quinta-feira, 11 de maio de 2017

PF INVESTIGA PREFEITOS E EMPREITEIRAS POR CONSTRUÇÃO DE ESCOLAS DE MÁ QUALIDADE

: <p>Polícia Federal</p>

Sumaia Villela, repórter da Agência Brasil - O esquema de desvio de recursos federais investigado pela Operação Couraça, deflagrada hoje (11) pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria Geral da União (CGU) em Pernambuco, erguia escolas e postos de saúde de má qualidade, tendo apenas um mestre de obras como responsável pelas construções. Prefeitos e ex-prefeitos de Itapetim e Brejinho são apontados como suspeitos de participação no esquema.
De acordo com o superintendente da CGU em Pernambuco, Fábio Araújo, as empresas Canteiro de Obras e Itapajeú, além de uma terceira que não teve o nome divulgado porque as provas contra ela ainda estão em levantamento, não tinham condições de executar as obras das licitações que venciam, e subcontratavam o mestre de obras. Há indícios de que esse profissional era responsável por erguer os prédios, sem que houvesse cálculo de engenharia ou o uso de material adequado, por exemplo.
"A gente já conseguiu uma série de constatações que demonstram que as empresas de fato não têm condições de executar, e que as obras estão sendo feitas de forma diferente daquilo que preceitua os normativos para esse tipo de construção", disse Araújo em entrevista coletiva.
Além disso, as empresas eram de fachada, segundo os investigadores. "Os sócios estão registrados como pessoas hipossuficientes no cadastro do Ministério do Desenvolvimento Social, temos vigilantes, faxineiros, como sócios. Em regra, as empresas não possuem as características de uma empresa com estrutura apropriada para realizar esse tipo de obra", disse. As companhias também não tinham registro de empregados e não foram localizadas nos endereços divulgados como sedes – um deles era na verdade a casa da avó de um dos sócios.
De acordo com o superintendente da CGU em Pernambuco, há suspeita de irregularidades em cerca de 50 obras contratadas em diversos municípios. Nas duas cidades investigadas nessa operação, são cerca de 15 obras. Em Itapetim por exemplo, duas escolas e uma unidade básica de saúde estão na lista de obras supostamente mal feitas.
Fraudes
As licitações vencidas por essas empresas são apontadas como fraudulentas. Eram usadas modalidades como carta convite e pregão presencial para fazer as contratações, modelos considerados mais frágeis pela CGU. Um dos pontos a serem esclarecidos é como as prefeituras faziam para que as outras empresas verdadeiras não concorressem, já que apenas as companhias investigadas se interessavam pelos certames.
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, e o ex-prefeito e agora diretor de obras do município, Arquimedes Cavalcanti, são apontados como integrantes da organização criminosa, assim como a prefeita de Brejinho, Tania Maria dos Santos. "As licitações ganhas por essas empresas têm um relacionamento muito próximo com os gestores, e tinham facilidade para ganhar as licitações", disse o superintendente da PF em Pernambuco, Marcello Diniz Cordeiro. Segundo ele, os prefeitos "não só sabiam como participavam".
Somando todas as licitações vencidas pelas empresas investigadas, os recursos contratados chegam a R$ 40 milhões. "Não é fácil fazer o cálculo de quanto foi desviado, é preciso ver que material foi usado, quem foi contratado, entre outros. Mas, em média, pelo que geralmente acontece, de 30% a 40% desse valor é desviado", calculou o superintendente da CGU. Os recursos eram federais, sobretudo da área de saúde, educação e infraestrutura urbana.
Vinte mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Itapetim, Brejinho, São José do Egito e Recife, a fim de reunir mais provas para comprovar as acusações, como registros contábeis e relatórios do andamento das obras. A PF também pediu à Justiça oito mandados de condução coercitiva, inclusive para os prefeitos citados, mas eles não foram concedidos. Segundo a PF, os alvos serão intimados a prestar depoimento.
As prefeituras de Itapetim e Brejinho e as empresas citadas não foram localizadas pela reportagem para se manifestar sobre a operação. (247).

