quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

Ex-comandante da Polícia Militar do DF é preso após ordem de Moraes

Responsável pelo comando da corporação durante os ataques bolsonaristas às sedes dos três Poderes, ele foi afastado do cargo na segunda, pelo interventor federal Ricardo Cappelli

Alexandre de Moraes (à esq.) e Fabio Augusto Vieira (Foto: ABR | Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília)

O ex-comandante da Polícia Militar do Distrito Federal Fábio Augusto Vieira foi preso nesta terça-feira, 10, após ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Responsável pelo comando da corporação durante os ataques bolsonaristas às sedes dos três Poderes no último domingo, 8, ele foi afastado do cargo na segunda-feira, 9, pelo interventor federal Ricardo Cappelli. E foi substituído pelo coronel Klepter Rosa Gonçalves. 247.


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PF prende Ana Priscila Azevedo, uma das líderes do terrorismo bolsonarista

A apoiadora de Jair Bolsonaro fez críticas à maneira como os detidos por envolvimento nos atos terroristas estão sendo tratados na Academia da Polícia Federal, em Brasília

Ana Priscila (Foto: Reprodução/Twitter)

A Polícia Federal (PF) prendeu a bolsonarista Ana Priscila Azevedo, que participou da invasão à Praça dos Três Poderes. Mais de mil pessoas foram presas por envolvimento nos atos terroristas do último domingo (8) em Brasília (DF), onde manifestantes invadiram o Congresso, o Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF). As declarações de Priscila foram publicadas nesta terça-feira (10) pelo jornal Metrópoles

A apoiadora de Jair Bolsonaro fez críticas à maneira como os detidos por envolvimento nos atos estão sendo tratados na Academia da Polícia Federal, em Brasília. "A gente não sabe, pois quem está indo para as triagens não está voltando e não nos dão respostas. Não sabemos se essas pessoas estão indo para casa ou indo para as cadeias", complementou a apoiadora do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em nota, a PF disse que "os detidos estão sendo submetidos aos procedimentos de Polícia Judiciária". "Após os trâmites realizados pela Polícia Federal, os presos estão sendo apresentados à Polícia Civil do DF, responsável pelo encaminhamento dos detidos ao Instituto Médico Legal e, posteriormente, ao sistema prisional".

Por questões humanitárias, foram liberados 599 poessoas que haviam sido presas, sendo a maioria idosos, pessoas com problemas de saúde, em situação de rua e mães acompanhadas de crianças. Brasil247.




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Anderson Torres diz que irá se entregar após ter prisão decretada por facilitar terrorismo em Brasília

"Irei me apresentar à justiça e cuidar da minha defesa", afirmou o ex-ministro de Bolsonaro de ex-secretário de Segurança do DF, que facilitou os atos terroristas em Brasília

Anderson Torres (Foto: Elaine Menke/Câmara dos Deputados)

O ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, anunciou na noite desta terça-feira (10) que irá se entregar à polícia, após ter sua prisão decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). 

O ex-auxiliar de Bolsonaro e de Ibaneis Rocha é acusado de facilitar os atos de terroristas bolsonaristas na capital federal do último domingo (7). 

Torres está nos Estados Unidos e disse que irá "antecipar as férias" para se entregar às autoridades. "Hoje (10/01), recebi notícia de que o Min Alexandre de Moraes do STF determinou minha prisão e autorizou busca em minha residência. Tomei a decisão de interromper minhas férias e retornar ao Brasil. Irei me apresentar à justiça e cuidar da minha defesa", afirmou. 

Anderson Torres disse também que acredita na Justiça e na força das instituições. 


Leia também materéria da agência Reuters sobre o assunto: 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decretou nesta terça-feira a prisão do ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, após as falhas de segurança que permitiram os ataques às sedes dos Três Poderes no domingo, disse uma fonte com conhecimento da decisão.

Ainda não havia detalhes sobre o cumprimento da ordem de prisão contra Torres, que viajou para Orlando, nos EUA, antes dos ataques de domingo realizados por bolsonaristas radicais contra o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional. Os vândalos pediam um golpe contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Oito policiais federais estiveram na tarde desta terça na casa do ex-ministro em um condomínio no bairro Lago Sul, área nobre de Brasília. Em dois carros descaracterizados, mas vestindo fardamento da PF, eles chegaram por volta das 16h e ficaram 1h40 no local, saindo com uma maleta.

A Reuters tentou contato com Torres, mas não conseguiu resposta.

