Gilberto Araújo da Cruz, Pastor Auxiliar da Igreja Batista Missionária Visão Profética.
Gilmar Ferreira, Igreja Batista.
Giselle Marques de Araújo, advogada, professora universitária, doutora em Direito, 4a. Igreja Batista de Campo Grande/MS.
Guilherme Reichwald Jr., luterano, Professor do Instituto Federal Sul rio-grandense (IFSUL).
Gustavo Corrêa Bezerra de Araújo, Igreja Batista de Campo Grande/MS.
Gustavo Gilson Oliveira, Deão da Catedral Anglicana do Bom Samaritano, Diocese Anglicana do Recife, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Recife/PE.
Helivete Ribeiro Pinto Bezerra, Pastora e Psicóloga, Aliança de Batistas do Brasil.
Inamar Corrêa de Souza, sacerdote da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Rio de Janeiro/RJ.
Ingeborg Danila Eichwald, aposentada, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
Ir. Iolanda Maria Borges, Psicóloga/Neuropsicóloga integrada à Pastoral Social e Ecológica, Igreja Católica Apostólica Romana.
Ires Helfensteler, pastora, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
Irmãs da Divina Providência daProvíncia Mãe da Providência, Porto Alegre/RS.
Izaias Torquato, M.e. Cientista da Religião, Teólogo, Reverendo Anglicano, Paróquia Anglicana São Filipe, Apóstolo, Goiânia/GO.
Jayro Pereira de Jesus, Escola Livre Ubuntu.
Joanildo Albuquerque Burity, membro de Conselho Diocesano, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Recife/PE.
João Batista Pinheiro, pastor batista, professor de teologia, Resende/RJ.
Joel Zeferino, Pastor Batista, Salvador/BA.
Jorge Luiz F. Domingues, Pastor metodista, New York, EUA.
Jorge Mattoso, Assessor Executivo da Congregação Espírita Umbandista do Brasil.
Josaphat Nelson Jarpa Ramírez, Director de la Fundación Helmut Frenz, Chile.
José Barbosa Junior, teólogo e pastor batista, Belo Horizonte/MG.
Frei José Fernandes Alves, OP – coordenador da Comissão Dominicana de Justiça e Paz do Brasil.
José Geraldo da Rocha, doutor em teologia e de Religião de Matriz Africana.
José Marcos da Silva, Pastor Presidente da Igreja Batista em Coqueiral/MG.
José Oscar Beozzo, CESEP, Cehila, Igreja Católica Apostólica Romana, São Paulo/SP.
José Valter Medeiros Campelo, Membro da coordenação do Centro de Estudos Bíblicos/PB.
Juliana Ramos da Costa Henrique, estudante, Igreja Católica Apostólica Romana.
Júlio Cézar Adam, pastor e professor de Teologia, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Novo Hamburgo/RS.
Keila Maria Zeferino, originalmente Igreja Batista.
Laudicéia Reis Silva dos Santos, servidora pública do município de São Paulo, Igreja Batista, São Paulo/SP.
Léa Mara Santos de Sá, Igreja Batista, aposentada.
Liana Lopes Bassi, Igreja Metodista Livre em Apucarana/PR.
Lilian Conceição da Silva, Presbítera da Diocese Anglicana do Recife, da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil.
Lori Altmann, pastora voluntária da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Pelotas RS.
Louis Marcelo Illenseer, mestrando em Teologia, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
Lucas Correia, Ministro Leigo, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil.
Luiz Caetano Grecco Teixeira, sacerdote anglicano, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Rio de Janeiro/RJ.
Luiz Carlos Rebelatto dos Santos, Igreja Batista Central de Brasília/DF.
Luiz Eduardo Santos do Nascimento, membro leigo, Igreja Adventista do Sétimo Dia, Belém/PA.
Marcia Lima Falcão, Servidor Pública Federal/Advogada, Evangélica.
Marcia Blasi, pastora, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, São Leopoldo/RS.
Marcio Roberto Lisboa, Presbiteriana Independente do Brasil.
Marcos Aurélio dos Santos, missionário na Igreja de Cristo e membro da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, Natal/RN.
