segunda-feira, 3 de abril de 2017

NORDESTE APRESENTA MAIOR REJEIÇÃO A TEMER


A pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta sexta-feira (31), aponta que o Nordeste é a Região onde a rejeição ao governo Michel Temer é mais alta em todo o Brasil. Segundo o estudo, 67% dos nordestinos avaliam o governo Temer como ruim ou péssimo. Em dezembro, este índice era de 57%. Logo em seguida aparece o Sudeste, onde a rejeição a Temer chega a 52, contra 46% da pesquisa anterior. No Centro-Oeste a rejeição ao governo do peemedebista passou de 39% para 46% e no Sul passou de 40% para 48%.
A Região Sul é onde Temer possui a melhor avaliação, com 17% dos entrevistados considerando a gestão do peemedebista boa ou ótima. No levantamento anterior este índice era de 20%. Logo em seguida aparece o Norte/Centro-Oeste, que manteve o percentual em 13%, e o Sudeste, cujo índice de aprovação caiu de 12% para 10%. No Nordeste este índice passou de 9% para 6%. (247).

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VIGILANTES AMEAÇAM GREVE E SUSPENSÃO DE ABASTECIMENTO DE CAIXAS ELETRÔNICOS


Os vigilantes de empresas de segurança e transporte de valores ameaçam paralisar suas atividades a partir desta sexta-feira em todo o Estado de Pernambuco. Caso a greve seja deflagrada, o abastecimento de caixas eletrônicos, terminais de autoatendimento 24 horas e agências bancárias deverá ser afetado. A última greve da categoria aconteceu em abril do ano passado e durou dez dias.
Nesta quinta-feira (30), a categoria fez um protesto no centro do Recife e uma assembleia para definir a deflagração ou não da greve está marcada para esta noite. De acordo com o Sindicato dos Vigilantes (Sindfort-PE), a categoria pleiteia aumento salarial de 8%, plano de saúde integral, fornecimento de tíquetes alimentação durante as férias, cesta-alimentação e aumento no valor dos tíquetes. (247).

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BLOG DA CIDADANIA: EM 2014, AÉCIO DISTRIBUÍA VEJA NAS RUAS CONTRA DILMA


Em outubro de 2014, na reta final da eleição em segundo turno, a campanha do então candidato a presidente Aécio Neves violou proibição do Tribunal Superior Eleitoral de os meios de comunicação eletrônicos e o PSDB divulgarem edição da revista Veja que trazia na capa acusação sem provas contra Lula e Dilma Rousseff, adversária do tucano.
Naquela eleição, Aécio fechou sua campanha eleitoral na TV prometendo ética na política e acusando Dilma e seu partido.
Meses depois, na abertura dos trabalhos legislativos de 2015, Aécio entrou triunfalmente no Congresso, com seus partidários cantando o Hino Nacional, e fez um duro discurso no qual propôs o impeachment de uma presidente que assumira o segundo mandato havia pouco mais de 30 dias.
E eles, tucanos, apoiadores, mídia e assemelhados não querem ser chamados de golpistas...
A partir dali, seguiu-se um processo que destruiria virtualmente a economia brasileira.
Naquele mesmo mês, a Câmara dos Deputados elegeria Eduardo Cunha presidente. Com grande parte do PMDB e em parceria com Cunha, Aécio paralisaria o governo Dilma, que, além de não conseguir aprovar medidas para estabilizar a economia, ainda tinha que lidar com as pautas-bomba que tucanos e peemedebistas aprovavam para gerar instabilidade no país.
Esse processo de sabotagem da economia brasileira foi construído por Aécio em parceria com a mídia e com a ex-base aliada de Dilma, além do efeito paralisante que a Lava Jato impunha sobre o setor mais dinâmico da economia brasileira, o de petróleo e construção pesada.
A receita do desastre funcionou. Dilma foi derrubada por acusações falsas e um pretexto criminoso que acabou de instalar o caos no país.
Os golpistas ignoraram até alertas do FMI de que a crise política que fomentavam jogaria a economia em uma recessão tão profunda que seria difícil reverter, de uma vez que se instalasse.
De nada adiantou. Os golpistas só queriam o poder. Dessa forma, venderam ao povo, que já sentia os efeitos da sabotagem, a tese absurda de que bastaria tirar Dilma do cargo que o bem-bom da era Lula 1 e 2 e Dilma 1 retornaria.
Obviamente que a bonança econômica da era petista não retornou e, pior, a paralisia econômica durante mais de um ano, visando derrubar Dilma, não pôde ser revertida.
Eis que o país começa a perceber que o PT não estava mais no poder e que só os petistas eram investigados, e começa a clamar por equanimidade nas investigações. Tudo isso culmina na outrora impensável capa da revista Veja desta semana, que, como jamais ocorrera antes, acusa aquele que tanto se valeu de seus ataques ao PT. Fonte:(Blog da Cidadania/247).

