segunda-feira, 3 de abril de 2017

CADA ITEM QUE TEMER COLOCA, LULA SOBE 2 PONTOS, DIZ LÍDER DOS METALÚRGICOS


"Cada item que o governo Temer coloca, o Lula cresce dois pontos. Terceirização? O Lula sobe dois pontos. Não vai vetar, Lula cresce dois pontos", avalia o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques.
Figura emergente no meio sindical e na esquerda, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques, combate as duas principais reformas do governo Michel Temer na área social: a emenda da Previdência e a flexibilização das leis trabalhistas. À frente da entidade, onde é um interlocutor frequente do ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva, é um dos articuladores da greve geral que as centrais sindicais tentarão fazer no dia 28.
As informações são de reportagem do Valor.
Admite inclusive negociar terceirizações, dentro de um hipotético acordo coletivo de caráter nacional.
Para ele, a agenda de reformas, da forma como está sendo conduzida, impulsiona uma candidatura presidencial de Lula em 2018.
"Cada item que o governo Temer coloca, o Lula cresce dois pontos. Terceirização? O Lula sobe dois pontos. Não vai vetar, Lula cresce dois pontos. Ontem eu tive reunião com o presidente da Ford. Inglês, está aqui há sete meses. No final ele perguntou: "Lula vai ser candidato?". Eu falei: "Dependendo de mim, vai. E vai ser para o Brasil voltar a crescer". Aí ele olhou e falou: "É. Bom, bom, bom", e saiu. Não sei se ele acha bom. Mas perguntou. Vejo que tem muita gente com esperança. As multinacionais no Brasil tiveram seu melhor momento no governo dele." (247).

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PSDB NÃO CONSEGUE CONVIVER COM O ÓDIO QUE SEMEOU NO PAÍS


Responsáveis pelo golpe que feriu de morte a democracia brasileira e arruinou a economia nacional, líderes do PSDB agora se queixam do ódio instalado no Brasil; em artigo publicado neste domingo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso reclamou da falta de "bonomia" na sociedade brasileira; em vídeo, Andrea Neves, acusada de receber propina para o irmão Aécio Neves, perguntou "de onde vem tanto ódio"; no meio da semana, Luciano Huck, um dos projetos presidenciais de FHC, se lançou candidato e disse que "não importa se foi golpe ou não"; no entanto, a raiz de toda a tragédia brasileira é o ódio de classe que vem sendo semeado pelo PSDB há vários anos e que culminou no golpe de 2016
"Sei que vivemos um momento de desânimo e que o ódio substitui certa bonomia, que parecia própria dos brasileiros", escreve o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, na primeira linha de seu artigo deste domingo (leia aqui).
Horas mais tarde, Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG), postou um vídeo nas redes sociais em que foi às lágrimas e questionou o porquê de tanto ódio, depois de ter sido citada, na capa de Veja, como operadora de propinas para o irmão (leia aqui).
Os dois exemplos são parte do mesmo fenômeno: a dificuldade do PSDB em conviver com o ódio que os tucanos instalaram no País e que agora se volta contra eles.
Afinal, foi o PSDB, sob o comando do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que, em novembro de 2014, logo após sua quarta derrota presidencial, decidiu conspirar contra a democracia brasileira e criar as condições para um impeachment fraudulento que fez com que o Brasil se transformasse num vexame mundial.
Para que se atingisse tal objetivo, não se mediram, em nenhum momento, as consequências.
Em 2015, sob a benção de FHC, Aécio se aliou a Eduardo Cunha (PMDB-RJ), hoje condenado a 15 anos e quatro meses de prisão, para sufocar o governo da presidente reeleita Dilma Rousseff, com suas pautas-bomba no Congresso. Em paralelo, "movimentos sociais" que eram apenas páginas de promoção de ódio e notícias falsas na internet, foram financiados para inflar protestos de rua. Isso sem falar nos colunistas de extrema direita recrutados por meios de comunicação financiados por verbas de publicidade de governos tucanos.
Com o ódio instalado no País, em 2016, os tucanos finalmente conseguiram concretizar o golpe parlamentar que já produziu uma queda de praticamente 10% do PIB nacional e instalou no Palácio do Planalto um governo com nada menos que nove ministros investigados por corrupção.
Um elemento, no entanto, fugiu do controle: as delações da Odebrecht. Arruinada nesse processo, a empreiteira decidiu delatar todos os esquemas de corrupção de que participou – e não apenas os de governos petistas. A consequência foi a revelação de repasses de R$ 70 milhões para Aécio, o Mineirinho, de R$ 23 milhões na Suíça para José Serra, o Careca, e também de pagamentos não contabilizados para Geraldo Alckmin, o Santo.
Com isso, o PSDB viu seus três principais presidenciáveis serem engolidos pelo neófito João Doria, prefeito de São Paulo – um personagem que lembra Jânio Quadros e provoca aversão máxima em FHC.
Ciente de que a cúpula tucana está liquidada, FHC passou a defender candidaturas avulsas e orientou o apresentador Luciano Huck a se lançar candidato, numa entrevista concedida à Folha de S. Paulo no fim de semana. Vendendo-se como uma espécie de "candidato do bem", Huck soltou uma pérola na entrevista. "Não importa se foi golpe ou não", disse ele.
Claro que importa, Luciano.
Foi um golpe liderado por seus amigos tucanos. E disso o mundo inteiro já sabe.
É justamente esse golpe vergonhoso que explica o ódio predominante no Brasil, semeado pelo PSDB, e com o qual os tucanos não conseguem conviver. (247).


