quinta-feira, 28 de maio de 2020

Militares são responsáveis e sabem seu papel, diz Maia sobre declarações de Eduardo

Filho do presidente disse que Forças Armadas 
têm papel moderador no país

                Por: Folhapress
Rodrigo Maia
Rodrigo MaiaFoto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta-feira (28) que os militares têm responsabilidade e sabem o seu papel, em resposta a declarações do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) de que as Forças Armadas poderiam resolver crise entre os Poderes.

Maia fez as declarações antes do início da sessão que analisa a medida provisória que prevê suspensão de contrato de trabalho e corte da jornada e do salário para socorrer empresas.

"Acredito que os militares têm responsabilidade, sabem o seu papel, sabem que o seu papel não é o papel que muitas vezes é defendido pelo deputado Eduardo Bolsonaro", afirmou Maia.

Segundo o presidente da Câmara, se for alvo de representação no conselho de ética e decoro parlamentar, Eduardo poderá explicar o que quis dizer com as declarações.

"Vamos esperar mais algumas semanas para restabelecer o Conselho de Ética, e ali é o caminho adequado para esses debates", disse. Assim como outras comissões da Câmara, o Conselho de Ética não está funcionando desde que as sessões presenciais foram suspensas.

Mais cedo, Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, havia citado o golpe de 1964 como exemplo de "clamor popular" por uma intervenção dos militares para solucionar problemas entre Legislativo, Executivo e Judiciário.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, Eduardo afirmou que o STF (Supremo Tribunal Federal) vem interferindo no Poder Executivo e que isso poderia levar a uma insurgência por parte da população.

"E vou me valer de novo das palavras de Ives Gandra Martins: o poder moderador para reestabelecer a harmonia entre os Poderes não é o STF, são as Forças Armadas", disse Eduardo.

"Eles [Forças Armadas] vêm, põem um pano quente, zeram o jogo e, depois, volta o jogo democrático. É simplesmente isso", afirmou.

Maia também comentou declarações do presidente realizadas nesta manhã no Palácio da Alvorada. Em recado ao Supremo, criticou a investigação policial ordenada pelo STF e disparou queixas contra a corte.

"Não teremos outro dia como ontem, chega", disse, na saída do Palácio da Alvorada. "Querem tirar a mídia que eu tenho a meu favor sob o argumento mentiroso de fake news."

Em outro trecho, Bolsonaro afirmou ter em mãos as "armas da democracia". E disse que "ordens absurdas não se cumprem" e que "temos que botar limites".

Para Maia, as declarações de Bolsonaro "são muito ruins" e vão no caminho contrário da tentativa de construção de pontes implementada desde a última semana.

"As declarações de hoje vão em outro caminho, um caminho que gera insegurança, mas ao mesmo tempo há um discurso e há uma decisão prática, que o ministro [André Mendonça, da Justiça], não sei se o ministro adequado, recorreu da decisão, o que significa que respeitou a decisão do Supremo", disse o deputado.

O ministro André Mendonça (Justiça) ingressou com um pedido de habeas corpus para Abraham Weintraub (Educação) a fim de "garantir liberdade de expressão dos cidadãos".

Em reunião ministerial em 22 de abril, o ministro disse que "colocaria todos esses vagabundos na cadeia, começando no STF".





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Empresário é preso com arsenal, bandeira nazista e munição de uso restrito

Homem de 65 anos alegou que era colecionador, mas não apresentou documentação. Segundo delegado, também havia retrato de Hitler no local

Bandeira nazista foi encontrada dentro de imóvel em Várzea Paulista
Bandeira nazista foi encontrada dentro de imóvel em Várzea Paulista (Foto: Polícia Civil)

Um homem de 65 anos foi preso nesta quarta-feira (27) com um arsenal e materiais que fazem apologia ao nazismo em uma empresa do ramo de equipamentos para construção civil, no bairro Vila Paraíso, em Várzea Paulista (SP). A informação é do portal G1. 
De acordo com o delegado Marcel Fehr, da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE), a equipe estava em busca de uma denúncia sobre um local onde funcionaria uma suposta base de criminosos.
A reportagem acrescenta que, no endereço, os policiais encontraram o idoso e várias armas espalhadas em gavetas do escritório e perto de uma cama. Ao todo, foram apreendidos um fuzil, três espingardas, quatro revólveres e uma pistola.
Durante a busca pelo imóvel, também foram encontradas uma bandeira nazista e fotos de Hitler. O suspeito contou à polícia que era colecionador, mas não tinha registros das armas e das 300 munições.

