sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Parque Fluvial Velho Chico será construído em Petrolina


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O município de Petrolina é uma das cidades brasileiras destaque na elaboração de projetos que propiciam um maior cuidado com a natureza e com bem estar das pessoas.
Através da Usina de Projetos e da Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA), Petrolina se prepara para receber a implantação do Parque Fluvial Velho Chico, que será construído às margens do Rio São Francisco, um dos cartões postais da cidade.
O Parque Fluvial Velho Chico englobará a Revitalização da Orla II e a construção da Escola do Meio Ambiente, um local que servirá para realização de cursos, palestras, exposições de artes e artesanato. Nesse mesmo projeto, está inclusa a produção de mudas para a recomposição de toda a margem do Rio, no limite do município de Petrolina, além de equipamentos propícios a prática de atividades físicas como: pistas de caminhadas ecológicas, praças de estar infantil e adulto com parque verde e play ground, aparelhos de ginástica, bancos e espaço para leitura.
“Com a chegada do Parque Velho Chico, Petrolina atrairá mais turistas, desportistas, ambientalistas, artesãos e principalmente nossas crianças e deficientes, pois toda a obra será feira com base nas leis de acessibilidade. Através da Escola do Meio Ambiente serão gerados novos empregos, já que aqui aportarão diversos cursos, o que irá ajudar na renda de muitas famílias”, ressalta a gestora da Usina de Projetos de Petrolina, Marlize Mainardes, acrescentando que as escolas municipais contribuirão na escolha do mascote do Parque e que a coordenação da instituição será feita pela Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA).
Além de Petrolina, as cidades de Pirapora e Januária (MG) e Juazeiro (BA) serão contempladas com as obras do Parque Fluvial Velho Chico. “Ao todo serão investidos no município de Petrolina, R$ 3.615.863,56 provenientes do Fundo Nacional do Meio Ambiente. Para darmos início às obras, estamos aguardando as orientações da Caixa Econômica Federal, órgão responsável pela liberação dos recursos”, afirma Marlize.
Ascom PMP
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Plenário do Senado aprova novas regras para criação de municípios


