segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Em Serra Talhada, mulher de 22 anos se defende com uma gilete para não ser esfaqueada pelo ex-marido

(Foto: Ilustração)
Em Serra Talhada (PE), Sertão do Pajeú, um homem de 24 anos quebrou a medida protetiva e tentou esfaquear a sua ex-esposa, de 22. O que ele não esperava era pela reação da vítima. Para se defender, a mulher utilizou a única arma que tinha nas mãos: uma lâmina de barbear tipo Gillette. Na confusão, ela começou a pedir socorro aos vizinhos, fazendo o agressor fugir em disparada. O fato aconteceu na noite de ontem (18), no Bairro Bom Jesus.
Segundo o Boletim de Ocorrência (BO), a polícia fez rondas pelo bairro e localizou o suspeito com uma porção de maconha no bolso. Ele foi conduzido à Delegacia de Polícia e autuado em flagrante por violência doméstica e porte de entorpecente. (Fonte: Farol de Notícias)


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POLÍTICA - Projeto sobre porte de armas pode ser votado esta semana na Câmara

Atualmente, o porte só é permitido para as categorias descritas no Estatuto do Desarmamento, como militares das Forças Armadas, policiais e guardas prisionais

  Por: Agência Brasil
Câmara dos Deputados
Câmara dos DeputadosFoto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil


O plenário da Câmara dos Deputados pode votar, esta semana, o Projeto de Lei 3.723/19, do Poder Executivo, que permite a concessão, por decreto presidencial, de porte de armas de fogo para novas categorias, além das previstas no Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03). Na semana passada, o plenário da Casa aprovou o regime de urgência para votação da proposta.

Atualmente, o porte só é permitido para as categorias descritas no Estatuto do Desarmamento, como militares das Forças Armadas, policiais e guardas prisionais. O porte de armas consiste na autorização para que o indivíduo ande armado fora de sua casa ou local de trabalho. 
Já a posse só permite manter a arma dentro de casa ou no trabalho. O relator do projeto, deputado Alexandre Leite (DEM-SP), acatou três das 20 emendas apresentadas à proposta, como estender o porte de arma para os oficiais de Justiça e para os oficiais do Ministério Público.
Outra emenda quer incluir os integrantes dos órgãos policiais da Câmara Legislativa do Distrito Federal e das assembleias legislativas dos estados na lista dos autorizados a ter porte de arma e permitir os órgãos a comprar armas de fogo de uso restrito sem autorização do Comando do Exército.

Reforma tributária
A comissão especial da Câmara que analisa a proposta de emenda à Constituição (PEC 45/19) da reforma tributária vai ouvir na terça-feira (20) o autor da matéria, deputado Baleia Rossi (MDB-SP). Também será ouvido o economista Bernardo Appy, que preparou a proposta da Câmara, que unifica tributos sobre a produção e o consumo arrecadados pela União, pelos estados e pelos municípios, e cria outro imposto sobre bens e serviços específicos, cujas receitas ficarão apenas com o governo federal.
Na semana passada, a comissão aprovou o plano de trabalho do relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). Ele propôs oito audiências públicas na Câmara sempre às terças-feiras, e seminários em cada uma das cinco regiões do país, em datas ainda serem definidas. O relator espera apresentar o parecer a partir de 8 de outubro.
Aposentadoria dos militares
A comissão especial da Câmara que vai debater a aposentadoria dos militares das Forças Armadas se reúne na terça-feira (20) para eleger os três vice-presidentes e para definir o roteiro de trabalho do colegiado.
Na semana passada, a comissão elegeu como presidente o deputado José Priante (MDB-PA) e como relator o deputado Vinicius Carvalho (PRB-SP). A instalação do colegiado, composto de 34 membros titulares e igual número de suplentes, foi feita na quarta-feira (14).
Segundo o Projeto de Lei 1645/19, enviado pelo governo em março deste ano, os militares passarão a contribuir mais para a previdência especial e a trabalhar mais para terem direito a aposentadorias e pensões.







