domingo, 17 de março de 2013

Petrolina já tem projeto do Centro de Iniciação ao Esporte pelo PAC




Uma área que contemplará diversas modalidades olímpicas e paraolímpicas deverá ser construída em Petrolina. Trata-se do Centro de Iniciação ao Esporte (CIE), projeto da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) em parceria com os municípios. Orçada em mais de três milhões de reais, o projeto prevê a construção de Ginásio Poliesportivo com arquibancada para 195 pessoas, área de apoio com administração, vestiários, chuveiros, enfermaria, copa, depósito e academia e Arena Poliesportiva externa.

Toda a documentação necessária para a viabilidade de um desses CIEs para Petrolina já está regulamentada, assim como a contrapartida do município quanto à aquisição do terreno para a construção da obra. A Prefeitura de Petrolina, por meio da Secretaria de Esportes, acredita que a construção do CIE na cidade, vai potencializar ainda mais a descoberta de atletas na região além dos muitos benefícios que pode trazer no que se refere à prática esportiva e de lazer para a população.

“Petrolina já é berço de grandes atletas nacionais. Com mais infraestrutura esportiva, nossos jovens terão mais um espaço para praticar exercícios e possivelmente serão descobertos aqui, novos grandes competidores”, destaca o secretário de Esportes, Britto Júnior. O próximo passo é a aprovação final da candidatura da cidade como uma das contempladas com o CIE.

Modalidades olímpicas como esgrima, boxe, levantamento de peso, taekwondo, tênis de mesa, vôlei, judô, basquete e atletismo são compreendidas pelo projeto e ainda algumas paraolímpicas tais como o esgrima de cadeira de rodas, voleibol sentado e halterofilismo.


Texto: André Nazário
Foto: Gilson Santos
Assessoria de Comunicação- PMP
15.03.2013

Semana Santa



Uma das mais importantes datas do mundo Cristão se aproxima, a “Semana Santa”, por este motivo enviamos este pequeno resumo sobre está transcendental semana.

Origem da Semana Santa

A origem da festa está nos costumes judaicos. Inicialmente era a festa da passagem das pastagens. O rebanho era levado de um pasto fraco para um pasto de capim viçoso. Chamava-se "Dia da Páscoa". Esta festa existe antes de Moisés. Ela se combinou com a festa dos ázimos expressando o momento em que o povo de Israel passou para a agricultura, e então celebrava esta festa no princípio da colheita. O texto fundamental da narrativa da páscoa judaica está no livro do Êxodo (12, 1-13) e descreve a luta de Javé pela libertação de seu povo da escravidão do Egito, para levá-lo sobre suas asas ao encontro do Sinai e da Aliança. É uma festa de família, celebrada na noite de lua cheia no início da primavera, no 14º dia do mês das espigas, que depois do exílio, passou a se chamar Nisan.

Independentemente de um dia certo da semana e, em Roma, na maior parte das igrejas, o mistério era comemorado no domingo seguinte ao 14 de Nisan. Essa controvérsia quanto à data correta de comemoração do Mistério Pascal dificultava a unificação da Igreja.

A fim de diminuir as disputas sobre essa data, em 325, o Concílio Ecumênico de Nicéia prescreveu que a Páscoa deveria ser celebrada no domingo depois da primeira lua cheia da primavera daquele hemisfério, evitando assim, que ela fosse comemorada no mesmo dia da Páscoa judaica. Mais tarde, surgiu a necessidade de estabelecer uma data para essa comemoração, em função do estreitamento dos povos das mais diversas regiões.

Por causa disso, o Concílio Vaticano II estabeleceu um código que tinha como objetivo dar à festa da Páscoa um Domingo determinado e estabelecer um calendário fixo.

A partir de então, em Jerusalém, teve início a celebração do martírio de Cristo em três dias consecutivos e foi chamado de TRÍDUO PASCAL. Este termo deriva do latim "tres dies", ou seja, três dias dedicados a celebrações e orações especiais. Na liturgia romana, o tríduo mais importante é o pascal, formado pela Quinta Feira, Sexta Feira e Sábado que antecedem a celebração da Páscoa da Ressurreição, e por isso são seguidos do adjetivo "Santo".

Sexta-feira da Paixão passou a ser o dia dedicado ao sacrifício e morte de Jesus, Sábado de Aleluia o dia consagrado ao luto, e Domingo de Páscoa a festa da ressurreição.