Torres, que é delegado da PF, fora nomeado secretário de Segurança Pública do DF em 1º de janeiro, após deixar o comando do Ministério da Justiça com o fim do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Ele fora nomeado pelo governador Ibaneis Rocha que, no entanto, decidiu demiti-lo do cargo após a grave falha na segurança pública no domingo que resultou na invasão e depredação dos edifícios-sede dos Três Poderes. Posteriormente, Ibaneis foi afastado temporariamente do cargo por 90 dias também por ordem de Moraes.

Na quarta-feira, em julgamento pelo plenário virtual, os demais ministros vão decidir se confirmam ou derrubam a decisão de Moraes que afastou Ibaneis.

Moraes também decretou a prisão do ex-comandante-geral da Polícia Militar do DF Fábio Augusto Vieira, disse a fonte, acrescentando que o ex-comandante estava sendo levado para um local de custódia da PM.

Vieira era um dos principais responsáveis pela frustrada operação das forças de segurança pública na capital do país no domingo, uma vez que cabe à Polícia Militar do DF fazer a segurança dos prédios públicos em Brasília.

O ex-comandante da PM-DF já tinha sido exonerado do cargo por ordem do interventor federal na área de segurança pública do DF, Ricardo Capelli.

Procurada, a assessoria de imprensa da PM-DF não respondeu de imediato a pedido de comentário. Também procurado, o STF não confirmou de imediato as ordens de prisão.

Nesta terça, a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, pediu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a abertura de um inquérito criminal contra Ibaneis, Torres, Vieira e o ex-secretário de segurança interino do DF Fernando de Souza Oliveira por crimes no episódio da invasão dos Três Poderes.

A assessoria da PGR disse, no entanto, que os pedidos para prender Torres e Vieira não partiram da instituição. 247.






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ATOS TERRORISTAS - Deputados bolsonaristas tentam visitar suspeitos de ataques golpistas e ouvem cobranças

 

Até agora, do total de detidos, 600 foram liberados e outros 500 transportados para o sistema prisional


                         Por Agência Brasil

Deputados aliados de primeira hora de Jair Bolsonaro foram barrados na porta da Academia Nacional da Polícia Federal, em Brasília, para onde foram levados cerca de 1.500 acusados de participação nos ataques às sedes dos três Poderes.

O objetivo dos parlamentares era vistoriar as instalações e as condições em que os suspeitos estão sendo mantidos. Além de não poder entrar, Bia Kicis (PL-DF) ainda ouviu cobranças de apoiadores do ex-presidente.

Até agora, do total de detidos, 600 foram liberados e outros 500 transportados para o sistema prisional. Os homens ficarão na Penitenciária da Papuda, e as mulheres estão sendo encaminhadas à Colmeia, presídio feminino da capital.

A comitiva era formada por Evair de Melo (PP-ES), Domingos Sávio (PL-MG) e Marcelo Álvaro (PL-MG), que foi ministro do Turismo na gestão passada, além de Bia Kicis. Eles se queixaram da proibição de entrar.

— Ficamos três horas aqui e não tivemos acesso. Só conversamos com a delegada. Já falei com o (presidente da Câmara, Arthur) Lira hoje e vamos formar uma comissão externa para acompanhar as investigações — disse Kicis.

Ao lado dela, Álvaro Antônio declarou que é importante separar "o joio do trigo" e "não prender pessoas inocentes". A presença das autoridades foi notada por parentes dos suspeitos detidos e por bolsonaristas que estavam na porta do local.

"Bolsonaro está sendo covarde"
Enquanto Kicis gravava uma "live", um manifestante que se dizia militar da ativa a interpelou. Ele cobrou da deputada um posicionamento por parte do ex-presidente:

— Cadê o Bolsonaro? Ele não vai falar nada? Bolsonaro está sendo covarde, a verdade é essa — disse ele.

Para 'garantir o direito de cada um': Bolsonarista, governador de SC põe advogados do estado para 'acompanhar' presos por ataques em Brasília

Incomodada, ela respondeu:

— Eu estou fazendo uma live, dá licença. Não respondo pelo Bolsonaro.

O homem se retirou, enquanto ouvia gritos de "infiltrado", proferidos por familiares e conhecidos dos presos.

— Vamos seguir atentas, acompanhando(...) Queremos que a lei seja aplicada, mas não daquela forma de punir os conservadores e liberar os bandidos. Em todo lugar existe extremistas — prosseguiu a parlamentar.

Suspeita de estímulo aos ataques
Nos bastidores da PF, uma das razões para impedir a entrada dos parlamentares é a suspeita de que parte dos deputados bolsonaristas pode ter estimulado os atos antidemocráticos. No local, estão sendo colhidos os depoimentos de manifestantes.