Plenário do Senado 
O Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (16), o texto substitutivo aprovado pela Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei Complementar do Senado (PLS-Comp) 98/2002, que estipula novas regras para a criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios. O projeto, de autoria do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), foi aprovado com 53 votos a favor, 5 contrários e 3 abstenções.
O relator da matéria na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), senador Valdir Raupp (PMDB-RO), apresentou requerimento para votar em separado dois incisos que, explicou, proíbem a criação de municípios em áreas indígenas, de preservação ambiental e da União. As modificações, ressaltou, foram frutos de negociação com as lideranças do governo. O projeto segue agora para a sanção presidencial.
Durante a discussão da proposta em Plenário, o autor disse que a imprensa tem feito uma leitura equivocada do projeto, ao dizer que ele irá aumentar os gastos públicos. Mozarildo afirmou que, caso a lei que propôs estivesse em vigor há dez anos, 2,8 mil municípios não teriam sido criados. Lembrou que, pela primeira vez, é exigido um estudo de viabilidade tanto do município a ser criado quanto do que será desmembrado.
O substitutivo da Câmara condiciona a criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios à realização de Estudo de Viabilidade Municipal (EVM) e de plebiscito junto às populações dos municípios envolvidos. Com a nova lei, as assembleias legislativas do país voltam a examinar a criação de novos municípios, o que não ocorria há 17 anos.
Como reação à excessiva multiplicação de entes federativos municipais em passado recente, alguns sem as mínimas condições econômicas de funcionamento, o Congresso Nacional aprovou a Emenda Constitucional nº 15, de 1996, que interrompeu a chamada “farra dos municípios”. O projeto de Mozarildo visa regulamentar essa emenda.
O parecer da CCJ ao substitutivo aprovado pela Câmara concorda com todas as alterações e acréscimos da daquela Casa ao projeto original, exceto em relação aos destaques já citados. Para a instalação de municípios em áreas de propriedade da União, de suas autarquias e fundações será necessário uma prévia autorização da União.
Principais tópicos
Entre outros pontos, a proposta estabelece:
- a criação, incorporação, fusão ou desmembramento só poderá ocorrer no período compreendido entre a posse do prefeito até o último dia do ano anterior ao pleito municipal;
- qualquer uma dessas ações terá início mediante requerimento endereçado à respectiva assembleia legislativa. O requerimento deverá ser subscrito por 20% dos eleitores residentes na área geográfica diretamente afetada, no caso de criação ou desmembramento, ou 10%, no caso de fusão ou incorporação;
- o cadastro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) será a base de cálculo para o número de eleitores necessários à admissibilidade dos requerimentos de alteração de fronteiras político-administrativas;
- tanto o município a ser criado quanto o município preexistente terão de ter população igual ou superior ao mínimo regional. O substitutivo propõe as regras para esse cálculo, uma para Norte e Centro-Oeste, outra para Nordeste e outra para Sul e Sudeste;
- o número mínimo de imóveis existentes no núcleo urbano do novo município deverá abrigar pelo menos 20% das famílias residentes no núcleo urbano original;
- os pré-requisitos populacional e imobiliário serão indispensáveis para a realização do EVM;
- o estudo de viabilidade deverá abordar as viabilidades econômico-financeira, político-administrativa, socioambiental e urbana, tanto do município preexistente quanto do município a ser criado;
- a viabilidade econômico-financeira envolverá receitas de arrecadação própria, receitas de transferências federais e estaduais, despesas com pessoal, custeio e investimentos, dívidas vencíveis e restos a pagar e resultado primário, relativos aos três anos anteriores ao da realização do EVM, além de serem atestados pelo tribunal de contas competente;
- o EVM também deverá conter estimativas de receitas e despesas referentes à possibilidade do cumprimento de aplicação dos mínimos constitucionais em educação e saúde, como também a outros “serviços públicos de interesse local” e ao cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal;
- a viabilidade político-administrativa envolverá estimativas sobre o número de vereadores do futuro município e o número de servidores necessários para os Poderes Executivo e Legislativo municipais;