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PERNAMBUCANOS CULPAM PAULO CÂMARA PELA CRISE NO ESTADO


Pesquisa realizada pela Uninassau aponta que 53,7% dos pernambucanos atribuem ao governador Paulo Câmara (PSB) a responsabilidade pela crise estadual. Apesar disso, 94% dos 2.014 eleitores entrevistados afirmaram que a crise econômica nacional contribuiu para a crise no Estado.
Já outros 43,9% culpam a gestão de Michel Temer pela crise econômica no Brasil, os políticos (11,3%), governos/governantes, 3,9%, o povo, 3,7%, o governo estadual. A presidente deposta Dilma (Rousseff apareceu em 1,4% das respostas.
Quando indagados sobre quem poderia tirar o Estado da crise atual, Paulo Câmara foi apontado por 27,5% dos entrevistados. Tirando o socialista, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o único político citado, com 5,4%. Outros 10,6% responderam os políticos, o povo (10,1%), o presidente (3,5%), um novo governo livre de corrupção (1,6%), outros (3,2%), ninguém (14,6%) . os que não responderam ou não souberam responder a pesquisa totalizaram (23,6%).
Comentários em "Pernambucanos culpam Paulo Câmara pela crise no Estado"
Os comentários aqui postados expressam a opinião 
dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

Obs. Reforçando o a mensagem acima citada, lembramos que a reportagem aqui postada, é a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do Blog do BILL NOTICIAS.

Nosso papel é manter a população sempre informada dos acontecimentos, locais, regionais, nacionais e também internacionais.

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MERCADANTE: FIM DO CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS É “RETROCESSO INACEITÁVEL”