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SEGURANÇA: GOVERNADORES DO NORDESTE ASSINAM CARTA COBRANDO APOIO DO GOVERNO FEDERAL

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Os governadores do Nordeste assinaram nesta quinta-feira (11), em Salvador (BA), uma carta cobrando apoio do Governo Federal sobre a situação da segurança pública dos estados. “Diante do desafio do enfrentamento da violência nos estados, torna-se imprescindível e urgente alertar o Governo Federal sobre o problema que tem afligido milhões de habitantes e cobrar ações práticas da União.“, diz o início do documento, proposto pelo governador do Ceará, Camilo Santana, durante o 7º Encontro dos Governadores do Nordeste.
Os gestores estaduais presentes na reunião propuseram, entre outros temas, a criação de um Plano Nacional de Segurança, com orçamento próprio, para ajudar no melhor aparelhamento das polícias estaduais; a ampliação dos presídios federais de segurança máxima, de forma a isolar os principais líderes de facções; e iniciar uma urgente discussão com os estados, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal sobre a implantação de bloqueadores do sinal de celular em todos os presídios do país.
O governador do Ceará destacou a necessidade de mais investimentos do Governo Federal em políticas nacionais para a Segurança Pública. "Não basta só a presença da polícia na rua. É preciso também investigação, colocar os mandantes dos crimes na cadeia, assim como o julgamento deles, para que não haja impunidade. É essa reorganização que precisa ser feita em conjunto com o Governo Federal", disse Camilo Santana.
Reunião
O 7º Encontro dos Governadores do Nordeste contou com a participação de sete governadores – Rui Costa (BA), Camilo Santana (CE), Wellington Dias (PI), Robinson Faria (RN), Flávio Dino (MA), Renan Filho (AL) e Ricardo Coutinho (PB), além do vice-governador de Sergipe, Belivaldo Chagas. Foram debatidos, ainda, temas como previdência complementar, alongamento da dívida dos estados com o BNDES e a liberação de novas operações de créditos.
Ficou definido que os governadores deverão se reunir, na próxima semana, com as bancadas do Nordeste na Câmara Federal e no Senado para tratar dos temas. “O objetivo (do encontro) é sempre unir e fortalecer o Nordeste em pleitos e ações, seja de desenvolvimento ou para demandas junto ao Governo Federal”, destacou o anfitrião Rui Costa, governador da Bahia.
Leia, na íntegra, a carta dos governadores sobre segurança:
Nota dos governadores do Nordeste sobre a situação da segurança pública e o papel do Governo Federal
Diante do desafio do enfrentamento da violência nos estados, torna-se imprescindível e urgente alertar o Governo Federal sobre o problema que tem afligido milhões de habitantes e cobrar ações práticas da União.
Pesquisas apontam como causa principal do crescimento da violência nos estados o avanço da atuação das facções criminosas, estimuladas, principalmente, pela movimentação do comércio milionário do tráfico de drogas.
Referidas organizações criminosas, diante do permanente esforço das polícias estaduais em combatê-las, têm reagido de forma violenta e em cadeia através de atos terroristas como assassinatos, queima de ônibus e ataques a órgãos públicos, provocando o caos e deixando a população refém do medo, reação cada vez mais frequente no Brasil.
Diante do determinado em lei de que cabe ao Governo Federal apurar infrações penais contra a ordem política e social, assim como outras infrações cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional e exija repressão uniforme; bem como prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, os governadores abaixo-assinados propõem:
1. A criação de um Plano Nacional de Segurança, com orçamento próprio, com fonte e valor definido e não contingenciado, para ajudar no melhor aparelhamento das polícias estaduais, a partir de discussões e sugestões dos estados, de forma a garantir apoio a cada ente na federação no efetivo combate ao tráfico de drogas e às organizações criminosas;
2. Ampliação dos presídios federais de segurança máxima, de forma a isolar os principais líderes de organizações criminosas e para que esses presos possam cumprir suas penas integralmente nas unidades federais;
3. Iniciar uma urgente discussão com os estados, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal sobre a implantação de bloqueadores do sinal de celular em todos os presídios do país, pela constatação de que boa parte dos crimes praticados recebem ordem e orientação de dentro das unidades penitenciárias;
4. Estimular o Congresso Nacional a rediscutir as leis penais, compreendidas pela sociedade como uma das causadoras da impunidade que estimula os criminosos e indigna a população.
5. Debate, no âmbito do Conselho Nacional de Justiça e Conselho Nacional do Ministério Público sobre o funcionamento do Sistema de Justiça, no tocante à segurança pública, especialmente quanto aos presos provisórios, penas alternativas, audiências de custódia, casos de reincidência múltipla, etc. (247).
Governadores do Nordeste
Salvador, 11 de maio de 2017.

