terça-feira, 24 de setembro de 2019

O lucrativo nogócio por trás da ativista Greta Thunberg: financiamento político e energético

(Foto: KIRSTY WIGGLESWORTH)

Por Cristina Gómez, em El Español - Greta Thunberg tornou-se, em menos de um ano, um ícone global contra as mudanças climáticas. Mas seu enorme sucesso foi impulsionado e promovido, de acordo com o The Sunday Times, por grandes lobbies e empresas de energia verde que usariam a jovem de 16 anos como ponta de lança para "facilitar a transição para o corporativismo verde". 
O jornal britânico ligou a adolescente e sua crescente notoriedade ao magnata Ingmar Rentzhog, presidente de um Think Tank (laboratório de idéias e pesquisas), do qual são membros dos políticos social-democratas suecos, aos executivos de grandes empresas de energia do país.  
Greta Thunberg foi anunciada com sua famosa greve escolar perante o Parlamento da Suécia em agosto do ano passado. No dia 20, especificamente, Ingmar Rentzhog enviou uma foto da jovem para sua página no Facebook e naquela mesma tarde o jornal Dagens Nyheter - o de maior circulação no país - publicou sua história. Já sabemos o resto. 
No entanto, as informações exclusivas do Times garantem que sua história começou meses antes.  
Início do ativismo  
Em maio de 2018, Thunberg ganhou o segundo prêmio em um concurso de redação ambiental organizado pelo jornal Svenska Dagbladet. 
Após o concurso, Bo Thoren, líder do grupo local Fossil Free Dalsland, contatou os vencedores e outros jovens ativistas para falar sobre como "envolver e obter ajuda de jovens para aumentar o ritmo da transição para uma sociedade sustentável, desde que eu estava procurando novos rostos" para o movimento.  
Entre as propostas de Thoren, estava uma greve escolar inspirada nas manifestações dos estudantes sobreviventes do massacre do Parkland Institute na Flórida - que ocorreu em fevereiro daquele ano. "Havia eleições agendadas para setembro, três semanas após o início do curso. Imagine o que aconteceria se as crianças chegassem no primeiro dia e dissessem 'não voltaremos até as eleições'", explicou Thoren. 
Greta estava convencida da ideia de uma greve e decidiu colocá-la em prática. Thoren sabia disso e foi a Estocolmo em 21 de agosto para se juntar a ela. Mas no dia anterior, Rentzhog encontrou a ativista "casualmente" na frente do Parlamento e as notícias começaram a se tornar virais antes da chegada de Thoren. 
Embora Rentzhog tenha dito inicialmente que viu Greta "por acaso", ele finalmente admitiu ao Times que uma semana antes havia recebido um e-mail de Thoren informando sobre o protesto.  Da mesma forma, Rentzhog conheceu a família de Greta meses antes do evento, quando ele coincidiu com Malena Ernman, a mãe da jovem, em uma conferência sobre o clima em Estocolmo. Isso foi assegurado por e-mail ao jornalista do Times, apesar do fato de ele ter alegado anteriormente que a primeira vez que soube da garota foi quando os protestos começaram.  
A tudo isso, devemos acrescentar que a greve de Greta coincidiu com o lançamento do livro de Ernman, Scenes from the Heart, que conta como "trabalhar para salvar o planeta salvou a vida de sua família". Rentzhog aproveitou a publicação, a fama de Malena Ernman - cantora de ópera prestigiosa - e o carisma de Greta para espalhar sua mensagem pelas redes sociais e, assim, pular para a mídia em todo o mundo. 