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CIRO JÁ ADMITE CONCORRER À PRESIDÊNCIA MESMO COM LULA NO PÁREO


Uma semana após afirmar que não "tinha vontade" de concorrer à Presidência em 2018 caso Luiz Inácio Lula da Silva seja candidato, o ex-ministro Ciro Gomes já admite que pode tentar chegar ao Planalto mesmo se Lula estiver no páreo.  
A afirmação foi feita nos EUA, onde Ciro participou, na noite de sábado, da BrazUSC, a maior conferência de estudantes fora do Brasil, na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Ele afirmou que sua candidatura só depende do partido.
As informações são de reportagem de Eduardo Graça em O Globo.
"- Quem decide a minha candidatura sou eu, e só dependo de uma circunstância: o PDT confirmar meu pleito. Quando digo que não gostaria de ser candidato se o Lula também for, não é uma homenagem propriamente a ele, embora acredite que PT e PDT possam seguir juntos, apesar de nossas diferenças. Mas, se ele for candidato, passionaliza e polariza de tal forma o ambiente que os eleitores terão dificuldade de encontrar meu discurso, centrado em temas que considero sérios, distantes da polarização simplória que ele representa — analisou.
Ciro afirmou ainda que seus dois adversários mais fortes à sucessão presidencial são, hoje, Lula e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Ele destacou que não aposta em uma candidatura do prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB). E se mostrou simpático a uma eventual chapa com o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), mas disse que o “PT deve seguir com sua postura de lançar um candidato majoritário” e que não será “vice de ninguém”:
— Estou comovidamente pensando que esta será minha última eleição presidencial e, ganhando ou perdendo, quero deixar um projeto de governo como meu legado. Dória é um farsante que se apresenta como não político, mas já lá no governo (do então presidente) José Sarney (PMDB) era presidente da Embratur, e recebeu várias benesses, com o passar dos anos, dos governos do PSDB. Derrotá-lo numa disputa nacional é moleza; daria uma surra nele. Já o Alckmin, mesmo com o (deputado federal) Jair Bolsonaro (PSC) tirando muitos votos dos tucanos, é muito mais complicado. Ele sai com o apoio de 50% de São Paulo, quase 15% do Brasil." (247).