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OBSERVATÓRIO ECONÔMICO - Educação superior pública em risco



Na semana passada o país acompanhou mais uma manifestação de rua. O tema principal foi a falta de verba nas universidades federais após os contingenciamentos feitos pelo Governo Federal. De acordo com as instituições, os recursos disponíveis para custeio não são suficientes para pagar as contas e, a partir de setembro, vai faltar dinheiro para quase tudo.

De fato, quem convive com o dia a dia das universidades já percebeu que algo mudou. A redução de despesas começou por onde é mais fácil: o pessoal terceirizado que cuida da limpeza e segurança, por exemplo, foi fortemente reduzido. Corre-se o risco de ficar sem recursos para pagar as contas de energia. E sem isso, a universidade para.

Alguém pode perguntar: mas os cortes não foram de apenas 3% do orçamento das federais? Foi isso que o governo disse, numa tentativa de mostrar que não seria um problema. Muita gente acreditou, ou quis acreditar. Pessoas que, inclusive, conhecem as universidades e as regras do orçamento público. O corte foi de 3% do total do orçamento. Fato. Mas, felizmente ou infelizmente, a coisa não é tão simples. Esses parcos 3% representam 30% dos recursos que as instituições dispunham para tocar o dia a dia. Como assim? Para deixar a coisa simples, de cada $ 100,00 alocados no orçamento das universidades, R$ 90,00 são para pagar salários, aposentadorias e pensões. Essa verba nem passa pelo controle das instituições. Sobram R$ 10,00 para tocar as coisas. Um corte de R$ 3,00 nas verbas de custeio significa 3% do total, mas, na verdade, representa 30% dos recursos disponíveis para gerir a casa. E foi isso que aconteceu.

Orçamento público é assim. As verbas têm destinos certos e não podem ser alteradas. Não é possível pegar um recurso que está sendo usado para construir ou reformar um prédio e usar para pagar a conta de luz. Ou, demitir professores e usar o di- Não que as universidades não possam contribuir com o esforço de redução de gastos. Nem que esteja tudo bem e nada precise melhorar. Há muito que melhorar nessa área. Podemos ser mais eficientes. Podemos entregar mais à sociedade. Essa é uma pauta importante. O governo poderia coordenar essa discussão para que no médio prazo o país contasse com uma educação superior de maior qualidade e mais acessível. Infelizmente, a opção feita parece indicar na direção contrária. O projeto, se é que há algo que se possa chamar de projeto, parece apontar para o desmanche do ensino superior público. Do ensino e da pesquisa (o CNPq, sem verbas, deve cortar as bolsas de pesquisa). É destruir por inanição, sufocando a área com a falta de recursos. Ou a sociedade se mobiliza e participa do debate, ou assistiremos à destruição de uma importante instituição social.(DP)




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Motorista perde controle, sobe em canteiro e derruba tamareira na Orla II de Petrolina

  Via:Carlos Britto
(Foto: Reprodução/WhatsApp)


O motorista de uma Toyota Hilux se envolveu em um acidente no final da tarde de hoje (18), na Orla II de Petrolina. Segundo informações, o condutor teria perdido o controle do veículo, subiu no canteiro e derrubou uma tamareira.
Muitos curiosos foram ao local para registrar o caso. De acordo com informações, o motorista não ficou ferido. Não há outras informações sobre o caso.
(Foto: Reprodução/WhatsApp)


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Está chegando a 15ª. edição da Festa do Tamarindo do Caboclo-Afrânio que acontece de 31 a 01 de setembro

  Via:Vinicius de Santana
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Caboclo-Afrânio-PE

Deliciosas surpresas lhe aguardam na 15° Festa do Tamarindo, em Caboclo, a 120 KM de Petrolina. Agende em seu calendário, nos próximos dias 31 de agosto e 01 de setembro. São 174  anos do tamarineiro. A Comissão de Revitalização do Caboclo (CRC), organizadora do evento, tem como propósito fomentar o desenvolvimento e a preservação histórica do local.  Esse ano, o Doce de Leite de Afrânio é o  grande tema da festa, que já está com o selo SIE( e o evento também contará com a participação também de chefs que fazem a história da gastronomia da região.
A programação dessa edição está recheada de coisas boas para agradar aos  participantes e visitantes de todas as idades. Uma das chefs mais tradicionais da região,  Maria Augusta Lima ,  dará oficina de gastronomia sobre  pratos com o uso  do tamarindo.   A chef é uma das organizadoras do evento esse ano, junto a Ielson Torres e Cosme Cavalcanti.  No sábado, dia 31, ainda teremos contação de história, oficinas, apresentações culturais como  um show dos Matigueiros e também a banda Nova Geração.   No domingo, acontecerá o concurso de gastronomia e logo em seguida , um encontro de sanfoneiros.



