sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

Flurona explode no País: em três dias, casos de coinfecção por Covid e gripe crescem 114%

Pernambuco, com 31 infectados é o mais recente estado a ter casos de flurona, como a dupla infecção é chamada popularmente

(Foto: REUTERS/Amanda Perobelli)

Os casos identificados no Brasil de flurona, a infecção simultânea por gripe e Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, aumentaram 114% em três dias. Na terça-feira (4/1), as secretarias estaduais de Saúde haviam registrado 122 casos da coinfecção. Nesta sexta-feira (7/1), o número saltou para 262.

O mais recente estado a notificar adoecimentos de Covid-19 e gripe é Pernambuco, onde 31 pessoas estão com os dois vírus. Na capital federal, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou, nessa quinta-feira (6/1), que já são 89 casos confirmados. Nenhum deles evoluiu para casos graves e precisou de ser internado. Antes, eram 26.

A Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia confirmou, nessa quinta, o primeiro caso de infecção simultânea por Covid-19 e influenza. Metrópoles

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ENVELHECIMENTO - Casos de demência vão triplicar até 2050, mostra estudo

                    

                        Por: Paloma Oliveto/Por: Correio Braziliense

Foto: ADEM ALTAN / AFP




A epidemia global de demência ficará ainda mais grave em 2050, com o triplo de adultos acima de 40 anos vivendo com essa condição. Divulgado ontem, o primeiro estudo a apresentar estatísticas de 204 países destaca que a quantidade total de pacientes (prevalência) passará de 57 milhões (2019) para 153 milhões, como consequência do crescimento demográfico associado ao envelhecimento da população. O impacto dessa doença, que é a sétima causa de morte no mundo, poderá ser reduzido, contudo, se fatores de risco forem combatidos por políticas públicas. No Brasil, o salto, no período, será de 1,8 milhão para 5,6 milhões, prevê o documento.


O estudo, intitulado Fardo Global de Doenças e publicado na revista The Lancet Public Health, destaca a necessidade de se atacar quatro condições que aumentam o risco de desenvolvimento da demência independentemente da idade: tabagismo, obesidade, alto teor de açúcar no sangue e baixa escolaridade. Investir em educação, de acordo com o relatório, pode reduzir a prevalência em 6,2 milhões de casos até 2050. Por outro lado, uso de cigarro, excesso de peso e glicemia alta levarão a mais 6,8 milhões de ocorrências no mesmo período.

"Nosso estudo oferece melhores previsões para demência em escala global e também em nível nacional, fornecendo aos formuladores de políticas e especialistas em saúde pública novos insights para entender os impulsionadores desses aumentos com base nos melhores dados disponíveis", disse, em nota, a autora principal, Emma Nichols, do Instituto para Métricas e Avaliação em Saúde da Universidade de Washington, EUA. "Essas estimativas podem ser usadas por governos nacionais para garantir que recursos e apoio estejam disponíveis para indivíduos, cuidadores e sistemas de saúde em todo o mundo."

Os fatores de risco identificados são modificáveis, ao contrário de outras causas da demência, como a doença de Alzheimer. Por isso, os autores do estudo insistem na necessidade da prevenção e do controle antes que a condição se manifeste. "Mesmo avanços modestos na prevenção da demência ou no retardamento de sua progressão pagariam dividendos notáveis. Para ter o maior impacto (positivo), precisamos reduzir a exposição aos principais fatores de risco em cada país. Para a maioria, isso significa expandir programas locais, apropriados e de baixo custo, que apoiem dietas mais saudáveis, mais exercícios, parar de fumar e melhor acesso à educação. E também significa continuar a investir em pesquisas para identificar tratamentos eficazes para interromper, retardar ou prevenir a demência", escreveu Nichols.

Segundo um outro estudo publicado em 2020 pela Lancet Commission, até 40% dos casos de demência poderiam ser evitados ou retardados com políticas que foquem os fatores de risco. Além dos citados pelo Fardo Global de Doenças, os demais facilitadores apontados no artigo são hipertensão, deficiência auditiva, depressão, sedentarismo, diabetes, isolamento social, consumo excessivo de álcool, traumatismo craniano e exposição à poluição atmosférica. Os custos globais em 2019 com a demência ultrapassaram US$ 1 trilhão.

Cenários locais
Além da estimativa mundial, o artigo divulgado ontem calculou a prevalência por regiões e países. A previsão é de que a África Subsaariana Oriental tenha o maior aumento de casos em 2050: 357% em relação a 2019, passando de 660 mil para mais de 3 milhões. A principal causa é o crescimento populacional, mesma situação estimada para o Oriente Médio, onde as ocorrências saltarão de 3 milhões para 14 milhões (367%), especialmente no Catar (1.926%, nos Emirados Árabes (1.795%) e no Bahrein (1.084%).