Um decreto papal estabeleceu o Domingo da Ressurreição como a data mais importante do ano eclesiástico. Ele é celebrado sempre no domingo seguinte à primeira lua cheia da primavera no Hemisfério Norte e do outono no Hemisfério Sul.

Depois de Jerusalém, diversas comunidades cristãs adotaram a Semana Santa, que, hoje em dia, começa sete dias antes da Páscoa, com o Domingo de Ramos, que comemora a entrada de Jesus em Jerusalém, saudado pelo povo com ramos de árvores.

Na quinta-feira é celebrada a Última Ceia, a última noite que Jesus passou com os discípulos.

A primeira celebração da Semana Santa pelos cristãos foi em 1.682. Desde então, festejam-se em oito dias a paixão, morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.

SEMANA SANTA

Tem início no domingo de Ramos e termina no tríduo pascal, sendo, portanto, a última semana do tempo quaresmal. Seu desenvolvimento deve-se, sobretudo, à exigência de testemunhar os eventos da Paixão de Cristo. Sta. Etéria, que viveu no final do século IV, descreve em seu livro "Itinerarium" a rica liturgia que se desenvolveu em Jerusalém, teatro das últimas horas de vida do Redentor, e compreende o intervalo de tempo que vai do domingo de Ramos à Páscoa. Na Idade Média essa semana era chamada de "semana dolorosa", porque a Paixão de Cristo era dramatizada pelo povo, mais que celebrada "no mistério", pondo em destaque os aspectos do sofrimento e da compaixão emotiva, talvez com prejuízo do aspecto salvífico e da vitória da ressurreição sobre a morte.

Atualmente, muitas igrejas gostam dessa tradição, que se desenrola com ricas procissões, representativas das pessoas e dos eventos que acompanharam a Paixão de Jesus. As sagradas representações da Paixão são autênticas dramatizações desenvolvidas a partir do século XII, muitas vezes acompanhadas de composições musicais. Músicas próprias, comemorativas da Paixão, exprimem-se segundo o esquema "dos oratórios" de Bach, Haendel, Perosi e Mozart.

As principais celebrações da semana santa são:

DOMINGO DE RAMOS, "DE PASSIONE DOMINI": celebra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, poucos dias antes de sua paixão: "... a numerosa multidão que viera para a festa (páscoa hebraica) ouviu dizer que Jesus estava chegando a Jerusalém. Saíram-lhe ao encontro com ramos de palmeiras, exclamando: Hosana! Bendito quem vem em nome do Senhor, o rei de Israel!" (Jo 12,12-13).

Antigamente, na manhã da Quinta Feira Santa celebrava-se o rito da reconciliação dos penitentes que já haviam cumprido todo o itinerário penitencial, segundo uma rígida disciplina, pelos pecados graves que os tinham excluído da participação da eucaristia. Já na quarta-feira de cinzas, o bispo lhes tinha imposto o cilício; depois, permaneciam reclusos até a Quinta Feira Santa e absolvidos; somente assim podiam ser readmitidos à celebração eucarística na noite de páscoa. Hoje, os critérios penitenciais são muito menos rigorosos e deixados de preferência à livre iniciativa dos participantes. Nesse dia, a liturgia celebra a "missa do crisma", do grego "chrismon", que significa ungüento; é óleo de oliveira misturado com aromas que o bispo consagra durante a missa do crisma.

Servirá depois para administrar o batismo, a crisma, as ordenações sacerdotais e episcopais; servirá também para a consagração das igrejas, dos altares, dos vasos sagrados, bem como dos sinos. A origem da bênção dos óleos santos e do sagrado crisma é romana, embora o rito tenha marcas galicanas. Há uma determinada seqüência litúrgica que deve ser respeitada, de acordo com o "Pontifical Romano": "Em conformidade com a tradição latina, a bênção do óleo dos enfermos faz-se antes da conclusão da oração eucarística; a bênção do óleo dos catecúmenos e do crisma é dada depois da comunhão. Permite-se, todavia, por razões pastorais, cumprir todo o rito de bênção depois da liturgia da Palavra, conservando, porém, a ordem indicada no próprio rito". Independentemente da bênção dos óleos, tem lugar, logo depois da homilia do bispo, como prescreve o Missal Romano, a renovação das promessas sacerdotais por parte de todos os presbíteros presentes, que, nesse dia, reúnem-se todos em torno do próprio bispo para ter sancionada a consagração sacerdotal.