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Trump intensifica pressão e cogita bloqueio naval da Venezuela

 
(Foto: Sputnik)

Sputnik - O presidente dos EUA, Donald Trump, cogita a imposição de um bloqueio naval contra a Venezuela. 
Segundo relatos na mídia, citando fontes do governo dos EUA, o presidente dos Estados Unidos sugeriu o uso extensivo da Marinha dos EUA ao longo da costa venezuelana.  
A medida, de acordo com fontes familiarizadas com o assunto, impediria o comércio internacional do país, informou o portal Axios Media.  "Ele literalmente acabou de dizer que devemos levar os navios para lá e fazer um embargo naval", disse uma fonte da Axios.  "Seriam necessárias quantidades maciças e enormes de recursos, provavelmente mais do que a marinha dos EUA pode fornecer", disse a fonte, citada pela Axios.  
Segundo as fontes do portal, o Departamento de Defesa dos EUA foi informado sobre a proposta de Trump, mas não levou a ideia a sério, ressaltando que esse projeto não tem base legal e, além disso, consumiria recursos que a Marinha não tem.  
Apesar de Trump ter descartado uma intervenção militar no país sul-americano, os interlocutores do portal afirmam que o presidente dos EUA pretende manter uma crescente pressão sobre o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.


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MEC usará IDH, nota de curso e área prioritária para conceder bolsas de pós

As novas regras caracterizam uma mudança de critérios 
definidos pelo governo

 Por: Estadão Conteúdo - Estadão Conteúdo
Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil.
Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil.


O governo federal vai mudar o critério de concessão de bolsas de mestrado e doutorado no país. O novo sistema de escolha levará em conta o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos municípios onde as faculdades estão localizadas, o teor das pesquisas e a nota obtida pelos cursos nos últimos anos. Terão prioridade aquelas que se encaixarem em áreas consideradas estratégicas pela gestão Jair Bolsonaro, como cursos de Saúde e Engenharias. Bolsas de doutorado terão preferência em relação às de mestrado.A definição de quais faculdades receberão dinheiro para bolsas de pós caberá a um algoritmo. Cada um dos quatro quesitos terá um peso específico.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub afirmou que a distribuição de verba às universidades seguirá “critérios técnicos". “Quem faz trabalho sério receberá. Quem não faz e não prestar contas vai receber menos", disse ao Estado. O novo sistema de distribuição será anunciado oficialmente no próximo mês, mas as principais linhas foram antecipadas à reportagem pelo presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Anderson Correia. Vinculada ao MEC, a Capes é a principal financiadora de pesquisas de pós do País. Para Correia, a inclusão do IDH no cálculo é importante, já que a Capes tem função social, de desenvolvimento das regiões. “Você não pode dar o mesmo tratamento a um curso em São Paulo e outro em Altamira, no Pará."

Um peso maior para unidades instaladas em regiões mais pobres seria um mecanismo de tentar reduzir as desigualdades, ponderou ele. Nos outros três aspectos que vão compor o sistema, o foco é investir em quem pode trazer melhores resultados. A ideia é que cursos que receberam notas muito baixas por vários anos não voltem a ter bolsas - esses cursos foram os primeiros penalizados este ano, quando o MEC suspendeu bolsas para cortar gastos. Hoje, a Capes avalia os cursos em conceitos de 1 a 7. Programas com avaliação 1 e 2 têm autorizações de funcionamento canceladas. 

