domingo, 21 de julho de 2024

Israel lança ataques ao Líbano após bombardear o Iêmen (vídeos)

 

Explosões sucessivas foram ouvidas de acordo com os registros, resultando em um grande incêndio na cidade costeira de Adloun, no sul do país

Bombardeio israelense no Líbano (Foto: Reprodução)

Bombardeios israelenses foram registrados na cidade costeira de Adloun, no sul do Líbano, situada a 35 km do interior do país, na tarde deste sábado (20) pelo portal The Cradle. De acordo com a publicação, explosões sucessivas foram ouvidas, resultando em um grande incêndio na região.

 

Este ataque ao Líbano ocorre na sequência de um bombardeio aéreo reportado mais cedo no mesmo dia na cidade de al-Hudaydah, localizada no oeste do Iêmen, uma área atualmente sob controle dos Houthis. O The Times of Israel divulgou que imagens e vídeos que circulam nas redes sociais mostram intensas chamas e densas colunas de fumaça emergindo do local atingido, evidenciando a gravidade do ataque.

Fontes não identificadas citadas pelo veículo de comunicação saudita Al Arabiya afirmam que os ataques aéreos em al-Hudaydah foram realizados pelos militares israelenses. Relatos locais indicam que o alvo foi um depósito de combustível localizado no porto de al-Hudaydah.

O bombardeio ao Iêmen ocorreu um dia depois de os Houthis terem lançado um drone de longo alcance, fabricado no Irã, contra o centro de Tel Aviv. Este ataque resultou na morte de um homem e deixou outras dez pessoas feridas, segundo informações do Exército de Israel e dos serviços de emergência. - 247.


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Avião da Embraer é eleito a mais elegante aeronave em show aéreo militar na Inglaterra

 

Dividido em três categorias, o prêmio vale para aeronave militar, civil e a do grande vencedor. O KC-390 ganhou na última categoria

KC-390, avião para transporte tático/logístico e reabastecimento em voo desenvolvido pela Embraer, na Base Aérea de Brasília (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)


O avião brasileiro KC-390 foi premiado neste sábado (20) no festival aéreo Royal International Air Tattoo (RIAT 2024), na Inglaterra, com o prêmio “Concours d’Elegance”, concedido à aeronave mais bem preparada e apresentável em exposição estática.

Exibida pela Força Aérea Portuguesa (FAP), a aeronave foi eleita a mais elegante e sofisticada entre as concorrentes. Dividido em três categorias, o prêmio vale para aeronave militar, civil e a do grande vencedor. O KC-390 ganhou na última categoria, que é considerada a premiação máxima do evento.

"A Embraer parabeniza a Força Aérea Portuguesa (FAP) pela conquista do prêmio Concours d’Elegance com seu KC-390 Millennium no Royal International Air Tattoo 2024. Este prêmio reconhece a parceria de sucesso e os excelentes resultados alcançados com a Força Aérea”, reforçou a fabricante em uma publicação nas redes sociais.

Portugal foi o primeiro país a comprar o K-390, em 2019, com a aquisição de cinco cargueiros a 827 milhões de euros (cerca de R$ 5 bilhões). A segunda unidade de um KC-390 foi entregue aos portugueses em junho deste ano.

O KC-390, avião de transporte militar mais moderno do mercado, pode transportar mais carga útil (26 toneladas) em comparação a outros aviões de transporte militar de médio porte, ao mesmo tempo que o modelo voa a 870 quilômetros por hora.

Até o momento, o KC-390 Millennium foi selecionado para a Força Aérea de Brasil, Portugal, Hungria, Países Baixos, Áustria, República Tcheca e, mais recentemente, Coreia do Sul.

No começo do ano, a companhia assinou um memorando de entendimento com a empresa indiana Mahindra para colaborar nas encomendas da aeronave KC-390 para a Força Aérea da Índia, conforme noticiado. - Sputnik Brasil.


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Em evento com Lula e Marta, Boulos lança pré-candidatura à Prefeitura de São Paulo

 

"A gente tem orgulho de ser apoiado pelo presidente Lula. Na convenção dos nossos adversários, eles vão tentar esconder quem é o apoiador", disse Boulos

Marta Suplicy, Lula e Guilherme Boulos (Foto: Reprodução/UOL/Bruno Luiz)


O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) lançou sua pré-candidatura à Prefeitura de São Paulo em um evento realizado neste sábado (20), ao lado do presidente Lula (PT) e da ex-prefeita Marta Suplicy (PT), que será sua vice na chapa.

No palco do evento, Boulos, Lula e Marta subiram de mãos dadas e erguidas. Os ex-prefeitos Luiza Erundina (PSOL) e Fernando Haddad (PT), atualmente ministro da Fazenda, também participaram do ato.