SEGUNDA, TERÇA E QUARTA-FEIRA SANTAS. A Segunda e Terça-feira da Semana Santa não remontam aos primeiros tempos da liturgia da Igreja Católica. Porém, na Quarta-feira Santa duas celebrações faziam parte da programação: pela manhã, uma reunião comunitária simples com a liturgia da palavra e, ao anoitecer, uma missa. Segundo os princípios da Igreja, esses três dias são uma preparação para o Tríduo Sacro, ou seja, para os dias da Crucificação, Morte e Ressurreição de Jesus.
QUINTA-FEIRA SANTA indica o início do “tríduo pascal” com a celebração da missa vespertina in Coena Domini, na qual se comemora a Última Ceia da páscoa hebraica que Jesus fez com os 12 apóstolos antes de ser preso e levado à morte na cruz. Durante essa ceia "Ele instituiu a eucaristia e o sacerdócio cristão", prefigurando o evento novo da Páscoa Cristã que haveria de se realizar dois dias depois.

O Cordeiro Pascal, a partir dessa ceia, é Ele próprio, que se oferece num voluntário sacrifício de expiação, de louvor e de agradecimento ao Pai, marcando assim a definitiva aliança de Deus com toda a humanidade redimida do poder do mal. A simbologia do sacrifício é expressa pela separação dos dois elementos "o pão" e "o vinho", a carne e o sangue, o Corpo e o Espírito de Jesus, inseparavelmente unidos e separados, sinal misterioso ao mesmo tempo de vida e de morte. Esse evento do mistério de Jesus é também profecia e realização do primado do amor e do serviço na Sua vida e na dos fieis, o que se tornou manifesto no gesto do lava-pés.

Depois do longo silêncio quaresmal, a liturgia canta hoje o Glória. A liturgia da Palavra concentra-se na mensagem do Deus que "salva" desde a primeira aliança celebrada no sangue do cordeiro, por meio do qual Adonai escolhe "os seus", dentro da terra de escravidão, o Egito, até a última aliança marcada na ceia-oferta do próprio Filho. Após a homilia vem a cerimônia do lava-pés feita por quem preside a liturgia para significar que "o serviço" é fundamento do amor; cantam-se, de fato, durante esse rito os responsórios do amor extraídos de João e do apóstolo Paulo. A seguir vem a liturgia eucarística, ao término da qual se tiram as toalhas do altar-mor para indicar o abandono que o Senhor vai encontrar agora; a santa Eucaristia, que não poderá ser consagrada no dia seguinte, é exposta solenemente com procissão interna ou externa à igreja e a seguir recolocada sobre o altar da Deposição até a meia-noite para a adoração por parte dos fiéis. Os paramentos sacros e as vestes litúrgicas têm cor branca. A partir desse momento os sinos silenciam.

SEXTA-FEIRA SANTA é o segundo dia do tríduo pascal: nele se comemora a morte de Jesus na cruz, após um rápido processo. A liturgia celebra este evento, não como dia de luto e de choro, mas na contemplação do extremo sacrifício de Jesus, fonte da salvação universal. Por antiqüíssima tradição, a Igreja não celebra a Eucaristia nesse dia; toda a liturgia do dia gira em torno da proclamação da Palavra. A celebração compõe-se de três partes: - a liturgia da Palavra - a adoração da cruz e a comunhão.

A liturgia da Palavra é toda ela um entrelaçamento das profecias do Antigo Testamento de Zacarias e de Isaías, da dor expressa pelo livro das Lamentações e dos textos do Novo Testamento tirados da primeira carta de Pedro e da leitura da Paixão segundo o Evangelho de um dos sinóticos, em conformidade com o ciclo anual, bem como da morte segundo o evangelho de João; confirmando cada uma das partes o mistério do Filho do Homem, "desprezado, refugo da humanidade, homem das dores e habituado à enfermidade" (Is 53,1-3).