Marcos Habib, professor, Aliança de Batistas do Brasil.
Marga Stroher, teóloga, professora universitária, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
Maria Antonia Martins dos Santos, Professora, Cuiabá/MT.
Maria Auxiliadora Pereira, freira Dominicana de Santa Catarina de Sena, Igreja Católica Apostólica Romana.
Maria Bernardete Macarini, religiosa da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, coordenadora da área de assistência social e da Rede Um Grito pela Vida. ICAR.
Maria Celina Correia Leite, coordenadora do Centro de estudos e educação popular, Igreja Católica Apostólica Romana.
Maria das Dores Pinto Krepke, professora, Igreja do Evangelho Quadrangular, Juiz de Fora/MG.
Ir. Maria das Mercês, Igreja Católica Apostólica Romana.
Maria Dorothéa Silva Luz de Araújo, Igreja Batista no Lago Norte, Palmas/ TO.
Ir. Maria Eugênia Ribeiro Silveira, Congregação das Irmãs Dominicanas de Nossa Senhora do Rosário de Monteils, Vice- Presidente da CRB , Regional Palmas/TO.
Maria Helena Arrochelas, Centro de Defesa dos Direitos Humanos, Petrópolis, ICAR.
Maria Ione Pilger, Ministra Catequista da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
María Pilar Aquino, Catedrática Universitaria, Católica.
Marilia Alves Schüller, missionária metodista, assessora de projeto em KOINONIA, Rio de Janeiro/RJ.
Marlene Stutz Gomes Freijanes, secretária de Causas da IPB da Federação de Senhoras (SAF), Igreja Presbiteriana do Brasil.
Marta Nornberg, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
Mateus Vieira Lesina, estudante de direito, Igreja Católica Apostólica Romana.
Mauri Cruz – Advogado – Membro da Diretoria Executiva da Abong.
Dom Mauricio Andrade, Bispo de Brasilia, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Brasília/DF.
Mônica Porto Carreiro Monteiro, administradora, mestre em administração, servidora pública federal.
Mônica Tinoco Ferreira Gomes, Pastora Auxiliar, Igreja Batista.
Nelson Kilp, Doutor em Teologia, pastor da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Salvador/BA.
Nelson Kirst, pastor emérito, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, São Leopoldo/RS.
Neusa Maria Gomes da Silva, pastora, Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, Rio de Janeiro/RJ.
Nicolás Esteban Panotto, Director de GEMRIP, Santiago de Chile.
Nilza Valeria Zacarias do Nascimento, Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, Rio de Janeiro/RJ.
Nilo Bidone Kolling, Cat. Ms., Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
Nivia Ivette Núñez de la Paz, Teóloga e professora, Igreja Anglicana, São Leopoldo/RS.
Octavio Alves dos Santos Filho, pastor Metodista no bairro de São Miguel Paulista, São Paulo/São Paulo.
Dom Orvandil Moreira Barbosa, Arcebispo Primaz da Igreja Católica Anglicana.
Paulo Cesar Souza, Prof. Universitário, Igreja Presbiteriana Independente do Brasil
Paulo Donisete Pitarelli, Congregação São Vicente Pallotti, Igreja Católica Apostólica Romana.
Bispo Paulo Lockmann, Igreja Metodista do Brasil, Rio de Janeiro/RJ.
Piedade Marques, Rede de Mulheres Negras de Pernambuco, Recife/PE.
Rafael da Silva Santos, Assembleia de Deus – Mutuípe BA.
Rafael Soares de Oliveira, Ogan D’Oxossi, Candomblé, Rio de Janeiro/RJ.
Regina Augusta Souza de Oliveira Policarpo, Funcionária Pública, Igreja Católica Apostólica Romana.
Rejane Maria Pereira da Silva, professora da rede de ensino do Recife/PE.
Renate Gierus, pastora luterana, doutora em teologia, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, São Leopoldo/RS.
Renato Küntzer, pastor, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Pastoral Popular Luterana.
Ricardo Vargas Mora, pastor da Igreja Presbiteriana.
