domingo, 7 de abril de 2019

Paulo Bomfim afirma que mais de 86% da área urbana de Juazeiro está saneada

  Via:Carlos Britto
Nova estação de tratamento de esgoto de Juazeiro. (Foto: Reprodução/Instagram)

O prefeito de Juazeiro (BA), Paulo Bomfim (PCdoB), esbanja nas redes sociais a informação de que a cidade tem tem mais de 86% da área urbana saneada. Segundo o gestor, esse número já coloca Juazeiro entre as cidades com maiores percentuais de oferta do serviço no país.
Os investimentos em saneamento básico já colocam Juazeiro entre as cidades com maiores percentuais de oferta do serviço no país. Hoje, mais de 86% da área urbana está saneada“, comemora.
Mas o trabalho não pode parar. Estamos construindo uma nova Estação de Tratamento de Esgoto, no Bairro Tabuleiro. Com ela, garantimos que o material coletado seja tratado antes de chegar ao rio e não polua nosso Velho Chico”, adianta Paulo Bomfim.
Segundo o prefeito de Juazeiro, a previsão de entrega da obra é para o segundo semestre deste ano. “No segundo semestre, a obra será entregue e melhorará ainda mais a qualidade do nosso sistema“, finaliza Bomfim.


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FHC CONDENA CELEBRAÇÃO DO GOLPE MILITAR DE 1964

REUTERS/Nacho Doce

"A institucionalidade foi quebrada e minha vida mudou. Recordar faz parte da História. Celebrar, o quê? No meu caso, exílio, processos e perda de cátedra. Rancor? Para quê? Olhar para a frente e manter a democracia é o que conta", diz o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em artigo publicado neste domingo. Leia abaixo:
1964 – lembranças e tormentos
Rancor? Para quê? Olhar para a frente e manter a democracia é o que conta

