terça-feira, 23 de agosto de 2022

Marília Arraes, André de Paula e Julinho estarão em Petrolina nesta quarta-feira

  

Foto: Divulgação

Nesta quarta-feira (24), o advogado Júlio Lóssio Filho, será lançado oficialmente a Deputado Estadual pelo Partido Social Democrático (PSD) em Petrolina. O evento vai contar com toda a majoritária do partido em Pernambuco.

O evento será as 18.30 hrs., no Ceará Espaço Show, localizado no bairro João de Deus, ao lado da feira livre.

Confirmaram presenças a candidata a Governadora de Pernambuco, Marília Arraes, o candidato a Senador André de Paula, o candidato a Deputado Federal Waldemar Oliveira e o suplente de Senador da coligação, Júlio Lóssio.

Animado com a sua nova missão, Julinho tem visitado varias cidades sertanejas e comunidades da região, onde já tem afinidades politicas, lançando o seu nome e começando a caminhada rumo a Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Na solenidade desta quarta-feira (23) em Petrolina, Marília Arraes fez questão de participar da festa de lançamento de Júlio Lóssio Filho, com toda a sua majoritária.



BLOG DO BILL NOTICIAS

Autorizada por Moraes, operação da PF contra empresários golpistas irrita o Planalto

Ação no dia do encontro entre Moraes e o ministro da Defesa e a inclusão de Luciano Hang no rol de investigados aumentam a revolta do entorno de Bolsonaro

Alexandre de Moraes (Foto: Pedro França/Agência Senado | Antonio Augusto/Secom/TSE | PF)

O Palácio do Planalto reagiu com "irritação", segundo Andréia Sadi, do g1, à operação deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (23) contra empresários que, em um grupo de WhatsApp, defenderam um golpe de Estado no Brasil caso o ex-presidente Lula (PT) vença a eleição.

A operação partiu de uma determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que determinou buscas e apreensões, o bloqueio das contas bancárias dos empresários, o bloqueio das contas dos investigados nas redes sociais, a tomada de depoimentos e quebra de seus sigilos bancários.

Dois fatores aumentaram a revolta do Planalto com a operação: 1) ela acontece no mesmo dia em que Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se reunirá com o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira; 2) a inclusão de Luciano Hang, dono das lojas Havan e aliado de primeira hora de Jair Bolsonaro (PL), no rol de investigados foi vista como "provocação". (247).

 




BLOG DO BILL NOTICIAS

Moraes determina bloqueio de contas, tomada de depoimentos e quebra dos sigilos bancários de empresários golpistas

A Polícia Federal cumpriu nesta terça-feira, por ordem do ministro do Supremo, mandados de busca e apreensão em endereços dos empresários que defenderam golpe

Alexandre de Moraes (Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE)

Além de ter expedido mandados de busca e apreeensão nos endereços ligados a empresários que defenderam - em um grupo de WhatsApp - um golpe do Estado no Brasil em caso de vitória do ex-presidente Lula (PT) na eleição, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes também ordenou, segundo o g1:

  • bloqueio das contas bancárias dos empresários
  • bloqueio das contas dos empresários nas redes sociais
  • tomada de depoimentos
  • quebra de sigilo bancário

As determinações atingem: 

  • Afrânio Barreira Filho (do Grupo Coco Bambu)
  • Ivan Wrobel (da construtora W3 Engenharia)
  • José Isaac Peres (dono da gigante de shoppings Multiplan)
  • José Koury (dono do Barra World Shopping, no Rio de Janeiro)
  • Luciano Hang (dono das lojas Havan)
  • Luiz André Tissot (do Grupo Sierra)
  • Marco Aurélio Raymundo (dono da marca de surfwear Mormaii)
  • Meyer Joseph Nigri (fundador da Tecnisa (Brasil247).


