Ministra do Planejamento, que se filiou ap PSB, confirma candidatura ao senado e destaca apoio de Lula e Alckmin
A ministra do Planejamento, Simone Tebet, fala em evento na Cidade do México - 27/08/2025 (Foto: REUTERS/Henry Romero)
A ministra do Planejamento, Simone Tebet, fez duras críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro durante seu primeiro discurso como filiada ao Partido Socialista Brasileiro, o PSB.
“Tive a infelicidade de ser senadora durante um período de retrocessos do governo do pior, o mais insensível presidente da história deste país”, afirmou Tebet.
A ministra também direcionou críticas ao governo paulista, comandado por Tarcísio de Freitas, embora sem citá-lo nominalmente. Durante o evento, classificou a atual administração estadual como “absolutamente ingrata” e ressaltou o papel do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no equilíbrio fiscal de São Paulo.
“Se hoje tem caixa no governo de São Paulo, é porque tem presidente da República que não olha coloração partidária”, declarou.
A filiação ao PSB marca um novo passo na trajetória política de Tebet, que confirmou sua intenção de disputar uma vaga no Senado por São Paulo nas eleições de 2026. Para viabilizar a candidatura, ela transferiu seu domicílio eleitoral do Mato Grosso do Sul para o estado paulista, movimento articulado por Lula e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, que também esteve presente na cerimônia.
Natural de Mato Grosso do Sul, Tebet construiu sua carreira política no estado, mas passa agora a integrar uma estratégia mais ampla do governo federal para fortalecer o palanque de Lula em São Paulo. Nas eleições de 2022, a ministra teve desempenho expressivo no estado, com cerca de 1,6 milhão de votos no primeiro turno da disputa presidencial. No segundo turno, declarou apoio a Lula contra Bolsonaro. - 247.
Presidente dos Estados Unidos elogia desempenho econômico chinês e reconhece eficiência de um sistema que, segundo ele, “em teoria não deveria funcionar”
Os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, durante reunião na Coreia do Sul - 30/09/2025 (Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, surpreendeu ao elogiar abertamente a China e reconhecer a eficiência de seu modelo econômico, afirmando que o país alcança resultados impressionantes mesmo adotando um sistema que, segundo a visão tradicional ocidental, não deveria funcionar. As declarações foram feitas durante o Future Investment Initiative Priority Summit, em Miami, conforme noticiado pelo portal Ommcom News com base em informações da IANS.
Em um discurso marcado por comparações entre os modelos econômicos, Trump destacou o desempenho produtivo chinês e demonstrou respeito pelo país asiático. Ao comentar o tema, afirmou: “Tenho que dizer que respeito a China, porque é incrível que, com um sistema que, em teoria, não deveria funcionar — você sabe, nós vamos à escola, frequentamos as melhores escolas de negócios, nos saímos bem nelas e lemos sobre empreendedorismo livre, lemos sobre todas essas coisas diferentes”.
Na sequência, o presidente dos Estados Unidos aprofundou o contraste entre a formação econômica ocidental e os resultados alcançados pela China, ressaltando a escala da produção industrial chinesa. Segundo ele: “Mas, se você olhar para a China, como eles vão bem, o quanto produzem. Quero dizer, eles produzem tantos carros que, na verdade, têm competitividade sobre quem consegue produzir menos carros, porque têm carros demais.”
Reconhecimento da força produtiva chinesa
As declarações de Trump indicam um reconhecimento explícito da capacidade produtiva da China, frequentemente associada a um modelo de desenvolvimento com forte presença do Estado e planejamento estratégico — características centrais do socialismo com características chinesas.
Ao final de sua fala, Trump reforçou o tom de respeito ao desempenho do país asiático, independentemente de divergências políticas ou ideológicas. Segundo ele: “É preciso ter grande respeito pela China pelo trabalho que fazem. Goste você deles ou não, é preciso respeitá-los.”
A afirmação ganha relevância no contexto das tradicionais críticas de Trump à China ao longo de sua trajetória política, especialmente em temas comerciais e tecnológicos. Desta vez, no entanto, o presidente adotou um tom distinto, destacando resultados concretos da economia chinesa.
Contradição com discurso tradicional dos EUA
O reconhecimento feito por Trump chama atenção por contrastar com o discurso predominante nos Estados Unidos, que historicamente valoriza o livre mercado e critica modelos econômicos baseados em forte intervenção estatal.