Durante seu discurso, Boulos fez uma crítica velada ao atual prefeito Ricardo Nunes (MDB) e ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). "Aqui a gente tem o maior orgulho de ser apoiado pelo presidente Lula. Na convenção de alguns dos nossos adversários, eles vão tentar esconder quem é o apoiador", afirmou, de acordo com o portal UOL.

"Boulos é o candidato do presidente Lula a prefeito de São Paulo. O presidente Lula e eu reconhecemos em Boulos a necessária sensibilidade para ser o próximo prefeito de São Paulo", declarou Marta.

O pré-candidato apresentou suas principais propostas para a cidade, com foco nas áreas de educação, saúde e meio ambiente. "Quero governar São Paulo para quebrar os muros que separam os Jardins da periferia. São Paulo precisa de um choque de humanidade, e é esse chapéu que nós vamos dar a partir de 1º de janeiro do ano que vem". - 247.

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Lula declara apoio a Boulos e diz que "fascistas nunca mais governarão São Paulo nem o Brasil"

 

No evento, Boulos criticou o prefeito Ricardo Nunes e também Jair Bolsonaro

Guilherme Boulos e Lula (Foto: Ricardo Stuckert / PR)


Durante o lançamento da pré-candidatura de Guilherme Boulos (PSOL) à Prefeitura de São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou seu apoio explícito ao deputado federal. O evento, realizado neste sábado (20), contou com a presença de figuras políticas importantes como a ex-prefeita Marta Suplicy (PT), que concorrerá como vice na chapa de Boulos, além dos ex-prefeitos Luiza Erundina (PSOL) e Fernando Haddad (PT), atual Ministro da Fazenda.

"Eu quero que meus eleitores saibam que o Guilherme Boulos é meu candidato em São Paulo. Quero que os adversários saibam que ele é meu candidato. Com Boulos eleito, vamos poder dizer que nunca mais os fascistas vão governar essa cidade e esse país", disse o presidente.

No palco, Boulos, Lula e Marta se apresentaram unidos, simbolizando a forte aliança entre os partidos PSOL e PT nesta corrida eleitoral. Durante seu discurso, Boulos criticou indiretamente o atual prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), contrastando suas políticas com o apoio recebido de Lula, destacado por ele como um ponto de orgulho.

Marta Suplicy reforçou o endosso de Lula a Boulos, destacando a capacidade de liderança e sensibilidade do pré-candidato para assumir a prefeitura. Boulos aproveitou a ocasião para detalhar suas propostas focadas em educação, saúde e meio ambiente, enfatizando seu desejo de promover maior equidade social na cidade. "Quero governar São Paulo para quebrar os muros que separam os Jardins da periferia", declarou Boulos, prometendo um "choque de humanidade" a partir de janeiro do próximo ano. - 247.

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MELODY Após acidente de trânsito, Melody tranquiliza fãs: "tá todo mundo bem"

 

Melody estava indo fazer um show quando o acidente aconteceu, na tarde deste sábado (20)


                    Por Leonam Souza

A cantora Melody relatou através de stories do Instagram, que sofreu um acidente de trânsito na tarde deste sábado (20). Nas imagens é possível a van em que ela estava machucada.

"Gente, acabamos de sofrer um acidente", diz a jovem. "Está todo mundo mal", relatou. A cantora e sua equipe seguiam para um show quando acidente aconteceu na Via Dutra, em Barra Mansa (RJ).

Com dores nas costas e cabeça, Melody explicou que o veículo estava parado quando um ônibus de turismo os atingiu por trás. O acidente envolveu ainda outros três carros.

"Graças a Deus, ninguém morreu. Está todo mundo bem", falou ela na postagem. "Foi um livramento", desabafou.

De acordo com o G1, a Polícia Rodoviária Federal informou que Melody e outras quatro pessoas não identificadas foram socorridas por uma equipe de resgate e levadas para a Santa Casa.

No Instagram, a equipe da cantora de 17 anos, informou que todos os envolvidos no acidente estão bem e fora de perigo.

Confira os registros de Melody, compartilhados no Instagram


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quarta-feira, 17 de julho de 2024

Domingos Brazão chora e nega ter mandado assassinar Marielle: 'é uma farsa!'

 

'Jamais tivemos envolvimento com milicianos', afirmou o integrante do TCE-RJ. Ele foi preso após ser acusado de participar do planejamento do homicídio

Da esq. para a dir.: Chiquinho e Domingos Brazão e Marielle Franco (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados | Reprodução/Marielle, o documentário | Mídia NINJA)


Conselheiro do Tribunal de Contas do estado do Rio de Janeiro, Domingos Brazão disse nesta terça-feira (16) que é "falácia" dos parlamentares aliados do governo Lula de que o congressista foi um dos mandantes do assassinato da ex-vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL), morta por integrantes do crime organizado, num lugar sem câmeras, na região central do Rio. 