Por outro lado, a região de alta renda da Ásia-Pacífico será a com menor crescimento de casos: 54% (4,8 milhões em 2019 para 7,4 milhões em 2050). O país com incremento menos significativo será o Japão (27%). Lá, segundo a The Lancet, em todas as faixas etárias, o risco de demência diminuirá, um reflexo do sucesso de medidas preventivas, como melhorias na educação e estilo de vida mais saudável.

"Os países de baixa e média renda, em particular, devem implementar, agora, políticas nacionais que podem mitigar os fatores de risco de demência para o futuro, como priorizar a educação e estilos de vida saudáveis", destaca um dos coautores do estudo, Theo Vos, da Universidade de Washington. "Garantir que as desigualdades estruturais no acesso aos serviços de saúde e assistência social possam ser abordadas e que os serviços possam, adicionalmente, ser adaptados às necessidades sem precedentes de uma população cada vez mais idosa exigirá um planejamento considerável em nível local e nacional", afirma.

Fatores cumulativos
De acordo com Jennifer Rusted, professora de psicologia experimental da Universidade de Sussex, no Reino Unido, o maior risco conhecido da demência na segunda metade da vida é genético. Pessoas que apresentam um gene chamado Apolipoproteína E epsilon 4 têm de quatro a 12 vezes maior risco de desenvolver a condição, diz a especialista, que não participou do estudo. Porém, Rusted também destaca a necessidade de se combater os fatores modificáveis.

"Isso é de vital importância, pois temos uma população envelhecida e só contamos, por enquanto, com tratamentos sintomáticos para a demência", lembra. "O efeito cumulativo de múltiplos fatores de risco é uma mensagem importante para o mundo real: se você pode trabalhar para mitigar qualquer um deles, então, você pode pelo menos adiar a idade em que surge a deficiência cognitiva. As recomendações de políticas públicas incluem educação ao longo da vida e políticas de saúde que terão impacto não apenas no risco de uma pessoa desenvolver demência, mas também em viver bem e de forma independente na idade adulta."

Mulheres mais afetadas
Globalmente, mais mulheres são afetadas pela demência do que homens, um padrão que deve permanecer em 2050, segundo o artigo publicado na The Lancet. "Não é apenas porque as mulheres tendem a viver mais", explicou um dos coautores, Jaimie Steinmetz, da Universidade de Washington. "Há evidências de diferenças de sexo nos mecanismos biológicos que estão por trás da demência. Foi sugerido que a doença de Alzheimer pode se espalhar de forma diferente no cérebro das mulheres e dos homens, e vários fatores de risco genéticos parecem relacionados ao risco da doença por sexo."


Atenção! Surto de Gripe, H3N2 e Ômicron: UPAE e HDM alertam sobre cuidados

                      Via: Vinicius de Santana 

Manchete em todos os grandes jornais do país e na imprensa do Vale do São Francisco, o surto de gripe comum, a epidemia da H3N2, a variante Ômicron e até os casos de infecção dupla por gripe e Covid-19 (Flurona) chamaram a atenção da população neste início de semana.

Profissionais e serviços de saúde já sentem no dia a dia o aumento e pedem que os cuidados básicos como isolamento social e higienização das mãos sejam mantidos para inibir a disseminação dos vírus.

Mas, o que a população precisa realmente saber sobre essas doenças? Profissionais da Unidade de Pronto Atendimento e Atenção Especializada de Petrolina e Hospital Dom Malan (UPAE e HDM) esclarecem.

“É importante destacar que todas essas doenças ocorrem a partir de vírus respiratórios. Ou seja, o contágio acontece por meio de gotículas ou aerossóis dispersos no ar. Essas gotículas infectadas com vírus são expelidas pela tosse, pelo espirro e até mesmo pela fala e, por isso, é muito importante cobrir a boca e o nariz com um lenço ou com o braço ao tossir ou espirrar, utilizar sempre a máscara e higienizar constantemente as mãos, já que elas podem funcionar como vetor levando os vírus aos olhos, nariz e boca [portas de entrada dos vírus no organismo]”, esclarece a pneumologista da UPAE, Morgana Carolina.

“Temos também as vacinas como fortes aliadas”, acrescenta a profissional. Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), as atuais vacinas aplicadas na população garantem “alguma proteção” contra a nova gripe, já que os vírus são muito parecidos. A vacina da gripe ofertada pelo SUS é preparada para proteger contra a H1NI, H3N2 e o influenza B. Isso sem falar da eficácia já comprovada do esquema vacinal completo contra a Covid-19.

Vale lembrar que os grupos que estão mais sujeitos ao contágio de doenças respiratórias são os formados por crianças e idosos, gestantes, puérperas, profissionais de saúde e imunodeprimidos.