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GRANDE MACEIÓ TEM O PIOR IDH DO PAÍS


Alagoas 247 - Se comparada a outras áreas do País, a Região Metropolitana de Maceió foi a que apresentou a maior redução na diferença entre o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) dos brancos e negros. A queda chegou ao índice de 0,047. Apesar desta melhoria em relação às demais regiões, os indicadores isolados da Grande Maceió referentes às populações negra e branca, além de sexo e área urbana são os menores do Brasil. 
É o que evidencia o relatório Desenvolvimento Humano para Além das Médias: Índice de Desenvolvimento Humano Municipal por cor, sexo e situação de domicílio, que foi apresentado nesta quarta-feira (10).
O estudo, produzido pela Fundação João Pinheiro, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o escritório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil (PNUD) são expostos dados por cor, sexo e situação de domicílio da população com radiografia de desigualdades que ainda persistem.
De acordo com o levantamento, a Região Metropolitana de Maceió evoluiu significativamente no IDHM entre 2000 e 2010. A década de ouro, no entanto, ainda é manchada devido aos indicadores negativos para quem é negro.
Em 2010, o IDHM da população negra para as Regiões Metropolitanas (RMs) brasileiras variou entre 0,673 (RM Maceió) e 0,757 (RM Distrito Federal). Já em 2000, foi de 0,527 - já era a mais baixa (RM Maceió) a 0,630 (RM Vale do Rio Cuiabá e RM Campinas). 
Para a população branca, em 2010, o IDHM nas RMs brasileiras variou entre 0,753 (RM Maceió) a 0,838 (RM Distrito Federal). E em 2000, o IDHM nas RMs brasileiras da população branca oscilou de 0,654 (RM Maceió) a 0,746 (RM Grande Vitória). 
O relatório Desenvolvimento Humano para Além das Médias: Índice de Desenvolvimento Humano Municipal por cor, sexo e situação de domicílio, lançado nesta quarta-feira, 10 de maio, apresenta uma radiografia das desigualdades e semelhanças entre mulheres e homens, negros e brancos, e populações urbanas e rurais no Brasil. 
Por sexo, o IDHM ajustado dos homens também é o menor do País. Em 2010, conforme a pesquisa, o índice variou entre 0,684 - mais baixo (RM Maceió) a 0,805 (RM Campinas), faixas de Médio a Muito Alto Desenvolvimento Humano. Dez anos atrás, o cenário também era semelhante e a Grande Maceió já registrada o indicador mais reduzido do Brasil. Em 2000, ele foi de 0,560 (RM Maceió) a 0,720 (RM Campinas). 
E, as condições de vida para mulheres também são as piores na Região Metropolitana de Maceió. Em 2010, o índice daqui ficou em 0,708 (o menor do País). O maior ficou com o Distrito Federal, mais uma vez. Em 2000, o quadro era o mais baixo também.
A pesquisa também revelou que o IDHM urbano da RM de Maceió era a menor do Brasil em 2010. O índice ficou em 0,711. O maior é Campinas, em São Paulo, com 0,801. Também mostrou que, em Alagoas, o percentual da população branca acima de 18 anos com o Ensino Fundamental completo é mais de um terço maior do que da população negra, 50% ante 36%. (247). 
Com gazetaweb.com