BLOG DO BILL NOTICIAS

Operação contra empresários golpistas foi pedido da PF e busca revelar patrocínio a atos antidemocráticos

A PF cumpriu mandados de busca e apreensão. Empresários tiveram contas bloqueadas e sigilos quebrados e prestarão depoimentos

Alexandre de Moraes (Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE | Polícia Federal)

A operação desta terça-feira (23) da Polícia Federal partiu de um pedido da própria instituição e foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A Procuradoria-Geral da República (PGR) foi instada a acompanhar e sugerir diligências. 

Segundo a CNN Brasil, o objetivo central da ação é descobrir se os empresários financiaram ou estão financiando atos antidemocráticos.

Em um grupo de WhatsApp, os empresários investigados defenderam um golpe de Estado caso o ex-presidente Lula (PT) vença a eleição.

Moraes expediu mandados de busca e apreensão e bloqueou as contas bancárias dos empresários, bem como seus acessos às redes sociais. O ministro também autorizou a quebra dos sigilos bancários e a tomada de depoimentos dos envolvidos.

Veja as manifestações das defesas dos empresários:

Luiz André Tissot: não vai se manifestar

Ivan Wrobel: “tem um histórico de vida completamente ligado à liberdade. (...) Colaboraremos com o que for preciso para demonstrar que as acusações contra ele não condizem com a realidade dos fatos.

Luciano Hang: “sigo tranquilo, pois estou ao lado da verdade e com a consciência limpa. (…) Em minhas mensagens em um grupo fechado de WhatsApp está claro que eu nunca, em momento algum falei sobre golpe ou sobre STF".

Afrânio Barreira Filho: “absolutamente tranquilo, pois minha única manifestação sobre o assunto foi um 'emoji' sinalizando a leitura da mensagem, sem estar endossando ou concordando com seu teor. (...) Confio na justiça e vamos provar que sempre fui totalmente favorável à democracia". “A operação de hoje é fruto de perseguição política e denúncias falsas, as quais não tem nenhum fundamento. Afrânio Barreira está absolutamente tranquilo e colaborando com a busca da verdade, a qual resultará rapidamente no arquivamento da investigação”, afirmou o advogado.

Marco Aurélio Raymundo, o Morongo: ele “de fato foi contatado hoje pela Polícia Federal, ainda desconhece o inteiro teor do inquérito, mas se colocou e segue à disposição de todas autoridades para esclarecimentos”. 247.




BLOG DO BILL NOTICIAS

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

Frente evangélica declara apoio a Lula e alerta para ‘armadilhas bolsonaristas’

“A gente vem alertando desde o golpe contra Dilma que precisamos ter uma estratégia para lidar com os evangélicos”, afirma pastora Nilza Valéria

Lula e evangélicos (Foto: Reprodução/Facebook Templo de Salomão | Ricardo Stuckert)

A Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito – que atua em 20 Estados do Brasil –  formalizou nesta quinta-feira (18) apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na corrida pelo Palácio do Planalto. O movimento dos evangélicos é apartidário, mas diz que o apoio é necessário diante “das ameaças diuturnas das forças reacionárias sustentadas pelo governo federal e pelo próprio Bolsonaro”.

A entidade afirma que o Estado de direito (como a democracia) existe “para deter as forças destruidoras do Anti-Messias”. “Se não detivermos essa situação de modo imediato, muito mais vidas serão ceifadas. E todo o futuro, não só do Brasil, mas de todo o planeta, estará ameaçado”, diz a frente.

O crescimento de Jair Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto entre o eleitorado evangélico tem sido apontado por pesquisas. No mais recente estudo Genial/Quaest, divulgado nesta quarta (18), o presidente cresceu de 48% para 52% no segmento. Enquanto Lula oscilou para baixo, de 29% para 28%. No Datafolha do final de julho, esse dado já aparecia com força: a diferença a favor do atual mandatário passou de 5 para 10 pontos percentuais em um mês. O Datafolha divulga nova pesquisa no final da tarde.