“Para estes grupos os cuidados devem ser redobrados. É preciso evitar aglomerações, lugares fechados, e frequentar hospitais de forma desnecessária. As vacinas, como já dissemos, o consumo de vitamina C e outras substâncias que ajudam a melhorar a imunidade, também são bem-vindas”, informa a médica.

Doenças virais apresentam sintomas parecidos. Conseguir identificar os sinais de cada uma delas é interessante para tentar proteger a saúde individual e coletiva, já que o tempo de transmissão pode mudar de uma para a outra. “Independente de qual seja o vírus suspeito, é importante que, ao menor sinal de quadros respiratórios, já se inicie o isolamento”, destaca a pediatra do HDM, Marina Tenório.

Gripe comum: As características básicas são febre, dor no corpo e fadiga. Cada doença tem uma evolução, mas nos casos de gripe ocorre secreção, coriza e tosse. Normalmente, é um quadro limitado e com dois ou três dias se resolve.

H3N2: Febre alta, dores nas articulações, congestão nasal, tosse, inflamação na garganta e dores de cabeça. Em geral, o paciente não precisa de internação. Os sintomas são semelhantes ao da gripe comum.

Ômicron: Os sintomas mais comuns são a perda ou alteração do olfato, perda ou alteração do paladar, febre baixa, tosse persistente, calafrios, perda de apetite, dores musculares, fadiga intensa, tosse seca ou irritação na garganta, diarréia e dores abdominais. A maioria das pessoas apresentam quadro leve e são tratadas em casa.

Flurona: O fenômeno, chamado informalmente de “flurona”, costuma ser menos frequente do que a contaminação por apenas um dos vírus, mas deve se tornar mais comum em meio à nova onda de Ômicron e o surto de H3N2 no verão, fora de época.

Não há como saber, sem exames, quando a infecção é por influenza ou por Covid porque os sintomas são praticamente os mesmos.

O exame para influenza, portanto, acaba sendo feito apenas se o paciente está em estado mais crítico, com diagnóstico de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), e apresenta resultado negativo para o coronavírus.

Ter Flurona não quer dizer necessariamente que o quadro seja mais grave do que ter só influenza ou só Covid. A maior probabilidade é de ser um quadro mais leve.

Quando procurar um serviço de urgência e emergência como UPA e PSI (Pronto Socorro Infantil)?

As urgências e emergências devem ser procuradas prioritariamente em casos de desconforto respiratório, dor ou pressão no peito, sinais de desidratação como tontura, dificuldade para urinar ou confusão mental, além de queda brusca do estado geral. Casos mais simples podem ser referenciados para as unidades básicas de saúde, devendo ser tratados em casa. (Ascom UPAE/HDM/IMIP).


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quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Primeiro-ministro espanhol defende revisão da reforma trabalhista e agradece apoio de Lula

 O Brasil precisa urgente de uma nova Reforma Trabalhista, para trazer de volta os direitos dos trabalhadores Brasileiros.

Presidente espanhol, Pedro Sanchez, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert)


O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, foi às redes sociais nesta quinta-feira (6) agradecer Lula pelos elogios à reversão das mudanças que precarizavam as relações de trabalho no país europeu.

“Esta é uma conquista coletiva da Espanha, um compromisso do Governo e um exemplo de que, com diálogo e acordos, podemos construir um país mais justo e solidário. Obrigado, Lula, por reconhecer este novo modelo de legislação trabalhista que vai garantir os direitos de todos“, tuitou o presidente da Espanha, compartilhando tuite do colega brasileiro.

Em sua publicação, Lula sinaliza que deve fazer o mesmo no Brasil, caso vença as eleições presidenciais em outubro. Revista Fórum

Leia a íntegra na Fórum.






Itália determina vacina obrigatória para todos os maiores de 50 anos e a medida entra em vigor imediatamente

(Foto: Stuckert | Reuters)

O governo italiano decidiu há instantes que todos os maiores de 50 anos serão obrigados a se vacinar contra a covid-19. A medida foi defendida ontem pelo cientista Miguel Nicolelis, em entrevista à TV 247. Também ontem o ex-presidente Lula fez um apelo para que todos se vacinem. 247

Saiba mais:

A Itália tornou obrigatória a vacinação contra covid-19 para pessoas a partir de 50 anos, um dos poucos países europeus a adotar a medida, na tentativa de aliviar a pressão sobre os serviços de saúde e reduzir as mortes.

A medida entra em vigor imediatamente e vai até 15 de junho.

A Itália teve mais de 138 mil mortes por covid-19 desde o início da pandemia no país, em fevereiro de 2020, o segundo maior número de óbitos na Europa, atrás apenas do Reino Unido.

O governo do primeiro-ministro Mario Draghi já havia tornado a vacinação obrigatória para professores e profissionais de saúde. Desde outubro passado, todos os funcionários tiveram que ser vacinados ou apresentar teste negativo antes de entrar no local de trabalho.