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DECISÕES ANTERIORES DE MINISTROS DO TSE INDICAM CASSAÇÃO DE TEMER


Os sete ministros titulares do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que começam a julgar amanhã o processo contra a chapa Dilma-Temer já votaram pelo princípio de que as chapas são indivisíveis em processos na Corte. Três deles, inclusive o presidente do tribunal, Gilmar Mendes, relataram acórdãos nos quais escreveram de forma expressa que a cassação do vice é uma consequência nesse tipo de processo, ainda que os atos que levam à punição tenham sido realizados apenas pelo titular. A separação da chapa é a principal tese de defesa de Temer no TSE para se livrar de punição.
Herman Benjamin, ministro que relato o processo, deve pedir a cassação do peemedebista.
As informações são de reportagem de O Globo.
"Gilmar Mendes foi explícito na defesa do princípio ao analisar, em 2015, a cassação de um prefeito e de seu vice na cidade de Planaltina, em Goiás. O vice-prefeito Vilmar Caitano Ribeiro, o Vilmar Popular (PPS), tinha uma linha de defesa similar à que Temer usa agora, afirmando não ter relação direta com ilícitos apontados. A principal acusação era que o prefeito, Zé Neto, (PSC), editou um decreto reduzindo a carga horária de funcionários do município para que eles participassem de sua campanha à reeleição. Gilmar oi categórico ao refutar a separação: 'Quanto ao argumento de que o vice-prefeito não poderia sofrer sanção de cassação de diploma, considerando que não praticou ato ilícito, ressalto que o mero benefício é suficiente para cassar o registro ou diploma do candidato beneficiário do abuso de poder econômico.'
O voto de Gilmar foi referendado por unanimidade. Da atual composição do TSE, participaram da decisão os ministros Luiz Fux e Henrique Neves. Indicado para o Lugar de Neves, Admar Gonzaga era substituto e votou com Gilmar naquela ocasião. Além desse voto, o atual presidente repetiu o argumento da indivisibilidade em pelo menos outras duas oportunidades nas quais atuou como relator, em processos que envolveram prefeitos e vices de Florianópolis (SC) e Porto Murtinho (SC)." (247).

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domingo, 2 de abril de 2017

Petrolina sem serviço de farmácias 24 horas


Com mais de 300 mil habitantes, Petrolina se tornou há muito tempo um grande centro urbano – um dos principais de Pernambuco. No entanto, a cidade continua carecendo de serviços à altura, a exemplo de farmácias 24 horas.
O fato é reforçado pelo relato de um leitor do Blog, que precisou procurar um desses estabelecimentos, na madrugada de sábado (1), para comprar um medicamento para seu filho. Mas a procura foi em vão.
“Precisei de um medicamento para um filho meu, às 00h30 da sexta para o sábado, e me deparei que em Petrolina não existe mais o serviço de farmácia 24 horas, aquelas que ficam no entorno do Hospital Dom Malan/Imip. Rodei a cidade por completa, inclusive as farmácias do Centro da cidade, e todas fechadas!”, desabafa. Lamentável.Fonte: (Carlos Brito).



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Alerta: Trote sobre falsos sequestros continuam ocorrendo em Petrolina


Os trotes telefônicos sobre falsos sequestros continuam acontecendo em Petrolina e devem servir de alerta para os mais desatentos. Um leitor deste Blog, que prefere o anonimato, foi a mais nova vítima dessa prática criminosa.
Como sempre, o número do telefone que faz o contato fica no modo privado. Em seguida, o procedimento infame é o mesmo. “Dizem que estão com uma filha sua e pedem que você não peça a ajuda de ninguém. Perguntei qual cidade. Responderam Petrolina. Agi com calma enquanto ganhava tempo dos bandidos para ligar para minha filha. Ela já estava no estágio. Como consegui falar com minha filha, ficou 100% seguro de ser trote”, relatou.
“Antes da pessoa acreditar e dar ou transferir dinheiro, precisa manter a calma e verificar se é trote”, reforçou o leitor. Ele lembra ainda um fato preocupante: o número de celulares que circulam pelos presídios nas mãos desses bandidos, incluindo o de Petrolina. Fica o aviso. Fonte: (Carlos Brito).


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Mais um homicídio registrado em Petrolina


Na noite deste sábado (01), por volta das 22h20, um homem foi assassinado no bairro João de Deus, zona oeste de Petrolina. De acordo com informações repassadas ao Blog, a vítima, conhecida como ‘Regis’, foi alvejada por disparos de arma de fogo dentro do banheiro no Pátio da Feira do bairro e morreu no local.
O IML foi acionada para realizar os procedimentos necessários. Ainda não se sabe quem é o autor do homicídio e o que teria motivado o crime. F: (Edenevaldo).

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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...