"Nunca houve isso [envolvimento com milicianos]. São seis mandatos e jamais houve envolvimento com milicianos", disse Brazão ao depor no Conselho de Ética da Câmara como testemunha de defesa do irmão dele, o deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ). 

Investigadores da Polícia Federal apuram se as denúncias de Marielle contra a exploração imobiliária ilegal em algumas regiões do município do Rio foram o principal motivo para o assassinato. As críticas da parlamentar teriam incomodado os interesses dos irmãos Brazão, que foram presos, junto com Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do estado do Rio. 

Entre os presos, estão dois milicianos. Um deles é réu confesso - o ex-policial militar Ronnie Lessa, que efetuou os disparos contra o carro onde estava a então parlamentar, em março de 2018. O outro ex-PM foi detido - Élcio Queiroz admitiu ter dirigido o veículo de onde partiram os tiros contra a então vereadora. - 247.

Lula: 'o Brasil está vivendo um momento sensacional'

 

O presidente falou sobre temas como salário mínimo, economia, inflação, combate à fome e política externa. 'O país está bem na fotografia', disse

Lula (Foto: Claudio Kbene / PR)


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou nesta terça-feira (16) alguns números que apontaram para uma economia mais atrativa para investimentos, em comparação com os últimos anos. "Estamos vivendo um momento muito sensacional", sustentou o chefe de Estado brasileiro durante entrevista à Record, em Brasília (DF).

"O mercado previa 0,8%, nós crescemos 3%. O mercado previa a inflação descontrolada, a inflação está controlada. O Brasil está gerando 2,5 milhões de empregos em um ano e sete meses. A massa salarial cresceu 11,7%. O salário mínimo reajustado duas vezes acima da inflação. Isenção do imposto de renda para quem ganha dois salários mínimos e pretendo chegar a 5 mil reais de desconto. Tiramos 24 milhões de pessoas da fome".

"Sabe quantos mercados novos nós abrimos em um ano e sete meses? 165 novos mercados para os produtos brasileiros. E isso é preciso muita política. É preciso viajar. É preciso vender aquilo que a gente tem de bom. É por isso que o Brasil está bem na fotografia. É por isso que é levado a sério", acrescentou.

Durante a conversa de quase 40 minutos, Lula defendeu a estabilidade econômica, o controle das contas públicas e a perseguição das metas de inflação. "Nós vamos criar um país com estabilidade fiscal, econômica e social. Esse país terá previsibilidade. Responsabilidade fiscal eu não aprendi na faculdade, eu trago ela de berço", resumiu o presidente.

O presidente sustentou que o crescimento do país precisa se pautar pela redução de desigualdades sociais e pela criação de oportunidades e ressaltou a necessidade de regulação das big techs. Para ele, o mundo digital se tornou, em muitos aspectos, um palco lucrativo para a disseminação de desinformação. O presidente defendeu a retomada da civilidade no debate político, celebrou o retorno do país aos grandes palcos da geopolítica internacional e as múltiplas oportunidades geradas para o país com a transição energética.

Confira alguns dos principais trechos da entrevista:

ECONOMIA - Não tem um único número, um único número que diga que o Brasil tem qualquer problema. A gente está crescendo mais do que a previsão do mercado. O mercado previa 0,8%, nós crescemos 3%. O mercado previa a inflação descontrolada, a inflação está totalmente controlada. A única coisa que não está controlada é a taxa de juros. Geramos 2,5 milhões de empregos em um ano e sete meses. A massa salarial cresceu 11,7%. O salário mínimo reajustado duas vezes acima da inflação. Isenção do imposto de renda para quem ganha dois salários mínimos e eu pretendo chegar a 5 mil reais de desconto do imposto de renda. Tiramos 24 milhões de pessoas da fome. Então, nós estamos vivendo um momento sensacional.

META FISCAL - Esse país é muito grande. Muito poderoso. O que é pequeno é a cabeça dos dirigentes, de alguns especuladores. Porque esse país não tem nenhum problema. Se o déficit é zero, se é 0,1, o que é importante é que o país esteja crescendo. O que é importante é que a economia esteja crescendo. O que é importante é que o emprego esteja crescendo. O salário crescendo. Nós vamos fazer o que for necessário para cumprir o arcabouço fiscal. Nós vamos criar um país com estabilidade jurídica. Nós vamos criar um país com estabilidade fiscal, com estabilidade econômica, com estabilidade social. Esse país terá previsibilidade.