A recusa resulta na suspensão do trabalho sem remuneração, mas não em demissão.

O novo decreto endurece a regra para os trabalhadores com mais de 50 anos, removendo a opção de fazer teste em vez da vacinação. Não ficou claro qual seria a sanção para quem desrespeitar a medida.

O decreto foi aprovado após uma reunião de gabinete de duas horas e meia, que gerou polêmica dentro da coalizão multipartidária de Draghi.

"As medidas visam a manter nossos hospitais funcionando bem e, ao mesmo tempo, manter escolas e atividades comerciais abertas", disse Draghi, segundo seu porta-voz. Agência Brasil 





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Médicos pedem abertura de processo ético contra o ministro da Saúde Marcelo Queiroga no Conselho Federal de Medicina

 

Marcelo Queiroga (Foto: Reuters/Adriano Machado)

Médicos que foram secretários municipais de Saúde e que exerceram a função de presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems-SP) encaminharam ao Conselho Federal de Medicina (CFM) uma solicitação para abertura de processo ético-profissional contra o ministro da Saúde Marcelo Queiroga. A alegação é que o titular da pasta no governo Bolsonaro teria cometido infrações éticas graves no exercício da medicina.

A representação, assinada em 30 de dezembro, destaca que, embora a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tivesse aprovado o uso da vacina Pfizer/BioNTech em crianças de 5 a 11 anos em 16 de dezembro, o ministro da Saúde não tomou as medidas cabíveis para a execução da imunização, com a justificativa de ouvir a opinião de especialistas, alegando “razões totalmente inconsistentes”, de acordo com o texto. “A vacinação desta parcela significativa da população viria em hora apropriada, face ao risco que neste momento representa a emergência da variante ômicron, e também em função do retorno das aulas.”

Os médicos lembram que a justificativa inicial para não implementar a vacinação, relacionada à segurança da vacina, é uma “inverdade que contraria absolutamente ao que se observou em milhões de doses desta vacina já aplicadas nessa faixa etária em outros países, inclusive nos EUA e países da Europa”.

Para os integrantes do Cosems-SP, a posição de Queiroga é “incoerente com sua obrigação ética como médico de utilizar o melhor do conhecimento e da ciência para beneficiar o indivíduo e a sociedade”.

Vacinação e ‘interesses políticos e ideológicos’

A tentativa de impor a exigência de prescrição médica para aplicação das vacinas em crianças também é outro fato mencionado no documento, que classifica a iniciativa como uma “limitação ao exercício do direito das crianças quanto à vacinação, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente”. Nesta quarta-feira (5), a pasta divulgou ter aberto mão da exigência de receita médica para imunização na faixa etária dos 5 aos 11 anos.

As posições adotadas por Queiroga na condição de ministro da Saúde evidenciam ainda, para os médicos, que ele “atende, acima de tudo, aos interesses políticos e ideológicos do governo federal, e mais especialmente, do Presidente da República, que deixou absolutamente clara sua posição contrária à vacina em várias manifestações públicas”.

O Ministério da Saúde informou ontem ter encomendado 20 milhões de doses da vacina da Pfizer para crianças, quantidade que seria suficiente para a aplicação apenas da primeira das duas doses recomendadas para o imunizante. Rede Brasil Atual


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PT pede investigação de campanha eleitoral antecipada de Bolsonaro no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul

 
Presidente Jair Bolsonaro (Foto: Lula Marques/Agência PT | Reprodução)

O Partido dos Trabalhadores ingressou nesta quinta-feira (6) com representação contra Jair Bolsonaro por campanha eleitoral antecipada e abuso de poder econômico, pela instalação de outdoors espalhados nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

O PT pede que o Ministério Público Eleitoral investigue também a notícia de que pecuaristas gravaram e circularam vídeos fazendo clara campanha antecipada em prol de Jair Bolsonaro durante evento promovido pelo setor rural do Estado do Mato Grosso na segunda-feira (3).

Na representação endereçada ao procurador-geral eleitoral, Augusto Aras, o partido pede que seja determinada a imediata retirada da propaganda irregular e aplicação de multa aos responsáveis e ao beneficiário; e que  seja apurado o potencial abuso de poder econômico em favor do atual presidente.

A existência de outdoors em apoio a Bolsonaro foi divulgada nessa quarta-feira (5) pelo jornalista Rubens Valente, colunista do UOL. "Em três viagens de carro pelo Centro-Oeste nos últimos seis meses, em cerca de 6 mil km ao todo, a coluna encontrou anúncios do gênero em pelo menos 12 municípios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Todos apresentam nome e fotografia de Bolsonaro, e alguns têm slogans como 'fechadoscomBolsonaro'. Eles mencionam sindicatos e produtores rurais como apoiadores do presidente", afirma Valente. Brasil247

Leia a representação do PT na íntegra:





Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...