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MINISTRO HERMAN BENJAMIN DISTRIBUI NOVO RELATÓRIO SOBRE CASSAÇÃO DE TEMER

Fernando Frazão/Agência Brasil

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Herman Benjamin, relator da processo sobre a chapa Dilma-Temer na eleição presidencial de 2014, entregou aos demais ministros do TSE o complemento do seu relatório final do processo.
O documento tem 153 páginas e acrescenta informações referentes aos depoimentos tomados desde o início de abril, quando o TSE decidiu ouvir novas testemunhas do processo. A primeira versão já tinha 1.086 páginas.
As defesas das partes envolvidas na ação já apresentaram suas alegações finais.
Com essa etapa cumprida, o Ministério Público Eleitoral foi notificado para apresentar, num prazo de 48 horas, as suas alegações finais. Após esse ato, caberá ao relator do processo pedir ao presidente do TSE, Gilmar Mendes, para marcar reiniciar o julgamento. (247).
(Reportagem de Ricardo Brito)

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Depoimento em Curitiba: Coletânea de frases de Lula que você não verá na grande imprensa

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FRASES DE LULA NO DEPOIMENTO

MORO: Senhor ex-presidente, preciso lhe advertir que talvez sejam feitas perguntas difíceis para você.
LULA: Não existe pergunta difícil pra quem fala a verdade.

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MORO: Esse documento em que a perícia da PF constatou ter sido feita uma rasura, o senhor sabe quem o rasurou?
LULA: A Polícia Federal não descobriu quem foi? Não? Então, quando descobrir, o senhor me fala, eu também quero saber.

***
MORO: O senhor não sabia dos desvios da Petrobras?
LULA: Ninguém sabia dos desvios da Petrobras. Nem eu, nem a imprensa, nem o senhor, nem o Ministério Público e nem a PF. Só ficamos sabendo quando grampearam o Youssef.
MORO: Mas eu não tinha que saber. Não tenho nada com isso.
LULA: Tem sim. Foi o senhor quem soltou o Youssef. O senhor deve saber mais que eu [referindo-se ao escândalo do Banestado].

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LULA: O Dallagnol não tá aqui. Eu queria o Dallagnol aqui pra me explicar aquele PowerPoint.
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MORO: Saíram denúncias na Folha de S. Paulo e no jornal O Globo de que…
LULA: Doutor, não me julgue por notícias, mas por provas.

***
LULA: Esse julgamento é feito pela e para a imprensa.
MORO: O julgamento será feito sobre as provas. A questão da imprensa está relacionada a liberdade de imprensa e não tem ligação com o julgamento.
LULA: Talvez o senhor tenha entrado nessa sem perceber, mas seu julgamento está sim ligado a imprensa e os vazamentos. Entrou nessa quando grampeou a conversa da presidente e vazou, conversas na minha casa e vazou, quando mandou um batalhão me buscar em casa, sem me convidar antes, e a imprensa sabia. Tem coisas nesse processo que a imprensa fica sabendo primeiro que os meus advogados. Como pode isso? E, prepare-se, porque estes que me atacam, se perceberem que não há mesmo provas contra mim e que eu não serei preso, irão atacar o senhor com muito mais força.

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MORO: Senhor ex-presidente, você não sabia que Renato Duque roubava a Petrobras?
LULA: Doutor, o filho quando tira nota vermelha, ele não chega em casa e fala: “Pai, tirei nota vermelha”.
MORO: Os meus filhos falam.
LULA: Doutor  Moro, o Renato Duque não é seu filho.

