Uma das áreas mais atingidas foi o bairro do Alto da Serra, onde fica o Morro da Oficina. A barreira que deslizou na encosta atingiu ao menos 80 casas.
As autoridades ainda não conseguem precisar um número oficial de desaparecidos, mas o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) estima que ao menos 35 pessoas são procuradas.
Estado de calamidade pública foi decretado pela prefeitura e o total de mortes pode subir, uma vez que há pessoas soterradas em diversas parte des Petrópolis.
Na sexta-feira (18), o presidente Jair Bolsonaro deve fazer um sobrevoo na região, segundo o senador Flavio Bolsonaro. O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, também deve ir à cidade no dia.
Lista inclui Chico Buarque, Boris Fausto, Sepúlveda Pertence, Milton Seligman, Marco Aurélio Carvalho, Bernardo Ricupero e Rosângela Lyra, entre muitos outros
Lula (Foto: Ricardo Stuckert)
Um grupo formado por grandes empresários, artistas, intelectuais e advogados divulgou, nesta segunda-feira, um manifesto pela união nacional em torno da eleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em primeiro turno. "Muitos de nós fomos e ainda somos críticos, discordamos de fatos ocorridos e posições tomadas por ele no passado, mas estamos olhando para o futuro, e não há dúvida que a história está fazendo Lula representar a alternativa que o Brasil deve abraçar neste plebiscito de 2022", aponta o texto. Leia a íntegra a confira a lista de signatários:
Mais do que eleger um presidente, em 2022 o Brasil fará plebiscito entre continuar o desastre ou retomar a estabilidade democrática-institucional, o fim do negacionismo, a volta da empatia social e a retomada de um desenvolvimento sustentável. Não há razão que justifique adiar para o segundo turno, correr o risco das incertezas decorrentes de disputas secundárias, e principalmente os riscos de atos fora da Constituição. Por isso, apelamos a todos os democratas, os candidatos e seus eleitores, para que nos unamos no primeiro turno a Luiz Inácio Lula da Silva.
Muitos de nós fomos e ainda somos críticos, discordamos de fatos ocorridos e posições tomadas por ele no passado, mas estamos olhando para o futuro, e não há dúvida que a história está fazendo Lula representar a alternativa que o Brasil deve abraçar neste plebiscito de 2022. Ao mesmo tempo, os acertos de seus dois governos e a disposição em construir uma frente ampla programática nos passam a confiança de que ele está preparado para a tarefa de pacificar, governar e reconstruir o Brasil.
É Lula no primeiro turno para tirar o Brasil do descalabro que nos encontramos e os brasileiros do abismo profundo que fomos jogados. 247
Movimento Pelo Brasil
Alder Teixeira - escritor e Professor (Universidade Estadual do Ceará)
Antônio Carlos de Almeida Castro – KAKAY - advogado
Armando Raggio – médico, pesquisador em saúde pública
Arnaldo Santos - jornalista e cientista político
Auto Filho - professor da Universidade Estadual do Ceará.
Benicio Viero Schmidt - sociólogo, professor da UnB
Bernardo Ricupero - professor da USP
Boris Fausto – Historiador
Carol Proner - professora de Direitos Humanos
Celina Roitman - microbiologista e pesquisadora em saúde pública
Chico Buarque - compositor e escritor
Christian Lynch, - professor e cientista político
Cristina Inoue - professora na Universidade Radboud (Holanda)
Cristovam Buarque
Dinamam Tuxá - liderança e advogado indígena.
Evandro Pertence - advogado
Fernanda Sobral - socióloga, professora emérita da UnB
Francisco José Teixeira – professor da Universidade Regional do Cariri – Ceará
Gabriela Gastal
Guto Gomes - Ativista Socioambiental
Hélio Doyle - jornalista.
Helio Jose - ex-senador
Hussein Kalout - Professor de da Universidade Harvard
Iara Pietricovsky - Antropóloga, Codiretora da Associação Brasileira de ONGs – Abong
Isaac Roitman - Professor e membro titular da Academia Brasileira de Ciência
Lia Zanotta, - antropóloga , professora da UnB
Luiz Cruz Lima – professor da Universidade Estadual do Ceará
Luiz Eduardo Soares – antropólogo e escritor
José Eli da Veiga - professor da USP
Magno Lavigne - presidente licenciado da UGT Bahia
Marcelo Carvalho - presidente da UGT BA
Márcio Santili - ex-deputado federal constituinte
Marcos Woortmann – cientista político
Marco Aurélio de Carvalho - coordenador do Grupo Prerrogativas
Maurício Rands - advogado e professor de direito
Mauro Dutra - empresário
Milton Seligman - ex-ministro da Justiça
Moises Balestro – professor da UnB
Nathaly Beghin - economista
Paulo Dalla Nora Macedo - vice-presidente do Política Viva
Pedro Ivo Batista - Ambientalista e coordenador da Associação Alternativa Terrazul
Philip Yang, - urbanista, fundador do URBEM
Randolfe Rodrigues
Ricardo Abramovay - professor da USP
Ricardo Patah, - advogado, administrador de empresas, presidente do sindicato dos comerciarios de São Paulo e da UGT Nacional
Roberto de Figueiredo Caldas - advogado
Romi Bencke, - Pastora de orientação luterana.