É importante observar, no entanto, que o segmento evangélico, por si só, não dará a vitória a Bolsonaro. Isso porque ele teria de crescer entre as mulheres, os mais pobres, os jovens, os nordestinos e outros grupos – inclusive os católicos. Portanto, crescer só entre evangélicos não basta para Bolsonaro. Mesmo assim, nessa frente é preciso que o combate eleitoral seja eficiente, porque o crescimento entre os protestantes se espraia para as mulheres desse grupo, assim como para os mais pobres etc.

O caso Damares

“O crescimento de Bolsonaro nas igrejas é real e tem preocupado os setores progressistas”, diz Nilza Valéria, coordenadora nacional da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito. Ela destaca ações da ex-ministra Damares Alves e de um pastor da igreja evangélica Assembleia de Deus em Botucatu (SP), Rúben Oliveira Lima, que afirmou durante um culto que os crentes que declaram voto em Lula não merecem a Santa Ceia. “Sistema que prega que vai ajudar aos pobres, mas no casamento dele não teve um pobre”, disse o pastor.

Valéria diferencia duas personagens dos cultos evangélicos. Uma coisa são os líderes midiático-políticos poderosos, que disseminam falsas informações, fake news e mentiras que se espalham nas redes. Esse trabalho é consciente e deliberadamente insidioso. Damares, por exemplo, não surgiu do nada antes de ser ministra. Desde 2015 ela era assessora parlamentar do senador Magno Malta, liderança importante da bancada evangélica.

É a partir de pastores “de cima”, como Damares, que as informações chegam aos cultos. Os pequenos pastores de comunidades, por exemplo, muitas vezes acreditam nas informações que repassam aos fiéis, que chegam a eles pela pregação dos poderosos e influentes.

É preciso que crentes falem com crentes

Para Nilza Valéria, é importante que candidatos progressistas e, principalmente, a campanha de Lula, ouçam as vozes progressistas dos evangélicos. “É preciso de alguma forma incluir-nos na estratégia de campanha, para permitir que crentes falem com crentes”, diz. “O que não se pode de forma alguma é emular um discurso em que Lula e aliados façam falas religiosas caindo na armadilha bolsonarista”, defende.

O que Bolsonaro faz é criar um discurso de guerra religiosa. Ele sabe que esta é uma nação essencialmente cristã, evangélica ou não, e que tem um segmento religioso crescente no país, o evangélico. Ele usa o discurso moral dirigido a esse enorme eleitorado e seus aliados, como Damares e pastores líderes, fazem o discurso religioso nas redes sociais e para o interior dos templos.

Nesse cenário, é preciso evitar armadilhas que deem a Bolsonaro a chance de pautar as campanhas progressistas. E, portanto, saber o que dizer aos evangélicos. Sobretudo, não discriminá-los como uma população à parte. São pessoas comuns que tomam Ônibus, pagam aluguel, vão ao supermercado, têm as mesmas carências de todos, e não podem ser tratadas como uma classe à parte da sociedade.

“Ninguém é só evangélico. Eu, por exemplo, estou superfeliz que o meu Fluminense passou à semifinal da Copa do Brasil”, diz Valéria. “Eu não sou apenas evangélica, eu sou tricolor também”, avisa. “A gente vem alertando desde o golpe contra Dilma que a precisamos ter uma estratégia para lidar com os evangélicos.”

O exemplo de Macron

Ela dá um exemplo de fora do Brasil. O presidente francês, Emmanuel Macron, foi reeleito em abril, derrotando a representante da extrema-direita Marine Le Pen com apoio de ampla aliança. “Vamos imaginar que a mulher do presidente, Brigitte Macron, tivesse postado um tuíte celebrando um filme muçulmano. Para mim é certo que Macron não seria reeleito se ela postasse algo que soasse como elogio à cultura islâmica, a qualquer aspecto do mundo islâmico”, diz Valéria, em referência à xenofobia de parte dos franceses. - (Eduardo Maretti, da RBA). 