Com exceção do episódio com Kicis, não houve registros de embates em frente à Academia da PF. Algumas pessoas foram em busca de informações sobre os seus parentes. Outras levaram itens como alimentos, remédios e até fraudas geriátricas para os presos. Apenas advogados e defensores públicos puderam entrar, porém.

Ao longo do dia, quatro ônibus do sistema penal saíram lotados de presos, escoltados pela Polícia Militar e Civil do DF. Outros três ônibus partiram com pessoas idosas e com comorbidades graves que foram liberadas da prisão.


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terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Em articulações contra o terrorismo bolsonarista, Lula vai a pé ao STF acompanhado de comitiva (vídeos)

Na caminhada, o atual ocupante do Planalto deu as mãos à presidente do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber

Presidente Lula e governadores visitam prédio do STF - 09.01.2023 (Foto: Reuters/Ueslei Marcelino)

Após um encontro com os 27 governadores nesta segunda-feira (9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderou uma caminhada simbólica pelo prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), invadido por apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) nesse domingo (8), em Brasília (DF). Bolsonaristas também ocuparam o Congresso e o Palácio do Planalto. 

O objetivo do petista foi reforçar as articulações com o Supremo, com o Congresso Nacional e membros do Poder Executivo para evitar, apurar e punir os responsáveis pelo terrorismo na capital federal. Na caminhada, Lula deu as mãos a Rosa Weber, presidente do STF.

Na reunião com governadores, o presidente fez críticas à Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Em coletiva de imprensa após o encontro, destacou a importância de se descobrir os mandantes dos atos terroristas.

A Câmara dos Deputados aprovou intervenção federal na segurança do Distrito Federal. 

De viagem nos Estados Unidos, Bolsonaro disse que vai antecipar a volta dele ao Brasil. 247.

Lula: 'estamos com muita raiva do que aconteceu em Brasília e não vamos dar trégua até achar os financiadores'

"Tem gente financiando. Não vamos dar trégua até descobrirmos quem foram os responsáveis", disse o presidente

Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Reprodução)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) destacou nesta segunda-feira (9) que é preciso descobrir quem foram os mandantes dos atos terroristas em Brasília (DF), onde apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF). Mais de mil pessoas foram presas. 

"Estamo decepcionados, frustrados, com muita raiva com o que aconteceu aqui. Esse gesto de vandalismo não deveria ter acontecido. Tem gente financiando. Não vamos dar trégua até descobrirmos quem foram os responsáveis", disse o petista a jornalistas na capital federal. 

Antes da coletiva de imprensa, o presidente teve uma reunião com os 27 governadores para discutir as medidas contra mobilizações favoráveis a um golpe. Lula também fez críticas à Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF)

De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, comandado por Flávio Dino, pelo menos dez estados tiveram atos de vandalismo cometidos por bolsonaristas.

Algumas cidades como São Paulo e Brasília tiveram atos pela democracia. Manifestantes cobraram punição aos envolvidos nos atos de terrorismo. 

exterior também teve mobilizações contra o golpismo bolsonarista. 247.




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Governadores se unem em Brasília para condenar atos golpistas

Líderes dos estados se encontraram com Lula no Palácio do Planalto
                 Por: 247
Presidente Lula se reúne com governadores de todos os estados do País (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)


Agência Brasil - Um dia após os atos golpistas que resultaram na depredação do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF), governadores e governadoras se reuniram em Brasília, na noite desta segunda-feira (9), com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para reafirmar a defesa da democracia e condenar tentativa de ruptura institucional no país. Participaram da reunião todos os governadores ou vices dos 26 estados e do Distrito Federal. 

Também estiveram no encontro os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado Federal em exercício, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), além da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, e de outros ministros da Suprema Corte.

"É importante ressaltar que este fórum [de governadores] se reúne respeitando as diversas matizes políticas que compõem a pluralidade ideológica e partidária do nosso país, mas todos têm uma causa inegociável, que nos une: a democracia", destacou o governador do Pará, Hélder Barbalho, que articulou o encontro, e fez uma fala representando os governadores da Região Norte.

Durante a reunião, os líderes estaduais foram unânimes em enfatizar a defesa do estado democrático de direito no país. "Essa reunião de hoje significa que a democracia brasileira vai se tornar, depois dos episódios de ontem, ainda mais forte", disse o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas, em nome da Região Sudeste.

A governadora Fátima Bezerra, do Rio Grande do Norte, falou da indignação com as cenas de destruição dos maiores símbolos da democracia republicana do país e pediu punição aos golpistas. "Foi muito doloroso ver as cenas de ontem, a violência atingindo o coração da República. Diante de um episódio tão grave, não poderia ser outra a atitude dos governadores do Brasil, de estarem aqui hoje. Esses atos de ontem não podem ficar impunes", afirmou, em nome da Região Nordeste.