Rosangela Lyra, presidente e fundadora do Política Viva
Sepúlveda Pertence - jurista
Tito Barros Leal - professor da Universidade Regional do Vale do Acaraú, Ceará
Todos os anos, no inverno, bandos de aves dessa espécie migram do norte do Canadá para o México
(Foto: Reprodução)
Imagens captadas por câmeras de segurança mostram o momento em que centenas de pássaros da espécie graúna-de-cabeça-amarela (Xanthocephalus xanthocephalus) caem mortos sobre as casas e uma rua na cidade de Chihuahua, no norte do México. Autoridades mexicanas se declararam perplexas com as imagens. A reportagem é do portal UOL.
O fato ocorreu na manhã de 7 de fevereiro. A polícia local investigou a área da ocorrência e confirmou ter encontrado "centenas" de aves mortas.
Todos os anos, no inverno, bandos de aves dessa espécie migram do norte do Canadá para o México. Mas esta é a primeira vez que se registra um incidente dessa magnitude.
No vídeo, é possível ver quando o que parece uma nuvem grande de pássaros cai do céu, se chocando contra telhados das casas e o asfalto da rua. O jornal El Heraldo de Chihuahua informou que os moradores locais chamaram a polícia após se depararem com os pássaros mortos nas ruas. 247
O ex-presidente voltou a dizer que revisará a reforma trabalhista caso volte ao poder: "o que nós queremos é repor os direitos dos trabalhadores brasileiros"
Lula (Foto: Ricardo Stuckert)
O ex-presidente Lula (PT) concedeu na manhã desta terça-feira (15) entrevista à rádio Banda B, de Curitiba, e, questionado sobre as reformas econômicas feitas no Brasil nos últimos anos, como a trabalhista e da Previdência, chamou a atenção para o desmonte do país.
"A reforma que algumas pessoas desejam é desmontar o Estado brasileiro, é o Estado brasileiro não valer nada", declarou. "Nunca vi um trabalhador brasileiro falar em reforma. Quem fala em reforma são os empresários e aqueles que querem comprar aquilo que representa os interesses do povo brasileiro, como a Petrobrás e Eletrobras".
Sobre a reforma trabalhista, que o PT, representado por sua presidente, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), e por Lula, já prometeu revisar caso volte ao poder, o ex-presidente afirmou que a mudança retirou todas as conquistas que os trabalhadores tiveram desde a Era Vargas. "Não houve reforma trabalhista, houve uma destruição de tudo aquilo que a gente tinha conquistado desde Getúlio Vargas. E o que sobrou? Nada. Se criou a ideia de que o cidadão ia deixar de ter carteira profissional assinada e ia ser um microempreendedor, ia trabalhar com Uber, com aplicativo, entregando comida. Acontece que essas pessoas estão descobrindo agora que eles ficaram escravos, porque trabalham e não têm direito a férias, à seguridade social, a descanso semanal remunerado. Então o que nós precisamos é voltar a discutir uma política trabalhista que dê ao trabalhador o direito de ele ser tratado com decência, de ser respeitado. O que nós queremos é repor os direitos dos trabalhadores brasileiros".247.
Representante de Moscou na União Europeia diz que país não vai admitir assassinato de cidadãos russos
(Foto: Roberta Namour)
Vladimir Chizhov, representante permanente da Rússia na União Europeia, declarou nesta terça-feira (15) que Moscou não vai tomar qualquer medida contra a Ucrânia a menos que Kiev faça uma provocação.
Ele afirmou que Moscou não vai permitir o "assassinato de cidadãos russos, inclusive em Donbass".
"Não devem se surpreender se respondermos [...] se eles [os ucranianos] começarem a matar cidadãos russos, seja em Donbass ou em outro lugar", afirmou ao The Guardian.