A opção em concentrar esforços no doutorado, diz ele, mira maior impacto científico. “O mestrado dificilmente gera descoberta que chame a atenção internacional." As áreas estratégicas ainda estão sendo definidas, mas Correia sinalizou que cursos como Medicina, Odontologia, Engenharias e Computação devem estar no grupo considerado prioritário. Já as pesquisas do que ele classifica como de “humanas puras" serão menos beneficiadas. Nesse grupo, estão Filosofia e Ciências Sociais. “Priorizar uma área não é matar outra." A gestão Bolsonaro já havia dado sinais de que o investimento em Humanas deixaria de ser prioridade, o que desencadeou críticas da comunidade científica.

Em abril, a Associação Brasileira de Antropologia, a Sociedade Brasileira de Sociologia, a Associação Brasileira de Ciência Política e a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais, em comunicado conjunto, afirmaram que as declarações indicavam desconhecimento sobre a ciência. Verba bloqueada Os novos critérios para distribuir bolsas devem ser aplicados já este ano. Weintraub acredita que parte dos recursos bloqueados começará a ser liberado no mês que vem e, até o fim do ano, de 80% a 90% do previsto no orçamento esteja disponível para a pasta.

A Capes teve R$ 300 milhões de um orçamento de R$ 4,25 bilhões bloqueados. Com isso, 6.198 bolsas foram canceladas. Segundo ele, bolsas ociosas vinculadas a cursos de baixo desempenho continuarão congeladas. Mas, se tiveram boa nota ou estiverem em área prioritária, o recurso será liberado. Reajuste nas bolsas de doutorado A Capes diz que, se o cenário fiscal dos próximos anos permitir, quer ampliar o valor da bolsa de doutorado, cuja média é de R$ 2 2 mil mensais - valor considerado baixo pelo governo e insuficiente para atrair talentos.

Especialistas temem que a inclusão de novos critérios leve a uma “escolha ideológica" na distribuição de bolsas. Para eles, o País já tem sistema de avaliação da pós-graduação robusto, baseado na qualidade dos cursos. “É importante que nenhuma área seja deixada de fora. Uma preocupação seria com a desassistência às Humanas, que em outros momentos também já foram excluídas, como no programa Ciências sem Fronteiras (criado na gestão Dilma Rousseff, que financiava intercâmbios no exterior). É perigoso que haja direcionamento ideológico", alerta Simon Schwartzman, da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes). Especialistas também questionam o uso do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) como critério, já que a maioria das pós estão em áreas em que o indicador é mais alto.

“Regiões com IDH muito baixo não têm programas de doutorado", afirma João Cardoso Palma Filho, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e ex-presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Estadual de Educação de São Paulo. E, para ele, se querem priorizar a bolsa para o doutorado, seria preciso mudar a estrutura de pós no país, que exige passagem pelo mestrado. Como o Estado revelou em junho, a Universidade de São Paulo (USP) propôs à Capes um novo modelo de pós-graduação, integrando o mestrado ao doutorado, o que reduziria o tempo total de titulação de seis para cinco anos.

A meta do Plano Nacional de Educação é de formar, até 2024, um total 25 mil doutores por ano no País. Em 2016, esse número foi de cerca de 20,6 mil. Bolsas de mestrados e doutorados são distribuídas pela Capes aos cursos de pós-graduação stricto sensu com avaliação igual ou superior a 3. A avaliação da Capes, quadrienal, dá nota de 1 a 7 aos programas. Cursos com notas 1 e 2 têm canceladas as autorizações de funcionamento. Hoje, as bolsas são distribuídas às instituições de ensino, que repassam aos alunos por meio de processo seletivo. Os cursos são os únicos responsáveis pela seleção e pela concessão de bolsas aos candidatos que atendam aos requisitos. Os valores pagos pela Capes variam de R$ 1,5 mil (mestrado) a R$ 2,2 mil (doutorado).

A Capes diz que, se houver folga fiscal nos próximos anos, quer reajustar o valor do auxílio, considerado baixo por especialistas. Proposta de mudança A Capes pretende levar em conta o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das cidades onde estão as faculdades e o teor das pesquisas para dar bolsas. Também quer priorizar áreas estratégicas na visão do governo, como Engenharia, e não Filosofia e Sociologia. Especialistas temem direcionamento ideológico. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo




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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...