- a viabilidade socioambiental e urbana deverá conter levantamento dos passivos e dos potenciais impactos ambientais;
- são criadas diretrizes para o estabelecimento dos limites geográficos dos municípios, que deverão ser preferencialmente estabelecidos por acidentes físicos, naturais e/ou artificiais;
- a viabilidade socioambiental também abordará redes de abastecimento de água, esgotamento sanitário e de manejo de águas pluviais; perspectiva de crescimento demográfico; estimativa de crescimento da produção de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos de indústrias e residências; percentual de unidades de conservação e de áreas indígenas, quilombolas ou militares e proposta de compartilhamento dos recursos hídricos e da malha viária comum;
- o EVM deverá ser realizado no prazo de 180 dias e terá validade de 24 meses após sua conclusão;
- a Assembleia Legislativa terá de dar ampla divulgação ao EVM por 120 dias, inclusive pela internet, diário oficial estadual e jornal de grande circulação, e realizar pelo menos uma audiência pública em cada um dos núcleos urbanos envolvidos, para esclarecimento da população. Qualquer pessoa física ou jurídica poderá pedir a impugnação do EVM nesse prazo, caso verifique desrespeito às regras. As eventuais impugnações serão decididas pela assembleia legislativa;
- depois de aprovado e homologado o EVM, a assembleia pedirá ao Tribunal Regional Eleitoral a realização do plebiscito para consultar as populações dos municípios envolvidos. O plebiscito ocorrerá, preferencialmente, junto às eleições seguintes;
- se o plebiscito for pela rejeição, ficará vedada a realização de novo plebiscito para o mesmo fim no prazo de dez anos;
- se o plebiscito for pela aprovação, a assembleia votará projeto de lei definindo nome, sede, limites geográficos, comarca judiciária, limites dos respectivos distritos e forma de absorção e aproveitamento de servidores públicos;
- não poderá ser criado município com nome idêntico ao de outro que já exista;
- depois de aprovada a lei estadual, a eleição de prefeito, vice-prefeito e vereadores ocorrerá no pleito municipal imediatamente subsequente. A instalação do município se dará com a posse dos eleitos;
- também há um rol de providências a serem tomadas pela prefeitura e pela câmara municipal após a posse de seus mandatários, como a execução orçamentária e a organização administrativa. O novo município também deverá indenizar o município de origem pelas dívidas contraídas para a execução de investimentos em seu território.
Discussão
Vários outros senadores se manifestaram durante a discussão da proposta. O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) pediu a designação de relator, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), para o Projeto de Lei do Senado (PLS) 509/2011, de sua autoria, que determina, entre outros, que toda a população do estado seja ouvida em plebiscito para a criação de novos municípios.
A senadora Ana Amélia (PP-RS) elogiou o texto, que estipula critérios claros para a criação de novos municípios, tendo citado o limite mínimo de 12 mil habitantes. Já o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) afirmou que a proposta traz regras mais rígidas para a criação dos novos municípios.
A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) disse que a proposta fará com que se garanta efetivamente um processo que leve em conta a capacidade econômica e financeira de cada município a ser criado. Estimou que não mais de duas dezenas de distritos estejam hoje em condição de se emancipar.
O senador Blairo Maggi (PR-MT) lembrou que muitos distritos mato-grossenses ficam a mais de 400 quilômetros da sede de seus municípios. Para ele, é inconcebível que os parlamentares deixem perdurar uma situação como essa. O senador Humberto Costa (PT-PE) concordou que a proposta supre uma lacuna na legislação.
O senador Sérgio Souza (PMDB-PR) afirmou que a vida dos cidadãos nos municípios desmembrados no Paraná melhorou muito, sem que tenha havido o temido aumento de impostos.
O senador Mário Couto (PSDB-PA) informou que o distrito de Castelo dos Sonhos dista 1.100 quilômetros da sede do município de Altamira. O senador Jader Barbalho (PMDB-PA) também comentou as inconcebíveis distâncias de distritos paraenses das sedes de seus municípios.
Também manifestaram apoio à proposta, ao autor e ao relator os senadores Lúcia Vânia (PSDB-GO), Gim (PTB-DF), Eduardo Amorim (PSC-SE), Osvaldo Sobrinho (PTB-MT), Wellington Dias (PT-PI) e Antonio Carlos Valadares (PSB-SE).
Agência Senado
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Comunitários cobram conclusão de saneamento da UPA 24h e UPA-E de Petrolina