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LULA: Doutor Moro, o senhor já deve ter ido com sua esposa numa loja de sapatos e ela fez o vendedor baixar 30 ou 40 caixas de sapatos, experimentou vários e no final, vocês foram embora e não compraram nenhum. Sua esposa é dona de algum sapato, só porque olhou e provou os sapatos? Cadê uma única prova de que eu sou dono de algum tríplex? Apresente provas doutor Moro?
***
MORO: O senhor solicitou à OAS que fosse instalado um elevador no tríplex?
LULA: O senhor está vendo essa escada caracol nessa foto? Essa escada tem dezesseis degraus e é do apartamento em que eu moro há 18 anos em São Bernardo. Dezoito anos a Dona Marisa, que tinha problema nas cartilagens do joelho passou subindo e descendo essa escada. O senhor acha que eu iria pedir um elevador no apartamento que eu não comprei, ao invés de pedir um elevador no apartamento em que eu moro, para que a Dona Marisa não precisasse mais subir essa escada?

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LULA: O vazamento das conversas da minha mulher e dela com meus filhos foi o senhor quem autorizou.
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MORO: Tem um documento aqui que fala do tríplex…
LULA: Tá assinado por quem?
MORO: Hmm… A assinatura tá em branco…
LULA: Então, o senhor pode guardar por gentileza!

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                                  FRASES DE LULA NO COMÍCIO APÓS O DEPOIMENTO

“Se não fossem vocês, eu não suportaria o que eles estão fazendo comigo”.

“O Jornal Nacional, em 12 meses, publicou 18 horas de matérias para me massacrar. Quero dizer que estou vivo”.
“Esperava que, depois de tanto massacre, eles tivessem o documento que eu comprei, reformei o apartamento, com escritura registrada em cartório. Mas nada, nada. Perguntaram se eu conheço o Vaccari [Neto, ex-tesoureiro do PT], o [Paulo] Okamotto [presidente do Instituto Lula]. Lógico que eu conheço e não tenho vergonha dessas pessoas. Não quero ser julgado por interpretações, mas por provas”.
“Eu só posso dizer uma coisa. Em meu nome, em nome do meu partido, em nome dos movimentos sociais que estão aqui, em nome dos partidos solidários, do movimento sindical: se um dia eu tiver que mentir, eu prefiro que um ônibus me atropele em qualquer rua deste país. Eu jamais poderia mentir para pessoas como vocês que acreditam e me seguem há tanto tempo”.
“Minha mãe viveu e morreu analfabeta. Ela dizia que conhecemos quando as pessoas estão dizendo a verdade, não pela boca, mas pelos olhos. Por isso, queria que as pessoas vissem os olhos de quem está perguntando e quem está respondendo”.
“Minha relação com vocês é de companheiros de projeto de país e construção de sociedade civilizada”.
“Quero dizer que estou vivo e estou me preparando para voltar a ser candidato à Presidência deste país. Nunca tive tanta vontade de voltar a ser presidente como agora”.
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DILMA NO COMÍCIO EM CURITIBA

“Lula vai derrotar esse retrocesso que hoje o governo golpista está fazendo em Brasília a portas fechadas querendo acabar com a Petrobras, vender nossas terras para estrangeiros, abrindo nossa indústria para ser vendida a preço de banana”. (247).



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Inaugurado na orla o monumento `Eu Amo Petrolina´

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O Prefeito Miguel Coelho participou da inauguração do monumento e agradeceu ao empresário Sergio
O Prefeito Miguel Coelho participou da inauguração  e agradeceu ao empresário Sergio Menezes do Grupo Novo Centro que presenteou Petrolina com o bonito monumento.

Turistas e moradores de Petrolina terão mais um motivo para visitar a orla da capital do Sertão. A partir desta semana, um  letreiro com a frase “Eu amo Petrolina” vai decorar o calçadão à beira do Rio São Francisco.  A estrutura foi inaugurada, nessa  quarta-feira (10), às 20h, com a presença do prefeito Miguel Coelho.
O letreiro tem 20m de comprimento por 2m de altura e ficará na calçada da orla entre o cruzamento das avenidas Joaquim Nabuco e Cardoso de Sá. A peça foi pintada nos tons azul, vermelho, verde e amarelo com um coração vermelho no centro. Monumentos similares já foram implantados em cidades como João Pessoa, Natal e Recife e tornaram-se pontos turísticos, principalmente, para realização de fotos e cartões postais.
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O público prestigiou o evento de inauguração
O letreiro foi doado pelo grupo Novo Centro e será preservado pela Prefeitura de Petrolina. Para a aquisição da peça a empresa investiu cerca de R$ 40 mil. (Via:Vinicius).

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MORO À MILANESA


Quem pensou que iria assistir no dia 10 de maio a um jantar onde o Lula seria o prato principal, acabou por testemunhar uma refeição bem diferente: Sérgio Moro e o Ministério Público foram devorados pela defesa impecável de Lula que, por sua vez, se portou de forma absolutamente irretocável, tanto sob o ponto de vista judicial como sob o ponto de vista político.
Moro iniciou o interrogatório seguindo as velhas técnicas manjadas que lhe ensinaram no FBI: fazer repetidamente as mesmas questões por diversas vezes e de forma incansável, para tentar extrair contradições do réu e, ao mesmo tempo, tentar desestabiliza-lo emocionalmente.
Porém, o que se vislumbrou foi um festival de perguntinhas mesquinhas e sem conteúdo, típicas de um delegado de quinta categoria de algum canto esquecido desse país.
E é isso exatamente o que define o herói das elites escravocratas: um canastrão que consegue ser desmascarado e desmoralizado pelo próprio réu, no meio de um depoimento presidido por ele mesmo.
Lula conseguiu não apenas provar sua inocência nesse patético caso do "Triplex do Guaruja", como também desmascarou a farsa de toda essa denuncia, fazendo com que Moro e os seus promotores fascistas engolissem as suas próprias palavras ao longo de um interrogatório denso e histórico.
Falando sempre em falsete e com a voz nitidamente fraquejando, o "poderoso" juiz de Curitiba parece ter se dado conta de que apesar de todo o apoio da grande mídia e dos setores ultra-reacionários, a farsa da Lava-Jato já não tem mais gás e está sendo esmagada pela vontade de toda a sociedade brasileira que almeja voltar a viver em um país com direitos, empregos e crescimento econômico.
No fim do interrogatório Moro ainda pediu desculpas a Lula no caso de eventualmente ter lhe tratado com desrespeito e se queixou também ser vítima de blogs que lhe criticam... Por um momento pareceu que iria "virar a casaca" e pular fora do barco que está nitidamente afundando.
Muito habilmente, Lula lembrou-lhe (em suas últimas considerações) que o seu provável fracasso em condená-lo irá lhe custar muito caro. E é exatamente isso que já se observa em declarações como a de Merval Pereira - jornalista global da mais elevada decrepitude - afirmando que Moro está "afundando a Lava-Jato" por "não conseguir mais esconder que a mesma foi feita para incriminar Lula".
O silêncio da grande imprensa sobre o depoimento e sua incapacidade de fazer até mesmo uma edição desfavorável a Lula mostra o quão devastadora foi a defesa do ex-presidente e o quão humilhante ficou a Lava-Jato sob a luz dos fatos, ainda mais com os olhos de todo o país e de todo Mundo observando atentamente o que estava ocorrendo naquele pequeno e deselegante tribunal de exceção.
Cedo ou tarde todo esse processo, com suas centenas de milhares de páginas - onde a ficção sempre se sobrepõe aos fatos - se destina a ficar sob o julgo final da crítica roedora dos ratos. Mas já temos a garantia de que se um dia alguém resolver desenterrar essa anomalia jurídica, chamada "Lava-Jato", encontrará (junto com os ratos) as infelizes considerações de um tal juiz Sérgio Moro...
Um doutor, catedrático e bacharel em Direito (mas sem carteirinha da OAB)... e que no fim foi jantado à milanesa - por mais de cinco horas - por um dos maiores símbolos internacionais da classe trabalhadora, que apenas cursou o ensino técnico, mas que foi diplomado presidente da República pela vontade soberana do povo brasileiro. (247).

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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...