Ao mencionar que o sistema chinês “em teoria não deveria funcionar”, Trump sinaliza essa contradição entre a doutrina econômica ensinada nas escolas de negócios ocidentais e a realidade observada na prática. Sua fala sugere que os resultados da China desafiam paradigmas consolidados do pensamento econômico liberal.
Debate sobre modelos de desenvolvimento
As declarações do presidente norte-americano reacendem o debate global sobre diferentes modelos de desenvolvimento econômico. A China, que combina planejamento estatal, controle estratégico de setores-chave e abertura seletiva ao mercado, tem apresentado crescimento consistente e expansão industrial nas últimas décadas.
Ao reconhecer a eficiência desse modelo, Trump contribui para ampliar a discussão sobre os limites e as potencialidades do sistema capitalista tradicional, especialmente diante do avanço econômico chinês.
Impacto político e simbólico
O elogio público à China por parte de Trump tem também um peso simbólico relevante, considerando sua posição como presidente dos Estados Unidos e sua influência no debate internacional. Suas palavras podem ser interpretadas como um reconhecimento pragmático da nova correlação de forças na economia global.
Ao afirmar que é necessário respeitar a China “goste você deles ou não”, Trump sintetiza uma mudança de tom que reflete a crescente centralidade do país asiático no cenário mundial, tanto em termos produtivos quanto tecnológicos.
A fala, feita em um fórum internacional de investimentos, reforça a percepção de que o desempenho econômico chinês deixou de ser apenas um fenômeno regional para se tornar um elemento incontornável nas discussões sobre o futuro da economia global. - 347.
Apoio a João Campos (PSB) foi aprovado pelo PT neste sábado (28) (Foto: Sandy James/DP Foto)
O Partido dos Trabalhadores (PT) de Pernambuco oficializou, em reunião do diretório estadual neste sábado (28), o apoio à pré-candidatura do prefeito João Campos (PSB) ao Governo de Pernambuco. O evento, que reuniu as principais lideranças da esquerda local, foi marcado por um tom de "unidade" e pela nacionalização do debate eleitoral.
Pré-candidato ao Senado, Humberto Costa (PT) afirmou que as eleições deste ano são um desdobramento direto da de 2022. Para ele, os quatro anos do governo de Jair Bolsonaro, a quem se referiu como “inominável”, destruíram as conquistas que foram construídas e afirmou que a vitória da chapa Lula (PT) e Alckmin (PSB) foi “fundamental”.
Humberto também destacou o protagonismo internacional do país sob a liderança de Lula, afirmando que a voz do presidente e a do Brasil “caminham no oposto” dos conflitos.
“É importante manter esse projeto estratégico. Porque com essa união, com Lula presidente e com João Campos governador, Pernambuco pode muito mais. Você, João, já provou que é possível sempre fazer muito mais”, afirmou o pré-candidato.
Assim como Humberto, João Campos avaliou que a aliança entre Lula e Alckmin foi crucial para a preservação da democracia no Brasil. Ele também declarou que nenhum outro nome teria a capacidade de vencer aquele pleito. “Se a gente não tivesse vencido as eleições de 22, provavelmente um ambiente democrático como esse não estaria existindo”, disse.
Em seu discurso, Campos também rebateu questionamentos sobre a forte influência do "lulismo" em sua chapa e declarou: “Ainda bem que está lulista, porque eu sou lulista e não tenho nenhum problema em afirmar isso”. Segundo o pré-candidato, a chapa “sela uma coerência de campo político”.
“Chegou a hora de a gente fazer por ele [Lula] o que ele faz pela gente. Porque mais uma vez, o Brasil precisa dele. Mais uma vez, a gente requisita a candidatura dele", disse.
Críticas à oposição
Sem citar nomes, a chapa, que ainda está em definição, da pré-candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), foi citada como sendo do “lado de lá”, referenciando a partidos da extrema direita. Marília Arraes (PDT), pré-candidata ao Senado, declarou que o governo estadual tenta uma aproximação oportunista com o Governo Federal por conveniência eleitoral.
“Mesmo que o lado de lá finja que está em cima do muro ou até que declare apoio ao presidente Lula, pensando meramente no estelionato eleitoral, a gente vai fazer o povo diferenciar qual é o lado de lá e qual é o lado de cá”, afirmou a pré-candidata.
Em reunião para definição do posicionamento do partido nas eleições deste ano, o diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) definiu apoio ao prefeito do Recife e pré-candidato a governador, João Campos, na disputa pelo comando do estado. Com a definição, o prefeito foi convidado e deve comparecer ao evento de oficialização da decisão, que ocorrerá em instantes, no Centro de Convenções de Pernambuco.