De acordo com o diplomata, o número de tropas russas próximo da fronteira ucraniana (que é frequentemente citado como um sinal do "acúmulo militar" russo) é igual ao número de militares envolvidos nos recentes exercícios Ocidente-2021, que não causou grandes preocupações.
A situação em torno da Ucrânia piorou nas últimas semanas, com a Otan criando alarme e alguns países declarando que a Rússia estaria planejando uma "invasão" da Ucrânia.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou que as "notícias falsas" das mídias norte-americanas buscam desestabilizar a situação interna da Ucrânia. Sputnik.
A médica afirmou que irá se desincompatibilizar do cargo seguindo a legislação e o calendário eleitoral.
Em nota divulgada nas redes sociais, a médica, alvo da CPI da Covid no Senado devido à defesa do uso de medicamentos ineficazes para tratamento da Covid-19, disse que candidatura tem o “respaldo” de Bolsonaro, informa o UOL.
Em entrevista a um jornal italiano, o ex-presidente falou de neoliberalismo, das eleições de 2022 e garantiu que 'a maioria quer derrotar Bolsonaro em outubro'
Lula, Sergio Moro e Jair Bolsonaro (Foto: Reuters | Alan Santos/PR)
O ex-presidente Lula (PT), em entrevista ao jornal italiano Il Manifesto, falou sobre a eleição presidencial de 2022 e sobre seus adversários. O petista é líder - com folga - em todas as pesquisas, seguido por Jair Bolsonaro (PL) e, mais distantes ainda, pelo ex-juiz parcial Sergio Moro (Podemos) e Ciro Gomes (PDT).
Segundo Lula, Bolsonaro jamais teria sido eleito presidente da República "em um contexto de normalidade democrática". "Ele não teria sido eleito se não fossem as circunstâncias excepcionais criadas pelo golpe contra a presidente Dilma Rouseff, a demonização da política democrática, a perseguição ao PT e minha prisão ilegal". O ex-presidente não deixou de destacar o papel fundamental da imprensa na ascensão bolsonarista: "foram decisivos nesse processo de descumprimento da lei. Lançaram uma feroz campanha de aniquilação contra nós e, ao mesmo tempo, forjaram uma falsa imagem de Bolsonaro como o 'salvador' do país. Inventaram um 'mito' de Bolsonaro que, naquele contexto, iludiu muita gente, inclusive segmentos das classes populares".
O petista ressaltou, no entanto, que "hoje a situação se inverteu completamente". "A decepção com o atual governo é enorme, e é ainda maior do que o próprio Bolsonaro, apesar do forte apoio midiático que ele continua tendo. Sua negação absurda já custou milhares de vidas ao país. A pobreza e a fome voltaram a ser o jornal diário de milhões de brasileiros, o país mergulha em profunda crise econômica, com desemprego e fome atingindo níveis assustadores, sem pensar no isolamento internacional do Brasil, que parece ter se tornado uma piada mundial. Mas, felizmente, a maioria da população está ciente da responsabilidade de Bolsonaro nesse desastre e quer derrotá-lo nas eleições de outubro próximo".
Perguntado sobre Moro, Lula disse que o discurso "vazio" do ex-juiz pautado somente no suposto combate à corrupção não vai colar. "Quem quiser ser candidato, seja. A democracia pela qual tanto lutamos no Brasil permite isso. Moro terá o direito de ser candidato livre, o que me negou em 2018. Se ele tem um projeto para o país, que o apresente, desta vez sem se esconder atrás de uma toga. Mas as pessoas não estão interessadas em promessas vazias, porque o que está vazio agora é o prato e a geladeira dos brasileiros. As pessoas passam fome, não têm trabalho, ou trabalham precariamente, muitos vivem na rua, outros com salários cada vez mais baixos e com preços cada vez mais altos". À rádio Banda B, de Curitiba, nesta terça-feira (15), o ex-presidente afirmou que quanto mais Moro se expuser, “mais vai desnudar quem é aquele homem sem toga”.
Quando questionado sobre a recente crise de partidos de esquerda no mundo, Lula disse que a política internacional foi encantada pelo "canto da sereia" do neoliberalismo econômico, mas que o modelo se provou "fracassado". "Hoje está claro que o neoliberalismo é um modelo econômico e social fracassado. A própria luta contra o coronavírus mostrou que é preciso resgatar o papel de convencimento e coordenação do Estado Democrático de Direito. A crise econômica de 2008 já havia revelado a insensatez de uma economia desregulada, o tremendo risco do capital financeiro que se entrega de forma irresponsável apenas em busca do lucro fácil". Brasil247