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Mercado de trabalho Desemprego sobe a 12,6% em abril com efeitos do coronavírus, diz IBGE

                   Por: FolhaPress
 (Gabriel Melo/Arquivo DP)
                                                                         Gabriel Melo/Arquivo DP

pandemia do novo coronavírus intensificou o aumento do desemprego no Brasil, que chegou a 12,6% no trimestre encerrado em abril, primeiro mês completo com medidas de isolamento social impostas em todo o país como forma de conter o avanço do Covid-19.

Isso representam 898 mil pessoas a mais em busca de trabalho, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta quinta-feira (28). No trimestre anterior, terminado em janeiro, o desemprego no Brasil havia fechado em 11,2%.

O primeiro óbito conhecido de Covid-19 no país ocorreu no dia 17 de março. A partir daí, com o avanço da doença, o país promoveu o fechamento de bares, restaurantes e comércio como forma de combater a pandemia. Em abril, os efeitos econômicos começaram a ser sentidos com mais intensidade, já que as medidas restritivas duraram do começo ao fim do mês.

Diante desse cenário, economistas ouvidos pela agência de notícias Bloomberg esperavam desemprego de 13,4% no trimestre encerrado em abril. A projeção era parecida com a de especialistas ouvidos pela Folha.

A LCA Consultores projetava taxa de 13%, enquanto a Tendências Consultoria esperava uma taxa de desocupação de 12,7%. Com a pandemia em curso, o país viveu apagão estatístico de emprego. Os dados do Caged (sobre pessoas com carteira assinada), divulgados mensalmente, ainda não haviam sido publicados neste ano até esta quarta (27), quando houve anúncio de que o mercado de trabalho perdeu 1,1 milhão de empregados com carteira assinada entre março e abril.

Em paralelo aos impactos econômicos sentidos diretamente no aumento do desemprego, o Brasil vem acompanhando a Covid-19 se alastrar. Nesta quarta-feira (27), o país registrou 1.039 novas mortes por coronavírus e 16.324 novos casos nas últimas 24 horas. Com isso, o total de óbitos é de 24.512, e de casos confirmados, 391.222.




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Mourão rejeita golpe convocado por Eduardo Bolsonaro: 'Me poupe'

“Me poupe. Ele é deputado, ele fala o que quiser. Assim como um deputado do PT fala o que quiser e ninguém diz que é golpe. Ele não serviu Exército. Quem vai fechar Congresso? Fora de cogitação", disse o vice-presidente, general Hamilton Mourão

Mourão e Eduardo Bolsonaro
Mourão e Eduardo Bolsonaro (Foto: Reuters | Câmara dos Deputados)


Revista Fórum - O vice-presidente, general Hamilton Mourão (PRTB), voltou a ironizar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (Sem Partido-SP), que nesta quarta-feira (27), ao lado de Olavo de Carvalho, defendeu uma “reação enérgica” contra o Supremo Tribunal Federal (STF) em razão da operação desencadeada pela PF contra a milícia digital que propaga fake news para defender o pai, Jair Bolsonaro.
“Me poupe. Ele é deputado, ele fala o que quiser. Assim como um deputado do PT fala o que quiser e ninguém diz que é golpe. Ele não serviu Exército. Quem vai fechar Congresso? Fora de cogitação, não existe situação para isso”, afirmou Mourão ao blog da jornalista Andreia Sadi, no portal G1.
Em março, usou a mesma ironia, chamando o filho de Jair Bolsonaro de “Eduardo Bananhinha”, após declarações do deputado que causaram uma crise diplomática com a China.
Leia a íntegra na Fórum.