O ex-ministro da Educação, Aloizio Mercadante, condenou o fim do programa Ciência Sem Fronteiras, realizado pelo governo de Michel Temer. Segundo informações publicadas na coluna Lauro Jardim deste domingo, 2, "Mendonça Filho fez as contas e afirma que, com o total gasto para mandar 30 mil estudantes para fora, seria possível pagar a merenda escolar para 40 milhões de alunos da educação básica. Novas bolsas não serão concedidas a partir de agora" (leia mais).
Para Mercadante, com o fim do programa, "mais uma vez, a sociedade paga pelos retrocessos e desmandos na educação. Sofrem, principalmente, os mais pobres que, em razão da renda, dificilmente terão a oportunidade de estudar no exterior, como faziam com o suporte do Ciência Sem Fronteiras". "Dos alunos que participaram do Ciência Sem Fronteiras, 26,4% são negros; 25% são jovens de famílias com renda até três salários mínimos; e mais da metade são de famílias com renda de até seis salários mínimos. Nunca tiveram essa oportunidade", afirma.
A nota lembra, ainda, que só na primeira fase do Ciência Sem Fronteiras o Brasil enviou 73,3 mil universitários brasileiros para o exterior. "Eles participaram de 2.912 universidades de 54 países, sendo 182 das 200 melhores universidades do mundo. Além disso, a participação no Ciência Sem Fronteiras despertou nestes jovens a motivação para seguir na pós-graduação, mestrado e doutorado".
Além disso, dos 13 mil alunos de graduação que passaram um ano no exterior pelo programa, que retornaram e concluíram o ensino superior no Brasil, 20% se tornaram alunos de pós-graduação. Quando falamos dos alunos que não participaram do Ciência Sem Fronteiras, esse percentual é inferior a 5%, nas mesmas áreas de formação.
Orçamento
Mercadante também desmontou argumento utilizado por Mendonça Filho, desde que assumiu o Ministério da Educação, para justificar os desmontes que vem realizando na pasta. Sempre que questionado sobre algum corte, Mendonça costuma dizer que encontrou a pasta sem orçamento.
Na nota, o ex-ministro diz que "eles sempre atribuíram os desmontes que vem realizando na educação ao fato de supostamente terem encontrado o MEC quebrado, em razão do contingenciamento provisório de R$ 4,2 bilhões que fizemos em março de 2016, enquanto aguardávamos a votação da alteração da meta do superávit. Pois bem. Depois do golpe, quando o Congresso finalmente alterou a meta, este valor foi reintegrado ao orçamento do MEC, como havíamos planejado".
"Agora, eles anunciam um bloqueio dos mesmos R$ 4,2 bilhões no orçamento do ministério. Ou eles mentiram antes ou estão, agora, quebrando o MEC de vez, isto depois de já terem acabado com o Pronatec, terem cortado o Fies e terem suspendido toda expansão das Universidades Públicas", afirma.
Confira a íntegra da nota do ex-ministro:
"Eles sempre atribuíram os desmontes que vem realizando na educação ao fato de supostamente terem encontrado o MEC quebrado, em razão do contingenciamento provisório de R$ 4,2 bilhões que fizemos em março de 2016, enquanto aguardávamos a votação da alteração da meta do superávit. Pois bem. Depois do golpe, quando o Congresso finalmente alterou a meta, este valor foi reintegrado ao orçamento do MEC, como havíamos planejado.
Agora, eles anunciam um bloqueio dos mesmos R$ 4,2 bilhões no orçamento do ministério. Ou eles mentiram antes ou estão, agora, quebrando o MEC de vez, isto depois de já terem acabado com o Pronatec, terem cortado o Fies e terem suspendido toda expansão das Universidades Públicas.
Quando denunciamos o fim do Ciência Sem Fronteiras, falaram também que só queríamos criar pânico nos estudantes. Agora, confirmam o desmonte do programa. Mais uma vez, a sociedade paga pelos retrocessos e desmandos na educação. Sofrem, principalmente, os mais pobres que, em razão da renda, dificilmente terão a oportunidade de estudar no exterior, como faziam com o suporte do Ciência Sem Fronteiras. Dos alunos que participaram do Ciência Sem Fronteiras, 26,4% são negros; 25% são jovens de famílias com renda até três salários mínimos; e mais da metade são de famílias com renda de até seis salários mínimos. Nunca tiveram essa oportunidade.
Todos os países importantes do mundo têm programas importantes de incentivo a mobilidade internacional de estudantes. A União Europeia, por exemplo, tem o Erasmus Mundi, isso para não falarmos da China que tinha, quando lançamos o Ciência Sem Fronteiras, 80 mil estudantes de doutorado só nos Estados Unidos.
O choque de conhecimento gerado pelo Ciência Sem Fronteiras ajudou o a Brasil chegar a ser, em determinado momento, o 13º país do mundo que mais publicava artigos científicos. Além disso, lançamos o Idiomas Sem Fronteiras para atender a demanda pelo aprendizado de idiomas, especialmente o inglês, gerada pelo Ciência Sem Fronteiras, que já era um dos objetivos complementares do programa, o de internacionalizar nossas universidades.
Além disso, a participação no Ciência Sem Fronteiras despertou nestes jovens a motivação para seguir na pós-graduação, mestrado e doutorado. Dos 13 mil alunos de graduação que passaram um ano no exterior pelo programa, que retornaram e concluíram o ensino superior no Brasil, 20% se tornaram alunos de pós-graduação. Quando falamos dos alunos que não participaram do Ciência Sem Fronteiras, esse percentual é inferior a 5%, nas mesmas áreas de formação.
O programa priorizou áreas estratégicas para o país como ciências, tecnologias, engenharia, matemática, computação, informática, medicina e saúde. Com isso, o Ciência Sem Fronteiras impulsionou o país para a ciência, tecnologia e inovação, aumentando a produtividade, competitividade e preparando as bases da economia do conhecimento. Só na primeira fase do programa, enviamos 73,3 mil universitários brasileiros para o exterior. Eles participaram de 2.912 universidades de 54 países, sendo 182 das 200 melhores universidades do mundo.
Em tempos de crise, é até compreensível que o programa passe por ajustes, como a redução do escopo para melhoria da qualidade, a questão da oferta de bolsas parciais, ou até a busca de mais parcerias com a iniciativa privada, que deveria ter sido responsável 25% do financiamento do programa, apesar de algumas empresas não terem cumprido o acordado, enquanto estivemos na gestão.
Agora, acabar definitivamente com o programa é um retrocesso inaceitável. A crise exige ajustes, mas não desmontes e retrocessos que eles querem que permaneçam pelos próximos vinte anos, com a PEC do teto dos gastos sociais". (247).