Cinquenta e cinco anos passam depressa. A memória se vai, mas ficam recordações. No dia 13 de março de 1964 eu estava no Rio de Janeiro, na casa do meu pai. À noite fui à Central do Brasil pegar o trem de volta para São Paulo. Meu pai, general reformado e ex-deputado federal, residia no Arpoador, no mesmo prédio em que moravam minha avó e um tio. Lá também morava Carlos Drummond de Andrade. Por Copacabana inteira, passando por Botafogo e pelo Flamengo, havia velas acesas nas sacadas de muitos edifícios: a classe média, especialmente a mais alta, protestava contra Jango Goulart, presidente da República que convocara seus apoiadores a se reunirem naquela noite em comício perto da Central do Brasil, em frente à Praça da República.
Tomei o trem, indiferente ao que acontecia. Por acaso, estavam no trem vários amigos: o José Gregori, que viria a ser ministro da Justiça em meu governo; Plínio de Arruda Sampaio, que fora meu colega de curso primário no colégio Perdizes, em São Paulo, e se tornaria deputado federal constituinte; e o engenheiro Marco Antônio Mastrobuono, futuro marido da filha de Jânio Quadros. No jantar, conversas e discussões. O "golpe" estava no ar: de quem seria? Não chegamos a concluir se dos militares e da "direita", ou das "forças populares", com Jango à frente, em favor de vagas reformas. Só sabíamos de uma coisa: viesse do lado que viesse, sofreríamos as consequências...
Na época eu era jovem professor-assistente da Faculdade de Filosofia, tinha 33 anos e assento no Conselho Universitário da USP como representante dos livres-docentes. Pouquíssimos sabiam de minhas relações de família com a vida política. Meu pai se elegera deputado federal pelo PTB em 1954. No governo de Getúlio, um primo de meu pai havia sido governador do Rio e outro, ministro da Guerra, o mesmo cargo ocupado por um tio-avô no início dos anos 1930. No governo de Juscelino um tio havia presidido o Banco do Brasil.
Meu pai e muitos familiares pertenciam à ala nacionalista e eram favoráveis à campanha "O petróleo é nosso", na qual também me envolvi. Nunca me esquecerei do vidrinho de petróleo baiano colocado numa estante na casa do marechal Horta Barbosa, que eu frequentava quando menino, pois sua filha se casara com um irmão de meu pai.
Eu me interessava sobretudo pela faculdade, na qual me tornei professor em 1953, num ambiente avesso a Vargas e distante dos militares.
Minha participação política até então havia sido fugaz: no começo dos anos 1950 estive próximo da esquerda, do Partidão e do círculo intelectual liderado por Caio Prado Júnior na Revista Brasiliense. Rompi com o PC quando os soviéticos invadiram a Hungria, em 1956. Depois do Relatório Kruchev, da mesma época, agitei bastante contra os dirigentes comunistas. Não simpatizava com o populismo de Jango, embora fosse amigo de seu chefe da Casa Civil, Darcy Ribeiro. Nada disso impediu que a partir de 1964 eu fosse considerado "subversivo" pelos novos donos do poder.
No início dos anos 1960, lutava pela organização da carreira universitária e pela Fapesp. No Conselho Universitário ajudei a derrotar a "oligarquia": com a ajuda de Hélio Bicudo e Plínio Sampaio, ambos do gabinete do governador Carvalho Pinto, elegemos o professor Ulhôa Cintra reitor da USP. Por isso eu gozava de prestígio em camadas de professores e, sobretudo, de estudantes.
Recordo-me de duas reuniões na Faculdade de Filosofia na noite de 1.º de abril de 1964. Numa tentava acalmar os estudantes, pois não entendia bem o que acontecera e achava precipitado haver manifestações. Na segunda tentava o mesmo com meus colegas professores. Tamanha era a confusão que houve quem propusesse um manifesto contra os militares golpistas que apoiavam Jango... Precisei telefonar para um colega, professor da Medicina, pedindo que viesse em meu socorro, para evitar o protesto contra Jango, que estava sendo deposto.
Em seguida a polícia tentou prender outro professor, Bento Prado, confundindo-o comigo. Tive de me "esconder", primeiro em casas de amigos, em São Paulo, depois no Guarujá, num apartamento do Thomas Farkas, na companhia de Leôncio Martins Rodrigues. De lá saí para ir a Viracopos, cercado por familiares e amigos, sob a batuta de Maurício Segall, que se informava e sabia dos aeroportos ainda sem listas de subversivos a serem capturados. Voei para Buenos Aires, onde me hospedei no apartamento de um colega sociólogo, José Num, que mais tarde foi ministro da Cultura de Néstor Kirchner. Da Argentina fui para o Chile, carregando comigo os escritos da tese que pretendia defender para conquistar uma cátedra que vagara com a saída de Fernando de Azevedo.
Ruth, minha mulher, ficou em São Paulo. Ela procurou, então, o professor Honório Monteiro, que representava a Faculdade de Direito no Conselho Universitário e era afilhado de sua avó. Eu me dava bem com ele, assim como com meus vizinhos de cadeira no Conselho, representantes da Faculdade de Direito, Luís Eulálio Vidigal e Gama e Silva (que fora ao jantar de comemoração de meu doutorado. Mal sabia eu que, anos depois, ele assinaria o AI-5...). Quando Ruth perguntou ao professor Honório: "O que vai acontecer?", ele, sabiamente, replicou: "Nada, vai mudar tudo". Perdi a condição de professor, que só retomaria em outubro de 1968 ao vencer o concurso para a cadeira de Ciência Política. A cátedra durou poucos meses. Em 13 de dezembro, Gama e Silva, então ministro da Justiça, leu o AI-5, que fechou o Congresso, suspendeu o habeas corpus, cassou mandatos, e, como vários professores universitários, fui compulsoriamente aposentado em abril de 1969.
A institucionalidade foi quebrada e minha vida mudou. Recordar faz parte da História. Celebrar, o quê? No meu caso, exílio, processos e perda de cátedra. Rancor? Para quê? Olhar para a frente e manter a democracia é o que conta.247
*SOCIÓLOGO, FOI PRESIDENTE DA REPÚBLICA