Assim começou o relacionamento entre a família de Thunberg e Rentzhog, um acordo que os pais da menina tentam esconder.  
Poderes envolvidos  
A razão pela qual seus pais sempre negaram que exista uma colaboração com Rentzhog é que o fundador da plataforma We Don't Have Time - com a qual ele pretende aproveitar o poder das redes sociais para "responsabilizar líderes e empresas da mudança climática "- é também o presidente da Global Utmaning (mais conhecida como Desafio Global), um grupo de reflexão no qual estão envolvidos líderes de lobby, executivos de empresas de energia e até políticos. 
Para a família Thunberg, é fundamental que sua imagem não seja prejudicada pelos interesses de terceiros.  A fundadora do Global Challenge é Kristina Persson, ex-membra do Partido Social Democrata e ministra do governo sueco entre 2014 e 2016. Outros membros do Think Tank são: David Olsson, membro do Svenska Bostadsfonden, um dos maiores fundos imobiliários da Suécia de cujo Conselho fazem parte Rentzhog e Gustav Stenbeck, cuja família controla a empresa de investimentos sueca Kinnevik.  
O Conselho também inclui Petter Skogar, presidente da KFO, a maior associação patronal da Suécia, e Anders Wijkman, ex-presidente do Clube de Roma e membro do Parlamento Europeu entre 1999 e 2009.  
Outro membro de destaque é Nystedt Ringborg, consultor da Agência Internacional de Energia e ex-vice-presidente da multinacional suíça-sueca ABB, que atua em áreas de robótica e energia, entre outras. 
O Times também enfatiza que Ringborg é membro da Sustainable Energy Angels, uma empresa de capital de risco de energia verde.  
Inconsistências  
Embora o Times sugira que a família de Thunberg talvez não conheça os interesses das grandes potências que Rentzhog trouxe consigo quando os contatou, também mostra inconsistências em sua conta. 
Começa com a assinatura da mãe de Greta em um artigo de opinião publicado no Dagens Nyheter - que, lembre-se, foi o primeiro a ecoar os protestos de Thunberg perante o Parlamento.  Este artigo tem outras oito empresas, entre as quais Kristina Persson e três outros membros do Global Challenge. Rentzhog, que deveria ser o autor do artigo, disse que mostrou a lista de signatários a Malena Ernman, mas sem indicar as acusações que eles detinham no Global Challenge, para que a mãe de Greta não soubesse quem eles eram, mas também assinou um artigo escrito pelo presidente deste Think Tank.  
Entre as incongruências da família da jovem ecologista, está também o pai dela, Svante Thunberg, que disse com firmeza que "nunca trabalhamos com a plataforma Rentzhog ou o Global Challenge", apesar de Greta fazer parte do conselho consultivo de sua plataforma Não temos tempo (fundada por Rentzhog).  
Embora a família de Thunberg tenha tentado romper com qualquer tipo de lobby, seu novo assessor de imprensa é Daniel Donner, que está trabalhando no lobby de Bruxelas: European Climate Foundation.  
Como ativista, é inevitável que Greta Thunberg se cercasse de lobbies e líderes que apoiam sua causa - e têm seus próprios interesses - para gerar as mudanças que ela pede aos políticos em todo o mundo, mas a tentativa de esconder essas relações para manter seus interesses e imagem pura gera desconfiança em relação a ela. 
No momento, todos os passos dados pela jovem sueca, que mobilizou milhares de jovens de todo o mundo para combater as mudanças climáticas, serão questionados e investigados com lupa.(247)


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Ameaçados por madeireiros, indígenas do Pará prometem defender floresta até a morte

(Foto: REUTERS/Ricardo Moraes)


TERRA INDÍGENA ALTO RIO GUAMÁ, Pará (Reuters), Por Rcardo Moraes - Com medo de um ataque noturno, a indígena Rita de Cassia Tembé dorme com lanças pontiagudas debaixo de sua rede para se proteger de uma possível invasão na Terra Indígena Alto Rio Guamá, que tem sido visada por madeireiros que atuam de forma ilegal no nordeste do Pará.
“Os madeireiros estão dentro da nossa área, eles ficam invadindo e nós ficamos muito preocupados”, disse a indígena, de 26 anos, em entrevista à Reuters.
“De noite a gente não dorme direito, fica pensando nos madeireiros chegando aqui e matando a nossa gente dormindo. Por isso que a gente dorme com as armas debaixo da rede, não está bom para a gente não.”
A tribo Tembé, que ocupa uma das terras indígenas mais antigas do país, enfrenta constantes invasões, principalmente de quadrilhas de madeireiros ilegais, de acordo com o Ministério Público Federal no Estado do Pará, que no início do mês solicitou uma operação urgente da PF e do Exército na região.
No mês passado, quando o Pará foi um dos Estados da região amazônica a registrar alta expressiva no número de focos de incêndios florestais em relação a 2018, indígenas da tribo decidiram expulsar invasores por conta própria, o que aumentou o clima de tensão na região.
“A quentura já está ficando muito quente e nós não gostamos disso”, afirmou o líder indígena Jacinto Tembé, um dos vigilantes armados da tribo.
“Eles querem invadir a nossa aldeia... Nós não podemos dizer que estamos preparados para guerra, porque nós não temos poder de ir de encontro com o mundo. Eles têm arma pesada, eles têm arma boa, nós não temos, mas nós também não ficamos quietos. Nós pisamos em cima do sangue dos nossos avós, dos nossos pais que já passaram, e vamos lá, não tem jeito, vamos morrer, mas nós vamos matar também.”
De acordo com o pedido de operação apresentado pelo MPF no início de setembro, há necessidade de “atuação urgente” por parte dos órgãos estatais competentes na terra indígena, uma vez que, embora a situação de conflito já seja de conhecimento dos órgãos públicos, novos relatos indicam “ter havido agravamento no risco de conflitos, com resultados potencialmente graves e imprevisíveis”.
Procurada pela Reuters, a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup) disse que a terra indígena encontra-se em área federal, sendo, portanto, de responsabilidade da Polícia Federal.
“A Segup esclarece ainda que com a instalação da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), o Exército Brasileiro é quem conduz as ações em áreas federais, e que deve, ao julgar necessário, solicitar o apoio dos órgãos de segurança pública estadual, fato este que ainda não ocorreu”, afirmou, em nota.
Também procurado, o Ministério da Defesa não respondeu a um pedido de comentário. O Ministério da Justiça e Segurança Pública encaminhou a solicitação para a Polícia Federal, que não respondeu de imediato.
O cacique Sérgio Muxi Tembé, que afirma ter sido ameaçado diretamente de morte pelos madeireiros, disse que autoridades federais e do Pará foram diversas vezes informadas sobre as ameaças, mas que nada foi feito em defesa da tribo.
Segundo o cacique, declarações do presidente Jair Bolsonaro contra as reservas indígenas e em defesa da exploração da floresta contribuem para aumentar as invasões.
“A gente sabe que o atual presidente da República, pela formação que ele está passando, é um incentivo mais ainda aos invasores para invadir, ou seja, destruir com a Amazônia, ou seja, a terra indígena”, afirmou.
O Pará é o Estado onde foi deflagrado no mês passado o chamado “dia do fogo”, que ficou internacionalmente conhecido pelos focos de incêndio na Amazônia que resultaram em cobrança internacional sobre o Brasil pela preservação da floresta.
De acordo com o MPF, as autoridades de segurança do Estado poderiam ter até mesmo evitado o incidente se tivessem garantido suporte policial para ações de fiscalização promovidas pelo Ibama e ICMBio no combate a desmatamento, queimadas e outros crimes ambientais no Estado.
“Não fosse a negativa da PM de suporte ao Ibama, o evento que ficou mundialmente conhecido como ‘dia do fogo’ poderia ter sido minorado ou até mesmo evitado, além de diversas outras situações de riscos e de afetação direta à integridade da biodiversidade do país”, disse o MPF em documento do início de setembro em que cobrou suporte da PM do Pará em ações de fiscalização ambiental.


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RECEPÇÃO - Grupo protesta na chegada de Bolsonaro a Nova York

  Por: FolhaPress - FolhaPress
Foto: Evaristo Sá/AFP (Foto: Evaristo Sá/AFP)
Foto: Evaristo Sá/AFP

Um grupo de doze pessoas protestou contra Jair Bolsonaro na chegada do presidente a Nova York no fim da tarde desta segunda-feira (23).
 
Na esquina da rua do hotel onde o brasileiro está hospedado, os manifestantes gritavam palavras de ordem que iam de "Bolsonaro não, Amazônia sim" a "Lula livre".

Eles carregavam faixas com mensagens contra o presidente brasileiro, que desembarcou nos EUA para fazer o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, na terça-feira (24).

Em frente ao hotel na região de Midtown, três apoiadores aplaudiram a chegada do presidente e sua comitiva.

Sob desconfiança e críticas da comunidade internacional por conta da condução que tem dado à crise da Amazônia, Bolsonaro tem uma agenda curta, de cerca de 30 horas na cidade.

Segundo integrantes do governo, a limitação dos compromissos oficiais se deu porque o presidente ainda está em recuperação de uma cirurgia que corrigiu a hérnia decorrente da facada que levou no ano passado.

Nesta segunda, não há previsão de agenda pública para o presidente– ele deve ter um jantar privado.

O próprio Bolsonaro havia dito que se encontraria com o presidente Donald Trump, que nesta segunda-feira fará uma recepção aos chefes de Estado que estão em Nova York para a cúpula da ONU.

Questionado, porém, Trump não confirmou o encontro com o brasileiro e se ateve a dizer que ele é um "bom homem".

Na terça, após o discurso, Bolsonaro deve se encontrar com o ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani, que também é advogado pessoal de Trump . O retorno do presidente ao Brasil está previsto para a noite da própria terça-feira.

Texto: Marina Dias e Bruno Boghossian




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Com passagens passando dos R$ 3 mil, ponte aérea Petrolina/Recife vive crise

  Via:Carlos Britto
Foto: Blog do Carlos Britto


A crise no transporte aéreo de Petrolina gerada pela saída da Avianca do mercado local se agrava e tem previsão de provocar, este ano, uma queda de 33% na movimentação de passageiros no Aeroporto Senador Nilo Coelho. O trecho mais afetado é a ponte aérea Petrolina/Recife. Esses números estão sendo mostrados através de uma reportagem especial da Rádio CBN.
Neste cenário de pouca competição, as companhias viram espaço para elevar as tarifas à estratosfera. Antes da saída da Avianca, o preço de um voo de ida e volta Petrolina/Recife variava, em média, entre R$ 400 e R$ 1.200. Atualmente, a passagem chega a custar mais que R$ 3.500,00 – a depender da companhia e dos dias de viagem.
Duas empresas aéreas fazem essa rota: Azul e Gol. O impacto nos preços das passagens, provocado pela saída da Avianca, já está mobilizando lideranças políticas da cidade. Na Assembleia Legislativa (Alepe), a deputada Dulcicleide Amorim (PT) provocou uma audiência pública sobre o assunto.
O prefeito Miguel Coelho também demonstra-se preocupado com a atual realidade. No mês passado ele se reuniu em São Paulo (SP) com o presidente da Azul, John Rodgerson, e diretores da companhia e solicitou a ampliação de rotas que servem a cidade, além do barateamento da ponte aérea Petrolina/Recife.

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Em Petrolina, Prefeito dá ordem de serviço para o centro de partos

  Via:Santanavinicius

Nesse último sábado (21), durante as comemorações de aniversário da cidade, o prefeito Miguel Coelho deu ordem de serviço para início da construção do Centro de Parto Normal. A maternidade municipal terá capacidade de realizar 150 partos por mês, desafogando o atendimento do Hospital Dom Malan.
A unidade será construída em frente ao Hospital Universitário, na área central da cidade. O Centro de Parto será adaptado no prédio onde funcionaria uma UPA. Quando estiver pronta, a sede terá capacidade para cinco leitos e funcionará todos os dias em período de 24 horas. A nova estrutura terá recepção, cinco apartamentos individuais, salas de vacina, de cuidados ao recém-nascido, área de deambulação (local de passeio das grávidas) e setor administrativo. Além disso, a maternidade contará com profissionais como médico, técnicos de enfermagem, enfermeiros obstetras, nutricionista e equipe administrativa.
O Centro de Parto Normal, segundo o prefeito Miguel Coelho, deve ser inaugurado em março de 2020, como forma de celebrar o mês da mulher.