O presidente do partido no estado, deputado federal Carlos Veras, afirmou que a decisão teve alinhamento com federação PT-PV-PCdoB.
“Vamos apoiar João Campos para governador, na chapa com o Marília, na chapa com o Carlos Costa, essa é a chapa que o PT vai fazer parte. É o que nós vamos construir aqui para poder eleger os nossos senadores, os nossos deputados, eleger o governador e eleger o presidente Lula. É o que o PT vai estar fazendo parte aqui, junto com a Federação Brasil da Esperança”, declarou Veras.
Governo regulamenta ensino da Lei Maria da Penha na educação básica
Daniella Almeida - Repórter da Agência Brasil
Sumaia Vilela / Agência Brasil
Sumaia Vilela / Agência Brasil
Os ministérios da Educação (MEC) e das Mulheres assinaram, nesta quarta-feira (25), em Brasília, a portaria de regulamentação da Lei Maria da Penha Vai à Escola (nº 14.164/2021, para incluir conteúdo sobre a prevenção a todas as formas de violência contra crianças, adolescentes e mulheres nos currículos da educação básica.
A lei determina que a produção de material didático relativo aos direitos humanos e à prevenção da violência contra a mulher deve ser adequada a cada nível de ensino.
O ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu que é preciso começar a discussão sobre a prevenção à violência contra as mulheres, com as crianças e jovens estudantes dentro das escolas brasileiras.
Para Santana, a nova geração será formada com base no respeito, na equidade e na justiça. “Estamos afirmando um projeto de país. Um Brasil onde meninas podem estar sem medo, onde mulheres podem ocupar todos os espaços e onde o conhecimento seja instrumento de libertação e não de exclusão.”
“Não há futuro possível sem a garantia plena de direitos para meninas e mulheres. A educação é o caminho mais poderoso para transformar essa realidade”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana.
Instituições públicas
Durante a cerimônia Educação pelo Fim da Violência, na Universidade de Brasília, foi assinado o Protocolo de Intenções para Prevenção e Enfrentamento da Violência contra as Mulheres e Acolhimento nas instituições públicas de ensino superior e Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.
O documento estabelece orientações para que instituições de ensino públicas não sejam omissas em eventuais situações de violência de gênero no ambiente acadêmico.
A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, classificou como importantes as medidas de proteção às meninas e mulheres, no âmbito da educação, porque vão do ensino básico ao superior. Ela citou o pedagogo Paulo Freire. “A educação não transforma o mundo. A educação muda as pessoas e as pessoas transformam o mundo.”
A ministra ainda defendeu que os currículos e os planos pedagógicos de cada curso de graduação e de pós-graduação abordem conteúdos de combate e enfrentamento de todo tipo de violência contra as mulheres.
“Imagine daqui a 4, 5, 6 anos, como sairão os profissionais que atuarão em todos os lugares, como unidades básicas de saúde, escolas, Cras [Centro de Referência de Assistência Social], Creas [Centro de Referência Especializado de Assistência Social]. Isso vale para todas as profissões deste país.”
O ministro Camilo Santana explicou que o documento simboliza uma construção coletiva que nasce a partir da escuta, da ciência e da experiência das instituições de ensino.
“Reafirmamos que nossas universidades, institutos federais e redes de ensino são espaços de produção de conhecimento, mas também devem ser espaços seguros, acolhedores e livres de qualquer forma de violência ou discriminação”, enfatizou.
Santana anunciou que lançará, em breve, um edital para apoiar a criação de cuidotecas nas universidades federais. “São espaços de cuidado e acolhimento para crianças que permitirão que mães, estudantes, professoras e trabalhadoras possam estudar, trabalhar e permanecer na universidade com dignidade.”
Mulheres Mil
No conjunto de ações voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência contra as mulheres, os dois ministérios assinaram o acordo de cooperação técnica para a ampliação de vagas do Programa Mulheres Mil, coordenado pelo MEC.
A política pública tem a missão de elevar a escolaridade de mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
O programa também tem o objetivo promover a inclusão socioprodutiva e a autonomia das mulheres por meio de cursos de qualificação profissional.
Os presentes ainda assistiram ao trailer do filme Mulheres Mil, produzido pela pasta. A obra retrata o impacto do programa na vida de cinco mulheres, suas famílias e comunidade.
As iniciativas integram as ações do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em fevereiro.
Estrutura do Ministério da Justiça atuará como núcleo de inteligência
Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil
Pedro Reis/ASCOM-SRI
Fortalecer o enfrentamento à violência contra a mulher é o objetivo principal do Centro Integrado Mulher Segura (CIMS), lançado nesta quarta-feira (25) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em Brasília.