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sábado, 6 de abril de 2019

A miséria da dobrada Temer-Bolsonaro


Por Florestan Fernandes Júnior, para o Jornalistas pela Democracia
Nos dois anos e meio do governo Temer o Congresso Nacional realizou o maior corte de direitos trabalhistas da história do país.  O fim das garantias trabalhistas era uma reivindicação antiga do mercado financeiro e de empresários que reclamavam do tal "custo Brasil".
Comentaristas econômicos e jornalistas defendiam a Reforma até de maneira singela, algo do tipo "a flexibilização nas leis trabalhistas iria reduzir os gastos das empresas e ampliar o lucro provocando a oferta de empregos". Tudo uma grande balela! Nem a oferta de empregos aumentou e nem as vendas da indústria e do comércio cresceram. Esqueceram de levar em conta o consumidor que depende de sua poupança advinda  da oferta de bons empregos e de boas remunerações.
Com a carteira vazia não existe consumo e sem consumo não existe crescimento nas vendas. Para piorar a situação o governo Temer aprovou outra maldade contra o nosso povo e a nossa própria economia, a aprovação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que criou um teto para os gastos públicos.  Ou seja, de novo a pedido do tal mercado o governo fez aprovar no Congresso Nacional o congelamento de gastos públicos federais para os próximos 20 anos. Essa medida, considerada a maior mudança fiscal realizada no Brasil, teve como objetivo reduzir o rombo nas contas públicas. Ocorre que sem investimento público o país para suas obras, reduzindo drasticamente a ofertas de empregos e ajudando a aprofundar ainda mais a recessão.
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Num momento em que o capitalismo está ancorado na especulação financeira, qual rentista iria tirar seu rico dinheirinho improdutivo das aplicações para correr riscos reais investindo na produção de bens e serviços? Mas para o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles a medida seria altamente positiva, e ele mesmo fazia projeções otimistas em uma entrevista para o El País Brasil: "Vai recuperar a confiança do mercado, vai gerar emprego e renda ". Outra balela! Até agora a medida não contribuiu para a redução do déficit e ainda estancou o crescimento econômico.
A austeridade imposta pelo governo Temer não só aumentou o desemprego como ampliou, e muito, a desigualdade social. E o desastre poderia ter sido evitado, era só olhar o que aconteceu com os países que aplicaram as mesmas medidas. Você me perguntaria, mas, se as mudanças na nossa Constituição não deram certo, quem ganhou com elas? Os bancos e o sistema financeiro, uma vez que a intenção de tais medidas é represar recursos para pagar juros da dívida pública. Além disso, com a queda na arrecadação e o represamento dos gastos públicos, o mercado se propõe gentilmente a ajudar o país comprando suas riquezas a preço de banana. E lá se foi parte do Pré-Sal, a Embraer, os aeroportos e portos, as nascentes de água potável e, em breve, os bancos públicos.
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A bola da vez agora é a Reforma da Previdência. Sem ela, ameaça o tal mercado, o país vai quebrar. A proposta feita pelo governo Jair Bolsonaro e defendida pelo ministro Paulo Guedes restringe ainda mais os direitos sociais, aumentando a pobreza e a miséria, principalmente no campo, com o endurecimento na concessão de aposentadorias rurais e a redução do valor das pensões pagas hoje.
Está claro que esta proposta de Reforma da Previdência irá aprofundar ainda mais a pobreza. E pobreza não é bom negocio em nenhum lugar. Se continuarmos nessa toada, em breve não serão 15 mil pessoas espremidas no centro de São Paulo atrás de um emprego. Serão milhões de desempregados nas ruas indo para a desforra contra o tal mercado e seus representantes nos poderes da República.


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Audiência pública debate educação à distância

 Por: Blog da Folha 
Plenário da Alepe
Plenário da Alepe


Foto: Henrique Genecy/ Folha de Pernambuco


Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), vai debater, na próxima quarta (10), o ensino à distância no Governo do Estado. A audiência pública será no auditório Senador Sérgio Guerra, às 10h30.

“O foco da discussão será a regulação da Educação à Distância na rede estadual de ensino. Acatamos uma solicitação da deputada Teresa Leitão, que foi demandada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe)”, explicou o presidente do colegiado, deputado Romário Dias. A regulação da EaD está prevista na Reforma do Ensino Médio do Governo Federal.

“Nosso objetivo é entender quais as políticas que estão sendo planejadas para a temática pelo governo, para poder, inclusive, participar de sua elaboração”, completou Teresa Leitão.

Confirmaram participação na audiência pública, o presidente do Sintepe, Fernando Melo; e o vice-presidente do Conselho Estadual de Educação, Horácio Reis, além de representantes da Universidade Federal de Pernambuco e de sindicatos ligados ao setor. O secretário de Educação, Fred Amâncio, também foi convidado para o debate.



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DATAFOLHA MOSTRA QUE BRASILEIROS DESPREZAM GOLPE DE 1964


247
O Instituto Datafolha divulgou pesquisa que aponta que a maioria da população despreza o golpe militar de 1964 e que o presidente Jair Bolsonaro determinou que fosse comemorado nas unidades militares de todo o país. Segundo a pesquisa, realizada entre dias 2 e 3 deste mês, 57% dos 2.086 entrevistados rejeitaram a iniciativa e outros 36% se disseram favoráveis. Outros 7% não souberam responder ou não quiseram opinar sobre o assunto.
Ainda conforme o levantamento, 64% das pessoas de 16 a 24 anos, são contrários à comemoração do golpe, contra 42% dos que acham que a data deve ser celebrada. A rejeição é ainda maior (67%) entre os que possuem ensino superior e chega a 72% entre pessoas com renda familiar mensal superior a dez salários mínimos. Já os que acham que a data deve ser comemorada, encontra eco entre 43% dos que têm ensino fundamental e 39% dos que têm renda mensal familiar de até dois salários mínimos.
Nesta semana, uma outra pesquisa, a Atlas Político, feita com 2.000 pessoas entre os dias 1 e 2 de abril, apontou que o percentual dos brasileiros insatisfeitos com o governo Jair Bolsonaro é superior à aprovação dele: 31,2% de ruim/péssimo e boa/excelente, 30,5%. Outros 32,4% consideram a gestão regular, segundo o levantamento.  (Leia no Brasil 247)
Veja a reportagem da Folha de S. Paulo sobre a pesquisa.