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MUNDO - Americano morre afogado enquanto pedia namorada em casamento debaixo d'água; veja vídeo

Imagens mostram Steven segurando uma folha de papel embalada em um plástico e colocada 
contra a janela de vidro da cabine
  Por: Portal FolhaPE
Pedido de casamento terminou em morte
Pedido de casamento terminou em morteFoto: Reprodução/Facebook

Um pedido de casamento debaixo d'água terminou em uma trágica morte na Tanzânia. O americano Steven Weber se afogou e morreu enquanto pedia a mão da sua namorada, Kenesha Antoine. Eles estavam em uma cabana submersa localizada em um resort em uma ilha na costa do país. O caso ocorreu na quinta-feira (19) e viralizou nas redes sociais no fim de semana.
As imagens mostram Steven segurando uma folha de papel embalada em um plástico e colocada contra a janela de vidro da cabine. "Eu não consigo segurar meu fôlego o suficiente para te dizer tudo o que eu amo em você. Mas... tudo o que eu amo em você eu amo mais a cada dia", dizia o texto escrito à mão. "Por favor, você pode ser minha esposa? Casa comigo?", trazia o verso da folha. Em seguida ele mostra uma caixinha com as alianças.
O vídeo foi gravado pela própria Kenesha, que ria bastante e aparentava estar emocionada do lado de fora da cabine. O fim das imagens mostra o namorado voltando à superfície. A jovem publicou fotos e vídeos da viagem em seu perfil no Facebook e deu a resposta que o amado não teve. "Você nunca saiu dessas profundezas, por isso nunca ouviu a minha resposta. Sim, sim, sim. Um milhão de vezes, sim, eu vou me casar com você!!", disse.
Casal estava em um resort na Tanzânia
Casal estava em um resort na Tanzânia - Foto: Reprodução/Facebook

"Não há palavras suficientes para homenagear a bela alma que é Steven Weber. Você foi uma luz brilhante para todos que você encontrou. Você trouxe tanta alegria para tanta gente. Você foi gentil, compassivo e regularmente me fez chorar de risos", continuou a mulher na publicação que já contabiliza quase 10 mil compartilhamentos.

O hotel onde o casal se hospedou confirmou a morte do americano. "É com o mais profundo pesar que informamos que ocorreu um acidente fatal no The Manta Resort na quinta-feira, 19 de setembro de 2019", respondeu o hotel à BBC. De acordo com a reportagem, Kenesha e Steven reservaram quatro noites no quarto submerso, que fica a 250 metros da superfície. Na terceira noite, o homem mergulhou para fazer o pedido.

Assista ao vídeo:
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FESTIVIDADES - Segunda cidade mais antiga do Brasil, Igarassu comemora 484 anos

Foto: Arquivo DP Foto.
Foto: Arquivo DP Foto.


A segunda cidade mais antiga do Brasil, Igarassu, localizada no litoral norte do estado, completa 484 anos na próxima sexta-feira (27). Para festejar a data, já a partir desta terça-feira (24) começam as atividades comemorativas, que serão realizadas no Palco Central, no Sítio Histórico de Igarassu. A programação festiva segue até o próximo sábado (28). 

Nesta terça (24), sobem ao palco as bandas Takitá, Beleza Pura e Léo Santana. Na quarta (25), é a vez de Luiz Viola, Eduarda Alves e da banda Revelação animarem os igarassuanos. Na quinta (26), tocam Xinelo de Tonhe, Wallas Arrais e a cantora Márcia Fellipe. Já na sexta (27), no dia que a cidade faz aniversário, é a vez de Paulinha Lopes, banda A Favorita e Priscila Senna. No sábado (28), sobem ao palco Jair Miranda, John Geração e Psirico.

O município de Igarassu fica na Região Metropolitana, a 27km do Recife. A data de aniversário da cidade coincide com o dia dos santos católicos Cosme e Damião, padroeiros de Igarassu.(DP)


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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...