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Saiba como contestar resultado do cadastro do auxílio emergencial

Descubra o que fazer quando o cadastro é 

considerado inconclusivo

                 Via:Santanavinicius
Lançamento do aplicativo CAIXA|Auxílio Emergencial

Hoje (27) a vice-presidente de Governo da Caixa Econômica Federal, Tatiana Thomé, apresentou um tutorial sobre os procedimentos que o cidadão deve seguir para contestar pedidos negados ou retificar informações do auxílio emergencial.

Veja na íntegra

As pessoas que tiveram o pedido de auxílio emergencial considerado inconclusivo devem fazer um novo cadastro no site ou no aplicativo Caixa Auxílio Emergencial.
Segundo a vice-presidente de Governo da Caixa, Tatiana Thomé, o pedido de novo cadastro deve ser preenchido em duas situações: quando o requerimento é considerado inconclusivo (quando o cadastro não consegue ser avaliado) ou quando o benefício é negado. Nos dois casos, o usuário pode corrigir informações mais de uma vez, mas a análise e a liberação do benefício depende da Dataprev, estatal de tecnologia que verifica as informações em 17 bases de dados.
Quem teve o benefício negado, mas discordou dos motivos, pode contestar a análise no site ou no aplicativo da Caixa. Nesse caso, não é possível corrigir os dados. Apenas confirmar as informações prestadas e pedir uma nova análise. Diferentemente da apresentação de um novo pedido, a contestação só pode ser pedida uma vez.
Por que o cadastro foi considerado inconclusivo?
A vice-presidente da Caixa apresentou a lista dos principais motivos pelos quais o cadastro é considerado inconclusivo. Entre as razões, estão a marcação como chefe de família sem indicação de parentes, não ter informação de sexo masculino ou feminino nas bases do governo (ou sexo masculino numa base e feminino em outra) e incorreção no número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou da data de nascimento de pessoas da família.
Também aparecem como motivos a informação de membros da família com indicativo de morte e usuários que declararam membros da família no primeiro pedido e não declararam no segundo ou declararam não ser chefes de família no primeiro pedido e informaram sustentar a família no segundo cadastro.
Por que o cadastro não foi aprovado?
O aplicativo e o site da Caixa informam o motivo pelo qual o pedido foi indeferido. No entanto, segundo Tatiana, a contestação e a nova solicitação com retificação de dados só podem ser feitas em quatro circunstâncias: quando o requerente tem vínculo empregatício, casos de morte na família, recebe algum benefício (seguro-desemprego, seguro-defeso ou benefício da Previdência Social) ou renda mensal familiar superior a três salários mínimos ou meio salário mínimo por pessoa.
Caso o aplicativo ou o site informem outro motivo, a contestação ou a retificação de dados num novo cadastro não poderá ser feita. A vice-presidente da Caixa explicou que os dados informados pelo cidadão para iniciar o novo cadastro deverão ser iguais aos da Receita Federal. As últimas versões do aplicativo permitem o uso de documentos como carteira de motorista, carteira de trabalho e passaporte para o cadastro. Nas primeiras versões, só era possível apresentar a carteira de identidade.
A tela de abertura do aplicativo exige CPF, nome completo, data de nascimento e nome da mãe. Caso o usuário tenha mãe desconhecida nos dados da Receita, deverá marcar a opção, que aparece no aplicativo. As regras de pedido e de contestação são definidas pelo Ministério da Cidadania. A Caixa apenas executa o pagamento.
Como faço para saber o resultado da minha solicitação do Auxílio Emergencial?
1º passo: Acesse aplicativo Caixa Auxílio Emergencial ou site e clique em “Acompanhe sua solicitação”;
2º passo: Preencher nome, data de nascimento, CPF e nome da mãe;
Caso o auxílio não seja aprovado, será apresentado ao cidadão o motivo. Se discordar, pode fazer nova solicitação (para corrigir informação) ou contestar o resultado.
Para corrigir informações já cadastradas, basta clicar em “Nova solicitação” e preencher os dados.
Como faço para contestar motivo de cadastro não aprovado?
1º passo: Acesse aplicativo Caixa Auxílio Emergencial ou site “Acompanhe sua solicitação”;
2º passo: Preencha nome, data de nascimento, CPF e nome da mãe;
3º passo: Clique em “Contestação” e confirmar que quer fazer a contestação. A contestação só pode ser feita apenas uma vez. Serão apresentados os motivos da não aprovação;
4º passo: Confirme a declaração da veracidade das informações prestadas;
5º passo: Envie contestação vai pra análise.
O cidadão pode acompanhar o resultado da contestação no aplicativo ou no site. Basta clicar em “Acompanhe sua solicitação”.
O que fazer se o cadastro for considerado inconclusivo?
1º passo: Acesse aplicativo Caixa Auxílio Emergencial ou site “Acompanhe sua solicitação”;
2º passo: Preencha nome, data de nascimento, CPF e nome da mãe;
 Aparecerá lista dos prováveis motivos do cadastro estar inconclusivo.
3º passo: Fazer nova solicitação.
Aguardar a avaliação da Dataprev. Para consultar a resposta, basta clicar em “Acompanhe sua solicitação”.(Agência Brasil)