Às quinze horas tem início a liturgia da cruz, com leituras do profeta Isaías e das Lamentações entrelaçadas com textos de Lucas e dos Salmos, a que se segue a Paixão segundo João, que mostra Jesus como rei que percorre livremente o caminho da paixão e da cruz. Depois da leitura da Paixão segundo João, vem o descobrimento da cruz para a adoração. Após o rito da adoração, normalmente expresso pela procissão até a cruz e o beijo em Cristo crucificado, proclama-se a grande oração universal: - por todos os ministros do povo de Deus - pelos catecúmenos - pela unidade das Igrejas - pelo povo de Israel - pelos que acreditam em Deus - pelos que não acreditam em Deus - pelos governantes - pelos que sofrem - por todos os mortos Segue-se a adoração pessoal e silenciosa de cada fiel até as Vésperas do dia seguinte. O altar está totalmente desnudo, sem cruz, sem candelabros, sem toalhas; todas as imagens da igreja estão cobertas; a cor das vestes é roxa; acendem-se luzes de velas somente ao redor da cruz. Tudo deve significar o silêncio sereno da Morte do Justo. Prescreve-se o jejum e a abstinência de tudo o que satisfaça qualquer desejo material.

SÁBADO SANTO é o último dia do tríduo pascal e a vigília da Páscoa da Ressurreição. É chamado de Vigília Pascal, ou Sábado de Aleluia. A liturgia do dia continua sendo a parada junto ao sepulcro do Senhor, com a meditação de sua paixão e morte, sem celebrar nenhum rito litúrgico por todo o dia.No início do cristianismo, o Sábado Santo não tinha liturgia, e a eucaristia não era celebrada. Nesse dia, havia apenas o último exorcismo solene feito pelo bispo. No século II, a Vigília Pascal era marcada pela celebração da palavra, o batismo e a celebração eucarística.

A partir do século IV, teve início a celebração do Sacratíssimo Tríduo do Senhor Crucificado, Sepultado e Ressuscitado. A utilização da expressão Tríduo Pascal só passou a ser usada em 1930.
Mais tarde, no século VII, a Vigília Pascal passou a ter início na tarde do Sábado e a eucaristia era celebrada no começo da noite. As leituras começavam a partir das duas horas da tarde, havia a benção do fogo e o canto "Exulted".

No final das Vésperas ou à noite, segundo as tradições locais, celebram-se os ritos da ressurreição com a "solene vigília pascal". Vigília, do latim "vigília", indica o costume de preparar-se para uma solenidade, vigiando em orações durante a noite precedente; a vigília por excelência é a vigília pascal, vértice do ano litúrgico. Desta vigília é que nasceu depois o hábito de iniciar com uma vigília também outras solenidades, como o Natal e Pentecostes. A vigília adquire significado escatológico à luz da parábola das 10 virgens em Mt 25,6: "À meia-noite, ouviu-se um clamor: ‘Lá vem o noivo! Saí-lhe ao encontro!’" e do convite de ficar sempre atento que Jesus dirigiu aos apóstolos em Mc 13,35-36: "Vigiai, pois não sabeis quando o Senhor da casa voltará, se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo ou pela manhã, para que não suceda que, vindo de repente, vos encontre dormindo".

A noite do Sábado Santo passou a ter as seguintes partes:

Celebração da Luz - Realiza-se perante a fogueira acesa, na qual se acende o círio pascal. A reunião dos fiéis ao redor da fogueira manifesta a participação comunitária. A antiga tradição de acender a fogueira através do atrito entre pedras tem a ver com a alusão a Cristo, que é a pedra angular e que, do túmulo escuro de pedras, nasce como luz para o mundo.

Celebração do Círio - O Círio Pascal nasce da tradição de iluminar a noite com tochas de fogo ou muitas lâmpadas. Elas representam o Senhor ressuscitado como luz nas trevas humanas. Seguir o Círio Pascal em procissão tem grande valor simbólico, pois representa o seguimento de Jesus, que se apresenta como a luz do mundo e lembra o povo de Israel que seguia Moisés na escuridão em busca da libertação, iluminando somente pela fé em Javé.

Liturgia da Palavra - Nove leituras bíblicas, sendo sete do Antigo Testamento e duas do Novo Testamento (epístola e evangelho), que podem ser diminuídas por razões pastorais. Todas estas leituras são entremeadas por salmos ou cânticos, que devem ter, além da proclamação de seu conteúdo específico, a função de dinamizar e animar a assembléia celebrante.

Liturgia Batismal - A Igreja, desde os primeiros séculos, ligou a celebração do batismo à noite pascal, pois esta foi sempre a celebração, por excelência, da realização do batismo na comunidade cristã primitiva.