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LULA LIDERA CORRIDA PRESIDENCIAL EM PE COM 95% DA PREFERÊNCIA

Ricardo Stuckert

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece na liderança da corrida presidencial em Pernambuco e, caso as eleições fossem hoje, ele estaria eleito com 65% dos votos, segundo pesquisa realizada pela Uninassau. Logo em seguida, aparecem Jair Bolsonaro (PSC) e Marina Silva, empatados com 6%. Também aparecem empatados na preferência dos pernambucanos o governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) e Ciro Gomes (PDT). Michel Temer nem não pontuou.
O estudo, realizado entre os dias 23 e 24 de março junto a 2.014 eleitores de todo o Estado, possui margem de erro de 2,2% e o índice de confiança é de 95%. Lula também lidera na pesquisa espontânea, com 58,8%, sendo seguido por Jair Bolsonaro (5,1%), Marina Silva (3,3%) e pela presidente deposta Dilma Rousseff (1,5%). Outros 3,2% citaram outros candidatos e 1,1% não escolheu nenhum candidato. Os que não responderam ou não souberam responder somaram 27% dos entrevistados.
A pesquisa também aponta que a gestão de Michel Temer é reprovada por 91% dos pernambucanos, sendo aprovada por apenas 5% da população. Ele também é apontado como o pior presidente do Brasil. (247).

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ATOR REJEITA PAPEL DE FHC E DIZ QUE FILME DA LAVA JATO É PROPAGANDA TUCANA


O filme sobre a operação Lava Jato "Polícia federal - A lei é para todos" voltou a ser criticado na imprensa. A película, que obteve de maneira ilegal imagens da condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu comentários negativos do ator da Globo Herson Capri.
Segundo o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, Herson Capri foi convidado para representar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) no filme. E teria recusado o convite. "Publicamente, ele não fala sobre o assunto, em respeito aos colegas, profissionais que ele 'respeita muito, independentemente da posição política'. Mas, a um amigo, Capri disse que o filme é 'uma peça de propaganda do governo do PSDB, do Plano Real e do mandato do FH, visando a 2018'", diz Ancelmo Gois em sua coluna deste domingo, 2. 
Leia a nota: 
Contra o Plano Real? 
A produção do filme "Polícia Federal - Al lei é para todos", sobre a Lava Jato, convidou Herson Capri para o papel de FH. O artista recusou. Publicamente, ele não fala sobre o assunto, em respeito aos colegas, profissionais que ele "respeita muito, independentemente da posição política". Mas, a um amigo, Capri disse que o filme é "uma peça de propaganda do governo do PSDB, do Plano Real e do mandato do FH, visando a 2018".
O filme polêmico, que é financiado por um investidor de identidade não revelada, é alvo de críticas por todos os lados. Neste fim de semana, o diretor da revista Carta Capital, Mino Carta, apontou ilegalidades na produção do longa e disse que a obra é mais uma prova de que a lei não é para todos. "A que se destina a obra? Que papel se atribui a Lula ainda em julgamento baseado nas convicções do promotor Dallagnol, um dos heróis da película? Fácil imaginar que o ex-presidente venha a ser o vilão, de sorte a favorecer a convicção do pregador da guerra santa”, diz Mino Carta. “Estamos diante de um absurdo total, um acinte jurídico, para se somar a tantos deslizes e irregularidades cometidos na República de Curitiba”, afirma. 
Assista a entrevista do ator Ary Fontoura, que faz o papel de Lula no filme, revelando como teve acesso às imagens da condução do ex-presidente Lula: (247)

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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...