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Manifestantes protestam pelo 2º dia contra morte de homem negro por policial nos EUA

George Floyd, 46, teve o pescoço prensado contra o chão pelo joelho de um policial branco

                   Por: Folhapress
 Manifestantes tomaram ruas dos EUA em protesto
Manifestantes tomaram ruas dos EUA em protestoFoto: Agustin PAULLIER / AFP
Centenas de manifestantes entraram em choque com a polícia e atearam fogo a uma loja nesta quarta-feira (27), durante o segundo dia de protestos na cidade americana de Minneapolis pelo assassinato de um homem negro que teve o pescoço prensado contra o chão pelo joelho de um policial branco.

A morte de George Floyd, 46, gerou revolta, e manifestantes se reuniram no local da prisão para exigir justiça. Carros também foram queimados e uma loja de departamentos foi saqueada. A polícia disparou gás lacrimogêneo, granadas de atordoamento e spray de pimenta, e formou uma barricada humana para impedir que os manifestantes pulassem uma cerca ao redor da delegacia onde trabalhavam, antes de serem demitidos os policiais acusados de matar Floyd.

"Quero que esses policiais sejam acusados de assassinato, porque foi exatamente isso que eles fizeram, cometeram um assassinato contra meu irmão", disse Bridgett Floyd, irmã de Floyd, à emissora americana NBC. "Eu tenho fé e acredito que a justiça será feita."
Segundo o Departamento de Polícia de Minneapolis, Floyd foi preso no início da noite de segunda (25) e morreu após "um incidente médico durante uma interação policial."

Os agentes afirmam que responderam a um chamado segundo o qual um homem tentava usar cartões ou notas falsificadas em uma loja de conveniência na cidade. Ao chegarem ao local, segundo a polícia, Floyd estava sentado em cima de um carro e resistiu à prisão.

As imagens e a voz estremecida de Floyd, dizendo que não conseguia respirar, foram registradas por uma pessoa que passava pelo local em um vídeo que viralizou na internet. Na filmagem, é possível ouvir diversas pessoas que se aglomeravam em volta da cena pedindo que o agente parasse e alertando que o nariz de Floyd sangrava.

Após alguns minutos, o homem imobilizado para de se mexer e fica em silêncio, antes de ser colocado em uma maca e levado em uma ambulância. Perto das 22h, ele foi declarado morto pelo hospital da região.

Imagens de câmeras de segurança próxima ao local da prisão, entretanto, podem desmentir a versão da polícia. No vídeo, Floyd aparece com algemas nas costas e é conduzido pelos policiais sem oferecer resistência. O prefeito de Minneapolis, o democrata Jacob Frey, disse, nesta quarta, que vai pedir ao poder judiciário local a prisão do policial.