Liturgia Eucarística - É o coração da vigília pascal. Embora as circunstâncias das comunidades urbanas sejam menos propícias, por questão de transporte e mesmo de violência, muitas comunidades rurais ou de bairros realizam um ágape ou uma confraternização após a celebração da vigília, para comemorar e celebrar de forma festiva este acontecimento fundamental da fé cristã. Quando preparado pela equipe de liturgia ou pelos membros da comunidade, deve-se estimular a participação de todos, pois este evento constitui parte integrante da celebração.

O tríduo pascal termina com as Vésperas do domingo da Ressurreição.

DOMINGO DE PÁSCOA

No início do cristianismo, como a Celebração Pascal celebrada no Sábado Santo durava até a madrugada, não existia uma liturgia própria para o Domingo. Somente após a reforma de 1955 foi que o Domingo de Páscoa passou a ter um caráter verdadeiro. Em uma celebração muito alegre, a comunidade se reúne para exaltar Jesus Cristo, que venceu as barreiras da Morte, e convida todos à Ressurreição.

A Semana Santa deve representar para todos os Cristãos a consumação da Obra que Nosso Senhor Jesus Cristo fez pela humanidade, Amor, Humildade e Piedade.

"Deus é Amor, Amor Magnânimo, que encerra em si todas as Virtudes”.
Paz Profunda

Fonte: Sociedade das Ciências Antigas - SCA

terça-feira, 12 de março de 2013

EX-DEPUTADO GERALDO COELHO CONSEGUE EXAME CARTEIRA DE MOTORISTA DIARIAMENTE EM PETROLINA.


FOTO: FERNANDO SILVA - 23.05.06Geraldo Coelho está sempre em atividade na política.
Filiado no PTB do Senador Armando Monteiro Neto, um político bem articulado, com as melhores convivências com o Gov. Eduardo Campos, e bom trânsito no DETRAN/PE.
Petrolina hoje com mais de 300 mil habitantes e polo de convergência de 10 cidades. Cresce a população, cresce a economia e cresce as potencialidades dos órgãos públicos, que precisam acompanhar o ritmo de crescimento da cidade.
Assim, fiquei indignado com as filas quilométricas mensais para exame de motorista, submetidos a uma Comissão que vinha de Recife, e há algum tomei a iniciativa de trabalhar junto ao Detran para que acontecesse exames diários, objetivando beneficiar a população como um todo.
Após nossa solicitação, mostrando que aquela situação não fazia jus com o porte de uma cidade polo como Petrolina, e contando com grande atenção de alguns servidores do DETRAN/PE, aconteceu a melhor noticia: Foram treinados 6 servidores do Ciretran local, que estão altamente capacitados para o exercício da função, não mais dependendo da vinda de Comissão do Recife.
Dessa forma, mesmo sem mandato, mas sempre voltado para ações que geram progresso e bem estar à população, está confirmado, e, portanto, podemos dizer que conseguimos a tão esperada realização do exame de motorista diariamente a partir do próximo dia 18 de Março de 2013.
Geraldo Coelho.
Empresário e Politico.
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Mais uma instituição de ensino superior aporta em Petrolina


imagem1Foi assinada na manhã da última sexta (08), em Petrolina no gabinete do prefeito Julio Lossio, a ordem de licenciamento para a instalação da faculdade Maurício de Nassau.
A instituição, fundada há 10 anos no Brasil, faz parte do maior grupo privado de ensino superior do Norte/Nordeste. As 18 unidades em funcionamento reúnem cerca de 70 mil alunos que se encontram distribuídos em mais de 200 cursos.
Em Petrolina, a Faculdade oferecerá inicialmente 240 vagas para cursos nas áreas de Saúde e Engenharia, com a previsão de criar 800 empregos diretos e indiretos nos próximos cinco anos. O primeiro vestibular da Universidade em Petrolina deve acontecer já no início de 2014.
“Com o lançamento da Maurício de Nassau em Petrolina iremos iniciar agora o processo de orçamento junto às construtoras, para que em breve possamos dar início a construção do prédio situado na Avenida Clementino Coelho na antiga instalação da Somassa”, ressalta o presidente da Maurício de Nassau Janguiê Diniz.
Para o prefeito Julio Lossio “a vinda da Maurício de Nassau é uma notícia valiosa para o povo de Petrolina, além de ser mais uma ação que visa qualificar as pessoas na área educacional”.
Durante a coletiva o gestor municipal apresentou também a proposta de criação do Prouni Municipal, que dará oportunidade aos estudantes petrolinenses de ingressarem nas universidades. O projeto, que reservará 5% das vagas nas faculdades aqui existentes, será enviado para apreciação na Câmara de Vereadores e atenderá os alunos que tenham cursado o Ensino Fundamental I e II na rede municipal e o Ensino Médio na rede estadual.
“Nos últimos anos Petrolina vem se destacando na criação de programas educacionais e o Prouni Municipal chega para somar essas ações. É uma realização inédita e com sua consolidação vamos garantir que os estudantes tenham mais oportunidades no ingresso à universidade”, frisa o prefeito Julio Lossio.
ASCOM/PMP
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Mais três unidades do Nova Semente serão inauguradas essa semana