Pela Região Sul, coube ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, destacar algumas das ações conjuntas deflagradas pelos estados, como a disponibilização de efetivos policiais para manter a ordem no Distrito Federal e desmobilização de acampamentos golpistas nos estados. "Além de estar disponibilizando efetivo policial, estamos atuando de forma sinérgica em sintonia para a manutenção da ordem nos nossos estados".

A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, disse que o governo da capital "coaduna com a democracia" e lembrou da prisão, até o momento, de mais de 1,5 mil pessoas por envolvimento nos atos de vandalismo. Celina Leão substitui o governador Ibaneis Rocha, afastado na madrugada desta segunda, por decisão do ministro do STF, Alexandre de Moraes. Ela aproveitou para dizer que o governador afastado "é um democrata", mas que, "por infelicidade, recebeu várias informações equivocadas durante a crise".

Desde ontem, o DF está sob intervenção federal na segurança pública. O decreto assinado pelo presidente Lula ainda precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional, o que ocorrerá de forma simbólica, assegurou o presidente da Câmara dos Deputados. "Nós votaremos simbolicamente, por unanimidade, para demonstrar que a Casa do povo está unida em defesa de medidas duras para esse pequeno grupo radical, que hostilizou as instituições e tentou deixar a democracia de cócoras ontem".

Financiadores

Em discurso aos governadores, o presidente Lula agradeceu pela solidariedade prestada e fez duras críticas aos grupos envolvidos nos atos de vandalismo.   

"Vocês vieram prestar solidariedade ao país e à democracia. O que nós vimos ontem foi uma coisa que já estava prevista. Isso tinha sido anunciado há algum tempo atrás. As pessoas não tinham pautam de reivindicação. Eles estavam reivindicando golpe, era a única coisa que se ouvia falar", disse.

O presidente também voltou a criticar a ação das forças policiais e disse que é preciso apurar e encontrar os financiadores dos atos democráticos. "A polícia de Brasília negligenciou. A inteligência de Brasília negligenciou. É fácil a gente ver os policiais conversando com os invasores. Não vamos ser autoritários com ninguém, mas não seremos mornos com ninguém. Nós vamos encontrar quem financiou [os atos golpistas]".

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, afirmou que que as investigações em curso devem resultar em novos pedidos de prisão preventiva e temporária, principalmente contra os financiadores.

Unidade

Presente na reunião, a ministra Rosa Weber, presidente do STF, também fez questão de enaltecer a presença dos governadores em um gesto de compromisso democrático com o Brasil. "Eu estou aqui, em nome do STF, agradecendo a iniciativa do fórum dos governadores de testemunharem a unidade nacional, de um Brasil que todos nós queremos, no sentido da defesa da nossa democracia e do Estado Democrático de Direito. O sentido dessa união em torno de um Brasil que queremos, um Brasil de paz, solidário e fraterno".

Em outro gesto de unidade, após o encontro, presidente, governadores e ministros do STF atravessaram a Praça dos Três Poderes a pé, até a sede do STF, edifício que ontem também foi brutalmente destruído. A ministra Rosa Weber garantiu que o prédio estará pronto para reabertura do ano judiciário, em fevereiro. 

Governadores e vices presentes:

Mailza Assis - vice-governadora do Acre

Paulo Dantas - governador de Alagoas

Clécio Luis - governador do Amapá

Wilson Lima - governador do Amazonas

Jerônimo Rodrigues - governador da Bahia

Renato Casagrande - governador do Espírito Santo

Daniel Vilela - vice-governador de Goiás

Carlos Brandão - governador do Maranhão

Otaviano Pivetta - vice-governador do Mato Grosso

Eduardo Riedel - governador do Mato Grosso do Sul

Romeu Zema - governador de Minas Gerais

Hélder Barbalho - governador do Pará

João Azevêdo - governador da Paraíba

Ratinho Jr. - governador do Paraná

Raquel Lyra - governadora de Pernambuco

Rafael Fonteles - governador do Piauí

Cláudio Castro - governador do Rio de Janeiro

Fátima Bezerra - governadora do Rio Grande do Norte

Eduardo Leite - governador do Rio Grande do Sul

Augusto Leonel de Souza Marques - representante do governo de Rondônia

Antônio Denarium - governador de Roraima

Jorginho Mello - governador de Santa Catarina

Tarcísio de Freitas - governador de São Paulo

Fábio Mitidieri - governador de Sergipe

Elmano de Freitas - governador do Ceará

Wanderlei Barbosa - governador do Tocantins

Celina Leão - governadora em exercício do Distrito Federal


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