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Governo autoriza construção de hotel do Sesc em Sirinhaém

Obras serão iniciadas na próxima segunda-feira (08), e gerarão mais de 1.500 empregos diretos e indiretos

  Por: Mário Fontes/folhape
Governador Paulo Câmara assinou ordem de serviço autorizando construção de hotel em Sirinhaém
Governador Paulo Câmara assinou ordem de serviço autorizando construção de hotel em SirinhaémFoto: Divulgação

Na última sexta-feira (5), o governador Paulo Câmara assinou a ordem de serviço autorizando a construção de mais um hotel do Sesc em Pernambuco, desta vez na cidade de Sirinhaém, Zona da Mata Sul do Estado. Serão gerados mais de 1.500 empregos no geral, direta e indiretamente, além das oportunidades que serão criadas com cursos e capacitações na área do turismo.
O evento contou com a presença do governador Paulo Câmara, do presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PE, Bernardo Peixoto, do secretário de Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo, Alberes Lopes, o prefeito de Sirinhaém, Franz Hacker, além de toda a diretoria do Sistema Fecomércio.
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O vencedor foi o Consórcio Sirinhaém, formado pelas empresas AB Corte Real e Walter Lopes. No terreno doado pelo Governo do Estado, localizado na Praia de Camela, serão construídos dois blocos de hospedagem, contando com uma estrutura sustentável, além de centro de convenções com ampla local para eventos, além de abrigar um Ecomuseu, abrigado dentro do Centro de Interpretação Ambiental.
Serão R$ 98 milhões de reais em investimentos, gerando 1.200 empregos diretos e indiretos durante a construção, que durará 24 meses, tendo início na próxima segunda-feira (08) já com 500 funcionários empregados de imediato. A partir da conclusão da obra, serão gerados mais 200 postos fixos para operação do local.
Na solenidade, o governador Paulo Câmara celebrou o início das obras. “Fazemos mais um movimento para geração de empregos, mas não só isso, também visando o futuro, dando um hotel-escola para que os jovens possam ser capacitados”, comentou. À frente do projeto, Bernardo Peixoto também destacou o potencial do novo empreendimento. “Estamos trabalhando com o futuro. Será um empreendimento sustentável e importante para a região, trazendo inclusive interesse de empresas de fora do país”, disse.
Próximos passos
O presidente da Fecomércio também anunciou a assinatura da ordem de serviço em mais duas obras, na próxima semana. Na terça-feira, será dada a largada para a reforma total do Sesc do Cais de Santa Rita, em um investimento de R$ 20 milhões. Já na quarta-feira, será assinada a ordem de serviço para construção de um Complexo Poliesportivo no valor de R$ 25 milhões, na cidade de Floresta, Sertão de Pernambuco.

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Justiça determina prisão preventiva de mulher suspeita de mandar matar professora em Juazeiro


Edvânia Pereira de Moraes e Maicon Neves dos Santos são considerados foragidos. (Fotos: Polícia Civil/Divulgação)

A Justiça da Bahia determinou, na quinta-feira (4), a prisão preventiva da mulher suspeita de mandar matar a professora Élida Márcia de Oliveira, de 32 anos, na cidade de Juazeiro, (BA). A informação foi divulgada pela Polícia Civil na sexta-feira (5). A mulher está foragida.
A suspeita, identificada como Edvânia Pereira de Morais, o pai dela, Edvan Constantino de Morais, que também é suspeito de planejar o crime, e Railton Mendes da Silva, que dirigia a motocicleta usada no assassinato, foram denunciados pelo Ministério Público (MPBA), na terça-feira (2).
Segundo o MPBA, todos os denunciados devem responder por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima.
Executor
O quarto envolvido no crime, identificado como Maicon Neves dos Santos, segue foragido. O suspeito é apontado como autor dos disparos que mataram a professora. Ele e os outros dois homens suspeitos do crime tiveram a prisão temporária convertida em preventiva pela Justiça.
Conforme a Polícia Civil, Edvânia teria mandado matar a professora porque a vítima era casada com o ex-companheiro dela. A suspeita não aceitava o fim da relação com o homem e, com a ajuda do pai, planejou a morte da vítima.
O crime ocorreu no dia 20 de fevereiro deste ano, em frente à casa da professora, no bairro Alto do Alencar. A vítima foi atacada na frente da filha e do companheiro, dentro de carro da família, no momento em que saía para trabalhar.
Élida morreu no local. O marido da professora foi atingido por estilhaços, foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade e recebeu alta. A filha do casal não teve ferimentos. (Fonte: G1-BA)

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ACIDENTE Avião de Rey Vaqueiro cai em pista particular e pega fogo no Rio Grande do Norte

  Não houve feridos com quadro grave; cantor cancelou dois shows que faria em Pernambuco                                   Por Agência O Gl...