Nessa semana, serão inauguradas mais três novas sementes em Petrolina, que beneficiarão cerca de 150 crianças. Amanhã (12) será inaugurada a unidade Prof.ª Marilia de Castro Macedo Constantino, no bairro Alto do Cocar III, às 18h30min. Na quarta-feira (13), a comunidade a receber instalações do Nova Semente, com a unidade Maria Lúcia Diogo é a Ilha do Massangano, às 18h30min. E na sexta-feira (15), às 18h30min é a comunidade Serrote do Urubu, que recebe a unidade José Venâncio, a 89º unidade do programa a ser instalada.
O Programa Nova Semente ampliou a assistência as crianças de Petrolina, com idade entre 0 e 6 anos. O objetivo do programa é reduzir os índices de mortalidade e o déficit no atendimento à educação infantil no município e aumentar o número de creches em Petrolina, para melhor atender a demanda.
A prefeitura é responsável por custear todos os gastos referentes ao programa, como funcionários, merenda escolar, material escolar e de limpeza. O programa tem aprovação popular e reconhecimento por outros municípios da região.
ASCOM/PMP
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Parceria entre Prefeitura e Estado vai gerar mais empregos para Petrolina



Com o objetivo de potencializar empreendedores para que mais renda e empregos sejam gerados no município, na manhã dessa segunda-feira (11), o Prefeito de Petrolina, Julio Lossio, reuniu-se com o secretario do Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo do Estado de Pernambuco, Antônio Carlos Maranhão e sua equipe de gestores. O encontro serviu para que a secretaria pudesse expor as ações que planeja para Petrolina e estabelecer parceria com a Prefeitura.
Petrolina é a primeira das 11 cidades pernambucanas que a equipe da secretaria passará exemplificando suas propostas e metas para 2013. O diálogo mais amplo entre Prefeituras e Governo do Estado, poderá detectar as necessidades de qualificação de cada município. Para Petrolina, é proposto um maior fortalecimento dos cursos de qualificação profissional voltados para a demanda local, além de uma sede própria de Agência do Trabalho na cidade.
Segundo o Prefeito, Julio Lossio, a pareceria com a secretaria só contribuirá com a geração de empregos e consolidação das mais diversas atividades profissionais no município “A ideia é que possamos avançar mais a na questão do trabalho e do emprego na cidade, envolvendo a Agência do Trabalho, sobretudo, para o pequeno e médio empreendedor” destaca.
A intermediação mais precisa com o Governo do Estado, irá somar com o trabalho desenvolvido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho, (SEDEST), a secretaria Adnair Viana, ressalta a importância desse diálogo estreito “Nós teremos mais recursos para melhorar as condições de qualificação profissional e vamos poder centrar nas questões com maior demanda no mercado de trabalho local ” salienta.
ASCOM/PMP
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VLT de Petrolina vai virar realidade



Nessa quarta-feira (06) a Presidência da República anunciou no Palácio do Planalto as cidades escolhidas para serem beneficiadas com o programa mobilidade do PAC 2. Petrolina receberá R$ 83 milhões para a realização do VLT de Petrolina e mais R$ 28 milhões para pavimentação do município.
Lossio comemorou o anúncio e disse que esse é o “resultado de muito trabalho, de muito planejamento e de muita competência de todos que fazem a Prefeitura e do apoio do Senador Humberto Costa e da Ministra Ideli”, comentou o prefeito. Em entrevista coletiva à imprensa na manhã desta sexta-feira (08), o prefeito trará mais informações sobre o assunto. (GrandeRioFM)
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ACIDENTE Avião de Rey Vaqueiro cai em pista particular e pega fogo no Rio Grande do Norte

  Não houve feridos com quadro grave; cantor cancelou dois shows que faria em Pernambuco                                   Por Agência O Gl...