O centro vai reunir dados estratégicos, conectando diferentes bases de informações, com foco na prevenção, proteção e responsabilização dos agressores, além de apoiar ações operacionais para localizar e prender quem comete violência contra a mulher.
O investimento no equipamento foi de R$ 28 milhões. Segundo o ministério, o centro enfrenta dois desafios da segurança pública: a fragmentação de dados e a falta de integração entre sistemas.
A estrutura atuará como núcleo nacional de inteligência, reunindo, analisando e compartilhando informações estratégicas para apoiar decisões e aprimorar políticas públicas.
A criação do CIMS integra o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, firmado em fevereiro pelos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Para o ministro da Justiça e Segurança Pública, Welington Lima, o CIMS representa um avanço no uso da tecnologia para enfrentar os crimes contra mulheres.
“Combater o feminicídio exige transformar a proteção das mulheres em pauta de Estado, com compromisso dos Três Poderes, uso de dados para prevenção e união de esforços institucionais. É urgente romper com a cultura de ódio e reafirmar o cuidado, o respeito e a defesa da vida e da autonomia feminina como prioridade nacional”, enfatizou.
Já a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, ressaltou que o centro vai qualificar o uso de dados e fortalecer a articulação entre entes federativos e o sistema de justiça.
“O monitoramento amplia a confiança para denúncias e fortalece a responsabilização dos agressores”, afirmou.
O CIMS funcionará em Brasília integrado a uma rede nacional com 27 salas de situação, distribuídas em todos os estados. Segundo o MJSP, o CIMS desenvolverá um monitoramento contínuo, identificando padrões e antecipando riscos.
“A atuação será baseada em policiamento orientado pela inteligência, com uso de dados de registros de ocorrência, monitoramento eletrônico e denúncias feitas por canais como o Ligue 180 e o 190. A integração dessas informações permitirá respostas mais rápidas e eficazes”, disse o ministério.
Alerta Mulher Segura
Outra iniciativa que deve começar neste primeiro semestre é o programa Alerta Mulher Segura, voltado para garantir mais segurança às mulheres vítimas de agressão e violência doméstica, com medidas protetivas de urgência.
Essas mulheres receberão um relógio de monitoramento capaz de emitir alerta em tempo real, sem precisar de internet, caso o agressor viole a medida protetiva e se aproxime da vítima. O dispositivo, que será integrado à tornozeleira eletrônica do agressor, também acionará as autoridades de segurança.
Inicialmente, a medida deve atender cerca de cinco mil mulheres. Segundo a Secretaria de Acesso à Justiça do MJSP, serão investidos R$ 25 milhões na implantação do programa, que será executado em parceria com os estados.
Confira mais informações sobre o combate à violência contra a mulher no Repórter Brasil, da TV Brasil
Educandos assistiram ao lançamento do Cadastro Único da EJA
Agência Brasil
Nayara Ribeiro
Delegações de 11 estados do Nordeste e do Sudeste celebraram na tarde deste sábado (28), no Ginásio de Esportes Geraldo Magalhães, no Recife (PE), a formatura de 30 mil educandos e educandas no programa Jornada de Alfabetização, que faz parte do Pacto de Superação do Analfabetismo e Qualificação de Jovens e Adultos do Ministério da Educação (MEC).
Cerca de 7 mil pessoas acompanharam o evento de formatura dos alunos que ingressaram no programa no primeiro semestre de 2025 nas áreas de Reforma Agrária e nas periferias do país.
Este programa do MEC é feito em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) e Projeto Mãos Solidárias.
“É com muita alegria que estamos aqui para celebrar esse primeiro ciclo desse processo de alfabetização de jovens e adultos nas áreas de reforma agrária e nas periferias”, disse Maria de Jesus, da coordenação do MST do Ceará.
A festa de formatura contou também com a presença de Zara Figueiredo, secretária da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (SECADI); de João Pedro Stedile, coordenador nacional do MST; Clarice dos Santos, da Coordenação Nacional do Pronera e de José Ubiratan, Diretor de Desenvolvimento do INCRA.
“Hoje, esse ato aqui é um momento histórico na luta pelo direito à alfabetização. Na luta para transformar nossos assentamentos e acampamentos, as nossas periferias em territórios livres do analfabetismo”, completou Maria de Jesus.
Durante o evento houve também o lançamento do Cadastro Único da EJA, o CadEJA, ferramenta do Governo Federal que ajudará no levantamento de demanda para a oferta de turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA).