segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Lula na COP 27: 'uma esperança para o Brasil e para o mundo, segundo Jamil Chade, Jair Bolsonaro já não existe mais'. (Vídeos).

Para o jornalista, líderes globais agiram estrategicamente para proteger a democracia brasileira. Lula na COP 27 e no Fórum Econômico Mundial é esperança para o mundo

COP27 e Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Reuters | Ricardo Stuckert)

A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2022, em sua 27ª edição, começa oficialmente neste domingo, em Sharm El Sheikh, no Egito. COP é sigla em inglês de Conferência das Partes, em alusão aos 197 países integrantes da ONU que concordam que algo precisa ser feito para conter, entre outras ameaças à existência do planeta, o aquecimento global. Desde 1995 tem, o encontro tem edições anuais (exceto 2020, por causa da pandemia). E neste ano de COP 27, uma das presenças mais esperadas é a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Isso porque, depois de quatro anos de pânico ambiental, um dos países mais importantes para a causa ambiental está prestes a dar nova esperança ao mundo.

O presidente Jair Bolsonaro, de aviso prévio após a derrota na urnas em 30 de outubro, teria dito à boca pequena que considera a ida de Lula à COP 27 uma usurpação. Pois acha que o futuro empossado vai falar mal do Brasil e de seu governo. Assim como, para seus seguidores de cercadinho, Bolsonaro já disse da líder indígena Txai Suruí por ocasião de sua ida à 26ª cúpula, ano passado. Ela respondeu: “Bolsonaro, eu nunca critiquei o Brasil, eu critiquei você, e eu não estou sozinha”.

Mas não tem porque ficar bravo, pois além de seu governo ter sido um desastre ambiental, ainda inacabado, Bolsonaro já não existe mais para o mundo. É o que afirma o jornalista Jamil Chade, especializado em política externa, durante participação no programa Revista Brasil TVT.

Sem cenário Trump

Chade observa que os líderes das grandes democracias do mundo se articularam para inundar as redes com felicitações e reconhecimento do eleito assim que o Tribunal Superior Eleitoral oficializasse a vitória da coligação Brasil da Esperança. O objetivo do mundo todo foi rapidamente proteger o Brasil de qualquer tentativa de golpe ou ruptura democrática.

Por exemplo, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, se apressou em telefonar e cumprimentar Lula a fim de prevenir o Brasil de um “cenário Trump“. Jamil Chade se refere ao episódio da tentativa de golpe com a invasão do Capitólio por trumpistas.

No dia seguinte à vitória, o convite imediato do governo do Egito a Lula para a COP 27 e sua aceitação imediata sinalizaram para uma nova política ambiental. “Por isso os convites começaram a brotar de todos os lados. Um deles, o do Fórum Econômico Mundial, em janeiro, com Lula já empossado. “Estão ali todos os donos das maiores multinacionais do mundo e os donos das finanças. E também os principais líderes mundiais para que Lula apresente seu plano de governo ao mundo. Ou seja, com tudo acontecendo, para o mundo, Jair Bolsonaro já não existe.”

“Esperamos liderança política”, disse a Chade o secretário-executivo da ONU para Mudanças Climáticas, Simon Stiell. Desse modo, a organização da conferência admite que o movimento global contra as mudanças climáticas estaria sem comando. Para ele, mais do que uma nova narrativa, uma nova política ambiental em um país com a importância do Brasil, pode representar uma esperada nova liderança na ação global diante do aquecimento. “Então, a derrota para a extrema direita no Brasil é também uma derrota para a extrema direita no mundo. A Amazônia faz parte do centro do debate mundial. E também a defesa democracia”, avalia o jornalista.

Histórico

Entre 2003 e 2014, o desmatamento na Amazônia Legal – Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins – caiu 82%. O esforço brasileiro nesse meio tempo fez da participação de Lula na COP 15, em 2009 em Copenhague, um dos momentos mais marcantes de sua política externa. Na capital da Dinamarca, o ex-presidente foi surpreendido ao ter a ordem de seu pronunciamento trocada, falando antes apenas dos presidentes dos EUA, Barak Obama, e da França, Nicolas Sarkozy.

Isso porque, na madrugada que antecedeu ao discurso, o presidente brasileiro participou de reunião com os principais líderes mundiais da época e impressionou a todos com sua visão. Em suas falas, Lula sempre associa as políticas globais de combate ao aquecimento à necessidade de os países ricos reconhecerem e seus papéis nas mudanças climáticas. E também de participar de um esforço mundial no enfrentamento à pobreza e às desigualdades. Porque os países em desenvolvimento têm menos condições de impor restrições ao seu processo de crescimento. E também porque as populações mais pobres do mundo são as mais vulneráveis às consequências das alterações climáticas.

O papel de cada um

“Tive o prazer de participar ontem à noite, até às 2h30, de uma reunião que, sinceramente, eu não esperava, porque era uma reunião onde tinha muitos chefes de Estado, figuras das mais proeminentes do mundo político. E, sinceramente, submeter chefes de Estado a determinadas discussões como nós fizemos antes, há muito tempo eu não assistia”, disse Lula na época.

“Não é uma barganha de quem tem dinheiro ou quem não tem dinheiro. Quem tem mais recursos e mais possibilidades precisa garantir a contribuição para proteger os mais necessitados”, defendeu. - Rede Brasil Atual.

(Vídeos):



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Lula define os nomes da equipe de transição nesta segunda-feira

O presidente eleito deve aprovar os nomes que serão apresentados por Geraldo Alckmin, Aloizio Mercadante e Gleisi Hoffmann

Lula e Alckmin recebem jornalistas durante reunião com a equipe da campanha, em São Paulo. 19.08.2022 (Foto: Ricardo Stuckert)

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, participa de reuniões com a equipe de transição de governo, nesta segunda-feira (07/11), a partir das 10h, em São Paulo (SP). Lula deve aprovar os nomes que serão apresentados para fazer parte da equipe de transição, coordenada pelo vice Geraldo Alckmin e por Aloizio Mercadante e Gleisi Hoffmann.

Uma das novidades, anunciada neste fim de semana, é a provável participação dos economistas André Lara Resende e Persio Arida, formuladores do Plano Real, na equipe de transição. Ao todo, o novo governo poderá indicar cerca de 50 assessores, que atuarão no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, e receberão informações de todas as áreas do governo. 247.


 (vídeo)




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sexta-feira, 4 de novembro de 2022

O governo “aumentou as despesas e reduziu as receitas”, deixando um rombo que “equivale mais ou menos a 4% do PIB projetado”, segundo o deputado petista

Rui Falcão e Bolsonaro (Foto: Alessandro Dantas | Reuters)

Falando sobre o início dos trabalhos da equipe de transição para o novo governo Lula (PT), o deputado federal Rui Falcão (PT) afirmou à GloboNews, nesta sexta-feira, 4, que o governo de Jair Bolsonaro (PL) “deixou o País em estado de calamidade pública”. Segundo ele, o governo “aumentou as despesas e reduziu as receitas, deixando um rombo, calculado por baixo, de 350 bilhões de reais, o que equivale mais ou menos a 4% do PIB projetado”.

Por isso, o petista destacou que o plano de transição precisa fazer frente a “despesas emergenciais”, como a continuidade do Bolsa Família de R$600, acrescido com R$ 150 por filho até seis anos, a Farmácia Popular, recursos para o SUS, entre outros programas de interesse da população mais necessitada. São “despesas críticas”, disse o parlamentar, que “precisam de recursos na peça orçamentária de 2023”. Brasil247.


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PGR pede depoimento de Carla Zambelli antes de abrir investigação por perseguição armada

A vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, solicitou a oitiva para avaliar a necessidade de apuração do caso

(Foto: Reprodução)

 A Procuradoria-Geral da República pediu nesta sexta-feira 4, autorização ao Supremo Tribunal Federal para conseguir o depoimento da deputada bolsonarista Carla Zambelli (PL-SP) sobre o caso de perseguição armada a um homem na véspera do segundo turno da eleição.

O pedido da PGR acontece após a determinação do ministro Gilmar Mendes de que o Ministério Público analisasse um pedido de investigação contra a parlamentar feito pelo Partido dos Trabalhadores. 

O MP afirmou que as oitivas serão feitas, mas antes de determinar se a conduta da parlamentar irá ser apurada, a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, afirma que é preciso fazer uma avaliação preliminar do caso. 247

Leia a íntegra na Carta Capital.


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PRESIDÊNCIA - Sem foro, Bolsonaro vê risco de ser preso aumentar

 

O atual presidente foi alvo de diversas investigações e mais de 150 pedidos de impeachment


                              Por Louis Genot/AFP

Jair Bolsonaro - Foto: Marcos Corrêa/PR

"Eu tenho 3 alternativas para o meu futuro: estar preso, ser morto ou a vitória", disse Jair Bolsonaro em agosto de 2021, muito antes de sua derrota para Lula no domingo. 

"Pode ter certeza: a 1ª alternativa (estar preso) não existe", declarou o presidente ultradireitista, durante um encontro com evangélicos.

No entanto, analistas consultados pela AFP consideram que o risco de prisão é real, mesmo que os processos possam levar anos. 

Desde o início de seu mandato, Bolsonaro foi alvo de diversas investigações, em especial por desinformação, e mais de 150 pedidos de impeachment, a maioria relacionados à sua gestão da crise da covid-19, que deixou mais de 687 mil mortos no país.

Essas ameaças foram afastadas por dois aliados fundamentais: o procurador-geral da República, Augusto Aras, que se absteve de formular qualquer acusação formal contra o chefe de Estado, e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, que se recusou a dar prosseguimento aos pedidos de impeachment. 

Mas a situação mudará a partir de 1º de janeiro: quando Luiz Inácio Lula da Silva tomar posse, Jair Bolsonaro perderá o foro privilegiado.

Poderá, assim, ser julgado por tribunais de primeira instância, e não apenas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Documentos sob sigilo 
A Justiça já está atenta aos assuntos da família Bolsonaro. O Ministério Público havia denunciado no final de 2020 o filho mais velho do presidente, Flávio Bolsonaro, agora senador, por desvio de verbas e lavagem de dinheiro quando era deputado estadual do Rio de Janeiro.

A suspeita era da prática de "rachadinha", mas o caso foi arquivado em maio, após a anulação de provas recolhidas no processo, inclusive por meio de quebra de sigilo bancário, alegando que o foro privilegiado deveria ter sido mantido. 

Mas uma série de reportagens do site Uol mostrou que o MP tinha fortes indícios de que a prática era difundida na família Bolsonaro, inclusive com Jair, deputado por 27 anos antes da chegar à Presidência.

Ao fim do mandato presidencial, Jair Bolsonaro "poderá ser processado por crimes comuns, e o Ministério Público poderá abrir novas frentes de investigação", assegura o jurista Rogério Dultra dos Santos, da Universidade Federal Fluminense (UFF).

O presidente sempre negou qualquer irregularidade, dizendo ser vítima de "perseguição política", inclusive quando o Uol revelou recentemente que membros de sua família adquiriram 51 imóveis pagos total ou parcialmente em dinheiro em espécie de 1990 a 2022, totalizando milhões de reais.

Durante seu mandato, o presidente Bolsonaro colocou sob sigilo de 100 anos documentos, oficiais ou pessoais, que podem se revelar comprometedores. Lula prometeu, durante a campanha, que permitirá o acesso a esses documentos.

"Se o presidente Lula resolver levantar o sigilo de 100 anos para várias atividades do Bolsonaro como está prometendo, isso pode se tornar uma questão importante", comentou Rogério Dultra dos Santos, que é membro da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABHD).

Esses documentos podem conter, por exemplo, revelações sobre interferência de pastores evangélicos no orçamento do Ministério da Educação.

Exemplo de Trump 
Rogério Dultra dos Santos salienta, no entanto, que os processos podem "levar vários anos", com múltiplos recursos que retardam qualquer possibilidade de prisão. 

Jair Bolsonaro pode se beneficiar de uma decisão do Supremo que libertou Lula após 18 meses de prisão por corrupção. 

Em novembro de 2019, ele foi solto depois que o STF decidiu que um réu só poderia ser preso depois que todos os seus recursos fossem julgados, e não mais apenas após uma condenação em segunda instância. 

Além das questões legais, Jair Bolsonaro fez comentários surpreendentes três semanas antes da eleição, dizendo que pretendia se afastar da vida política em caso de derrota.

"Acho muito pouco provável ele abandonar a política depois da eleição. Acho possível que ele volte a ser candidato a presidente, baseado no exemplo do Trump, que foi derrotado, mas continua com muita influência na politica americana", apesar de sua derrota eleitoral em 2020, avalia Mayra Goulart, cientista política na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


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Tite convoca seleção brasileira para Copa do Mundo na segunda (7); confira o que se sabe até agora

 COPA DO MUNDO 2022

CBF encaminhou lista prévia com 55 nomes à Fifa, e 26 entre esses vão ao Catar


                        Por Folha de Pernambuco
Tite, técnico da seleção brasileira - Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O Brasil conhecerá a formação final da seleção brasileira para a Copa do Mundo no Catar na próxima segunda-feira (7), em coletiva de imprensa realizada por Tite às 13h. A convocação segue lista prévia com 55 nomes enviada à Fifa pela CBF.