"Se a maioria das pessoas, principalmente as pessoas negras, tivesse feito o que um policial fez na segunda-feira, já estaria atrás das grades", escreveu Frey em uma publicação no Twitter.

A cidade identificou os quatro policiais como Derek Chauvin, Thomas Lane, Tou Thao e J. Alexander Kueng, mas não disse quem se ajoelhou no pescoço de Floyd e não deu mais informações. O presidente dos EUA, Donald Trump, classificou a morte de Floyd como "muito triste e trágica" e disse que pediu ao FBI, a polícia federal americana, e ao Departamento de Justiça que acelerem as investigações.

Nesta quinta (28), o Departamento de Justiça disse, em comunicado, que já designou promotores e investigadores e que dará "prioridade máxima" ao caso.
"Meu coração está com a família e os amigos de George. Justiça será feita!", escreveu Trump.

Virtual candidato democrata à Casa Branca, Joe Biden disse que o cenário reflete as injustiças que ainda existem nos EUA. "George Floyd merecia mais, e sua família merece justiça", disse ele.

A senadora democrata Kamala Harris disse que a morte de Floyd foi uma "execução pública" e parte de uma "triste realidade" que os "celulares apenas tornaram mais visível. "Desmantelar o racismo institucional em nossa nação começa com a exigência de justiça e a responsabilização dos criminosos."

A morte de Floyd lembra o que aconteceu em 2014 com Eric Garner, morto após ser preso em Nova York. Com o pescoço envolvido pelos braços de um policial branco, o homem, que era negro, repetiu "eu não consigo respirar" 11 vezes antes de morrer.

As palavras moribundas de Garner tornaram-se um grito de guerra para o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), chamando a atenção para uma onda de assassinatos de afro-americanos pela polícia usando força letal injustificada.


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Juazeiro registra sete novos casos e totaliza 68 confirmados da covid-19

                   Via:Carlos Britto
Secretaria de Saúde de Juazeiro-BA. (Foto: Divulgação)

A Secretaria da Saúde de Juazeiro informa, nesta quinta-feira (28), o registro de mais sete novos casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19). Com esta atualização, a cidade tem 68 casos positivos da doença. Deste total, 23 pessoas já estão recuperadas, ou seja, com cura clínica.
Os pacientes positivos para a Covid-19 são quatro do sexo masculino, com idades 45, 45, 43, 36 anos, e três pacientes do sexo feminino com 35, 36 e 56 anos. Dois resultados foram pelo Laboratório Central (LACEN) Salvador e cinco por meio do teste rápido. Todos estão em isolamento domiciliar, sem gravidade e sendo acompanhados pelas equipes de saúde do município.
Até esta quinta (28), Juazeiro realizou 616 notificações para o novo coronavírus sendo que 428 exames já foram descartados por testarem negativo para a doença. Outras 120 pessoas estão aguardando resultado ou para fazer a coleta. Dos 68 casos positivos, 38 são do sexo feminino e 30 do sexo masculino e, desse total, 26 são profissionais de saúde.  O município tem ainda a confirmação de quatro óbitos.
H1N1
Para o H1N1 não há alteração nos dados. Permanecem as 73 notificações com confirmação de 18 casos, incluindo dois óbitos. Os demais pacientes positivos para H1N1 estão em domicílio e sem gravidade, uma vez que existe tratamento para tal. Estão em investigação 28 exames e outros 27 já foram descartados.
A secretaria permanece testando e monitorando pacientes de acordo com as diretrizes e normas técnicas do Governo do Estado da Bahia e do Ministério da Saúde e, por isso, registra o aumento considerável nas notificações para a doença. Qualquer dúvida referente à Covid-19 a população pode tirar através do WhatsApp (74) 9 9819-3089 em horário comercial e dias úteis de segunda a sexta-feira.
A Prefeitura de Juazeiro também solicita à população que siga as orientações e medidas adotadas na prevenção e combate ao novo coronavírus: higienize as mãos, só saia de casa em situação de necessidade ou urgência, use máscara e mantenha o distanciamento padrão de segurança.

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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...