SALÁRIO MÍNIMO - O mínimo, já diz, é o mínimo. Não tem nada mais baixo que o mínimo. Então, eu não posso cortar o mínimo, que já é o mais baixo de tudo. O que estou falando? Quando você tem que dar aumento do salário mínimo, você faz a reposição inflacionária. Se a inflação foi 3%, você repõe 3%. O crescimento do PIB nos últimos dois anos, a média, a gente dá de aumento do salário mínimo. Então, se durante dois anos o PIB crescer 6%, a gente além da inflação dá 6% de aumento. O que é humanamente justo, socialmente justo. Por quê? Porque o crescimento da riqueza no país, que é o resultado da produção de 203 milhões de brasileiros, tem que ser distribuído de forma equitativa para todo mundo.

CIVILIDADE - O que o mundo está precisando é de civilidade na política. Nós precisamos aprender a conviver democraticamente na diversidade. Eu não sou obrigado a gostar de você. Você não é obrigado a gostar de mim. Você não precisa concordar comigo, eu não preciso concordar com você, mas nós temos que nos respeitar. Você tem o direito de ter sua opinião, eu tenho o direito de ter a minha. Quando chega no processo eleitoral, essas opiniões vão para debate e o povo vai de forma soberana escolher quem é o primeiro da república. Quem for eleito, governa. Quem for derrotado, chora e se prepara para os próximos debates. Foi assim que eu fiz em 89, em 94, em 98, porque ninguém perdeu mais eleições do que eu. E estou aqui, forte e com muita vontade de fazer as coisas certas. Então eu acho que é abominável a violência. É abominável qualquer tipo de violência.

ARGUMENTO - É abominável qualquer tipo de violência. Não é só com o ex-presidente Donald Trump. É a morte de um prefeito em uma cidadezinha no interior. É a morte de um vereador em uma cidadezinha no interior. Então é preciso que a gente volte a ter tolerância. O que temos hoje é a derrota do argumento. O argumento vale muito pouco. O que vale hoje é mentira. O que vale é fake news. Porque quando você está dizendo a verdade, você tem que argumentar. Quando você está contando uma mentira, não tem que argumentar. Você percebe? Então é essa a diferença que está fazendo hoje falta na sociedade brasileira. A volta do argumento para os debates políticos. Está faltando um pouco de compreensão dos problemas do mundo.

BIGTECHS - Não é possível que as empresas continuem ganhando dinheiro disseminando mentiras, fazendo provocação, campanha contra vacina, sem levar em conta nenhum compromisso com a verdade. Eu sou favorável a que a gente dê uma regulação, porque essas empresas não pagam nada. Ganham bilhões de publicidade. Têm muito lucro com a disseminação do ódio no mundo inteiro. O dado concreto é que a gente não pode perder de vista a necessidade de fazer uma regulação para que as coisas voltem a uma certa normalidade. Essa é uma discussão que a gente vai ter que fazer em foros internacionais. Primeiro, acho que a ONU deveria convocar uma assembleia para esse assunto. O G20 tem que discutir, o BRICs tem que discutir, o G7 tem que discutir, porque é preciso uma saída coletiva para o mundo.

COMBATE À FOME - Estamos fazendo no G20 uma campanha forte para que a gente crie um movimento de combate à fome e à pobreza, contra a desigualdade, contra a fome e contra a pobreza. O mundo já produz alimento suficiente. A tecnologia e o avanço da genética já produziu muito mais alimento em área muito menor. Então, temos que fazer com que as pessoas tenham acesso aos bens básico de sua sobrevivência. Se a gente fizer isso, não precisa ter violência.

RECONSTRUÇÃO - No primeiro ano, tivemos que fazer um processo de reconstrução interna. E depois tivemos que reconstruir ministérios, recolocar as pessoas. Depois tinha que reconstruir o país no mundo. Veja, nesse primeiro um ano e sete meses, eu já fiz reuniões com 54 países da União Africana. Eu já fiz reuniões com todos os países da União Europeia. Eu já fiz reuniões com todos os países da América Latina. Eu já fiz reuniões com todos os países da América do Sul, dos países do Caribe. E já fiz reuniões com o G20, com os BRICs e já participei de duas COPs. Por que fiz isso? Eu fiz para mostrar o seguinte: você sabe quantos mercados novos nós abrimos em um ano e sete meses? 165 novos mercados para os produtos brasileiros. E isso é preciso muita política. É preciso viajar. É preciso vender aquilo que a gente tem de bom. É por isso que o Brasil está bem na fotografia. É por isso que é levado a sério. - 247.


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