BLOG DO BILL NOTICIAS

PT denuncia Bolsonaro ao TCU por improbidade ao fazer campanha em horário de expediente do Executivo

O documento aponta o uso da máquina pública para promover campanha eleitoral, com desvio de finalidade de suas funções em favor de interesses exclusivamente pessoais

Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT (Foto: ABR | Marina Ramos/Câmara dos Deputados)

O PT apresentou denúncia ao Tribunal de Contas da União (TCU) contra Jair Bolsonaro (PL) por participar de atos de campanha eleitoral em horário de expediente das repartições públicas do Poder Executivo Federal. 

O documento, apresentado no domingo (21/8), aponta o uso da máquina pública para promover campanha eleitoral, com desvio de finalidade de suas funções em favor de interesses exclusivamente pessoais. Além de vedada pela legislação, a conduta viola os princípios gerais da administração pública, como a moralidade, a eficiência e o dever de probidade, configurando ainda abuso de poder econômico.

Os advogados Angelo Ferraro e Cristiano Zanin Martins afirmaram que o "abandono do cargo público para aventuras pessoais reverbera em prejuízo aos cofres públicos". "O enriquecimento ilícito e vantagem patrimonial são de fácil constatação, uma vez que o denunciado tem abandonado, em mais de uma oportunidade, sua função e deveres públicos para cumprir compromissos de interesse estritamente pessoal, usufruindo das benesses do cargo (remuneração, acomodação, veículos, segurança etc) para obter vantagens pessoais como candidato à reeleição ao cargo de Presidente da República". 247.

Instagram remove post de Eduardo Bolsonaro que continha fake news

 FAKE NEWS

                                      Por: Vinícius Prates/Por: Estado de Minas

Deputado federal compartilhou informações falsas sobre o candidato à Presidência do Partido Democrático Trabalhista, Ciro Gomes (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ordenou que o Instagram removesse um vídeo sobre Ciro Gomes (PDT), candidato à Presidência da República, publicado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). De acordo com a decisão do Ministro Raul Araújo, o post do parlamentar apresenta trechos de Ciro descontextualizados e com informações falsas, o que caracteriza "propaganda eleitoral antecipada negativa".

O pedido foi solicitado pelo Partido Democrático Trabalhista e, conforme a legenda, até o momento do requerimento da ação, o conteúdo tinha cerca de 1,1 milhão de visualizações e mais 90 mil curtidas. O vídeo foi publicado na última segunda-feira (15). 

Segundo Araújo, pode-se observar que o conteúdo foi produzido com o intuito de desinformar, pois "a mensagem transmitida com a publicação está totalmente desconectada dos contextos fáticos em que se apresentava o candidato do PDT, Ciro Gomes", disse. 

"Os recortes são manipulados com o objetivo de prejudicar a imagem do candidato, emprestando o sentido de que ele seria contrário à fé católica e odioso aos cristãos. Além disso, contém trecho no qual afirma que o candidato "comparou igrejas com o narcotráfico" e "que ambos trabalham com dinheiro em espécie e poderiam fraudar eleições", destacou o ministro.  

O conteúdo já foi removido e, ao tentar acessar o link do post, o Instagram notifica o usuário que o vídeo foi restringindo ao Brasil.
 
"Recebemos uma solicitação legal para restringir este conteúdo. Nós o analisamos em relação às nossas políticas e realizamos uma avaliação legal e de direitos humanos. Após a análise, restringimos o acesso ao conteúdo na localização em que ele vai contra a lei local", informa a plataforma.


BLOG DO BILL NOTICIAS

Senado Voto casado é trunfo da esquerda para o Senado. Direita aposta em "sprint final"

Com oscilação positiva de Humberto Costa, ele e Marília Arraes aparecem liderando e, pela primeira vez, com o percentual exatamente igual: 1...