Rodrigo da Silva Coelho, Pastor da Igreja Presbiteriana da Praia de Botafogo, Pastor da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, Rio de Janeiro/RJ.
Rodrigo Rocha Medeiros, teleoperador, Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB).
Ronilso Pacheco, teólogo, Comunidade Batista de São Gonçalo,RJ.
Rosangela S. Oliveira, pastora metodista, New York/USA.
Rosania Bárbara de Oliveira, Religiosa Consagrada, Instituto Irmãs da Reparação. Igreja Católica.
Rudolf von Sinner, teólogo luterano, São Leopoldo/RS.
Sabina Stillhad Schaeffer, pianista, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Rio de Janeiro/RJ.
Sandra Marques Regis, tradutora, Presbiteriana, Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito.
Silas Araújo Lima, Igreja Batista no Lago Norte, Palmas/ TO.
Silvana Carvalho, Igreja Católica Apostólica Romana.
Silvane Viana França Góis, Igreja Baptista de Marinha Grande – Portugal.
Silvio Meincke, Pastor aposentado da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Schwäbisch Hall – Alemanha.
Silvio Schneider, Pastor aposentado da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Viamão/ RS.
Thiago Valentim Pinto Andrade, teólogo católico, Igreja Católica Apostólica Romana, Tabuleiro do Norte/CE.
Valdemar Figueredo Filho, Pastor Batista, Doutor em Ciência Política, Professor Universitário, Diretor do Instituto Mosaico.
Valeria Cristina Vilhena, cientista da religião, São Paulo/SP.
Valério Guilherme Schaper, pastor da IECLB e professor de ética na Faculdades EST, São Leopoldo/RS.
Venícius Morais Coelho, fisioterapeuta, Sacerdote da Religião Wicca.
Washington Luiz Silva Santos, metodista, músico e regente de coral. Igreja Metodista.
Wendell dos Reis Silva, analista de comunicação, 2º Igreja Presbiteriana de BH, Belo Horizonte/MG.
Wertson Brasil de Souza, Presbítero, Igreja Presbiteriana Unida do Brasil.
Wilkens Lenon Silva de Andrade, pastor batista, Secretário da Associação Central das Igrejas Batistas do Centro da Paraíba – ACIBAP.
Wislanildo Franco, Ministro da Palavra e dos Sacramentos, Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, Rio de Janeiro/RJ. (Sul21).
Em um discurso emocionante para uma multidão em Porto Alegre, na noite desta terça-feira 23, véspera de seu julgamento, o ex-presidente Lula disse carregar "a tranquilidade dos inocentes, daqueles que não cometeram nenhum crime".
"As pessoas têm que entender que não estou preocupado comigo. Estou preocupado com o povo brasileiro. Eles estão desmontando o Prouni, com o Fies, com as escolas técnicas", criticou Lula. "Eles inventaram uma doença chamada PT que provocava a ascensão dos mais pobres. As pessoas não queriam mais andar de ônibus, queriam andar de avião", acrescentou.
Lula comentou também o artigo publicado no New York Times que denuncia a parcialidade do juiz Sergio Moro e o risco à democracia brasileira caso Lula seja condenado.
"Se tem uma coisa que não me conformo é o complexo de vira-lata, inclusive da imprensa brasileira. Uma imprensa que não tem compromisso com a verdade, que não tem respeito, que se protege escondendo as coisas", criticou. "Leiam o New York Times de hoje que vocês vão ver coisas que a imprensa brasileira não tem coragem de publicar", disse.
"Eu duvido que os jornalistas que escrevem mentira a meu respeito e que o William Bonner durmam todo dia com a consciência tranquila. Eles sabem que eles estão mentindo", prosseguiu.
"Só uma coisa vai me tirar das ruas desse país e será o dia que eu morrer. Até lá estarei lutando por uma sociedade mais justa", ressaltou. "Qualquer que seja o resultado do julgamento, eu seguirei na luta pela dignidade do povo nesse país", completou.
Lula disse "precisar que o povo participe para que a gente possa recuperar esse país". E acreditar que "a esquerda vai se reunir não em torno de um candidato, mas em torno de um projeto". Assista à íntegra do discurso:(247).