A relação de pré-convocados é mantida em segredo, mas vazamentos já revelaram a presença de alguns atletas, além de algumas ausências, como do atacante Pedro Raúl, do Goiás, artilheiro do Brasileirão elogiado por Tite em oportunidades anteriores.

O goleiro Santos, do Flamengo, aparece como novidade em um dos setores mais fixos da era Tite na seleção. Para a zaga, a lista aponta os atletas Nino (Fluminense), Bremer (Juventus), Léo Ortiz (Bragantino) e Felipe (Atlético de Madrid). Nas laterais, aparecem Filipe Luís e Rodinei, do Flamengo, e Caio Henrique, do Monaco.

Os meias Everton Ribeiro (Flamengo) e André (Fluminense), além do volante João Gomes (Flamengo) também marcam presença, junto aos atacantes Pedro e Gabigol, do Flamengo, e Luiz Henrique, do Betis.

Sem surpresas

Mesmo sem ter suas presenças na lista prévia vazadas, alguns nomes têm sido presentes demais na campanha da seleção rumo ao Catar para não darem as caras na convocação sem motivos de força maior, como lesões.

Entre eles, o trio de goleiros formado por Alisson (Liverpool), Ederson (Manchester City) e Weverton (Palmeiras); os zagueiros Thiago Silva (Chelsea), Marquinhos (PSG) e Éder Militão (Real Madrid); os laterais Alex Sandro e Danilo (ambos da Juventus); os meias Casemiro e Fred (ambos do Manchester United), Fabinho (Liverpool), Bruno Guimarães (Newcastle) e Lucas Paquetá (West Ham); e os atacantes Neymar (PSG), Vinicius Junior (Real Madrid), Richarlison (Tottenham), Gabriel Jesus (Arsenal) e Raphinha (Barcelona).

Outros fortes concorrentes a garantir uma das 26 vagas são os atacantes Antony (Manchester United), Rodrygo (Real Madrid), Firmino (Liverpool) e Matheus Cunha (Atlético de Madrid), o lateral-esquerdo Alex Telles (Sevilla), e o zagueiro Ibañez (Roma) - todos presentes na última convocação de Tite para enfrentar Gana e Tunísia em amistosos.

Prováveis ausências

Alguns nomes que já foram vistos como garantidos no Catar, podem não ter seus nomes anunciados pelo treinador da seleção na segunda-feira. O lateral Daniel Alves (Pumas) e o meia Phillipe Coutinho (Aston Villa), por exemplo, são alguns dos jogadores que perderam espaço na equipe nos últimos meses.

Os atletas que aparecem na lista prévia mas não forem chamados para a seleção, no entanto, podem ficar à disposição como suplentes no caso de desfalques por lesão. Caso necessário, alterações na convocação podem ser feitas até a véspera da estreia do Brasil na Copa, em 24 de novembro.


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Centrão já avalia que PEC da Transição será aprovada

Parlamentares dizem que não há como o Congresso vetar a manutenção do Auxílio Brasil em R$ 600. Equipe de Lula espera aprovar o texto para cumprir promessas da campanha


Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Auxílio Brasil (Foto: Ricardo Stuckert | ABr)

Lideranças do Centrão, que foi base de apoio do governo Jair Bolsonaro (PL) no Congresso Nacional, já admitem que a PEC da Transição, que será apresentada pelos aliados do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), será aprovada, já que ela é que abrirá espaço para manter o Auxílio Brasil no valor de R$ 600. Segundo a proposta orçamentária enviada pelo atual governo ao Congresso, o valor do benefício previsto para o próximo ano é de R$ 405.

“Se aprovamos a PEC eleitoral para aumentar o benefício para esse ano, não há condições políticas para tirar esse valor em 2023. Ficaria muito ruim até mesmo para o presidente Bolsonaro, que prometeu a manutenção de R$ 600 para o Auxílio”, disse um dos líderes do Centrão ao jornalista Gerson Camarotti, do G1. 

A reportagem, porém, ressalta que “apesar do consenso que começa a ser criado em torno da PEC da transição, o PT já admite que o maior desafio será derrubar o teto de gastos no próximo ano, já com um novo Congresso. Essa foi uma bandeira de campanha de Lula durante a eleição. Mas haverá forte resistência da futura base bolsonarista no Legislativo”. (247).


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União dos Escritores do Vale do São Francisco (UEVASF) promoverá lançamento coletivo de obras ineditas em Petrolina

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