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Uma obra inacabada tem incomodado quem necessita dos serviços da UPA 24h e UPA-E. É a conclusão do sistema se saneamento das unidades entregues a pouco tempo pela governador Eduardo Campos num grande ato político. Os canos estão expostos, sem que a estrutura tenha sido concluída. A população cobra o cumprimento da empresa responsável pela obra, finalizando o serviço.
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CEAPE: a cara do atraso, a cara da oposição em Petrolina


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O prefeito Julio Lóssio encaminhou projeto para readequação do local de funcionamento de onde hoje funciona o Centro de Abastecimento de Petrolina. A área atual seria revitalizada e daria lugar ao centro administrativo, desafogando o trânsito do centro da cidade e proporcionando maior conforto à populalação. Já a feira seria relocada para outras regiões do município, onde a logística de distribuição seria facilitada pelo acesso direto às rodovias, melhorando o escoamento da produção local.
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O crescimento de Petrolina impõe alterações importantes na instalação de equipamentos públicos. Uma prova disso é que a região onde hoje temos o Viaduto dos Barranqueiros já serviu de espaço para feira livre. Com a chegada e consolidação do desenvolvimento, a atividade comercial foi então transferida para onde hoje funciona o CEAPE, o que na época também foi alvo de críticas da população.
Passados 30 anos de funcionamento na Avenida Sete de Setembro, o CEAPE hoje é um triste cartão-postal de Petrolina, mas que tem solução, apresentada pelo prefeito Julio Lóssio à Câmara de Vereadores de Petrolina. Um dos mais perversos opositores ao projeto, Ronaldo Cancão, diz não à modernização e readequação do espaço. Ronaldo Cancão é a cara do atraso, da precariedade e da deterioração. E a Ronaldo Cancão e seus capangas na Câmara de Vereadores de Petrolina a cidade “agradece” pela ignorância e insensibilidade, movidos por uma oposição mesquinha e cruel com as pessoas do município.
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Adalberto Cavalcanti: um nome que desperta a ira dos coroneis


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Foi só colocar seu nome à disposição do PTB para uma possível candidatura a Deputado Federal que começaram as ofensas pessoais partindo de correligionários dos deputados Fernandinho, Gonzaga Patriota e até do vice-prefeito Guilherme Coelho. A turma ligada ao coronelismo tacha Adalberto de “populista”, numa tentativa de denegrir a ação do deputado em todo o sertão pernambucano.
Adalberto incomoda porque faz pelo povo e está sempre perto do povo. Como sabemos, os deputados Fernandinho e Gonzaga residem entre Brasília e Recife e não escondem de ninguém suas preferências de moradia. Já Guilherme Coelho, só aparece por aqui em época de eleição e até o seu aniversário de 50 anos foi celebrado no meio da elite em São Paulo.
É tempo de rever conceitos: se ser populista é viver de perto os desejos e necessidades da população, ter cheiro de povo e ser sensível – apesar do jeito duro de se expressar, Adalberto certamente não se incomoda com este rótulo, principalmente quando vem de pessoas que só aparecem por aqui para pedir ou comprar voto.
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Moradores fazem protesto no bairro Santa Luzia contra a Compesa


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Há mais de 20 dias que os bairros Santa Luzia, Mandacaru, Terras do Sul, São Jorge, São Joaquim e adjacentes, estão sem água nas torneiras. Sabemos que água é vida e hoje (17) os moradores foram às ruas com o apoio do Conselho Comunitário do Bairro Santa Luzia e do Vereador Paraíba para reivindicarem seus direitos.
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Desde as 7h da manhã de hoje que os moradores interditaram a Avenida Principal do bairro Santa Luzia, com cartazes, faixas clamando o direito a água nas suas torneiras e protestando contra o descaso do órgão responsável, a COMPESA, aos moradores daquelas comunidades.
Muitos dos moradores levaram suas contas de água, que não param de chegar a suas casas todos os meses e diziam que a água que é o mais importante não esta chegando às torneiras de suas casas.
Ascom
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Petrolina receberá seis médicos intercambistas cubanos

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O prefeito de Petrolina, Julio Lossio, em cumprimento da agenda de trabalho em Brasília, junto à secretária de Saúde do município, Lucia Giesta; recebeu o comunicado que no próximo mês o município receberá seis médicos intercambistas cubanos, do Programa Mais Médicos, para integrarem as equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF) das unidades de saúde do município.
“Estes profissionais serão bem recebidos e acolhidos em nosso município, pois vêm agregar força a nosso projeto de reestruturação da Atenção Básica fortalecido pelo projeto AME idealizado pelo prefeito Julio Lossio”, declara a secretária de Saúde de Petrolina, Lucia Giesta.
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ACIDENTE Avião de Rey Vaqueiro cai em pista particular e pega fogo no Rio Grande do Norte

  Não houve feridos com quadro grave; cantor cancelou dois shows que faria em Pernambuco                                   Por Agência O Gl...